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INTERNACIONAL

Conflito na Ucrânia completa 100 dias

Na última sexta-feira, a invasão na Ucrânia completou 100 dias e trouxe uma infeliz previsão: a guerra será longa e está longe de acabar.

Como está a situação?

Antes da guerra começar, a Rússia controlava 7% da Ucrânia. Segundo o presidente ucraniano, Zelensky, hoje o controle está em 20%.

Não para por aí… 60 a 100 soldados ucranianos estão morrendo diariamente, além das dezenas de milhares de civis. 6,8 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia e 7,1 milhões foram deslocadas de suas casas, mas permanecem no país.

E a economia?

Com a alta da inflação, a economia na Rússia continua se mantendo pelos trancos e barrancos. Porém, por incrível que pareça, o rublo russo valorizou 21,2% em relação ao dólar dos Estados Unidos.

Por que isso ocorreu? Putin adotou medidas para forçar a comercialização de produtos e serviços na moeda local, fortalecendo o câmbio. Além disso, a Europa continua a comprar petróleo e gás de Moscou.

Só que, na semana passada, a UE fechou um acordo para cortar 90% das importações de petróleo da Rússia — cenas para os próximos capítulos.

Ao que parece, quem vê de fora, já está acostumando com a guerra. Nos EUA, as interações de mídia social em notícias sobre a Ucrânia diminuíram de 109 milhões na primeira semana do conflito para 4,8 milhões na semana passada.

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ECONOMIA

Taxa de desemprego tem queda e fica abaixo do esperado

No trimestre encerrado em abril, a taxa de desemprego brasileira ficou em 10,5% — menor que a expectativa e a mais baixa para o período desde 2015, época de recessão.

Na comparação anual, a queda foi de 4,3 pontos percentuais. O número de pessoas ocupadas — 96,5 milhões — é o maior da série histórica, com início em 2012. A população desocupada, enquanto isso, diminuiu em quase quatro milhões.

Apesar das boas notícias… O rendimento real habitual — quanto os empregados recebem mensalmente, sem contar as “exceções” — caiu 7,9% em relação a 2021.

O número ficou em R$ 2.569 e, provavelmente, foi influenciado pela inflação e pela expansão de setores com rendimento médio baixo, como o de serviços.

Mudando de assunto…

Junho se inicia hoje e a expectativa é que acompanhe o mês anterior. Em maio, graças às commodities e a menor aversão ao risco, o Ibovespa avançou 3,22%.

De modo geral, no final do mês, as diminuições das restrições na China e as sinalizações do Federal Reserve puxaram o índice para cima.

O dólar, por sua vez, foi derrubado pelos mesmos motivos, caindo 3,86% em maio.

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MERCADO FINANCEIRO

Ibovespa inicia semana em baixa

Apesar de um dia com baixa movimentação — devido ao feriado nos EUA —, o Ibovespa começou a semana em baixa de 0,81%, aos 111.032 pontos.

Os principais destaques negativos, responsáveis pela desvalorização, foram as estatais. Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobras caíram ontem.

Por quê? No caso da petrolífera, o cenário é de incertezas em relação ao seu comando e às críticas a sua política de preços. Já o banco caiu forte depois de uma matéria divulgando a desistência da venda de sua unidade na Flórida, o BB Américas.

Por outro lado… As ações da Vale chamaram atenção, subindo 1,09% e exercendo um contrapeso, graças à valorização do minério por causa da flexibilização das restrições contra a COVID-19 na China.

O dólar — que vocês adoram estar por dentro — subiu 0,33%, a R$ 4,753.

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MERCADO FINANCEIRO

AGENDA: O que é importante saber sobre esta semana.

Nesta semana, teremos uma agenda cheia de indicadores relevantes e tópicos que não podem passar despercebidos.

PIB do Brasil: Por aqui, o dado mais aguardado virá na quinta-feira. O Produto Interno Bruto do 1º trimestre do ano tem um crescimento esperado entre 1,3% e 1,7% em relação aos três meses anteriores.

Dados de trabalho: No Brasil, deve ser divulgado, hoje, o número da criação de empregos formais no Brasil. Na terça, o índice de desemprego e, nos EUA, os dados oficiais do mercado de trabalho americano — o payroll — chegarão na sexta.

Eletrobras: No lado corporativo, o destaque é o início do período de reserva para investidores na oferta de ações da Eletrobras, que começa na sexta e pode movimentar até R$ 35 bilhões.

Mas a semana também terá algumas folgas… Hoje, as Bolsas em Nova York não abrirão, por causa do Memorial Day, e, na quinta e na sexta-feira, o Reino Unido estará em feriado bancário, devido ao Jubileu de Platina da rainha Elizabeth.

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MERCADO FINANCEIRO

Combo; Semana começa no positivo e Petrobrás

Ontem, o Ibovespa subiu 1,71%, ultrapassando os 110 mil pontos, com um bom humor não só por aqui, mas também no exterior.

No Brasil, o “muito obrigado” vai para as commodities, que avançaram e puxaram o índice.

Lá fora, o otimismo veio como aquela Coca-Cola em um domingo de ressaca — um alívio depois de várias semanas seguidas de perda. O dólar, enquanto isso, caiu para R$ 4,80.

A troca na Petrobras

Na noite de ontem, o governo anunciou mais uma troca na presidência da Petrobras. Após 40 dias, José Mauro Ferreira Coelho deixa o cargo para um novo indicado: Caio Mário Paes de Andrade.

Andrade já faz parte do Ministério da Economia e a justificava do governo citou a escalada no preço dos combustíveis, pontuando que o novo nome possui as qualificações necessárias para superar os desafios do atual momento global.

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ECONOMIA

Começou o Fórum Econômico Mundial, em Davos

O evento, que vai até quinta-feira, reúne líderes de países, ministros, banqueiros e empresários para discutir a situação da economia global e seus desafios.

Quais são as pautas da vez? Neste ano, que marca o retorno aos encontros presenciais, o foco principal é a Ucrânia e a recuperação após a COVID-19 — o presidente ucraniano, inclusive, será o primeiro chefe de Estado a discursar.

Além desses temas, as discussões tradicionais sobre sustentabilidade, emissões de poluentes e transição energética continuam em destaque.

A relevância de acompanhar… Os temas discutidos dão pistas sobre os próximos passos das principais economias do mundo, sendo uma oportunidade para conversar e atrair investidores. No caso do Brasil, é importante ficar atento à agenda ambiental.

Paulo Guedes, ministro da Economia, provavelmente terá que participar de discussões em torno do desmatamento na Amazônia e o papel do Brasil nisso.

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ECONOMIA MERCADO FINANCEIRO

Com quantos salários mínimos se compra uma casa na América Latina

Mesmo que os gurus dos investimentos estejam fazendo de tudo para que você continue no aluguel, o sonho da casa própria ainda é real para grande parte da população.

No entanto, como você deve imaginar, comprar uma casa exige planejamento — e ele varia bastante de país para país.

Nessa linha, foi calculado o número de salários mínimos necessários para um cidadão comprar uma casa padrão, de 60 m², em países na América Latina.

O México liderou, com 563 salários;
Enquanto isso, no Brasil, são necessários quase 452 salários;
A diferença maior se dá na Colômbia, onde um cidadão que ganha um salário mínimo precisa juntar o dinheiro por 290 meses para pegar suas chaves.
Para saber: As cidades latino-americanas com o metro quadrado mais caro da região são Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina.

Mudando completamente de assunto; você precisa saber que o Ibovespa não começou o mês muito bem. O índice iniciou maio no vermelho, com queda de 1,15%, aos 106.638 pontos.

O pessimismo veio por causa da ansiedade. Os investidores estão aguardando as decisões do Federal Reserve e do Banco Central brasileiro, além de terem repercutido dados na China — a atividade industrial por lá foi frustrante.

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MERCADO FINANCEIRO

Buffett fala, o mundo escuta

Todo ano, Warren Buffett discursa no encontro anual da sua Berkshire Hathaway para dezenas de milhares de pessoas. O evento deste ano aconteceu no sábado, e o mercado ficou atento ao que um dos maiores investidores do mundo tinha a dizer.

Os principais destaques…

A Berkshire foi às compras, tendo adquirido US$ 51,1 bilhões em ações no primeiro trimestre. Destaque para o aumento da participação na Activision Blizzard — empresa de videogames —, que chegou a 9,5%;

Buffett continua preferindo comprar terras agrícolas do que criptomeodas — sua preferência é por “ativos produtivos” e ele não é fã do Bitcoin;

O investidor voltou a afirmar que sua companhia sempre terá muito caixa para aproveitar oportunidades — hoje, são mais de US$ 100 bilhões;

Buffet criticou os mercados nos últimos dois anos, dizendo que se comportaram como cassinos ou casas de apostas no período.

E os resultados? A holding do velhinho de Oklahoma teve uma queda de 53% no lucro líquido no 1º trimestre, para US$ 5,46 bilhões, mas o lucro operacional se manteve estável — segundo o megainvestidor, “sem surpresas”.

Aproveitando que maio chegou…

O mês de abril não foi nada bom para o Ibovespa, que caiu 10,1%, a pior baixa desde março de 2020. Nos EUA, aconteceu a mesma coisa, mas o cenário foi ainda mais negativo para o principal índice de tecnologia americano — o Nasdaq —, que teve seu pior mês desde 2008.

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MERCADO FINANCEIRO

A última vez que isso aconteceu foi em 2016

Nessa terça-feira, o Ibovespa recuou pela 7ª sessão seguida, a maior sequência de quedas desde 2016 — o índice caiu 2,23%, aos 108.212 pontos.

Os vilões da vez… A inflação e o baixo crescimento econômico não param de assombrar os mercados do mundo todo, e a bolsa brasileira acompanhou.

Esse temor aumentou ontem com os indicadores fracos e as preocupações com os novos — e intermináveis — lockdowns na China.

Por aqui, o maior peso veio dos bancos, que tiveram forte queda após um resultado considerado ruim do Santander, que viu a inadimplência aumentar.

E o dólar? A moeda que serve para puxar papo no elevador — “viu como o dólar subiu?” — teve alta de 2,36%, a R$ 4,99.

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MERCADO FINANCEIRO

Poupança atinge retirada histórica

Parece que o brasileiro está mesmo seguindo os conselhos dos gurus de investimento — todo mundo está deixando a poupança. Em março, os brasileiros retiraram R$ 327,1 bilhões, o maior volume já registrado.

Mas há motivos além da escolha por melhores investimentos…

A inflação e o custo de vida mais alto têm sido apontados como a grande razão para isso — a saída foi retirar da poupança para arcar com os gastos.

Além disso, houve um aumento brusco no endividamento das famílias brasileiras. Para se ter uma ideia, o percentual chegou a 77,5%, um nível recorde para março.

Enquanto isso, na B3; a segunda-feira foi de baixa — a sexta consecutiva. O Ibovespa começou a semana caindo 0,35%, aos 110.869 pontos.

Quem puxou nosso índice para baixo foram as commodities. A queda só não foi pior porque o Ibovespa seguiu os EUA, que fecharam no campo positivo.

O dólar, enquanto isso, subiu 1,47%, a R$ 4,875. A alta recente da moeda está sendo impulsionada pelo aumento do “risco Brasil” e pela elevação de juros nos EUA.

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