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MERCADO FINANCEIRO

O que movimentou o mercado financeiro

📈 Mais uma alta. O Produto Interno Bruto do país cresceu mais 0,9% no terceiro trimestre do ano, o que representa uma alta de 4% na comparação contra o trimestre de 2023. É a 15ª alta seguida do PIB na comparação ano a ano.

📉 Rombo atrás de rombo. O deficit das estatais atingiu R$ 7,76 bilhões até outubro, o que é quase 3x maior que o deficit registrado no mesmo período de 2023. É o maior rombo desde o início da série histórica, em 2002. Veja aqui o gráfico com o histórico.

📦 Querem aumentar. Alguns meses depois do início da taxação das compras em sites internacionais, a pauta da reunião de ontem da equipe econômica do governo foi a possibilidade de subir a alíquota da tal taxa das blusinhas de 17% para 25%.

💵 PEC paralela. Em Brasília e na Faria Lima, uma PEC alternativa ao pacote fiscal apresentado pelo Haddad começa a ganhar força. A proposta desenha uma expectativa de cortar R$ 1,1 tri até 2031. Ainda assim, o texto não recebeu número de assinaturas mínimo.

🇨🇳 “大动作”. A China decretou tarifa zero para produtos de todos os países não-desenvolvidos que ela tem relações diplomáticas — respeitando as cotas máximas definidas por produto. É a primeira grande economia a tomar uma medida como essa, o que tende a estimular as atividades dos países menores.

📊 O bom e velho fechamento: Depois de uma sequência de altas, o dólar voltou a cair, mas longe de ter empolgado — já que a queda foi de 0,16% e a moeda está cotada em R$ 6,05. Já o Ibovespa teve alta de 0,61% e ficou perto de superar os 126 mil pontos.

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GEOPOLÍTICA

“Ameaças de forças comunistas da Coreia do Norte”

Imagem: Reuters

Essa foi a justificativa que o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, usou em rede nacional para declarar lei marcial no país enquanto disputa poder com a oposição.

“Lei, o quê?” Uma lei marcial institui um governo temporário pelas autoridades militares, com fundamento em alguma emergência ou de que as autoridades civis do país — Parlamento ou Judiciário — estão incapazes de funcionar.

Na prática, é como se o presidente apertasse um botão e falasse: “Chame os militares, pois o país está sob ameaça”. Ao fazer isso, algumas regras são quebradas e certas limitações podem ocorrer, tais como:

Restrição do direito de protestar e se expressar; restrições ao movimento de civis para manter a ordem e militares ocuparem áreas estratégicas e atuar como força policial.

O motivo? O atual presidente acusou o líder da oposição de estar alinhado com Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte, reforçando mais ainda a tensão entre os dois países, já rivais desde a guerra que acabou em 1953.

Ambos os lados estavam se provocando com exercícios militares próximos da fronteira na última semana e, ontem, depois do decreto para entrada dos militares, a coisa saiu do controle no cenário interno do Sul.

Milhares foram às ruas protestar, chegando a entrar em confronto com os soldados. Veja os vídeos aqui.

O Partido Democrata (centro-esquerda) rapidamente foi em direção ao Parlamento para uma possível sessão que pudesse bloquear a lei marcial e, em plena madrugada, conseguiram derrubar o decreto, com um placar final de 190 × 0.

Olhando o macro: Mais que uma simples confusão, o episódio mostra que não é só o Brasil que enfrenta a dicotomia nas ideologias políticas e reforça a tensão dos blocos China, Rússia e Coreia do Norte versus EUA, OTAN e Coreia do Sul.

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DESTAQUES

Correios em crise, Virginia na CPI, fim do Disney Channel e a PEC das Praias

Imagem: Disney Channel

📭 Mais uma indo por água abaixo… Sob a gestão Lula, prejuízo dos Correios cresce 780% e estatal adota plano para seguir de portas abertas. Há 3 anos, o resultado no mesmo período era de mais de mais de R$ 1 bi positivo.

 A geração Zack & Cody nunca vai se esquecer… A Disney vai acabar com todos os seus canais na TV paga brasileira, incluindo Nat Geo e Disney Channel — só vai ficar a ESPN. Com baixa audiência, a estratégia agora vai ser focar no streaming.

 🤳 Stories no Congresso: A CPI que investiga sites de apostas convocou Virgínia e Felipe Prior para prestarem depoimentos para esclarecer relações com as bets — eles são obrigados a comparecer. Felipe Neto e GKay também já foram convocados.

💳 Essa história está estranha: O Itaú demitiu seu CMO, que estava no banco há 27 anos e tocava um dos maiores orçamentos de marketing do país. Apesar de não ser oficial, fontes dizem que o principal motivo foi uso indevido do cartão corporativo.

Lembra dela? Depois de meses parada, a PEC das Praias está de volta à pauta do Congresso e, hoje, deve ser votada na comissão mais importante do Senado. A proposta não muda o fato de que as praias do Brasil são públicas, mas autoriza a concessão de territórios da União.

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CASE

O que faz a Apple abrir o bolso na hora de comprar empresas?

No início deste mês, a Apple comprou  comprou o app de edição de imagens Pixelmator. O acordo ajuda a fortalecer as ferramentas criativas da empresa da maçã e oferece uma alternativa ao Photoshop da Adobe.

Embora os valores não tenham sido divulgados, estima-se que a compra tenha ficado na faixa de 8 dígitos, o que seria “barato” considerando que a BIG TECH tem mais de US$ 160 bilhões em caixa.

Acontece que a Apple nunca foi de gastar muito em fusões e aquisições (M&As) ao longo de sua história — seu maior cheque foi o de US$ 3 bilhões pela Beats, em 2014. Abaixo o TOP-10:

Apesar de US$ 3 bilhões ser uma valor significativo, ele é “fichinha” quando comparado às maiores aquisições de seus principais concorrentes:

Google: Motorola Mobility em 2012 (US$ 12,5B);

Facebook: WhatsApp em 2014 (US$ 19B);

Amazon: Whole Foods em 2017 (US$ 1,7B)

Microsoft: ActivisionBlizzard em 2022 (US$ 68,7B).

O que está por trás?
Ao que parece, a empresa da maçã usa os M&As para adquirir talentos — geralmente de equipes pequenas — que trazem experiência para uma tecnologia emergente ou necessária para produtos Apple já existentes.

No caso da Beats, embora a grande maioria conheça a marca pelos fones de ouvido, poucos sabem que ela possuía o serviço de streaming de música Beats Music, utilizado para dar início ao Apple Music.

Quando a BIG TECH quer expertise em um setor, ela compra várias empresas. Foi assim no caso do segmento de semicondutores:

P.A. Semi — US$ 278 milhões em 2008;

Intrinsity — US$ 121 milhões em 2010;

Passif Semiconductor — comprada em 2013 por valor não divulgado.

Na última década, a Apple contratou muitos talentos relacionados a carros, para seu extinto projeto de veículo autônomo, e muitas empresas de realidade virtual/aumentada por conta do Vision Pro.

Imagem: Apple

Segundo Neil Cybart, um dos nomes conhecidos do meio tech quando se trata de análises sobre a BIG TECH, há três critérios que a empresa fundada por Steve Jobs não procura em uma aquisição:

Marca: A Apple já é uma das principais marcas do mundo — para muitos, deve ser a principal;

Receita: A empresa não precisa adicionar faturamento por meio de aquisições, apenas por meio de seus próprios produtos;

Base de usuários: A companhia já tem mais de 2 bilhões de usuários.

Considerando os pontos acima, talvez seja por isso que o atual CEO da empresa, Tim Cook, recusou a proposta de se reunir com Elon Musk  para negociar a compra a Tesla em 2017.

No entanto, a Tesla sempre teve “uma tonelada” de tecnologia e talento. Então, a solução da Apple foi convencer essas pessoas a se juntar ao time da maçã — só em 2018, contratou cerca de 50 ex-funcionários da montadora.

Será que a Apple mudaria essa abordagem?
Talvez. Até porque, hoje, nada que a empresa crie será tão lucrativo quanto o iPhone, que é um dos maiores produtos de consumo de todos os tempos, mas está em uma categoria agora madura.

Ao mesmo tempo, a Apple conseguiu criar novas linhas de negócios altamente lucrativas internamente.

Transformou os Wearables em uma vertical que gera aproximadamente US$ 40 bilhões anualmente vendendo AirPods, relógios, entre outros produtos;

Aumentou sua vertical de serviços da Apple em um bizness de que fatura por volta de US$ 100 bilhões por ano.

Imagem: Apple

Maaas… Caso os óculos de realidade aumentada não sejam um sucesso e o iPhone não consiga decifrar a AI generativa, será que a Apple se aventuraria em algo grande?

Por anos, especula-se que a BIG TECH  possa comprar a Disney. O CEO da casa do Mickey, Bob Iger, até escreveu em sua biografia que achava que as duas empresas teriam se fundido se Jobs ainda estivesse vivo.

Contudo, esse mega-acordo parece muito improvável. Alguns ativos da Disney — sobretudo os relacionados a conteúdo — até fazem sentido para a Apple, mas outros, como os parques, nem tanto. Pelo menos agora…

Você consegue adivinhar quantas aquisições a Apple já fez?
Pois bem, Apple concluiu 114 aquisições, com um valor médio de aquisição de $805M. Seu ano mais ativo foi 2013, com 15 aquisições.

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ECONOMIA

Os atestados estão custando bilhões para a Europa

Imagem: Aida Amer

“Chefe, hoje acordei com febre…” Nos últimos anos, as faltas no trabalho por motivos de saúde cresceram de uma forma tão grande que passaram a impactar o resultado de grandes empresas na Europa.

Entre queda na produtividade e pagamento de licenças remuneradas para trabalhadores com doenças crônicas, o Reino Unido viu um custo de £ 33 bilhões no ano passado.

Chucrute dá dor de barriga? A Alemanha é o país campeão de atestados. Por lá, as ausências custaram € 200 bilhões e os trabalhadores alemães ficam, em média, 15 dias afastados do trabalho por motivos de saúde.

Essa situação tem incomodado tanto as empresas que gerentes de uma fábrica alemã da Tesla foram enviados para a casa de funcionários que estavam de atestado médico para checar se eles realmente estavam doentes.

O que está pegando: Os dados mostram que as doenças respiratórias aumentaram depois da pandemia, mas o maior impacto vem mesmo das doenças mentais, que geram licenças mais longas.

Enquanto alguns empregadores falam em problemas com as gerações mais novas as chamando de “preguiçosas”, entidades batem na tecla de que pessoas que trabalham doentes podem causar perdas de produtividade até 3x maiores.

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DESTAQUES

Giro pelas principais manchetes do mundo

Imagem: Reprodução

🇺🇸 “LIBERTE OS REFÉNS AGORA!” Trump prometeu que vai infernizar a vida do Hamas se o grupo palestino não libertar, até a posse dele, os reféns israelenses sequestrados no 07 de outubro de 2023. “Os responsáveis serão atingidos mais do que qualquer um foi atingido na longa e histórica História dos EUA”

👴🏻 “Tá tudo bem, filhinho…”. O presidente Joe Biden (i) concedeu o perdão total e incondicional ao seu filho Hunter, condenado em dois processos — compra ilegal de arma e sonegação de US$ 1,4M em impostos. (ii) Joe já havia afirmado diversas vezes que não concederia perdão ao seu filho.

🐆 “Conceito”. Depois de toda a polêmica do rebranding, a Jaguar revelou o modelo dos seus novos carros elétricos, os primeiros desse novo momento da empresa.

🍎 Vai ficar nessa dança das cadeiras? A Apple atingiu uma nova máxima histórica, ultrapassou o valor de mercado da Nvidia e voltou a ser a empresa mais valiosa do planeta. AAPL = US$ 3,6 trilhões | NVDA = US$ 3,4 trilhões | MSFT = US$ 3,2 trilhões

🧨 Cena bizarra. Dezenas de pessoas pró-Europa protestaram na Geórgia contra uma suposta interferência russa na decisão que faz o país se afastar da Europa e se aproximar de Moscou. Mas o bizarro foi como um deles usou uma “arma de fogos de artifício” para enfrentar a polícia.

🦠 Not-fun-fact: Está fazendo 5 anos que um homem começou a se sentir mal em Wuhan, China, o que depois viria ser o primeiro caso confirmado de COVID-19.

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ECONOMIA

Trump pode taxar BRICS em 100% no ano que vem

“Don’t mess with the dollar.” O projeto de criação de uma tarifa de 100% sobre todos os produtos vindos dos países do BRICS — que inclui o Brasil — está na mesa de Donald Trump e pronto para ser usado já no ano que vem.

🤿 Aprofundando: Uma das principais pautas do BRICS tem sido a possibilidade de criar uma nova moeda — não para substituir o dinheiro de cada nação, mas sim para ser usada um câmbio alternativo que não dependa do dólar.

O próprio Lula já disse que essa é “uma discussão que não pode ser adiada”, e é justamente o Brasil que vai presidir o bloco a partir do ano que vem — pautando as discussões e medidas a serem tomadas.

Como funciona hoje em dia? A moeda americana é usada em quase 90% de todas as transações entre países, o que faz com que cada governo tenha uma reserva de dólares para conseguir importar e exportar.

Trump vê a ideia do BRICS como uma ameaça à liderança dos EUA e, se a tarifa de 100% for aplicada, os produtos vindos do bloco vão ficar muito mais caros em solo americano, prejudicando as exportações.

O xadrez da geopolítica: Caso uma nova moeda seja criada, o BRICS vai fazer um contraponto ainda maior ao G7 e aos interesses dos EUA, ajudando países como Rússia, China e Irã a escapar de sanções americanas.

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NACIONAL

A Black Friday não movimentava tanto dinheiro desde a pandemia

Ela voltou. Você esteve longe de ser o único a aproveitar uma boa oferta nesse último final de semana, quando a tão aguardada Black Friday deu as caras e voltou a ser um grande sucesso no nosso país.

A edição deste ano foi a melhor desde 2020, e na comparação com o ano passado o faturamento das vendas on-line cresceu 11%, batendo a marca dos R$ 8 bilhões e superando as expectativas dos varejistas.

  • 🛒 O número de pedidos no e-commerce subiu 12% e ficou na casa dos R$ 14 milhões;
  • 💳 No entanto, o valor médio por compra continuou praticamente o mesmo: R$ 555,17;
  • 🛍 Falando de presencial, as vendas em lojas físicas também surpreenderam e subiram 23% no ano a ano;
  • 📲 Os produtos mais comprados foram eletrodomésticos, eletrônicos, telefones e roupas.

Por que importa? A Black Friday 2024 mostrou que os consumidores voltaram com a confiança nas promoções e que a data — tradicional nos EUA e que chegou ao nosso país em 2010 — tem se consolidado entre os brasileiros.

Outro motivo para a edição deste ano ter sido aquecida foi o 13º salário, já que o pagamento da primeira parcela coincidiu justamente com o início dos dias de promoção.

Ok, mas… O Reclame Aqui bateu recorde de reclamações durante a Black Friday deste ano, com quase 15 mil queixas. A maioria delas teve a ver com atraso na entrega e propaganda enganosa.

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ECONOMIA

O dólar gritou hexa antes da seleção

O dólar chegou ao número 6 ontem à tarde, logo após o governo fazer uma coletiva de imprensa explicando o pacote de corte de gastos.

O que aconteceu para isso? O sentimento no mercado é de expectativa frustrada, já que, na visão dos investidores, o pacote veio abaixo do esperado e não passou confiança de que R$ 70 bi serão economizados em 2 anos.

Também pesou o anúncio da ampliação da isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil — o que, na prática, pode fazer com que o governo arrecade R$ 35 bilhões a menos no ano que vem.

🧐 “Tá, mas e o que eu tenho a ver com isso ?”

Mesmo que você não vá passar o fim de ano na Disney, a alta do dólar impacta a vida de todos nós no dia a dia, principalmente quando o assunto são os produtos importados.

Sabe o seu pãozinho de toda manhã? O nosso país é um grande importador de trigo, o que significa que o cereal é comprado em dólar. Com a alta do câmbio, o custo da importação também aumenta e, no fim da linha, esse custo extra é repassado aos clientes na padaria.

Vários combustíveis também são importados em dólar. Com a moeda disparando, os custos do transporte e, consequentemente, do frete podem aumentar — gerando um efeito dominó em outros bens e serviços.

Nem todos ficam tristes: Como o comércio internacional é todo negociado em dólar, setores brasileiros que exportam mercadorias como produtos agrícolas e minérios são beneficiados porque, na prática, eles ganham mais frente ao real.

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CASE

A empresa por trás do prato que toda casa de vó tinha

É difícil achar quem nunca teve alguma experiência com este tão simples prato — conhecido por nunca quebrar. Inclusive, não seria nenhum exagero se ele virasse patrimônio histórico cultural brasileiro.

O que poucos sabem é que a empresa por trás da marca Duralex, a Saint-Gobain, surgiu na França em 1945, no pós-Segunda Guerra Mundial.

Naquela situação, com muitas famílias quebradas ou em difíceis condições financeiras, vender louças baratas, diferente das famosas louças de porcelana da época, virou a receita do sucesso.

Se você achou algo estranho na imagem, foi provavelmente a cor. Inicialmente, as louças Duralex eram coloridas e, mesmo já tendo esse nome, eram mais frágeis.

Os moldes e a cor que conhecemos só viriam algum tempo depois, nos anos 70. Com a população passando a buscar ainda mais por produtos com durabilidade, a Duralex criou algo até então inédito para louças…

Desenhou sua linha com uma fórmula baseada no vidro usado em frascos de remédio, que é quase literalmente inquebrável.

A vinda para o Brasil
Só alguns anos depois, em 1980, os produtos chegaram por aqui, sendo lançados pela empresa Santa Marina. Além do icônico prato, o pirex e o marinex eram um sucesso total entre as chefes de família.

De maneira geral, o produto mirava as classes média e baixa, considerando seu preço mais acessível, além da própria durabilidade — os vidros temperados das louças eram 2,5x mais resistentes do que vidro comum.

Os produtos da marca continuaram dominando o mercado nacional na década de 90, mas, no início do novo milênio a empresa foi sumindo da casa dos brasileiros.

Acontece que, quem gostava dos pratos não precisava comprar outros, enquanto isso, as novas gerações de famílias passaram a optar por comprar itens feitos de outros materiais, como porcelana ou até mesmo plástico.

Corta para 2011, a operação nacional da empresa foi comprada pela Nadir Figueiredo, uma das líderes na fabricação de produtos de vidro no Brasil, e, no ano seguinte, deixou de fabricar sua linha de pratos marrons.

Hoje, a Duralex segue ativa por aqui com seus modelos nas cores transparente e azul. Mas, como o vintage se tornou cool, algumas pessoas têm cobrado valores exorbitantes por um conjunto clássico de 20 peças.

Já sua operação global…
Após perder 60% do faturamento por conta da queda das exportações no início da pandemia, a companhia pediu recuperação judicial em 2020 e, no começo de 21, foi adquirida pela International Cookware, dona Pyrex, por US$ 4,2 milhões.

Atualmente, um dos principais produtos da Duralex são os copos Picardie, muito presente em bares, restaurantes e cafeterias. Veja aqui.

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