💰 Tarifas e mais tarifas. Depois que Trump assinou a ordem para taxar importações do Canadá, China e México, os países reagiram: o Canadá anunciou uma tarifa de 25% sobre produtos dos EUA, o México vai criar um plano com novas medidas tarifárias, e a China pretende levar a questão à OMC para discutir o assunto.
🇸🇻 Mãos à obra. O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, disse que 40% dos presos já estão trabalhando no programa de trabalho para presos que criou. A ideia dele foi ter um ganha-ganha em massa — detentos reduzem pena enquanto o país cresce em infra e mão de obra.
😢 Segundo acidente em uma semana. Um pequeno avião de transporte médico caiu nas ruas de Filadélfia, deixando 20 feridos e 7 mortos. Entre as vítimas fatais, 6 estavam no jato: uma criança que estava em tratamento hospitalar, sua mãe e 4 tripulantes.
😷 Origem do COVID. A Casa Branca dos EUA disse que há “verdade confirmável” de que a COVID-19 teve origem de um vazamento de laboratório na China. O governo chinês negou a possibilidade e disse que o surto não tem nenhuma relação com o laboratório.
Acidente durante a noite: Um avião da American Airlines com 64 pessoas colidiu com um helicóptero militar com 3 soldados em Washington DC, capital dos EUA.
Free to go. Israel disse que 8 reféns vão ser libertados hoje, sendo 3 israelenses e 5 tailandeses — que não fazem parte do acordo de cessar-fogo.
Ontem foi uma Super Quarta, o que significa que tanto o Banco Central brasileiro quanto o americano anunciaram suas decisões sobre as respectivas taxas de juros. Vamos a elas, no modo vapt-vupt:
Em 2024, o número de compras feitas por brasileiros no exterior caiu 11%. Ainda assim, o governo arrecadou 40% a mais em impostos com o segmento — batendo recorde.
Contexto: O programa Remessa Conforme, criado lá em 2023, regularizou as compras internacionais e tornou obrigatória a tributação.
O resultado foi direto no comportamento dos consumidores. O volume de encomendas internacionais caiu de quase 210 milhões para pouco menos de 190 milhões em 2024.
Em contrapartida, a arrecadação do imposto de importação saltou de R$ 2 bilhões para R$ 3 bilhões.
Com a valorização do dólar no último ano, o valor total das importações também subiu, atingindo R$ 16,6 bilhões.
Além disso, com a alta do ICMS — outro imposto — prevista para abril, a Shein e outras varejistas internacionais já alertaram que a atual carga de 44,5% sobre encomendas de até US$ 50 deve aumentar — podendo chegar a 50%.
Na contramão do movimento visto no restante do mundo, o dólar fechou o pregão de ontem registrando mais uma queda, desta vez de 0,74%, fechando cotado a R$ 5,86.
Lado A, lado B: O movimento causou certa revolta dos apoiadores do governo pelo fato da Faria Lima não creditar essa queda à maior confiança no país. Enquanto isso, parte do mercado diz ser apenas uma pequena correção da forte alta de 2024.
💼Canalzinho no Slack? Um grupo de 350 arquitetos, designers e empreiteiros se organizou no Slack para coordenar esforços de reconstrução de Los Angeles. Com prejuízos estimados em US$ 250 bilhões, o espaço Rebuild LA Architecture está criando um manual para projetos resistentes ao fogo e ajudando empresas a navegar por regulamentações e seguros.
👜Nova fase: Stella McCartney recomprou a participação de 49% da LVMH em sua marca, retornando ao controle total após seis anos de parceria. Ela continuará colaborando com o grupo em questões de sustentabilidade.
O ano era 2017. Em março, o Snapchat estava em alta após realizar a sua abertura de capital na bolsa de valores e alcançar um valor de mercado de quase US$ 24 bilhões.
Em agosto, a plataforma do fantasminha era a rainha indiscutível entre os membros da Geração Z, principalmente nos EUA.
Como se isso não bastasse, a empresa reportou uma receita de US$ 285,7 milhões no último trimestre do ano, superando as expectativas de Wall Street em mais de US$ 20 milhões.
No mesmo período, o Snapchat chegou à marca de 187 milhões de usuários ativos diários, uma alta de 18% em relação ao mesmo período em 2016.
Parecia que todas as decisões tomadas pela empresa em 2017 tinham sido acertadas… Parecia…
Acontece que, no final de novembro, o app mudou seu design visando promover um compartilhamento mais íntimo entre grupos de amigos, ao mesmo tempo que colocava conteúdo produzido profissionalmente em um feed separado. CLIQUE PARA SABER MAIS
Em outras palavras, o Snap dividiu o aplicativo inteiro em dois: amigos à esquerda, editores à direita. Nas entrelinhas, a mudança ajudaria a empresa a gerar mais receita por meio de anúncios.
Maaaas… Muitos usuários ficaram incomodados, passando a deixar inúmeras avaliações ruins nas App Stores, reclamando em outras redes e até migrando para o rival Instagram.
A coisa começou a escalar de vez quando se criou uma petição no Change.org intitulada “Remova a nova atualização do Snapchat” — no dia 13/02/2018, ela já contava com mais de 800 mil assinaturas.
Contudo, dois dias depois, o CEO Evan Spiegel, defendeu vigorosamente o redesign e basicamente disse que as pessoas precisavam se acostumar com ele.
Só que, no dia 20/02, a petição já acumulava mais de 1,2 milhão de assinaturas, e foi aí que a empresa agiu e publicou uma resposta oficial, pensando que iria amenizar a situação. Só pensando…
Até porque, no dia seguinte…
A influenciadora Kylie Jenner postou um tweet com as seguintes palavras: “Então, mais alguém não abre mais o Snapchat? Ou sou só eu… ugh, isso é tão triste.“
Acontece que ela era tida por muitos com a “Rainha da Geração Z” e a personificação do ideal demográfico do Snapchat.
Após o tweet de Kylie, o efeito dominó se espalhou e outras celebridades se juntaram às críticas, mais usuários desinstalaram o app e analistas de Wall Street seguiram rebaixando as ações da empresa.
VO Snapchat se esforçou para reconquistar a influenciadora, tornando-a, inclusive, a primeira criadora a testar alguns de seus novos recursos… Mas o dano já estava feito. Em maio de 2018, a empresa reverteu a maioria das mudanças de redesign.
Ironicamente, os mesmos recursos dos quais Kylie e outros usuários reclamaram se tornaram padrão em praticamente todas as redes sociais. Na prática, as ideias do Snapchat não estavam erradas, mas sim o momento no qual elas foram lançadas — o tal do timing.
Seja por aproximação, parcelado ou à vista, o cartão de crédito tem sido usado pela nova geração cada vez mais, e se tornou o principal motivo de dívida entre eles.
No Brasil, para se ter uma ideia, o gasto médio do cartão de crédito para jovens até 25 anos é de R$ 1.250 — chegando quase no patamar no salário mínimo.
Em relação aos gastos, o cartão de crédito compromete até 60% da renda deles , ou seja, mais da metade do salário é usado para pagar as compras feitas no crédito.
Acontece que apesar de gastarem mais no cartão, não significa que os jovens estejam pagando a fatura, risos.
Zoom in: A facilidade de criar contas digitais e ter a carteira no próprio celular é um dos motivos para o cartão de crédito ter se popularizado tanto entre a nova geração, com 67% dos adolescentes tendo seu próprio cartão .
🐣 Quem nasceu primeiro: a galinha ou a diversificação da JBS? Enquanto a resposta filosófica segue aberta, a gigante da proteína decidiu resolver a parte prática.
Com mais de 3 milhões de funcionários e capacidade para 17,5 milhões de aves , a empresa produz 4 bilhões de ovos por ano. Desde 2020, vem apostando nos ovos de galinha livres e exportados para mercados da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio.
A relevância da fusão: O movimento da JBS mostra que diversificação é a palavra do momento no setor de alimentos. Com a compra, a companhia expande sua atuação para além das carnes tradicionais e fortalece sua estratégia global com foco em proteínas alternativas, alinhada às tendências de consumo e sustentabilidade.
📊 Zoom out: Confirmando a aposta, segundo dados do IBGE, a produção nacional de ovos de galinha atingiu um recorde histórico em 2023, com mais de 59 bilhões de ovos produzidos, o equivalente a 5 bi de dúzias.