Categorias
NEGÓCIOS

Voltinha no mundo dos negócios

Voltou, mas não voltou. Depois de enquete de Musk, a conta de Trump foi reativada no Twitter, mas ele disse que não tem interesse em retornar ao app.

Meio bilhão. Cristiano Ronaldo se torna a primeira pessoa a alcançar 500 milhões de seguidores no Instagram.

Chamaram o homem de novo. Depois de ter se aposentado, Bob Iger volta como CEO da Disney Company no lugar de Bob Chapek.

Novo clico. Quando Musk assumiu o Twitter, a rede social tinha em torno de 7.500 colaboradores. Hoje, com cerca de 2.700 pessoas, a empresa parou com as demissões e vai voltar a contratar.

Pizzas EV: A Domino´s lançou mais de 800 veículos elétricos para a entrega de pizzas nos EUA.

Você já usa? Como alternativa do Twitter, muitos brasileiros estão indo para a rede social indiana Koo.

Bezos não para. A Amazon vai investir mais de US$ 4 bilhões no sul da Ásia até 2030, na tentativa de expandir seu serviço de nuvem.

Publicidade
Categorias
NEGÓCIOS

Os mais novos Bilionários de 2022

Anualmente, é divulgada a lista de bilionários ao redor do mundo. Em 2022, ela veio menor e mais pobre — há 87 bilionários a menos, acumulando juntos um montante R$ 1,84 trilhão menor que no ano anterior.

Ainda assim, 236 indivíduos passaram dos 10 dígitos de patrimônio no ano passado — enquanto 329 saíram da lista e agora têm que se contentar com o “mi”.

A China foi a maior geradora de bilionários do mundo, seguida dos EUA e da Índia. A lista também está bem masculina: apenas 14% são mulheres. Considerando as self-made, o percentual cai para menos de 5%.

O que esse povo faz da vida? Nenhum setor deu origem a tantos bilionários quanto o financeiro, mesmo com os mercados globais tropeçando. Ainda assim, a lista dos 10 mais ricos do mundo é composta por, majoritariamente, pessoas ligadas à tecnologia.

Muitos desses estão ligados às fintechs, como é o caso dos brasileiros novatos na lista — Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, cofundadores da Brex, startup de cartões de crédito corporativo.

Para te inspirar: Se você acha que, porque não nasceu em berço de ouro, nunca conseguiria chegar lá, saiba que a maioria dos bilionários construiu sua fortuna em vez de herdá-la — mais precisamente, 71% da lista.

Categorias
NEGÓCIOS

“SulAmérica, você é minha”

Praticamente foi isso o que a Rede D’Or quis dizer! Hoje, a pauta é diferente de “ontem, os mercados foram afetados pelos temores acerca dos conflito…”, que deve voltar com tudo; a Rede D’Or anunciou, nessa quarta-feira, a compra da seguradora SulAmérica.

Vou falar brevemente sobre as duas partes deste casamento;

A Rede D’Or é a maior rede hospitalar do país, com unidades espalhadas por 11 estados brasileiros.

A SulAmérica, enquanto isso, é uma seguradora – que engloba serviços de saúde, odontologia, seguros de vida, previdência e investimentos – com mais de 7 milões de clientes.

O que a SulAmérica tinha para conquistar a Rede D’Or ? Sinergia, literalmente. A compra une dois players importantes do mercado de saúde do país, alinhando os ecossistemas que já se complementam – um dos motivos para se fazer um plano de saúde é ter acesso a um bom hospital, certo ?

Detalhes da operação: A SulAmérica será incorporada e, depois terá sua marca extinta – apesar de o time de gestão se manter. Agora, quem tinha ações da seguradora vai receber ações da Rede D’Or em substituição. É o match da saúde!

Ao que tudo indica, o mercado gostou da aquisição. A SULA11 fechou o dia com altade 25,11% e a RDOR3 subiu 8,82%.

PS: A Rede D’Or parece gostar tanto de ir as compras como a Becky Bloom. Desde outubro de 2020, seu IPO, foram 16 aquisições.

Categorias
NEGÓCIOS

Principais notícias do mundo dos negócios que talvez lhe interessem

O Spotify lançou — em parceria com a Netflix — um novo “Netflix Hub” para centralizar as trilhas sonoras dos principais conteúdos da companhia.

O head do Instagram, Adam Mosseri, testemunhará perante o Senado sobre o potencial impacto negativo da plataforma para crianças e adolescentes.

A Netflix anunciou planos de adquirir o Scanline VFX, estúdio de efeitos visuais por trás de projetos como “Stranger Things” e Game of Thrones.

A Blue Origin anunciou seu 3º voo tripulado, que contará com 6 pessoas, incluindo o ex-jogador de futebol americano Michael Strahan e a filha do primeiro americano a ir ao espaço.

Ainda falando de espaço, a Virgin Galactic anunciou o vencedor de seu primeiro sorteio de dois ingressos para o espaço.

Só se fala em metaverso! A Niantic, empresa de realidade aumentada criadora do jogo Pokémon GO, captou US$ 300 milhões, sendo avaliada em US$ 9 bilhões, e quer criar um “metaverso da vida real”.

A Samsung anunciou que escolheu Taylor, no Texas, para construir uma nova planta de fabricação de semicondutores. O investimento estimado será de US$ 17 bilhões.

A Nasa está lançando a missão DART, a bordo de um foguete Falcon 9 da SpaceX, cujo objetivo será colidir com um asteroide — que não é uma ameaça para a Terra — para realizar um teste de desvio de órbita.

A Z1, fintech que busca ser a conta digital dos adolescentes, captou R$ 55 milhões em rodada Series A liderada pela Kaszek.

Categorias
NEGÓCIOS

O fator pandemia nas empresas

Além de mudar nossas vidas pessoais, a pandemia fez uma reviravolta no mercado como um todo. Muitas companhias tiveram os melhores resultados de suas histórias, enquanto outras, tiveram seu fim decretado.

Veja como o valor de mercado de algumas empresas listadas em bolsas de valores performaram do início de 2020 até hoje:

65% do PIB global é composto por serviços — como restaurantes, viagens e comércio. Com a pandemia, muitos estabelecimentos foram obrigados a fechar, o que afetou diversos setores — muitos dos quais, até hoje, não conseguiram se recuperar.

Um exemplo? O turismo. Isso fica bem claro ao analisar os resultados da Azul e da CVC, empresas que tiveram suas operações praticamente interrompidas.

O boom dos produtos; esse foi um fator que muitos já esperavam e se concretizou. Bens de consumo (alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal) foram consumidos como nunca, mas algo muito interessante aconteceu… Aumento na venda de produtos de luxo.

Pare pra pensar… Pessoas que gastariam dinheiro com viagens e afins, por ficarem presas em casa, acabaram tendo que “procurar” outros lugares para gastarem seu dinheiro.

Analisando os números da Porsche, logo nos primeiros meses de COVID-19, no início de 2020, as ações da marca automotiva, que pertence ao Grupo Volkswagen, caíram pela metade.

Por não ser algo essencial, dadas as condições pandêmicas, o mercado inicialmente reagiu de forma muito negativa às restrições. No entanto, na prática, o efeito foi diferente do esperado: um aumento expressivo nas vendas.

Junte o fato de ser um bem escasso (oferta limitada) com a alta demanda, que os preços sobem. No caso da Porsche, carros seminovos da marca chegam a valer 30% a mais do que veículos zero — ou até mais, dependendo do modelo. Interessante, né?

Nem tudo são flores… Obviamente, não foi todo mundo que se deu bem. A varejista Restoque — proprietária de marcas de roupas como Le Lis Blanc, Dudalina e John John — viu suas ações despencarem.

Outra empresa que se deu muito mal foi a Saraiva, que não conseguiu migrar o consumo para o digital. Apenas 15% da receita que a rede de livrarias teve em 2021 veio de seu e-commerce — mesmo após tantos meses de pandemia.

A companhia não foi capaz de adaptar seu modelo de negócio à nova realidade do mercado, e vem acumulando prejuízos milionários e fechando diversas de suas lojas físicas.

Categorias
NEGÓCIOS

O que é importante saber hoje no mundo dos negócios

O Nubank será o apoiador oficial da América do Sul na Copa do Mundo do Catar, em 2022. Com isso, o banco digital busca aumentar seu alcance global. Os valores do acordo não foram revelados.

A Contra, rede profissional para trabalhadores autônomos, está fazendo uma parceria com o TikTok para permitir que usuários exibam seus currículos e portfólios por meio do TikTok Jump.

A empresa alemã FlixBus iniciou suas atividades no Brasil para competir com a Buser oferecendo viagens de ônibus a preços menores do que os de serviços tradicionais.

A Provu, fintech de crediário digital e meios de pagamento, levantou R$ 1,4 bilhão em investimento junto ao Goldman Sachs.

O Pinterest anunciou sua própria incubadora interna para novos projetos, chamada TwoTwentyy. O objetivo é ajudar a empresa a aumentar sua inovação.

Uma semana após receber aporte de R$ 75 milhões, a StartSe comprou 40% da Snaq, empresa de Inteligência e Insights pertencente à Fisher Venture Builder.

Seundo Fábio Faria, ministro das comunicações, o Brasil fechou um acordo com a SpaceX para levar internet à Amazônia e escolas rurais através dos satélites Starlink.

O Grammarly, verificador ortográfico online, captou mais de US$ 200 milhões, sendo avaliado em US$ 13 bilhões. Os recursos serão usados para acelerar a inovação de produtos e crescer a equipe.

A Eve Air Mobility, empresa da criada pela Embraer para acelerar o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM), anunciou o desenvolvimento do primeiro eVTOL Eve-Senna, projeto de carro voador que homenageia Ayrton Senna.

O Chile quer exportar energia solar para a Ásia através de um cabo submarino de 15 mil km, de forma a aproveitar o potencial do Deserto do Atacama.

Categorias
NEGÓCIOS

O que é notícia hoje no mundo dos negócios

Expandindo a atuação. A Reserva, grife masculina da Arezzo, lançará sua primeira coleção de moda feminina em 2022, entrando no segmento que movimenta 70% do consumo de moda no Brasil.

Crescimento acelerado. O Inter atingiu a marca de 15 milhões de clientes, um crescimento de quase 100% nos últimos 12 meses.

Foi só o nome que mudou? A Meta está sendo acusada de ainda estar rastreando adolescentes para segmentação de anúncios em suas redes sociais — contradizendo o que a empresa disse há alguns meses.

Entrando nos audiolivros. O Spotify anunciou a aquisição da Findaway, empresa líder global na distribuição de audiolivros digitais, para acelerar sua entrada nesse mercado. Os termos do acordo não foram divulgados.

Já pensou se a moda pega? O governo português proibiu chefes de mandarem mensagens de texto e e-mails aos seus funcionários fora do horário de trabalho, como parte de uma lei apelidada de “direito ao descanso”.

Concorrência pro YouTube. O Patreon, site de financiamento coletivo que permite que criadores produzam conteúdos exclusivos para assinantes, está criando uma plataforma de vídeo para concorrer com o YouTube.

Aquisição do passarinho. O Twitter adquiriu o Threader, um aplicativo que permite compilar threads da rede social e compartilhar os favoritos, facilitando encontrá-los posteriormente.

Compromisso de investimento. A TOTVS criou um fundo de R$ 300 milhões para investir em Corporate Venture Capital (CVC), ou seja, startups que podem trazer retornos financeiros e vantagens competitivas, por exemplo.

Cartão de cripto. A Visa e a Crypto.com lançaram cartões que permitem converter criptomoedas em reais. O plano das empresas é oferecer serviço de criptomoedas para estabelecimentos comerciais.

Snapmusics. O Snapchat fechou um acordo com a Sony Music Entertainment para incluir suas músicas no app. A empresa também revelou que está criando “Sound Lenses”, novos filtros de música com realidade aumentada.

Categorias
NEGÓCIOS

A febre dos especialistas em finanças da internet

Se nos últimos meses você não ouviu alguém querendo te vender formas de ganhar dinheiro investindo ou de enriquecer sem tirar o cafézinho, você provavelmente não está habitando o mesmo planeta em que essa newsletter é escrita.

Brincadeiras à parte; milhares de jovens se tornaram influenciadores digitais e estão usando plataformas como TikTok e Instagram para ensinar finanças de forma mais fácil e atraente para o público mais novo, que é maioria nas redes sociais.

O fenômeno é tão grande que a Bloomberg denominou essa categoria de influenciadores como “Finfluencers”, e, num relatório recente, mostrou que alguns já estão ganhando mais que os próprios banqueiros de Wall Street. Algo em torno de 500 mil dólares por ano.

A tendência é mundial…

Durante a pandemia, parece que o interesse por finanças e investimentos disparou no mundo todo e que as pessoas colocaram mais atenção no mercado financeiro. Três dados recentes comprovam isso:

Os downloads de aplicativos de finanças aumentaram em 20%;

O tempo gasto em apps financeiros aumentou em 90% (em escala de horas);

Os aplicativos de negociação e investimento também viram o tempo de uso aumentar em 135%.

Olhando para o Brasil

Do início da COVID-19 pra cá, foram mais de 1 milhão de novos investidores na bolsa brasileira, que está quase atingindo a marca de 4 milhões no total.

A idade diminuiu… Até 2017, a bolsa de valores brasileira era dominada por pessoas entre 40 e 59 anos, mas, depois disso, a faixa dos 25 aos 39 anos passou a ser a média de idade predominante entre as pessoas físicas.

Oportunidade x Risco

POSITIVO: Se você é do setor de finanças, fazer parceria com esses influenciadores pode ser uma bela forma de acessar mais rápido o público jovem que, pela idade, terão um LTV — basicamente o tempo útil como cliente — mais alto.

NEGATIVO: Por outro lado, o algoritmo das plataformas prioriza o que engaja e não necessariamente o que é bom. Isso acaba abrindo espaço para picaretas e oportunistas, que prometem milagres ultra-atraentes para os investidores mirins.

Categorias
NEGÓCIOS

A nova geração de funcionários pós pandemia

Não há dúvidas de que a pandemia alterou a forma como vivemos. O que muitos não perceberam é que ela também alterou a forma como trabalhamos e o que buscamos nas empresas em que estamos.

Vamos lá… Durante o mês de agosto, mais de 7 mil funcionários de 7 países foram entrevistados com o objetivo de demonstrarem suas reais motivações nas companhias depois da pandemia.

O resultado? Um novo padrão nos funcionários do mundo todo, que pode ser traduzido como o drive por sentido e crenças comuns.

Vou explicar… A pandemia fez com que as pessoas repensassem suas vidas como um todo, e isso fez com que a empresa — um local que passamos tanto tempo — passe a ser algo maior que apenas “um salário” no fim do mês.

“Se não estou feliz e não acredito no negócio em que estou, vou sair”. Dentre os entrevistados, 1 a cada 5 já saiu ou planeja sair do emprego atual nos próximos meses.

O principal fator da mudança NÃO é o salário. Apenas 31% justificaram a troca por motivos de remuneração ou avanço de carreira. A verdade é que quase o dobro (59%) busca um lugar que se ajuste mais aos valores e crenças que possuem.

Assim como a Geração Z, que busca se conectar com as marcas que compram e se importam com causas mais sociais e coletivas, os “funcionários pandêmicos” também querem isso.

Explicando a imagem: ao que parece, 61% dos funcionários vão escolher ou evitar um determinado emprego baseado na similaridade de ideologias e crenças da companhia.

Diversidade, inclusão e sustentabilidade são pautas fundamentais não só no papel, mas em ação. As empresas que se posicionam sobre questões-chave têm quase 10x mais probabilidade de serem destinos atraentes.

O papel do CEO não é só dirigir, mas se posicionar. Quase 1/3 dos entrevistados deixou organizações que não conseguiram se posicionar sobre questões sociais ou políticas importantes.

Por último… 

O relatório mostrou que a empresa se tornou a instituição de maior confiança dos funcionários, mais até que o próprio governo e a mídia.

Zoom out: A responsabilidade das companhias aumenta, mas a mudança pode estimular um futuro de “tribos”, em que só se contrata e convive com aqueles que pensam de forma semelhante — para um extremo ou outro. Fica a reflexão…

Categorias
NEGÓCIOS

Amazon concede mais um benefício para seus funcionários

Faculdade na conta da Amazon. A partir de janeiro de 2022, a maior varejista do mundo vai pagar as mensalidades, taxas, livros e até transporte para seus funcionários que quiserem obter um diploma de graduação.

A oferta vale para a maioria dos 750 mil trabalhadores horistas — que têm um contrato com base em horas trabalhadas — nos Estados Unidos.

Além das faculdades, haverá programas de diploma do ensino médio e certificados de inglês como segunda língua.

Qual o motivo? Não é filantropia. O intuito da empresa é atrair e reter funcionários em um mercado de trabalho cada vez mais disputado. Só em julho, nos EUA, havia 879 mil empregos não preenchidos no setor de varejo.

Dois outros grandes concorrentes no segmento, por exemplo, também estão agindo nessa linha:

O Walmart passou a bancar a formação de seus funcionários em 10 parceiros acadêmicos e vai começar a cobrir os custos de seus livros.

O Target anunciou que vai pagar mensalidades e livros para seus +340 mil trabalhadores em 40 escolas parceiras.

Voltando à Amazon… Para receber o benefício, é preciso continuar trabalhando na empresa pelo período todo. Incentivo ao estudo + Retenção da força de trabalho.