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Banco Mundial divulga previsão em relação à economia brasileira

Para cima e para baixo. O Banco Mundial revisou, ontem, suas previsões de crescimento para o PIB brasileiro em 2022 e 2023.

Para este ano, a expectativa melhorou de 1,4% para 1,5%. Por outro lado, para o próximo, a revisão foi para baixo, de 2,7% para 0,8%.

Segundo a análise, 2022 começou de forma sólida, mas o otimismo não deve continuar com tanta força devido à inflação e às incertezas políticas. Já para 2023, o pensamento é de que a política monetária limite o crescimento.

Em relação a este ano, a previsão é que, olhando para a América Latina, o Brasil só cresça mais que o Haiti e o Paraguai. Dedos cruzados para que errem…

Para o mundo como um todo, o Banco Mundial está mais pessimista. Em janeiro, esperava-se um crescimento de 4,1%. Agora, a expectativa caiu para 2,9%.

Enquanto isso, na Bolsa…

O Ibovespa fechou estável, caindo 0,11%, aos 110.069 pontos, em meio a forças opostas. Por um lado, as empresas de commodities avançaram, mas as medidas para reduzir o preço dos combustíveis foram vistas com desconfiança. Um cabo de guerra.

Em relação ao dólar, o dia foi de alta. A moeda americana subiu 1,64%, a R$ 4,874.

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A semana não começou com muito otimismo

O Ibovespa começou a semana sem acompanhar o exterior, fechando em baixa de 0,82%, de volta aos 110.185 pontos.

O que houve? O mau humor de segunda-feira não teve nada a ver com a ressaca do churrasco de domingo. Na verdade, os investidores ficaram cautelosos com a questão dos preços dos combustíveis. Ontem, inclusive, Bolsonaro propôs compensar os estados do país que zerarem os impostos que incidem sobre diesel, gás e transporte público até dezembro de 2022.

Paulo Guedes, ministro da Economia, está sendo pressionado para encontrar uma solução para a alta de preços, o que gera preocupação com a situação fiscal do país.

Por falar nisso… O plano de governo de Lula, que lidera as pesquisas eleitorais, não foi visto com bons olhos pelo mesmo motivo, já que pretende acabar com o teto de gastos.

O dólar, por sua vez, olhou pra cima. Ontem, moeda subiu 0,37%, a R$ 4,796.

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Assuntos importantes nesta semana

O indicador da inflação será divulgado na quinta-feira, prometendo dar o tom dos negócios no mercado financeiro desta semana. A expectativa é uma alta mensal em torno de 0,60%.

Não seremos os únicos de olho na inflação. Na quinta-feira, saem índices da China e do Japão, enquanto o dos Estados Unidos será divulgado na sexta-feira. Mas animada mesma estará a Europa. Na quarta-feira, tem o PIB da zona do euro e, na quinta, a decisão do Banco Central Europeu sobre os juros.

Voltando ao Brasil, na política, a discussão continua em cima da redução do ICMS dos setores de combustíveis, energia, telecomunicações e transporte público.

Já na agenda corporativa… Hoje, as ações da Amazon serão desdobradas de 1 para 20. No mercado interno, o destaque vai para a precificação da oferta de ações da Eletrobrás, na quinta-feira, e a assembleia sobre fusão entre Aliansce e brMalls.

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Ibovespa inicia semana em baixa

Apesar de um dia com baixa movimentação — devido ao feriado nos EUA —, o Ibovespa começou a semana em baixa de 0,81%, aos 111.032 pontos.

Os principais destaques negativos, responsáveis pela desvalorização, foram as estatais. Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras caíram ontem.

Por quê? No caso da petrolífera, o cenário é de incertezas em relação ao seu comando e às críticas a sua política de preços. Já o banco caiu forte depois de uma matéria divulgando a desistência da venda de sua unidade na Flórida, o BB Américas.

Por outro lado… As ações da Vale chamaram atenção, subindo 1,09% e exercendo um contrapeso, graças à valorização do minério por causa da flexibilização das restrições contra a COVID-19 na China.

O dólar — que vocês adoram estar por dentro — subiu 0,33%, a R$ 4,753.

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AGENDA: O que é importante saber sobre esta semana.

Nesta semana, teremos uma agenda cheia de indicadores relevantes e tópicos que não podem passar despercebidos.

PIB do Brasil: Por aqui, o dado mais aguardado virá na quinta-feira. O Produto Interno Bruto do 1º trimestre do ano tem um crescimento esperado entre 1,3% e 1,7% em relação aos três meses anteriores.

Dados de trabalho: No Brasil, deve ser divulgado, hoje, o número da criação de empregos formais no Brasil. Na terça, o índice de desemprego e, nos EUA, os dados oficiais do mercado de trabalho americano — o payroll — chegarão na sexta.

Eletrobras: No lado corporativo, o destaque é o início do período de reserva para investidores na oferta de ações da Eletrobras, que começa na sexta e pode movimentar até R$ 35 bilhões.

Mas a semana também terá algumas folgas… Hoje, as Bolsas em Nova York não abrirão, por causa do Memorial Day, e, na quinta e na sexta-feira, o Reino Unido estará em feriado bancário, devido ao Jubileu de Platina da rainha Elizabeth.

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Combo; Semana começa no positivo e Petrobrás

Ontem, o Ibovespa subiu 1,71%, ultrapassando os 110 mil pontos, com um bom humor não só por aqui, mas também no exterior.

No Brasil, o “muito obrigado” vai para as commodities, que avançaram e puxaram o índice.

Lá fora, o otimismo veio como aquela Coca-Cola em um domingo de ressaca — um alívio depois de várias semanas seguidas de perda. O dólar, enquanto isso, caiu para R$ 4,80.

A troca na Petrobras

Na noite de ontem, o governo anunciou mais uma troca na presidência da Petrobras. Após 40 dias, José Mauro Ferreira Coelho deixa o cargo para um novo indicado: Caio Mário Paes de Andrade.

Andrade já faz parte do Ministério da Economia e a justificava do governo citou a escalada no preço dos combustíveis, pontuando que o novo nome possui as qualificações necessárias para superar os desafios do atual momento global.

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Com quantos salários mínimos se compra uma casa na América Latina

Mesmo que os gurus dos investimentos estejam fazendo de tudo para que você continue no aluguel, o sonho da casa própria ainda é real para grande parte da população.

No entanto, como você deve imaginar, comprar uma casa exige planejamento — e ele varia bastante de país para país.

Nessa linha, foi calculado o número de salários mínimos necessários para um cidadão comprar uma casa padrão, de 60 m², em países na América Latina.

O México liderou, com 563 salários;
Enquanto isso, no Brasil, são necessários quase 452 salários;
A diferença maior se dá na Colômbia, onde um cidadão que ganha um salário mínimo precisa juntar o dinheiro por 290 meses para pegar suas chaves.
Para saber: As cidades latino-americanas com o metro quadrado mais caro da região são Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina.

Mudando completamente de assunto; você precisa saber que o Ibovespa não começou o mês muito bem. O índice iniciou maio no vermelho, com queda de 1,15%, aos 106.638 pontos.

O pessimismo veio por causa da ansiedade. Os investidores estão aguardando as decisões do Federal Reserve e do Banco Central brasileiro, além de terem repercutido dados na China — a atividade industrial por lá foi frustrante.

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Buffett fala, o mundo escuta

Todo ano, Warren Buffett discursa no encontro anual da sua Berkshire Hathaway para dezenas de milhares de pessoas. O evento deste ano aconteceu no sábado, e o mercado ficou atento ao que um dos maiores investidores do mundo tinha a dizer.

Os principais destaques…

A Berkshire foi às compras, tendo adquirido US$ 51,1 bilhões em ações no primeiro trimestre. Destaque para o aumento da participação na Activision Blizzard — empresa de videogames —, que chegou a 9,5%;

Buffett continua preferindo comprar terras agrícolas do que criptomeodas — sua preferência é por “ativos produtivos” e ele não é fã do Bitcoin;

O investidor voltou a afirmar que sua companhia sempre terá muito caixa para aproveitar oportunidades — hoje, são mais de US$ 100 bilhões;

Buffet criticou os mercados nos últimos dois anos, dizendo que se comportaram como cassinos ou casas de apostas no período.

E os resultados? A holding do velhinho de Oklahoma teve uma queda de 53% no lucro líquido no 1º trimestre, para US$ 5,46 bilhões, mas o lucro operacional se manteve estável — segundo o megainvestidor, “sem surpresas”.

Aproveitando que maio chegou…

O mês de abril não foi nada bom para o Ibovespa, que caiu 10,1%, a pior baixa desde março de 2020. Nos EUA, aconteceu a mesma coisa, mas o cenário foi ainda mais negativo para o principal índice de tecnologia americano — o Nasdaq —, que teve seu pior mês desde 2008.

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A última vez que isso aconteceu foi em 2016

Nessa terça-feira, o Ibovespa recuou pela 7ª sessão seguida, a maior sequência de quedas desde 2016 — o índice caiu 2,23%, aos 108.212 pontos.

Os vilões da vez… A inflação e o baixo crescimento econômico não param de assombrar os mercados do mundo todo, e a bolsa brasileira acompanhou.

Esse temor aumentou ontem com os indicadores fracos e as preocupações com os novos — e intermináveis — lockdowns na China.

Por aqui, o maior peso veio dos bancos, que tiveram forte queda após um resultado considerado ruim do Santander, que viu a inadimplência aumentar.

E o dólar? A moeda que serve para puxar papo no elevador — “viu como o dólar subiu?” — teve alta de 2,36%, a R$ 4,99.

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Poupança atinge retirada histórica

Parece que o brasileiro está mesmo seguindo os conselhos dos gurus de investimento — todo mundo está deixando a poupança. Em março, os brasileiros retiraram R$ 327,1 bilhões, o maior volume já registrado.

Mas há motivos além da escolha por melhores investimentos…

A inflação e o custo de vida mais alto têm sido apontados como a grande razão para isso — a saída foi retirar da poupança para arcar com os gastos.

Além disso, houve um aumento brusco no endividamento das famílias brasileiras. Para se ter uma ideia, o percentual chegou a 77,5%, um nível recorde para março.

Enquanto isso, na B3; a segunda-feira foi de baixa — a sexta consecutiva. O Ibovespa começou a semana caindo 0,35%, aos 110.869 pontos.

Quem puxou nosso índice para baixo foram as commodities. A queda só não foi pior porque o Ibovespa seguiu os EUA, que fecharam no campo positivo.

O dólar, enquanto isso, subiu 1,47%, a R$ 4,875. A alta recente da moeda está sendo impulsionada pelo aumento do “risco Brasil” e pela elevação de juros nos EUA.

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