A principal cidade dos EUA pode estar prestes a eleger um prefeito muçulmano, socialista e com propostas ousadas.
Zohran Mamdani, deputado estadual pelo Queens, venceu as primárias democratas e agora é o favorito para assumir o comando de Nova York — cidade mais rica do mundo e símbolo do capitalismo global.
Filho de imigrantes, Mamdani defende ideias populares, como ônibus gratuitos, congelamento de aluguéis e criação de mercados e creches públicas — tudo bancado com aumento de impostos sobre milionários.
O discurso tem conquistado os jovens nova-iorquinos, fazendo com que o político viralize nas redes sociais e mobilize um exército de voluntários com a promessa de tornar a cidade mais acessível.
Seu plano inclui US$ 70 bilhões em moradia pública e a criação de um novo departamento para segurança comunitária — com menos presença policial e mais assistência social.
Se o candidato tem agradado eleitores, o mesmo não se pode dizer dos partidos. Enquanto republicanos apontam sua ascensão como sinal de que o Partido Democrata “perdeu o rumo”, os democratas mais conservadores — leia-se aliados de Hillary Clinton — o acusam de ser um radical.
A seis meses da eleição, Mamdani lidera em um cenário em que Nova York concentra 384 mil milionários, mas também tem 1/4 da população vivendo na pobreza.
Não basta colocar seus dois pilotos no topo do Campeonato Mundial de 2025. A McLaren também lidera outra corrida: a dos patrocinadores.
Nos últimos 7 anos, a equipe saiu de 5 para 53 marcas ativas, triplicou sua receita comercial e virou referência no paddock quando o assunto é gerar valor e impacto de marca.
O que mudou? Tudo começou quando Zak Brown assumiu o comando em 2016.
Um executivo com mais experiência no marketing do que em automobilismo — e que trouxe um modelo que virou case no esporte: parar de pensar como uma equipe de corrida e começar a operar como uma empresa de mídia.
Zak virou o rosto da McLaren, e os pilotos — Lando Norris e Oscar Piastri — passaram a ser tratados como creators, não só como atletas.
A equipe resgatou elementos dos anos 80 e 90, criou uma identidade forte e adotou uma linguagem pensada para Gen Z — com conteúdo feito para o scroll do TikTok, do X e do Instagram.
O movimento foi além da F1. A McLaren hoje corre na IndyCar, Fórmula E e Extreme E, ampliando audiência e relevância com marcas de diferentes mercados.
Os resultados falam por si: A equipe fechou 2023 com faturamento de US$ 571 milhões, o maior da sua história. Desde 2016, o valor da marca mais que dobrou e hoje, é o 4° time da F1 em volume de contratos — atrás do BIG-3 Ferrari, Red Bull e Mercedes.
Reação à derrubada. O governo prepara uma MP para conter parte do impacto na conta de luz após a derrubada dos vetos de Lula no Congresso. A proposta busca limitar o custo extra a R$ 11 bilhões por ano, mas mantém parte dos benefícios aprovados.
Cortes no agro. O governo bloqueou 42% do orçamento do seguro rural em 2025, cortando R$ 445 milhões do programa que protege produtores contra perdas climáticas. O setor agropecuário critica duramente a decisão, que ameaça a cobertura de milhões de hectares.
Se respeitado, o conflito será oficialmente encerrado após 24 horas. Trump também sinalizou que espera transformar essa trégua em um acordo de paz permanente.
Embora o anúncio tenha sido negado pelo chanceler iraniano, a mídia estatal do país confirmou o acordo, mas fez questão de afirmar que o cessar-fogo foi “imposto ao inimigo”.
O ataque, porém, teve caráter mais simbólico do que efetivo, já que o país avisou com antecedência aos EUA e ao Catar sobre os mísseis lançados.
Do lado israelense, a reação foi mais contida. O governo de Netanyahu não fez declarações públicas imediatas, mas fontes militares confirmaram que os sistemas de defesa permaneceriam em alerta máximo nas próximas 24 horas.
Poucas horas após o anúncio, mísseis ainda foram disparados do Irã contra o sul de Israel, deixando 3 mortos na cidade de Beer Sheva.
Na prática, nenhum dos lados parece disposto a baixar completamente as armas até que o cessar-fogo esteja oficialmente em vigor.
Mesmo assim, diplomatas ao redor do mundo consideram o anúncio como o movimento mais concreto até agora para encerrar a guerra.
O movimento ilustra a explosão das montadoras chinesas no país. As importações de carros da China devem crescer 40% neste ano, chegando a 200 mil unidades — o equivalente a 8% das vendas totais de veículos leves.
O problema é que nem todos estão felizes com isso. Sindicatos e fabricantes questionam o fato de que, enquanto Estados Unidos e União Europeia estão impondo tarifas e barreiras para proteger seus mercados dos carros chineses, o Brasil permanece de portas abertas.
Segundo eles, o movimento do governo brasileiro apenas prejudica as montadoras que estão aqui há décadas — como Volkswagen, Stellantis e GM — e que geram milhares de empregos na cadeia local.
O temor é que o avanço das chinesas, lideradas pela BYD, desestimule fábricas locais e transforme o Brasil em mero consumidor de produtos importados, em vez de fabricante.
O questionamento que fica agora é se o Brasil quer acelerar a transição verde… ou proteger a indústria local.
A derrubada de vetos presidenciais no Congresso na última semana reacendeu uma velha dor no bolso dos brasileiros: a conta de luz.
Cálculos indicam que os “jabutis” — dispositivos sem relação direta com o tema —, incluídos no projeto de energia offshore, vão custar até R$ 545 bilhões até 2040.
Na prática, os vetos derrubados obrigam a contratação de usinas geradoras de energia, o que deve fazer com que as tarifas subam em 9%.
O governo tenta agora reverter parte do aumento, que impacta consumidores e empresas, mas o estrago político parece já estar feito — e a disputa foi direto para as redes.
De um lado, a deputada Erika Hilton publicou um vídeo com +8M de views acusando os parlamentares da direita e do centrão de “votarem contra o povo” ao aprovarem medidas que encarecem a energia.
“Eles votaram pra favorecer grandes empresas e jogar a conta no colo da população. O mesmo grupo que votou pela taxação das blusinhas agora vota pelo aumento da conta de luz”.
Do outro lado, o também deputado federal Nikolas Ferreira postou esse vídeo com +9,5M de visualizações rebatendo críticas da esquerda ao afirmar que votou favorável ao veto do Lula, contrariando a orientação do seu partido, o PL.
“Fui a favor da manutenção do veto do Lula, e isso tá no site do Congresso. Mesmo sendo oposição, votei por coerência”.
O presidente americano não precisou das duas semanas previstas para tomar a sua decisão. Nesse sábado, os Estados Unidos lançaram a maior ofensiva militar contra o Irã desde 1979.
A Operação Midnight Hammer mobilizou 125 aeronaves, incluindo 7 bombardeiros furtivos B-2, além de submarinos e caças de apoio.
O alvo: Instalações nucleares de Fordow, Natanz e Isfahan, pilares do programa atômico iraniano, que concentram o programa de enriquecimento de urânio do país.
Em Fordow, já se comprovou a presença de material radioativo com 83,7% de pureza — perto dos 90% necessários para produzir uma bomba nuclear.
O ataque começou quando dois grupos de B-2 decolaram da Base Aérea de Whiteman, no Missouri.
Parte das aeronaves seguiu em direção oposta, rumo à Base de Guam, no Pacífico — uma estratégia deliberada para servir de isca, confundindo os sistemas de inteligência e defesa do Irã.
Enquanto isso, o grupo real cruzava o Atlântico em silêncio absoluto, com comunicações mínimas e reabastecimento no ar, em uma jornada de 37 horas ininterruptas — tudo como se fosse um Top Gun Maverick da vida real.
Por volta das 18h40 de sábado (horário dos EUA), bombas anti-bunker GBU-57 — capazes de atravessar até 60 metros de concreto ou 200 de terra — foram lançadas sobre Fordow, a instalação mais protegida do Irã. Veja uma explicação mais detalhada aqui.
Quase simultaneamente, mísseis Tomahawk disparados de submarinos atingiram alvos em Isfahan, enquanto outros bombardeiros alvejaram Natanz.
Imagem: BBC
Imagens de satélite revelam crateras gigantescas, estruturas colapsadas e entradas bloqueadas por toneladas de escombros. Ainda não há clareza sobre os danos internos, mas os EUA consideraram a operação bem-sucedida.
Imagem: MAXAR TECHNOLOGIES | Reuters
A fala de Trump e do governo americano
Horas depois de anunciar o ataque em suas redes sociais, o presidente americano classificou a ação como “um ataque de precisão, necessário e cirúrgico”, dizendo que o objetivo foi “neutralizar a capacidade nuclear do Irã e interromper sua escalada no terrorismo”.
“Ou haverá paz, ou haverá tragédia para o Irã. Hoje foi o dia mais difícil, talvez o mais letal. Mas se a paz não vier rápido, continuaremos atacando.” Donald Trump
Já no domingo, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, reforçou que “não se trata de mudança de regime, mas de neutralizar ameaças concretas”. Enquanto isso, o secretário de Estado, Marco Rubio, fez um alerta duro:
“Se o Irã retaliar, será o maior erro da sua história. Temos outros alvos prontos.” Marco Rubio
O que realmente importa aqui ?
A entrada dos Estados Unidos na guerra confirma uma aliança que já era prevista, mas ainda não havia sido oficializada — tal como um namoro que vira casamento.
Ao atacar o Irã, Trump manda um recado para o mundo de que Israel não está sozinho, colocando sua força militar à disposição do conflito, e isso reverbera especialmente em dois aliados do Irã: China e Rússia.
Entenda que: A China é o maior comprador de petróleo iraniano e a Rússia vê o país como um parceiro útil na região para enfraquecer a presença dos EUA e da OTAN.
É quase uma aliança contra o “domínio ocidental” americano. Se mexeu com um, mexeu com todos — exatamente por isso você deve ter ouvido falar na 3ª Guerra Mundial.
Okay, mas no que isso influencia a minha vida agora?
A sua integridade física ainda não está comprometida, mas a dos americanos sim. A TV estatal anunciou que “todo cidadão americano ou militar na região é agora um alvo legítimo”.
Por aqui, o que pode acontecer é um aumento no preço da gasolina — ou seja, um comprometimento à integridade do seu bolso.
A primeira retaliação iraniana será fechar o Estreito de Ormuz, que concentra 30% de todo o petróleo comercializado no mundo (!!!). O petróleo já subiu cerca de 2 %, chegando a US$ 78–80/barril, seu nível mais alto em cinco meses.
Se o bloqueio desse canal for concretizado, podemos estar diante de uma recessão global quase que imediata.
Por fim, como o mundo reagiu ao ataque? 🌍
O ataque gerou condenações, alertas e reações ambíguas pelo mundo:
Reino Unido: O premiê Keir Starmer declarou apoio ao ataque, mas pediu contenção. Disse que o programa nuclear iraniano “representa uma ameaça global”, mas defendeu “uma solução diplomática urgente para estabilizar a região”.
Rússia: Putin chamou o ataque de “violação do direito internacional” e alertou que “alguns países estão dispostos a fornecer armas nucleares ao Irã”, numa escalada retórica sem precedentes.
China: O país asiático condenou a ação, classificando-a como “grave violação da soberania iraniana”. A diplomacia chinesa pediu cessar-fogo imediato e convocou as partes a buscarem a ONU.
União Europeia: A chefe de política externa, Kaja Kallas, fez um apelo dramático por moderação: “Estamos a um fio de uma guerra total no Oriente Médio. Voltem à mesa de negociações imediatamente.”
E o Brasil? O governo Lula condenou duramente os EUA, chamando o ataque de “ato de agressão” e “violação da soberania”.
O ano era 1992. A Pepsi precisava de uma vantagem para tentar frear a Coca-Cola, que estava aumentando rapidamente sua participação no mercado global. Eis que entra em cena a “Number Fever”, uma sensação de marketing que já era sucesso nos EUA, e que agora seria colocada à prova nas Filipinas. O conceito era simples: Cada tampinha das garrafas de um produto da empresa — Pepsi, 7-Up, Mirinda, e Mountain Dew — tinha um número de 3 dígitos; todos os dias, a Pepsi anunciaria os números vencedores na TV, e os compradores verificariam as tampinhas para ver se tinham ganhado. O prêmio em questão: 1 milhão de pesos filipinos — por volta de US$ 18 mil. Pense que o valor é uma fortuna em um país onde a renda mensal média era de US$ 100.
Veja o ad abaixo: Pepsi Cola Number Fever Promo TV Commercials – February–May 1992 Virou uma febre. As crianças guardavam dinheiro para comprar garrafas de Pepsi, e as pessoas chegaram até a vasculhar o lixo em busca de tampinhas descartadas. O resultado foi impressionante. Metade da população do país — à época, cerca de 31,5 milhões de pessoas — envolveu-se na ação; Em um mês, o aumento nas vendas cobriu os US$ 4 milhões em prêmios e custos de publicidade orçados para a promoção. As vendas mensais saltaram de US$ 10 milhões para US$ 14 milhões. No final de março de 1992, seis semanas após o início da promoção Number Fever, os produtos Pepsi haviam conquistado uma participação de mercado de 24,9%. Maaaass… Nem tudo são flores. Por conta dessa popularidade, a Pepsi decidiu estender a campanha por mais 5 semanas. A empresa tinha total controle sobre a quantidade de ganhadores, apoiando-se em um software para semear duas tampas vencedoras em fábricas de engarrafamento. Duas tampas vencedoras significavam que só poderiam haver dois vencedores, e a Pepsi permaneceria dentro de seu orçamento. No entanto, o software apresentou falhas, causando confusão em alguns números. Acontece que, no dia 25/05/1992, o vencedor foi anunciado: 349, para o delírio de inúmeros filipinos.O que aconteceu? O 349 já havia sido designado como um número não ganhador. Por causa disso, as fábricas de engarrafamento tinham liberdade para imprimi-lo o quanto quisessem, o que resultou em mais de 600 mil tampas com o 349 circulando no país.As pessoas foram em massa até a fábrica de engarrafamento da Pepsi para receber sua recompensa, e a empresa de refrigerante percebeu que tinha cometido um grande erro — que lhes custaria bilhões.A solução? A Pepsi colocou a culpa no computador e ofereceu 500 pesos filipinos para cada tampinha vencedora — o que representava 0,5% do prêmio original. Alguns aceitaram a oferta, mas a maioria recusou e ficou ainda mais irritada. Protestos e tumultos eclodiram, deixando cinco mortos e dezenas de feridos.
A história estava longe de acabar…Eis que entra Vicente del Fierro, um pregador local que se tornou o defensor do povo. Ele reuniu 800 vencedores e processou a Pepsi em US$ 400 milhões, chegando a voar para os EUA para confrontar a Pepsi em sua sede. A empresa dos refrigerantes reagiu e abriu processos por difamação contra del Fierro e exigiu que ele comparecesse a diversas audiências judiciais mensalmente.Corta para 1993, o tribunal emitiu um mandado de prisão para 10 executivos da Pepsi. No entanto, nos meses seguintes, quase todos os processos civis e queixas criminais foram rejeitados pelo tribunal. Já em 2006, encerraram-se oficialmente todos os processos judiciais restantes, alegando que a Pepsi não havia sido negligente no desastre da Number Fever — a empresa teve que pagar apenas 150 mil pesos filipinos. Maaas…. As consequências foram devastadoras para a Pepsi, com as vendas despencando e com a marca se tornando tabu em algumas partes das Filipinas — algumas pessoas se recusam a beber Pepsi até hoje.
Quando se pensa no mercado global de tênis (sneaker) — avaliado em mais de US$ 90 bilhões —, as primeiras marcas que provavelmente surgirão na mente das pessoas são Nike e Adidas.
No entanto, uma nova geração de atletas, músicos, influenciadores e celebridades tem colocado a New Balance no centro das atenções nos últimos anos. Os números não mentem.
Suas vendas cresceram 200% entre 2021 e 2022na plataforma de revenda StockX, tornando-a uma das cinco principais marcas de tênis negociadas no site.A empresa saiu de uma receita de US$ 2,39 bilhões em 2012 para encerrar 2024 com um faturamento recorde US$ 7,8 bilhões.
Então, como a New Balance, que antes era vista como a casa do tênis feio que só os pais usavam, se tornou uma marca mais fashion?
Começando do começo
O ano era 1906. William J. Riley criou uma palmilha de arco inspirada no design de um pé de galinha. Ele tinha como objetivo aliviar a dor de pessoas que trabalhavam de pé o dia todo.
Essas palmilhas logo se tornaram um calçado completo em 1938, quando a New Balance criou o seu primeiro tênis de corrida.Corta para 1941, a empresa começou a vender calçados para outros esportes, como tênis, boxe e beisebol.
Mas a concorrência estava no horizonte. A Nike conquistou o mercado de calçados. Com atletas como Michael Jordan apoiando a marca, ela rapidamente cresceu em popularidade e participação de mercado.
Isso fez com que muitos concorrentes corressem para recrutar estrelas. No entanto, a New Balance não “acreditava” nesse método de promoção e preferiu adotar uma abordagem diferente.
No final dos anos 1980, adotou a filosofia “Endorsed by No One” (em tradução livre, “Endossado por Ninguém”) foi projetada para deixar que seus calçados falasse por si.
Contudo, a empresa teve que dar o braço a torcer e abraçar as colaborações caso quisesse competir com Nike e Adidas.
Corta para os anos 2000…
Em 2006, a New Balance surpreendeu ao lançar uma colaboração com a varejista britânica Offspring.
A parceria foi um sucesso e, nos anos seguintes, a empresa trabalhou com nomes como KITH, Aimé Leon Dore e Joe Freshgoods. Essas collabs ajudaram a dar à marca um fator descolado.
Por volta de 2010, os consumidores começaram a priorizar o conforto em vez da moda, e as marcas de athleisure se beneficiaram dessa mudança. De repente, a New Balance se viu numa posição de capitalizar as mudanças nos gostos das pessoas.
O momento crucial veio em 2017. A marca de luxo francesa Balenciaga lançou um tênis robusto chamado Triple S — um estilo semelhante ao que alguns dos calçados da New Balance eram conhecidos. De repente, o “tênis de pai” era fashion.
Maaaas… Enquanto o Triple S era vendido por +US$ 1.000, o New Balance custava uma fração disso. À medida que sua popularidade crescia, a marca foi vista nos pés de celebridades como Hailey Bieber, Kendall Jenner e Ryan Reynolds.
E não foi só o “tênis de pai” que chamou a atenção.
Na última década, a New Balance focou na expansão da marca, investindo em patrocínios com atletas como o astro da NBA Kawhi Leonard, a tenista Coco Gauff e o brasileiro Endrick, jogador do Real Madrid.
Em 2021, contratou o fundador da Aimé Leon Dore, Teddy Santis, como diretor criativo de sua linha Made in USA. A partir daí, você pode encontrar anúncios da New Balance em vários lugares, desde jogos da NBA até outdoors.
A empresa também se beneficiou da recente obsessão da Geração Z com os anos 1990. Com isso, a marca pode capitalizar essa tendência ao vasculhar sua história e relançar os tênis que surgiram ou que foram inspirados naquela época.
Todos esses momentos e mudanças importantes ajudaram a colocar a New Balance na boca do povo. Hoje, o jeito como as pessoas olham para a marca é drasticamente diferente do que era há dez anos.
“Uai, sô! Que trem doido!”. Enquanto o eixo Rio-SP segue dominando outras áreas, a cidade de Belo Horizonte está dando um baile quando falamos de rentabilidade imobiliária.
O motivo por trás disso é uma combinação de valorização e rentabilidade que está colocando a cidade mineira em outro patamar.
Contexto: Um estudo revelou que BH terminou 2024 com um retorno total médio de 26,6% em imóveis residenciais, deixando para trás São Paulo, com 17,2% e o Rio de Janeiro, com 12,9%.
O que faz BH liderar? A oferta de imóveis é mais limitada do que em SP e no Rio, o que impulsiona a valorização das propriedades.
Além disso, a capital mineira teve uma recuperação tardia pós-pandemia, enquanto as outras duas cidades já haviam passado por um ciclo de alta anteriormente.
No total, 12 dos 20 bairros mais rentáveis do Brasil estão na capital mineira, com o Centro liderando o ranking, registrando 36,6% de retorno em 2024.
Zoom out: De forma geral, o setor imobiliário no país teve um 4° trimestre positivo, com aumento de 48% no lucro líquido e 27% na receita líquida. Lançamentos e vendas líquidas cresceram 39% e 29%, respectivamente, indicando resiliência e otimismo no mercado.