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Dos mesmos criadores de “Maria vai com as outras” vem aí…

Ibovespa vai com o exterior. Pelo segundo dia seguido, nosso principal índice acionário fechou em queda — dessa vez, de 0,58%, agora aos 106.759 pontos —, pressionado pelo mercado internacional.

O que foi dessa vez? Os dados dos EUA divulgados ontem apontaram piora na inflação do país, logo às vésperas da reunião do Banco Central americano.

Esse sentimento de “ansiedade” se somou ao aumento no número de casos relacionados à Ômicron. O famoso “resta esperar”…

A moeda americana, o dólar, enquanto isso, subiu 0,34%, a R$ 5,69.

Mudando de pato pra ganso…

A personalidade do ano sempre dando o que falar. Elon Musk disse, ontem, que a Tesla vai aceitar a criptomoeda Dogecoin — que era tida inicialmente como meme — como forma de pagamento. Resultado? A crypto do doguinho chegou a disparar 33%.

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Deu ruim no exterior e aqui também

Depois de ultrapassar os 109 mil pontos, o Ibovespa acabou cedendo à pressão do mercado externo e fechou em queda…

A desvalorização foi de 0,35%, levando o índice de volta aos 107.383 pontos.

Tudo estava indo bem, seguindo os ganhos da semana passada e a alta das commodities, até que o Brasil acompanhou os investidores internacionais.

Lá fora, o mercado ficou mais tímido na espera das decisões dos Bancos Centrais nos EUA e na Europa, que estão por vir. Além disso, pesou o fato de que o Reino Unido registrou a primeira morte por COVID-19 com a variante Ômicron.

💸 E o dólar? Ontem, a moeda americana subiu 1,07%, a R$ 5,67.

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É tetraaa!!

Brincadeiras à parte, ontem o famigerado Ibovespa — índice que reúne as principais ações da Bolsa brasileira — subiu pelo quarto dia consecutivo.

Não é que se trate de um recorde nem nada, mas, depois de um período de forte queda, o sentimento é de alívio.

Em números, o índice subiu 0,65%, aos 107.557 pontos, acompanhando o humor do exterior. As preocupações com a Ômicron diminuíram e os investidores deram aquela suspirada.

Destaques do dia;

O PIB da Zona do Euro surpreendeu positivamente, bem como os dados de atividade industrial na Alemanha. O cenário parece ser de recuperação global.

Começou, ontem, a última reunião do Copom do ano, que, amanhã, deve anunciar um novo ajuste da Selic. O esperado é que ela vá para 9,25% ao ano.

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“Essa Ômicron não é tudo isso…”

Esse foi o sentimento do mercado financeiro nesse início de semana. Depois das informações que a nova variante parece ser mais branda que as outras, o mercado se entusiasmou e o Ibovespa fechou em alta pelo terceiro dia seguido.

Para os que gostam dos números: O índice subiu 1,7%, aos 106.858 pontos.

Como a Ômicron passou a assustar menos, as ações ligadas à reabertura da economia subiram — como foi o caso da Gol e da Azul, que lideraram as altas de ontem.

Além da Ômicron, nesse final de ano, os investidores brasileiros estão observando os dados de inflação ao redor mundo e andamento da PEC dos Precatórios por aqui.

Polêmica na Petrobras. Ontem, Bolsonaro disse que a estatal vai anunciar uma redução do preço de combustíveis, mas a empresa disse que nenhuma decisão foi tomada, e a CVM abriu um processo para investigar um vazamento de informações.

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“Eu gostaria que elas nunca tivessem sido inventadas”

Essas foram as palavras de Charlie Munger, um dos investidores mais respeitados e admirados do mundo — sócio e grande companheiro de Warren Buffett — sobre as criptomoedas.

Meteu essa? Sim, e o bilionário ainda disse que admira muito os chineses por terem banido as criptos de seu país, enfatizando que essa é a decisão correta.

De onde vem essa raiva toda? Não é de hoje que Munger não é fã desse tipo de ativo e seu principal argumento é que criptomoedas são contrárias aos interesses da civilização, até mesmo por serem tão úteis para sequestradores e estelionatários.

Momento… O interesse por ativos digitais nunca esteve tão alto, com o mercado de criptomoedas ultrapassando o valor de US$ 3 trilhões no último mês e as principais moedas, como bitcoin, atingindo recordes jamais vistos.

Charlie, na mesma entrevista, também emitiu palavras duras sobre o mercado atual, comparando-o ao boom do pontocom do final da década de 1990, que acabou em um colapso.

Segundo ele, as avaliações do mercado atual, com muitas empresas negociando em 35x os lucros, estão mais “loucas” do que a bolha que explodiu em 2000.

Bottom-line: Com 97 anos de idade, o vice-presidente da Berkshire Hathaway continua sendo uma voz extremamente relevante no mercado financeiro mundial, capaz de direcionar gestores e tomadores de decisão. Estar

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Ibovespa direto ao ponto

Vamos logo ao que interessa, os números. Como foi a quarta-feira para o mercado financeiro?

Ibovespa: + 0,83% | 104.515 pontos
Dólar: – 0,21% | R$ 5,60
Euro: – 0,70% | 6,27
Bitcoin: – 0,53% | R$ 324. 076,94
S&P 500: + 0,23% | 4.701,46 pontos


De modo geral, o Ibovespa virou para o positivo, ontem, enquanto o texto da PEC dos Precatórios era discutido pelos senadores na CCJ — cuja votação ficou para a próxima quarta. Além disso, o mercado repercutiu alguns indicadores do exterior.

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O Touro de Ouro da B3 já foi embora

Depois de algumas polêmicas, ontem à noite, a Bolsa de Valores retirou a estátua Touro de Ouro, que havia sido instalada em frente ao prédio do empreendimento em São Paulo, de onde estava.

Mas, por quê? Ainda nessa terça-feira, a Comissão de Proteção à Paisagem Urbana decidiu que a estátua deveria ser removida devido à infração dos artigos 39 e 40 da Lei Cidade Limpa, por falta de licença urbanística.

Além disso, a remoção foi justificada pela consideração de que a estátua tem elementos de peça publicitária — já que uma das patrocinadores da obra é a empresa Vai Tourinho — e a B3 também terá que pagar uma multa pelo ocorrido.

E por falar em touro…

Ele resolveu aparecer ontem — no seu sentido figurado. O Ibovespa teve um dia positivo, com alta de 1,5%, voltando aos 103.653 pontos.

A alta se deu, sobretudo, por causa das commodities, cujos preços subiram no mercado internacional. Com isso, ações ligadas a elas — como Vale e Petrobras — se valorizaram, o que fez com que o índice tivesse alta.

O dólar também subiu, fechando em alta de 0,27%, cotado a cerca de R$ 5,61.

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Depois de uma semana de quedas no Ibovespa, o que esperar desta semana?

Esperando que essa semana seja pelo menos, levemente melhor que a anterior, vamos aos destaques dos próximos dias…

Na quinta-feira, o IBGE vai divulgar o IPCA-15, índice que mede a inflação e está sendo observado com atenção por economistas, analistas e investidores;

A partir de quarta, a FGV anunciará os dados de confiança do consumidor, da construção e da indústria, que darão um panorama da atividade econômica;

Outro destaque serão os dados de emprego, esperados para sexta-feira, em que teremos acesso ao saldo de contratações de empregos formais;

No cenário político, — adivinhe — o foco ainda está na PEC dos Precatórios.

O que mais? Nos EUA, precisamos ficar ligados aos indicadores de política monetária, que podem ditar o que os Bancos Centrais mundo afora vão fazer.

Mudando de assunto;

As exportações da carne brasileira para a China continuam vetadas por causa dos casos do “mal da vaca louca” por aqui. Após dois meses de interrupção, o volume de exportações de carne bovina caiu 43% em outubro de 2021 em comparação a 2020.

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Ibovespa atinge pior pontuação do ano

Se, há alguns meses, falei em máximas históricas do Ibovespa, ultimamente, tenho falado em pior pontuação do ano — e, ontem, foi um desses dias.

O Ibovespa fechou em queda de 0,51%, aos 102.426 pontos, novamente por causa do temor em relação aos riscos fiscais.

A questão ainda gira em torno do texto da PEC dos Precatórios, que deve sofrer mudanças antes de ser analisado pelo Senado.

Ontem, no entanto, houve outro motivo… A queda das commodities. Os preços do minério de ferro caíram para o menor nível em mais de um ano, pressionando negativamente os papéis da Vale, que têm grande importância sobre o Ibovespa.

E o dólar? A moeda voltou a subir forte e fechou o dia com + 0,83%, a R$ 5,57.

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PEC dos Precatórios… Novamente!!

Essa semana está bem vermelha e, novamente, o Ibovespa caiu ontem. A queda da terça-feira foi de 1,39%, levando a menor pontuação em um ano.

O que foi dessa vez? Adivinha!! Receio com a inflação e PEC dos Precatórios. Os indicadores da economia não estão surpreendendo, e as últimas previsões para inflação, juros e crescimento econômico pioraram.

A estimativa do governo para o PIB de 2021 caiu de 5,3% para 5,1%, enquanto para a inflação medida pelo IPCA, houve um aumento de 7,9% para 9,7%.

De volta à PEC dos Precatórios…

As preocupações com ela voltaram. As declarações de Bolsonaro sobre abrir espaço para reajustar a remuneração de servidores públicos federais repercutiram, com o questionamento se a PEC vai abrir porteira para mais gastos eleitorais.

Ainda sobre ela, um trio de senadores apresentou, ontem, uma alternativa à PEC — com espaço fiscal de R$ 99 bilhões —, ao passo que o Planalto está correndo contra o relógio para avançar com a proposta ainda neste ano.

Enquanto isso, o pagamento do Auxílio Brasil já começou, mas sem o valor adicional, que só será distribuído com a aprovação da PEC. Novela sem fim, meus amigos…

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