O mercado financeiro encerrou o dia de ontem com movimentos mistos. O dólar subiu 0,50%, fechando em R$ 5,67. Já o Bitcoin, que tem sido um dos ativos mais voláteis, caiu 2,82%, cotado em US$ 84.405.
No mercado de câmbio, o euro também apresentou uma variação positiva, subindo 0,06% e fechando em R$ 6,16.
Já no mercado de ações, o Ibovespa, índice principal da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 0,42%, fechando em 131.955 pontos.
Nos Estados Unidos, os índices também apresentaram movimentos negativos. O S&P 500 caiu 0,22%, fechando em 5.662,89 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,33%, fechando em 17.691,63 pontos.
Esses movimentos refletem a complexidade e a volatilidade do mercado financeiro, onde os investidores estão constantemente buscando equilibrar riscos e oportunidades.
“Vamos drenar o pântano educacional”. Como já havia prometido, Trump acabou de assinar uma ordem executiva para encerrar o Departamento de Educação dos EUA e transferir a autoridade educacional para os estados.
Para o presidente, um dos principais motivos é a suposta doutrinação da juventude. Ele ainda diz que os US$ 3 trilhões gastos no setor desde 1979 não melhoraram a educação dos EUA.
É como se o presidente do Brasil acabasse com o Ministério da Educação e desse todo o poder sobre as escolas nas mãos de cada secretaria estadual. (Lembre que os estados dos EUA têm mais poder e independência do que os estados aqui no Brasil.)
Alguns críticos argumentam que a decisão vai diminuir verbas para Educação, que pode prejudicar estudantes e ainda aumentar a desigualdade educacional;Outros apoiadores alegam que a agência é um desperdício de recursos e que a autonomia aos estados significa decisões mais alinhadas com os interesses da população.
Looking Forward: A ideia ainda depende da aprovação de 60 votos no Congresso, que tem uma liderança dos republicanos: 53-47.
Anos antes de Shein, Temu e companhia, um dos principais nomes do fast-fashion foi a Forever 21. Em seu auge, teve uma presença global com mais de 800 lojas físicas e mais de 43 mil colaboradores.
A história começou em 1984. O casal sul-coreano Jin Sook e Do Won “Don” Chang, que imigrou para os EUA três anos antes, juntou US$ 11 mil para abrir a primeira loja em Los Angeles, chamando-a de Fashion 21.
O fast-fashion não era uma tendência nova. Concorrentes como Zara e Topshop já vendiam produtos semelhantes, mas a Forever 21 os oferecia preços mais baratos.
Além disso, ao contrário de outros players populares entre os adolescentes, um dos diferenciais da empresa era a sua capacidade de estar sempre ligada nas últimas tendências da moda, com estilos que você veria apenas em lojas de roupas de grife.
Isso acabou atraindo uma gama muito maior de consumidores, especialmente os mais fanáticos pelo mundo fashion… Os números estão aí para provar:
O sucesso levou a marca ao mundo, abrindo mais de 200 lojas no exterior, com pelo menos 70 delas com 3.250 metros quadrados ou mais — incluindo uma unidade de mais de 8.300 m² na Times Square.
oto interna da loja da Forever 21 na Times Square | Imagem: The Wall Street Journal
Mas a expansão teve um custo
Os grandes espaços significavam que a empresa tinha que ter muito estoque. Com o tempo, isso virou um problema financeiro que não era tão fácil de administrar.
O resultado: Em 2019, a Forever 21 entrou com pedido de recuperação judicial, citando como razões sua rápida expansão internacional e o baixo desempenho. Lojas no Canadá, Europa e Ásia perderam, em média, US$ 10 milhões por mês entre 2018 e 2019.
No geral, as vendas caíram devido ao aumento do comércio eletrônico, ao qual ela foi muito lenta para se adaptar — e a pandemia ainda agravou isso.
Quando entraram com o pedido de recuperação judicial, apenas 16% de suas vendas eram por e-commerce. Um mês depois, a empresa continuou perdendo dinheiro, na casa dos US$ 120 milhões.
Foi nesse momento que a Authentic Brands Group (proprietária da Reebok) e os donos de shopping centers Simon Property Group e Brookfield Property Partnersse uniram para comprar a Forever 21.
Parte da proposta era que eles seriam mais flexíveis sobre os aluguéis, dando à varejista um pouco mais de margem quando as coisas não estivessem indo tão bem.
Mas ainda viria outro desafio…
Shein e Temu usam milhares de fábricas na China para lançar novos produtos a preços ainda mais baixos. Por exemplo, uma camiseta de US$ 11 na Forever 21 é vendida na Shein por US$ 5.
Eis que, em 2023, a Forever 21 fechou uma parceria com a Shein, e a varejista chinesa passou a ofereceu uma linha da marca americana em seu site.
Embora isso tenha rendido certo boost nas vendas, não foi o suficiente para recuperar o espaço perdido para as concorrentes asiáticas.
Agora,as lojas Forever 21 nos EUA começaram fortes liquidações para queimar estoque. Mas isso não significa que a Forever 21 desaparecerá completamente.
A Authentic Brands planeja continuar sendo dona da Forever 21. Há lojas no exterior que não serão afetadas por esse pedido de recuperação judicial.
A marca também está aberta à ideia de ser comprada, tendo procurado interessados — mais de 200 potenciais licitantes —, mas nenhum acordo viável foi fechado.
O mercado financeiro encerrou o dia com resultados mistos. O dólar americano caiu 0,44% em relação ao real, fechando em R$ 5,64.
Já o Bitcoin teve um desempenho positivo, subindo 4,14% e atingindo o valor de US$ 85.661. O Euro, por sua vez, caiu 0,85% em relação ao real, fechando em R$ 6,15.
No mercado de ações, o Ibovespa subiu 0,79%, atingindo 132.508 pontos. Os índices americanos também tiveram um desempenho positivo, com o S&P 500 subindo 1,08% e o Nasdaq subindo 1,41%.
Development Road. O Iraque está começando a tirar do papel um plano ambicioso de US$ 17 bilhões que pode mudar o jogo do comércio global — e colocar o país na “boca do furacão”.
O projeto prevê uma ferrovia e umarodovia de 1.200 km que ligarão um novo porto no sul do país à fronteira com a Turquia. A expectativa é que cargas cheguem até 15 dias mais rápido ao mercado europeu.
Por que isso importa? Ao todo, US$ 33 trilhões em mercadorias circulam globalmente, sendo que cerca de US$ 2 trilhões desses produtos transitam entre Ásia e União Europeia.
Pense que ser o “meio do caminho” de tanto valor em mercadorias significa (i) grande fonte de receita com “tarifas” e impacto econômico e (ii) ganho de relevância geopolítica.
O plano começa a ganhar vida em um momento crítico, em que navios têm buscado rotas alternativas ao Canal de Suez por ataques dos rebeldes Houthis do Iêmen. Em 2024, o Egito “perdeu” US$ 7 bi pelo menor tráfego de cargueiros.
Mas o caminho do Iraque não será simples… O país enfrenta concorrência como Arábia Saudita e Irã, além de obstáculos internos, como áreas controladas por grupos armados.
Falando em giga-obra…
Ao que parece, Coreia do Norte e Rússia estão construindo uma ponte de quase 1km na fronteira entre os dois. O movimento pode ser mais um indício de cooperação militar entre os países.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) subiu pela 5ª vez consecutiva a taxa Selic, de 13,25% para 14,25% — a colocando no maior patamar desde 2016.
Como de praxe, a decisão foi influenciada diretamente pela inflação que atingiu 1,31% em fev/2025, o maior valor para o mês desde 2003, e 5,06% nos últimos 12 meses.
O objetivo do BC é justamente esfriar a roda da economia — incluindo o consumo e os investimentos — para desacelerar a alta dos preços. Por outro lado, subir o juros tem literalmente certos custos:
Pegar Crédito/Empréstimo fica mais caro: A taxa média de juros bancários disparou para 42,3% ao ano – o maior nível em 16 meses.Crescimento econômico e empregos: Com menos consumo e menos investimentos, o PIB e a geração de empregos tendem a ser impactados.Alta das contas públicas: Juros mais altos aumentam os custos da dívida pública, que somaram R$ 950 bilhões em 2024.Renda fixa mais atrativa: Com juros altos, investimentos como Tesouro Direto podem render mais, tornando o mercado de ações (Bolsa) menos atrativo.
Para completar, o Banco Central anunciou que poderá aumentar a Selic na próxima reunião do Copom, no início de maio. O movimento traz certo alívio ao mercado, que questionava se Galípolo— indicado de Lula — subiria a Selic ou evitaria ir contra a vontade do governo.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve sua taxa básica entre 4,25% e 4,50%.
Sofreu revés. Um juiz federal decidiu que a ação do governo americano, conduzida pelo DOGE de Elon Musk, de desfazer a USAID viola a Constituição do país.
Recapitulando… No início de fevereiro, Trump determinou que as atividades da Agência dos EUA de Desenvolvimento Internacional ficassem suspensas por 90 dias.
Além de “corte de gastos”, o governo americano apontou que a organização deixou seu foco de lado — apoio em causas humanitárias — parafinanciar atos ideológicos.
A medida pode afetar a política externa dos EUA, já que o corte de recursos impactava projetos em vários países.
Looking forward: A Casa Branca e Musk ainda não se pronunciaram sobre o bloqueio, enquanto parlamentares e organizações humanitárias pedem a volta do financiamento total da USAID.
De malas prontas aos States. Eduardo Bolsonaro anunciou que está se licenciando do mandato de deputado federal para morar nos EUA devido a “ forte perseguição sofrida pela direita no Brasil”. (g1)
Proposta enviada ao Congresso. Governo propõe isenção de até 75% do Imposto de Renda para quem receber entre R$ 5 e 7 mil mensais (CNN)
Em resposta ao IR… Dólar fecha em R$ 5,67 e alcança o menor valor desde outubro de 2024 (g1)
O mercado financeiro internacional apresentou movimentos divergentes ontem. O dólar americano fechou em baixa, com uma queda de 0,21% e cotado a R$ 5,67.
Já o Bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, teve uma queda mais acentuada, de 2,31%, e fechou em US$ 82.327.
Por outro lado, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresentou uma alta de 0,49% e fechou em 131.475 pontos.
Nos Estados Unidos, os índices S&P 500 e Nasdaq tiveram uma queda, de 1,07% e 1,71%, respectivamente, e fecharam em 5.614,67 e 17.504,12 pontos.
O Euro, por sua vez, manteve-se estável em relação ao real, cotado a R$ 6,20.
Esses movimentos refletem a complexidade e a volatilidade do mercado financeiro internacional, e é importante lembrar que os investimentos devem ser feitos com cautela e acompanhamento de especialistas.
Cessar-fogo temporário. Putin aceitou a proposta de Trump de cessar-fogo na guerra contra a Ucrânia. Após uma conversa de 90 minutos com o americano, o presidente russo concordou em suspender os ataques à infraestrutura ucraniana, mas não aceitou uma trégua total de 30 dias, como proposto por Kiev.
Atualizações em Gaza. Israel anunciou a morte de Essam al-Da’alis, líder do Hamas na Faixa de Gaza, após os bombardeios realizados na noite da última segunda-feira. De acordo com o premiê Benjamin Netanyahu, os ataques à região “são só o começo”.
Milei x torcidas organizadas: Após um protesto de aposentados em Buenos Aires, torcidas organizadas, tradicionalmente ligadas à política, entraram no jogo. O governo Milei acusou os barrabravas de tentar dar um golpe de Estado, alegando que seriam financiados por Cristina Kirchner.
Ouvir críticas ao Trump está no hype. Com mais de 125 milhões de downloads somente no mês de março, podcast crítico ao presidente dos Estados Unidos alcançou o dobro de audiência do programa de de Joe Rogan, o mais famoso broadcast do país;
Nova diretriz húngara. Parlamentos da Hungria aprovaram lei que proíbe eventos e passeatas do Orgulho LGBTQ+ no país, além de permitir que a polícia local utilize softwares para identificar participantes por reconhecimento facial.