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NEGÓCIOS

Voltinha no mundo dos negócios

Voltou, mas não voltou. Depois de enquete de Musk, a conta de Trump foi reativada no Twitter, mas ele disse que não tem interesse em retornar ao app.

Meio bilhão. Cristiano Ronaldo se torna a primeira pessoa a alcançar 500 milhões de seguidores no Instagram.

Chamaram o homem de novo. Depois de ter se aposentado, Bob Iger volta como CEO da Disney Company no lugar de Bob Chapek.

Novo clico. Quando Musk assumiu o Twitter, a rede social tinha em torno de 7.500 colaboradores. Hoje, com cerca de 2.700 pessoas, a empresa parou com as demissões e vai voltar a contratar.

Pizzas EV: A Domino´s lançou mais de 800 veículos elétricos para a entrega de pizzas nos EUA.

Você já usa? Como alternativa do Twitter, muitos brasileiros estão indo para a rede social indiana Koo.

Bezos não para. A Amazon vai investir mais de US$ 4 bilhões no sul da Ásia até 2030, na tentativa de expandir seu serviço de nuvem.

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ECONOMIA

Turismo e lazer lideram gastos dos brasileiros

Segundo um relatório, o turismo lidera os gastos dos brasileiros pelo 5º trimestre consecutivo. Os cifrões gastos no setor cresceram 85% em relação ao mesmo período do ano passado.

O estudo foi elaborado analisando as compras nos cartões de crédito e débito do Itaú Unibanco. Como foram os gastos?

Entre os fatores que impulsionaram as viagens, o relatório cita a Copa do Mundo no Catar. Além do turismo, o setor de artigos esportivos teve alta de 32% pela venda da camisa oficial da seleção brasileira.

Já os gastos com shows e festivais cresceram 939% em comparação ao 3º tri do ano passado. Só pra ter ideia, a edição do Rock in Rio de 2022 aumentou em mais de 30% as transações no Rio de Janeiro.

O relatório também cita um aumento de 322% no valor gasto com cruzeiros em relação ao mesmo período de 2021. Apesar disso, o consumo ainda não atingiu os níveis registrados antes da pandemia.

Mesmo não mostrando toda a realidade do país, a pesquisa indica uma tendência de consumo mais voltada para as experiências, e menos focada nos bens materiais — você prefere comprar blusinhas ou economizar pra viajar?

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BRASIL

Como será o Brasil de Lula ?

Olhando pra frente; comemorações ou luto à parte, a partir do dia 01/01/2023, o Brasil terá um novo comandante e uma pergunta que, naturalmente, está sendo feita é: como será o país com Luiz Inácio à frente do governo?

Antes das pautas e propostas do futuro presidente, é importante um contexto de como Lula irá pegar o Brasil, depois de 4 anos da gestão do Governo Bolsonaro.

PIB: R$ 8,7 tri (dados de 2021, IBGE)
Inflação: 7,17% (IPCA de 12 meses)
Desemprego: 8,9% (agosto 2022)
Ibovespa: 114.539 pontos (último pregão)
Dólar: R$5,34 (última cotação oficial)

Quando venceu sua primeira eleição, em 2002, Lula manteve várias políticas herdadas do governo antecessor, como o regime de metas de inflação, e aprofundou outras, como as políticas de transferência de renda, que beneficiam famílias em situação de pobreza.

Como estava o mundo? O contexto global, no geral, era bem mais tranquilo do que o cenário atual — em que há boa parte do mundo em recessão.

Nas primeiras décadas dos anos 2000, o Brasil viu um crescimento substancial da sua economia, com o impulso da década de ouro do petróleo, assim como a Venezuela e Colômbia.

Olhando para frente, um pouco do que se espera de Lula:

Socialmente: Colocando o combate à fome como prioridade do seu governo já no primeiro discurso, Lula sempre se fundamentou em pautas sociais. O petista propõe papel incisivo do Estado e promete fortalecer programas assistenciais, como o Bolsa Família.

Economicamente: Lula destaca a revogação do teto de gastos, renegociação de dívidas das famílias e aumento dos investimentos públicos. Além disso, já se posicionou contra a privatização das estatais. É visto pelo mercado como uma personalidade mais “estável” do que Bolsonaro, mas ainda não indicou um Ministro da Economia — o que preocupa a Faria Lima;

Politicamente: O partido do Bolsonaro terá a maior bancada na Câmara dos Deputados, cenário que resultou em um Congresso mais à direita. Assim, Lula enfrentará desafios para negociar com os parlamentares — contando com a ajuda de quatro governadores eleitos do PT e de seu vice, Geraldo Alckmin.

Relações internacionais: Durante a campanha, Lula defendeu o fortalecimento do Mercosul e mais diálogo com a África, EUA e os Brics. Sobre as ditaduras latino-americanas de esquerda, ele defende o respeito à soberania dos povos, afirmando que não cabe a ele se intrometer nos regimes.

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ECONOMIA

Medo de deixar dinheiro na China

Essa semana, os investidores reagiram depois que Xi Jinping foi reeleito presidente por mais 5 anos, como o “todo-poderoso” do país.

As alterações definidas no Comitê Central aumentam a influência de Xi no país, o que foi visto com maus olhos pelos estrangeiros.

Contextualizando… O presidente é conhecido por ser defensor do aumento do controle estatal e da economia fechada, o que significa uma barreira maior nas negociações entre mercados.

Para se ter uma ideia, depois da notícia, o principal índice do mercado chinês caiu 6,4% — a pior queda desde a crise de 2008.
A moeda chinesa atingiu seu nível mais baixo em relação ao dólar em mais de 14 anos, e as ações de empresas chinesas listadas nos EUA chegaram a cair mais de 20% no início da semana.

Risco à vista: Se no início do governo do Xi era promovida uma liberdade econômica maior, os novos planos de concentração de poder em suas mãos, mostram uma forte insegurança sobre quais serão os rumos e riscos de se investir no país.

Zoom Out: O PIB da China desacelerou no segundo tri deste ano, expandindo 0,4% em relação ao ano anterior. Muito embora a rígida política de zero Covid, com bloqueios no país todo, já tenha sido suspensa, não é esperada uma rápida recuperação econômica.

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ECONOMIA

Seca nos Estados Unidos pode dar mais força aos produtores brasileiros

Se a alta do dólar e da inflação já estão apertando a economia dos EUA, agora, a queda nas vendas de soja entra como mais um ponto negativo.

What’s happening? Por conta de uma seca que está atingindo o rio Mississipi, o baixo nível da água tem paralisado embarcações do item. Com isso, o preço de exportação da soja americana aumentou, direcionando parte da demanda global para o Brasil.

Na prática, veja o que isso acarreta:

A China, maior importadora global, comprou seis navios de soja para embarcar em novembro — metade do Brasil e a outra dos EUA.

Se não fosse a seca, Xi Jinping compraria quase toda essa soja dos EUA, mas, felizmente, sobrou pra gente!

Zoom out: Os embarques de soja americana, que começaram em setembro, caíram 19% em relação ao ano passado. A temporada de colheita no Brasil, por outro lado, já tem expectativa de quebra de recorde.

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MERCADO FINANCEIRO

Eu tenho duas notícias…

Presumindo que o Elon Musk prefira receber a boa primeiro; a Tesla registrou, ontem, sua maior receita trimestral de todos os tempos, de US$ 21,5 bilhões. Porém, como o resultado ainda ficou aquém das expectativas, suas ações caíram cerca de 5% após o anúncio.

Números positivos: A Intenção de Consumo das Famílias (IFC) no Brasil cresceu 2% em outubro, em comparação com o mês anterior. O resultado representa a 9ª alta consecutiva e um aumento de quase 19% em relação ao mês de outubro de 2021.

E a bolsa? Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,77%, aos 117.171 pontos. O dólar caiu mais de 1%. Segundo especialistas, as pesquisas eleitorais recentes — com Bolsonaro estreitando a diferença com Lula — ajudaram a puxar as ações da Petrobras e Banco do Brasil.

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ECONOMIA

Contas no azul pela primeira vez em 8 anos

Semana passada, o Ministério da Economia anunciou uma revisão na expectativa para as contas públicas de 2022.

A projeção passou de um rombo de quase R$ 60 bilhões para um saldo positivo de R$ 13,5 bilhões — o que representa uma melhora de R$ 73 bilhões em relação à anterior. Os dois motivos principais para essa mudança são: 1) o aumento da arrecadação de impostos e 2) a contenção de despesas.

Se a expectativa realmente acontecer, esse será o melhor resultado em 8 anos, já que, desde 2014, o Brasil apresenta saldo negativo nas contas públicas.

Looking forward: Por outro lado, em 2023, o governo espera que o país volte a ter déficit por causa do aumento de despesas, como o Auxílio Brasil de R$ 600 e uma atualização na tabela de Imposto de Renda.

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ECONOMIA

Brasil se destaca e tem a sexta menor taxa de inflação no G20

Segundo levantamento, o Brasil tem a 6ª menor inflação entre as 19 maiores economias do mundo e a União Europeia — o famoso G20.

O resultado leva em conta os índices contados de janeiro a agosto de 2022, nos deixando atrás apenas de 🇰🇷🇮🇩🇯🇵🇸🇦🇨🇳.

A recuperação econômica do Brasil está se destacando dos outros países do grupo. Com um crescimento mais rápido do que era esperado, houve aumentos de produção e na taxa de emprego, impactando na queda da inflação.

Esses fatores se traduzem, ainda, pela queda dos impostos, como o ICMS da gasolina, e o aumento da taxa de juros — dando às pessoas a ideia de que é melhor guardar do que gastar dinheiro.

Bottom-line: O mercado tem ajustado para baixo as expectativas da inflação do ano para o Brasil, enquanto tem subido as expectativas para o nosso PIB.

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MERCADO FINANCEIRO

Após corte de gás pela Rússia, bolsas na Europa caem

Na sexta-feira, a estatal russa Gazprom anunciou que não vai retomar o fornecimento de gás natural pelo Nord Stream 1 — o maior gasoduto entre a Rússia e Europa —, desligado em agosto.

Se, antes, a empresa dava como justificativa problemas técnicos, agora, parece que o buraco é mais embaixo.
Pela primeira vez, o porta-voz do governo russo admitiu que a interrupção se deve às sanções impostas ao país, dando a entender que o problema só será resolvido quando o Ocidente cessar os bloqueios.

Com o anúncio do corte na exportação de gás, os principais índices das bolsas europeias registraram queda de mais de 2% na segunda-feira.

Qual a relevância?
A declaração aumenta as incertezas sobre a dura crise energética na Europa. O aumento da inflação nos países impacta nas decisões dos investidores em colocar recursos no mercado europeu. A tensão no Velho Mundo ainda deve render alguns capítulos…

A segunda-feira foi animada na Bolsa brasileira. Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 1,21%, aos 112.203 pontos. O índice foi puxado pelas companhias de materiais básicos e petroleiras, como Vale, Gerdau e Petrobras. O dólar caiu 0,59% frente ao real, fechando o dia a R$ 5,13.

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ECONOMIA

Brasil volta ao ranking das 10 maiores economias do mundo

Números positivos! O Brasil teve o sétimo melhor desempenho entre as principais economias do mundo no segundo trimestre de 2022, superando países como os EUA, China e México.

O país ficou atrás da Holanda (+2,6%), Turquia (+2,1%), Arábia Saudita (+1,8%), Israel (+1,6%), Colômbia (+1,5%) e Suécia (+1,4%).

O Produto Interno Bruto (PIB) teve um crescimento de 1,2% no período, contra a expectativa de 0,9% do mercado financeiro. Com o resultado, voltamos a integrar o top 10 das maiores economias mundiais.

O maior crescimento no Brasil foi da indústria, que teve alta de 2,2%. O setor de serviços avançou 1,3% e a agropecuária teve alta de 0,5%.

Falando em PIB… O Ibovespa fechou em leve alta de 0,81% na quinta-feira, aos 110.405 pontos. A performance foi melhor do que os índices americanos.

O empurrão para a alta da vez foram as ações de construtoras. A MRV ganhou 7,59% e Cyrela 6,92%, sendo elas as que dominaram as altas.

No entanto, o dólar subiu 0,71%, negociado R$ 5,237 na compra.