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MERCADO FINANCEIRO

Warren Buffet tem algo a dizer sobre investimentos

No último sábado, aconteceu a tão aguardada reunião anual de acionistas da Berkshire Hathaway, empresa do ícone nonagenário dos investimentos. Além dele, quem fez bons posicionamentos foi seu parceiro de negócios, Charlie Munger, no auge de seus 97 anos.

O que eles têm a dizer?
Basicamente, para que haja cuidados com os investimentos da moda. Ao mencionar a plataforma Robinhood, voltada para pequenos investidores, que alavancaram ações como as da GameStop, Buffett disse que não se pode admirar uma plataforma que tira vantagens dos instintos de jogo das pessoas.

Investir é diferente de apostar e ele prefere sempre a primeira opção.

E o Bitcoin? Sobre a criptomoeda, que renovou recordes recentemente, Munger a chamou de repugnante e ressaltou o uso para empreendimentos criminosos, colocando seu sucesso como contrário aos interesses da sociedade.

As SPACs: Para quem não sabe, SPACs são empresas de aquisição com propósito específico, criadas para abrir o capital de empresas em vez de um IPO. A opinião de Buffett é que não é algo nada bom, pois ficou mais difícil para ele fechar um negócio a um bom preço.

What else? Todos cometemos erros e Warren Buffett está incluído nisso, sendo um de seus arrependimentos ter vendido algumas ações da Apple. Acontece…

Outro ponto interessante é a atenção do “Oráculo de Omaha” às drásticas mudanças globais. Com isso, ele mencionou positivamente os fundos de índice, uma forma de investir sem escolher ações específicas, acompanhando o mercado.

Voltamos aos valores da companhia: Calma e constância. É nisso que a Berkshire acredita no longo prazo, apesar do desempenho inferior ao S&P 500 na pandemia.

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CPI DA COVID-19

Próximas etapas da CPI da COVID-19

Agora vai! Depois de ter sido instalada na última terça-feira, a Comissão teve uma semana bastante movimentada, focada em realizar o planejamento inicial do que vai acontecer, contando com a apresentação de requerimentos dos seus integrantes.

Mais de 300 deles já foram aprovados, incluindo convocações de testemunhas e pedidos de documentação de vários órgãos do Governo Federal, de estados e de municípios.

Quais são as próximas etapas? A atenção, nessa semana, deve ficar nos depoimentos dos três ex-ministros e do atual ministro da saúde e do presidente da Anvisa.

Eles foram chamados com o objetivo de poder ouvir diretamente os que estão — ou estiveram — à frente da pasta da saúde, para entender como ocorreram as operações e os processos na conduta da pandemia até aqui.

Além disso, haverá a análise dos documentos que já foram enviados por diversos órgãos, solicitados pelos senadores, e o início de, pelo menos, seis linhas de investigação:

Uso e repasse de recursos federais;

Aquisição e distribuição de vacinas, insumos, equipamentos e testes;

Colapso de saúde no Amazonas;

Atribuição de responsabilidades e competências no combate à crise;

Produção, distribuição e recomendação de cloroquina e falhas na compra de remédios do kit intubação;

Saúde indígena;

Ainda há outros pontos que membros da comissão também desejam apurar, como contratos e ações de publicidade do Governo durante a pandemia, saídas do Presidente da República pelo DF em meio à crise sanitária e disseminação de informações falsas sobre a COVID-19.

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MUNDO

Futebol inglês inicia protesto contra o racismo das redes sociais

O futebol inglês promoveu uma ação de sexta até amanhã, silenciando-se das redes sociais em forma de protesto.

O “apagão” está sendo promovido para pressionar o Facebook, o Instagram e o Twitter a adotarem medidas mais rígidas contra o racismo e preconceito que muitos jogadores recebem nos comentários das publicações, em suas contas pessoais.

A ação está sendo encabeçada por vários clubes e organizações do futebol inglês, como a Premier League, além da própria FIFA. Para contextualizar, na última temporada, houve um aumento de 42% nas denúncias de discriminação no futebol profissional.

O que eles estão pedindo a Mark Zucerberg? Que suas plataformas, bem como o Twitter, acatem a responsabilidade de prevenir essas práticas, protegendo os alvos.

Mais especificamente, as ideias são:

Filtrar e bloquear comentários racistas antes de serem postados;

Limitar materiais abusivos com alto risco de grande circulação;

Estabelecer um processo de verificação de usuário mais efetivo;

Auxiliar melhor a identificação dos assediadores.

O príncipe William, dentre outras personalidades, também demonstrou apoio à iniciativa, junto com jornais como o The Guardian e o The Sun.

É válido mencionar que, se a medida surtir efeito, será uma grande conquista para todos, atletas ou não que sofrem esse tipo de ataque nas redes.