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MERCADO FINANCEIRO

Impulso de segunda-feira

A KPMG — uma das maiores empresas de prestação de serviços profissionais do mundo, com receita anual de US$ 32 bilhões — anunciou, ontem, que vai comprar Bitcoin e Ethereum como estratégia de tesouraria.

Na visão de um porta-voz da empresa, a adoção de criptoativos vai continuar crescendo e vai se tornar parte do “básico” de um mix de ativos.

Mesmo sem ter especificado quantidades, esse foi o primeiro investimento do tipo da KPMG, o que fez o mercado se entusiasmar com a “chancela”.

Reagindo ao anúncio, o Bitcoin ultrapassou a barreira dos US$ 44 mil, com ganhos de mais de 16% em uma semana.

E a Bolsa?

Depois de um dia de altos e baixos, o Ibovespa acabou cedendo à pressão do exterior e caiu 0,22%, fechando aos 111.996 pontos.

No radar do pregão, estiveram o cenário fiscal e as notícias sobre a PEC dos combustíveis, que agora têm assinaturas suficientes para tramitar.

O dólar, enquanto isso, está na sua menor cotação desde setembro: R$ 5,254.

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MERCADO FINANCEIRO

Dobradinha de queda

Ontem, pelo segundo dia seguido, o Ibovespa se desvalorizou. Mais precisamente, 0,18%, aos 111.695 pontos.

Os motivos; segundo analistas, o cenário internacional está pouco favorável, com a alta de juros e as tensões geopolíticas — alô, Rússia e Ucrânia.

Ao longo do dia, quem começou a cair forte foi a Petrobras, depois que Lula afirmou que interviria nos preços da companhia, mas a alta do petróleo amorteceu a queda.

Para saber: Nos últimos dias, o volume negociado na Bolsa brasileira diminuiu, porque os mercados na China estão fechados devido ao ano novo lunar.

Se achar alguém pior que você te conforta… O índice brasileiro perdeu menos que a Bolsa americana, que foi fortemente impactada pelas ações da Meta — dona do Facebook — que teve sua pior sessão da história.

E o dólar? A moeda teve mais um dia de alta, subindo 0,36%, a R$ 5,295.

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ECONOMIA

Desemprego caiu em 2021

Apesar de ter perdido 265 mil vagas de emprego com carteira assinada em dezembro, o Brasil criou 2,7 milhões de postos no acumulado do ano.

Esse é o maior saldo positivo desde 2010, quando começaram a metrificar esse índice para valer. Em 2020, o sentido foi o oposto — no primeiro ano pandêmico, a fins de comparação, o país perdeu 191.455 vagas formais.

Por setores: Quem ocupou o primeiro lugar na geração de emprego foi o setor de Serviços, seguido pela Indústria, depois Construção, Comércio e Agropecuária.

Por outro lado; o salário médio de admissão caiu mais de R$ 115 na comparação anual, mas, segundo o Ministério do Trabalho, isso é comum, pois quando a economia se reaquece, as empresas contratam trabalhadores com nível menor de instrução.

Um dos motivos para a alta das contratações foi o Programa de Manutenção de Emprego, que começou em 2020 e exige dos empregadores manter os vínculos para obter os benefícios do programa.

E a taxa de desemprego?

Segundo o IBGE, a taxa de desemprego também caiu para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, comparada com 13,2% no trimestre anterior.

Porém… É importante dizer que os números de desemprego são divulgados pelo IBGE e não podem ser comparados com os do Caged, porque também incluem os trabalhadores informais.

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MERCADO FINANCEIRO

O que esperar nos próximos dias

A semana vai começar com indicadores importantes, assim como dados corporativos.

Para começar, amanhã acontece a reunião do Copom, que se encerrará na quarta com mais um anúncio envolvendo a Selic. A expectativa é de um novo aumento, seguindo um tom de aperto monetário.

Ainda amanhã, devem ser divulgados as informações do Caged — Cadastro Geral de Empregados e Desempregados — de dezembro, em uma semana de atraso.

Na quarta-feira, o IBGE vai apresentar os dados da produção industrial de dezembro. Aqui, a previsão é de um crescimento mensal de 1,7%.

No lado corporativo, a virada do mês simboliza o início da temporada dos resultados do último trimestre de 2021. Santander e Cielo são algumas das empresas a divulgar seus números nessa semana.

Enquanto isso, nos EUA, o destaque é o payroll. Os dados sobre a criação de vagas em janeiro e a taxa de emprego têm sido aguardados ansiosamente pelo mercado.

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MERCADO FINANCEIRO

Regulamentação de criptos e desempenho da Bolsa

Os investidores de criptomoedas estão mais tensos do que você quando alguém te diz “precisamos conversar”. Existe uma grande expectativa em torno de uma proposta do Federal Reserve — o Banco Central americano — para regulação de criptomoedas.

Essa publicação deve ser colocada sobre a mesa no início do fevereiro, ou seja, já na semana que vem. Não saber o que vem por aí afeta qualquer um…

Um ponto interessante: Lembra do pacote de infraestrutura de Biden, que custaria cerca de US$ 1 trilhão? Pois é, desses, quase US$ 550 bilhões devem vir da taxação de criptoativos.

Apesar do medo, a regulação deve vir no sentido de uma regulamentação e não no sentido de impedir o avanço dessas tecnologias.

Tá, mas e a Bolsa?

Mesmo pressionado pelos juros, o Ibovespa fechou em alta pelo terceiro dia seguido — em números, o índice subiu 1,19%, aos 112.611 pontos.

As maiores altas, dessa vez, foram as ações da Magazine Luiza, Banco Inter e Via. O dólar, enquanto isso, caiu 0,32%, a R$ 5,423 na compra e R$ 5,424 na venda.

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MERCADO FINANCEIRO

A maior alta desde 2014

O preço do barril atingiu níveis não vistos desde 2014. Ontem, o barril do Brent, que serve de parâmetro para o mundo todo, atingiu a marca de U$ 90.

Não é de hoje que está subindo… Nos últimos meses, o preço do petróleo já estava aumentando, especialmente desde o retorno das atividades e com o fim dos lockdowns.

Nas últimas semanas, no entanto, o cenário ficou mais turbulento, sobretudo com as tensões entre Rússia e Ucrânia, já que os russos são players importantes no mercado petroleiro para toda Europa.

O receio é que um possível conflito afete a distribuição e que países imponham sanções ao país governado por Putin.

Considerando que o petróleo está relacionado à produção de uma série de coisas, o efeito dominó pode influenciar no seu dia a dia — a começar pelo combustível.

E o resto da economia?

Ibovespa: +0,98%, 111.289 pontos
S&P 500: -0,15%, 4.349
Dólar: +0,11%, R$ 5,44
Euro: -0,34%, R$ 6,12

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MERCADO FINANCEIRO

Desempenho da Bolsa e convite da OCDE

Ignorando as quedas bruscas das Bolsas de NY e se apoiando nos preços das commodities, o Ibovespa colocou a quinta marcha e subiu 2,1%, fechando aos 110.203 pontos — a maior pontuação em três meses.

O destaque do dia foi o petróleo, que subiu +2% com os riscos de que as tensões entre Ucrânia e Rússia prejudiquem a oferta global da matéria-prima.

O efeito na prática: As ações da Petrobras, que representam mais de 10% do peso do Ibovespa, terminaram o dia com alta de mais de 3%.

O Brasil foi oficialmente convidado para fazer parte da OCDE — Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico —, um desejo antigo do nosso país.

A relevância… Ter o carimbo da OCDE, ainda que a adesão efetiva ocorre em até 4 anos, pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira.

A novidade veio depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que cumpriu os últimos dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras.

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MERCADO FINANCEIRO

E o Ibovespa caiu

Apagando parte da alta da última semana, o Ibovespa começou a semana com o pé esquerdo e fechou a segunda-feira com uma queda de 0,92%, aos 107.937 pontos.

O que aconteceu? O Brasil acompanhou a performance da maioria das bolsas internacionais, que registram fortes quedas durante a maior parte do dia.

O motivo… Os investidores do mundo todo estão de olho, principalmente no aumento da taxa de juros nos EUA e nas tensões na fronteira da Ucrânia.

Como sabemos, o investidor detesta insegurança, e um conflito como esse tem uma névoa de desconhecimento das dimensões que pode ter.

Pra quem veio só pelo dólar… ele subiu 0,9%,cotado a R$ 5,50. 💵

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MERCADO FINANCEIRO

Venham, dólares, venham!

Segundo estimativas das Nações Unidas, o fluxo de Investimento Estrangeiro Direto para o Brasil cresceu mais de 100% no ano passado.

O volume foi de US$ 28 bilhões em 2020 para US$ 58 bilhões em 2021, fazendo com que o Brasil subisse para a sétima posição global do parâmetro.

O que isso mostra? Que o país continua a atrair investimentos estrangeiros, apesar das turbulências e incertezas trazidas pela COVID-19 e outros fatores.

Outro número interessante… Os ganhos reinvestidos no Brasil atingiram US$ 24,5 bilhões comparado a US$ 5,5 bilhões em 2020. Ou seja, as companhias estrangeiras quiseram manter ou expandir suas atividades por aqui.

De olho em infraestrutura…

A Infraestrutura foi o setor que mais atraiu a confiança de investidores estrangeiros no ano passado, com um aumento de 53% do número de propostas de financiamentos.

Para 2022, a expectativa como um todo são os setores de Energias Renováveis, Serviços Públicos e novamente Infraestrutura. Pra ficar de olho…

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MERCADO FINANCEIRO

Dia de alta no Ibovespa

Ontem, os investidores se animaram, e o Ibovespa fechou em alta de 1,26%, aos 108.013 pontos.

O humor positivo nessa quarta-feira foi resultado, principalmente, da valorização das commodities, que fez com que empresas de grande peso no índice — com destaque para a Vale — emplacassem altas.
O petróleo renovou máximas e, inclusive, colocou um alerta em relação à pressão inflacionária e o risco de uma intervenção estatal na Petrobras.

E parece ter tido um fator extra…

No cenário eleitoral, o ex-presidente Lula disse que gostaria de contar com Alckmin em sua chapa. Para alguns analistas, a fala foi vista como uma guinada mais ao centro, que animou o mercado, com um mandato “não tão distante da responsabilidade fiscal”.

Para outros, no entanto, essa sinalização contribuiu com o apetite por ativos de risco, mas não foi tão intensa assim.

Como não pode faltar; a cotação do dólar: a moeda caiu surpreendentes 1,70%, a R$ 5,46.

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