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ECONOMIA

EUA aprova maior pacote climático da história

Ontem, o Senado americano aprovou um pacote de US$ 430 bilhões para combater as mudanças climáticas, diminuir preços de remédios e aumentar alguns impostos em atividades empresariais.

Chamado de Lei da Redução da Inflação, o projeto será encaminhado à Câmara dos Deputados. Se aprovado, Biden dará sua assinatura.

A relevância: A aprovação do projeto por 51-50, apenas três meses antes das eleições de meio mandato, é considerada uma grande vitória para os democratas, que cumprirão alguns de seus objetivos políticos.

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MERCADO FINANCEIRO

Calma! Foi só o primeiro dia

O mês de agosto começou com o pé esquerdo, com o Ibovespa fechando em queda de 0,91%, aos 102.255 pontos. O mau humor de segunda-feira veio, principalmente, da Petrobras e da Vale.

Mas as duas companhias têm outros culpados para apontar como responsáveis: os EUA e a China. Dados fracos divulgados pelos dois países derrubaram o preço das commodities, prejudicando os papéis de ambas as empresas.

Já as maiores altas do índices vieram de ações que se beneficiam com os juros, como varejistas e empresas de tecnologia. Leia-se Magazine Luiza e Locaweb.

Enquanto isso… Para a TIM, a situação amarelou ontem — ou azulou, para seguir na paleta da marca.

A operadora divulgou, ontem, que teve queda de 54,1% no lucro no 2º trimestre de 2022, a R$ 313 milhões. Os investidores vão ter que falar com o SAC.

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MERCADO FINANCEIRO

Medo de recessão aumenta nos Estados Unidos

O Escritório de Análises Econômicas do Governo americano disponibilizou os dados do PIB no país no segundo trimestre do ano, jogando um balde de água fria.


O Produto Interno Bruto encolheu 0,9%, um pouco menos do que a queda de 1,6% no primeiro trimestre, ligando o alerta da recessão técnica — quando acontecem baixas no PIB em dois trimestres seguidos.


Nem todo mundo concorda. Apesar do quadro ser de recessão técnica, muitos especialistas enxergam o momento como uma necessária desaceleração da economia, por estar passando por um período de transição.


Mais um dia que o Tourinho passeou…
Seguindo a animação de quarta-feira, os investidores continuaram bem contentes na quinta. O Ibovespa esqueceu o que é olhar para baixo e fechou em alta de 1,14%, aos 102.596 pontos.


O índice da bolsa brasileira seguiu as bolsas americanas, com destaques para as altas de 1,21% do S&P 500 e de 1,08% da Nasdaq. O dólar comercial caiu 1,67%, fechando o dia em R$ 5,16.

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MERCADO FINANCEIRO

Exatamente como era esperado

O Banco Central dos Estados Unidos aumentou as taxas de juros do país, ontem, para uma faixa de 2,25% a 2,5%, configurando uma alta de 0,75 ponto percentual.

Mantendo o ritmo da última reunião, acontecida em junho, o Fed repetiu a maior taxa de aumento desde 1994.
E disse mais. No comunicado depois da reunião, o Comitê Federal indicou que deve continuar elevando os juros nos próximos encontros — em uma tentativa de diminuir a inflação, que segue pressionada.

Como funciona? A inflação é um aumento generalizado de preços na economia, reflexo do desequilíbrio entre oferta e demanda. Ao aumentar os juros, a ideia é frear a demanda, diminuindo, com isso, os preços.

O anúncio animou todo mundo no mercado; a quarta-feira foi de festa nos mercados financeiros brasileiro e norte-americano. O Ibovespa fechou em alta de 1,67%, aos 101.437 pontos, com o S&P 500 subindo 2,62% e a Nasdaq pulando 4,06%.

Aproveitando o bom humor do mercado, as criptos também foram bem. O Ethereum disparou 16,66% e o Bitcoin subiu em mais de 10%, voltando ao patamar de US$ 23 mil.

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ECONOMIA

Desde o Plano Real, nunca se falou tanto de inflação quanto neste ano

Acostumado com as altas taxas do crescimento generalizado dos preços, o Brasil tenta se virar com o que tem — e está conseguindo melhorar.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o famoso IPCA, que é um dos indicativos da inflação no país, desacelerou para 0,13% em julho, a menor variação mensal em dois anos.

As causas: A melhora dos números aconteceu pela redução nas alíquotas do ICMS nos combustíveis, energia elétrica e comunicações, o que diminuiu um pouco os gastos do consumidor. Você agradeceu quando foi abastecer.

Mas tem produtos mais caros… O grupo de alimentação e bebidas foi o que teve maior aumento nos preços em julho, com destaque para a alta de mais de 22% do leite longa vida. Não está fácil.

E a bolsa já voltou para baixo dos 100 mil pontos… O investidor que se animou na segunda-feira com o maior fechamento da bolsa desde o dia 8 de julho, ficou um pouco menos contente ontem, com o Ibovespa fechando em queda de 0,62%, ficando em 99.946 pontos.

O índice da bolsa brasileira acompanhou os mercados internacionais, que tiveram uma série de recuos. Destaque para as baixas de 1,16% do S&P 500 e de 1,87% da Nasdaq.

What to watch: O Banco Central americano divulgará, hoje, decisão monetária sobre os juros no país, algo que impacta apenas o mundo todo.

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ECONOMIA

Preço da passagem aérea sobe 22% no Brasil

Avião e inflação; os dois assuntos que não saem de pauta parecem estar andando de mãos dadas: o bilhete aéreo para viajar dentro do Brasil atingiu o valor médio de R$ 682,60 em maio.

Em relação ao mesmo mês de 2019 — antes da pandemia — o aumento foi de 22%.

O principal culpado pela alta nos preços das passagens é o querosene da aviação, que subiu 59% entre janeiro e maio deste ano.

#PerrengueChique: Os viajantes terão que escolher entre encarar uma nota na gasolina ou pagar preço de primeira classe pra comer amendoim no voo.

E a bolsa?

O Ibovespa voltou revigorado do final de semana e fechou a segunda-feira com alta de 1,36%, ultrapassando a barreira dos 100 mil pontos, no maior fechamento diário desde 8 de julho.

O Brasil foi muito beneficiado pelo avanço das commodities, com aumento do preço do petróleo e do minério de ferro — impactando positivamente as ações de Vale e Petrobras.

O dólar comercial caiu 2,35% no Brasil, recuando para baixo dos R$ 5,40, por conta do menor temor de recessão no país e em resposta à alta das commodities.

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ECONOMIA

BCE aumenta juros pela primeira vez em 11 anos

Pegou de surpresa. O Banco Central Europeu aumentou as taxas de juros da zona do euro pela primeira vez em mais de uma década. A alta, de 0,5 ponto percentual, levou a taxa a zero.

Como assim? O Banco Europeu mantinha sua taxa de depósito em -0,5% para estimular os empréstimos e a atividade econômica — mas, ao mesmo tempo, isso também estimula a inflação.

O aumento da taxa de juros vem para reverter a alta dos preços, em meio a temores de uma crise energética e perspectivas econômicas sombrias. O desafio, agora, é encontrar o ponto de equilíbrio entre crescimento e inflação.

Mudando de assunto; o Ibovespa teve 5ª alta consecutiva e fechou acima dos 99 mil pontos; dólar chega à R$ 5,50.

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ECONOMIA MERCADO FINANCEIRO

Gasolina mais barata

Foi anunciada, ontem, uma novidade que vai aliviar quem não aguenta mais ir ao posto e sentir que está pagando a diária de um hotel cinco estrelas. A Petrobras reduziu o preço da gasolina em R$ 0,20 por litro nas refinarias.

Esse reajuste começa a valer a partir de hoje e foi a primeira redução da empresa desde dezembro do ano passado.

O que permitiu a diminuição? A justificativa foi parecida para os aumentos que vieram antes dessa queda. Segundo a empresa, o barateamento acompanhou a evolução dos preços internacionais, que se estabilizaram em um nível mais baixo.

Enquanto isso, o Ibovespa…

Subiu e subiu forte. O índice seguiu o exterior em meio à temporada de balanços das companhias americanas, subindo 1,37%, aos 98.244 pontos.

Nos EUA, onde foram divulgados os resultados, as altas foram ainda mais expressivas. Dow Jones e Nasdaq subiram, respectivamente, 2,43% e 3,11%.

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ECONOMIA

O drama da Argentina é a alegria do brasileiro

Viver na Argentina está sofrido, mas turistar está mil maravilhas — especialmente para brasileiros. A terra dos hermanos é um dos poucos destinos internacionais onde o poder de compra do real cresce, ao invés de diminuir.

Em meio a uma inflação anual prevista para 70% em 2022, o peso argentino está em queda livre. Há casos de viajantes que trocaram R$ 1 por 55 pesos.

Neste ano, o peso se desvalorizou quase 18% em relação ao real, fazendo da Argentina um paraíso para os brasileiros, que representaram 22% do total de turistas no primeiro semestre.

A inflação galopante nos vizinhos está agradando as companhias aéreas. A Latam, por exemplo, vai dobrar os voos entre São Paulo e Buenos Aires em agosto.

Mesmo sem curtir um vinho em Puerto Madero, os brasileiros da Faria Lima também tiveram um bom dia ontem. O Ibovespa subiu 0,38%, aos 96.916 pontos.

Na Bolsa brasileira, a alta das commodities foi o motivo da alta. Para se ter uma ideia, o preço do barril do petróleo Brent avançou 4,47% e o minério de ferro subiu 2,18%.

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NACIONAL

Governo arrecada R$ 304 bilhões em privatizações

Sabe quando você estoura o limite do cartão de crédito e sai vendendo suas coisas para equilibrar os gastos? Quando o assunto é dívida pública, vender estatais pode ter um efeito parecido com vender blusinhas antigas.

Entre privatizações e desinvestimentos em estatais, o atual governo arrecadou quase 305 bilhões ao longo de todo o mandato.
Como está a conta? A maior parte do valor arrecadado, um pouco mais que 235 bi, foi levantado com a venda de subsidiárias de estatais e com ações detidas pela União em empresas.

Explicando… As subsidiárias são outras empresas que estão abaixo de organizações como a Petrobras, diretamente ligadas à atividade — e mais simples de serem vendidas por não precisarem de tantos acordos políticos.

O dinheiro está sendo usado, principalmente, para reduzir a dívida pública do país, que está em quase 6 trilhões de reais. A exceção fica para a venda da Eletrobras, com parte do valor usado para pagar despesas da PEC Kamikaze.

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