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filme da F1 acelera ações de patrocinadores

O filme F1, estrelado por Brad Pitt, não acelerou só nas bilheterias — ele também impulsionou o mercado financeiro.

Com orçamento de US$ 200 milhões, o filme arrecadou quase o dobro nas bilheterias desde a estreia. Mas um detalhe chamou atenção:

Mais de US$ 40 milhões em patrocínios foram vendidos para a equipe fictícia do longo, a APXGP — incluindo nomes como MercedesHeinekenEA SportsT-Mobile e Expensify.

Ao contrário do que se esperaria de uma ação publicitária de Hollywood, os ganhos não ficaram só no branding.

7 empresas de capital aberto que apareceram no filme viram suas ações subirem, em média, 2,46% logo nos dias após a estreia. Uma semana depois, a valorização média já era de 3,35%;Expensify, por exemplo, atingiu seu maior pico de buscas no Google Trends desde agosto de 2022.

No total, o salto representou US$ 7,8 bilhões em capitalização de mercado. Nada mal para quem apostou em alguns segundos de exposição no capacete do Brad Pitt.

Zoom out: O Bank of America elevou a projeção de preço das ações da empresa, citando o filme como catalisador para crescimento em mercados estratégicos como França e Alemanha, onde F1 foi um sucesso de bilheteria.

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MERCADO FINANCEIRO

pequenas empresas voltam a surfar na Bolsa brasileira

O primeiro semestre deste ano foi surpreendente para as chamadas small caps, empresas com menor valor de mercado.

Nos primeiros 6 meses do ano, elas apresentaram uma alta de 26,5% no Ibovespa, muito superior ao próprio avanço da B3, que foi de 17,4%.

Imagem: Valor Investe

A disparidade mostra como empresas menores, mais sensíveis ao apetite por risco, estão voltando ao radar dos investidores.

O movimento é impulsionado pela expectativa de queda na Selic, com sinais mais claros de alívio inflacionário e uma postura mais firme do Banco Central.

Com mais leveza, essas ações reagem rapidamente a mudanças de cenário. Para quem tem estômago para volatilidade, o momento pode representar oportunidades. Mas, a recomendação é ir com calma: o cenário macro segue incerto e exige visão de longo prazo.

TECHs americanas reacendem o apetite por IPOs

Depois de anos de baixa, as aberturas de capital voltaram a movimentar Nova York — e já inspiram brasileiros

Somente no mês passado, 5 empresas de tecnologia abriram capital nos EUA, contra uma média mensal de dois IPOs neste ano. O caso mais notório é o da Circle, que multiplicou por 6 seu valor desde o IPO, alcançando US$ 45 bilhões.

A volta das TECHs anima banqueiros e empreendedores brasileiros, que voltaram a cogitar Wall Street — ainda sem euforia, mas com olhos atentos.

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Ibovespa alcança índice histórico, enquanto dólar continua em queda

Histórico. No fechamento do mercado dessa quinta-feira, O Ibovespa avançou 1,35% e fechou aos 140.928 pontos, alcançando o seu maior índice em todos os tempos.

Enquanto isso, o dólar sofreu queda de 0,29% e encerrou o dia em R$ 5,40 — o menor patamar desde junho de 2024.

As razões para os resultados são (i) os dados positivos do crescimento na geração de empregos nos EUA e a (ii) aprovação do megapacote fiscal de Trump, que inclui cortes de impostos e aumento nos gastos. A medida reacendeu o apetite por risco e pode mexer nas expectativas de juros globais.

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fechamento de Mercado: Dólar sobe, enquanto Bitcoin cai

O mercado financeiro encerrou o dia de ontem com movimentos mistos. O dólar subiu 0,50%, fechando em R$ 5,67. Já o Bitcoin, que tem sido um dos ativos mais voláteis, caiu 2,82%, cotado em US$ 84.405.

No mercado de câmbio, o euro também apresentou uma variação positiva, subindo 0,06% e fechando em R$ 6,16.

Já no mercado de ações, o Ibovespa, índice principal da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 0,42%, fechando em 131.955 pontos.

Nos Estados Unidos, os índices também apresentaram movimentos negativos. O S&P 500 caiu 0,22%, fechando em 5.662,89 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,33%, fechando em 17.691,63 pontos.

Esses movimentos refletem a complexidade e a volatilidade do mercado financeiro, onde os investidores estão constantemente buscando equilibrar riscos e oportunidades.

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Mercado Financeiro: Dólar cai, enquanto Bitcoin e Ibovespa sobem

O mercado financeiro encerrou o dia com resultados mistos. O dólar americano caiu 0,44% em relação ao real, fechando em R$ 5,64.

Já o Bitcoin teve um desempenho positivo, subindo 4,14% e atingindo o valor de US$ 85.661. O Euro, por sua vez, caiu 0,85% em relação ao real, fechando em R$ 6,15.

No mercado de ações, o Ibovespa subiu 0,79%, atingindo 132.508 pontos. Os índices americanos também tiveram um desempenho positivo, com o S&P 500 subindo 1,08% e o Nasdaq subindo 1,41%.

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fechamento: Dólar e Bitcoin caem, enquanto Ibovespa sobe

O mercado financeiro internacional apresentou movimentos divergentes ontem. O dólar americano fechou em baixa, com uma queda de 0,21% e cotado a R$ 5,67.

Já o Bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, teve uma queda mais acentuada, de 2,31%, e fechou em US$ 82.327.

Por outro lado, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresentou uma alta de 0,49% e fechou em 131.475 pontos.

Nos Estados Unidos, os índices S&P 500 e Nasdaq tiveram uma queda, de 1,07% e 1,71%, respectivamente, e fecharam em 5.614,67 e 17.504,12 pontos.

O Euro, por sua vez, manteve-se estável em relação ao real, cotado a R$ 6,20.

Esses movimentos refletem a complexidade e a volatilidade do mercado financeiro internacional, e é importante lembrar que os investimentos devem ser feitos com cautela e acompanhamento de especialistas.

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MERCADO FINANCEIRO

fechamento

12/03/2025

O mercado financeiro encerrou o dia com resultados mistos, mas com tendência de alta em alguns setores. O dólar se manteve estável, enquanto o bitcoin e os índices de ações registraram ganhos.

O dólar fechou o dia sem variações significativas, cotado a R$ 5,79. Já o bitcoin registrou um aumento de 0,80%, alcançando o valor de US$ 83.588.

Os índices de ações também apresentaram desempenho positivo. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia com um aumento de 0,29%, alcançando 123.864 pontos.

Nos Estados Unidos, os índices de ações também registraram ganhos. O S&P 500 fechou o dia com um aumento de 0,49%, alcançando 5.599,15 pontos. Já o Nasdaq registrou um aumento de 1,22%, alcançando 17.648,45 pontos.

O euro, por outro lado, registrou uma queda de 0,32%, cotado a R$ 6,32.

Esses resultados refletem a confiança dos investidores em relação à economia global, apesar das incertezas e desafios que ainda persistem.

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MERCADO FINANCEIRO

fechamento

DÓLAR: -0,38% |R$ 5,70
BITCOIN: +1,76% | US$ 98,343.05
EURO: -0,03% | R$ 5,99
IBOVESPA: +0,23% | 127.601 pts
S&P 500: -0,43% | 6.117,63 pts
NASDAQ: -0,47% | 19.962,36 pts

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MERCADO FINANCEIRO

fechamento

12/02/2025

DÓLAR: -0,10% |R$ 5,75

 BITCOIN: +1,78% | US$ 97.565,83

EURO: +0,22% | R$ 5,98

IBOVESPA: -1,69% | 124.380,00 pts.

S&P 500: -0,27% | 6.051,92 pts.

NASDAQ: +0,12% | 21.719,26 pts

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MERCADO FINANCEIRO

BYD + DeepSeek = Ações em valor recorde

A montadora de carros fechou uma parceria com a DeepSeek para seu projeto de piloto automático, o que fez as ações da empresa de veículos elétricos negociarem em valor recorde.

O novo sistema “DiPilot” vai ser implementado em toda a linha de carros, até mesmo em um novo modelo, que deve custar aproximados US$ 9.500. O DeepSeek deve ser incluído na versão mais avançada do novo sistema de assistência ao motorista.

A empresa enfrenta barreiras regulatórias que podem atrasar o lançamento desses projetos. A própria Tesla, principal concorrente da BYD, ainda não recebeu aprovação para o seu modelo Full-Service Driving na China.

Outro ponto que mantém a BYD de olhos abertos é sobre como a integração da AI da DeepSeek pode ser um perigo para a expansão da montadora no Ocidente, onde a inteligência artificial está sofrendo restrições.

A inclusão da AI até em veículos mostra uma nova tendência de expansão para esse mercado. Da mesma forma que isso representa uma mudança no mundo da inteligência artificial, significa mudanças na infraestrutura e regulamentações do trânsito.

Não é a primeira vez que IA em veículos se torna pauta. A Stellantis, fabricante de Fiat, Citroën e Peugeot, fez parceria com a Mistral AI para um assistente virtual que permite que seus motoristas conversem com seus carros de forma natural.

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