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Mais um passo rumo a uma realidade 100% elétrica

A Volvo anunciou, ontem, que vai comercializar apenas carros elétricos e híbridos no Brasil, descontinuando a venda dos modelos movidos à combustão.

A Volvo foi a primeira marca a tomar essa decisão no Brasil, seguindo o que já aplica na Noruega. De acordo com a direção da companhia, esse é um movimento irreversível.

O tamanho do mercado da montadora por aqui: Segundo a companhia, 40% dos veículos eletrificados vendidos no Brasil são modelos Volvo. A decisão foi tomada junto ao sucesso do XC90 híbrido, lançado em 2018, entre os brasileiros.

Mas, por trás disso, é preciso infraestrutura. Paralelamente à novidade, a marca pretende instalar mil postos elétricos no Brasil até o fim do ano — imagine estar viajando e não ter onde carregar o carro — e também incentivar a implantação de carregadores em prédios corporativos e residenciais.

Nesse caso, a ideia é lançar uma plataforma para que síndicos, gestores de condomínios e incorporadoras instalem os carregadores nos edifícios.

A ação está alinhada aos planos globais da Volvo, que já disse que busca vender apenas veículos elétricos até 2030. Você se lembra da campanha Volvo Lovers, que permitia que paulistanos pegassem um carro emprestado da marca por 4 dias?

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Elon Musk, Bitcoin e Meio Ambiente

Elon Musk anunciou ontem que a Tesla não aceitará mais o Bitcoin como forma pagamento por seus carros. A notícia foi uma reviravolta, já que, em fevereiro, Musk havia anunciado que investiria US$ 1,5 bilhão na criptomoeda e a aceitaria como pagamento.

Sabem o motivo da suspensão? Preocupação ambiental. Num primeiro momento, parece irônico que uma moeda digital cause danos ao meio ambiente, mas é uma questão para ficar de olho.

A criptomoeda usa mais energia que toda a Suécia, por exemplo. Combustíveis fósseis são necessários para minerar o Bitcoin, que tem se tornado algo cada vez mais difícil em termos computacionais.

É complexo, mas o que você precisa saber é que cada vez mais eletricidade está sendo usada.

Por outro lado… É possível que, com o tempo, a energia usada passe a vir de fontes renováveis, podendo o Bitcoin ser um impulsionador para isso.

De qualquer forma, as conotações negativas em torno do consumo de energia do Bitcoin preocuparam os investidores atentos ao ESG (governança ambiental, social e corporativa) que se tornou tendência no mercado financeiro.

Você já deve ter imaginado o resultado; ontem, a moeda chegou a cair, ou melhor, desabar 17%. Aquele “ já era esperado” que assusta.

O Faraó, parece piada; ou pirâmide, mas, pelo visto, ele é realmente capaz de manipular o mercado com menos de 140 caracteres. No mesmo dia em que ele fez o Bitcoin desabar, Elon fez outro post ontem à noite e fez o Dogecoin disparar. A moeda subiu 30%.

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Uma nova divisão na Amazon Brasil

A varejista acaba de inaugurar uma loja para compras internacionais no site brasileiro, que vai trazer uma seleção de itens de outros países, numa tentativa de tornar as fronteiras imperceptíveis para seus clientes. Isso aumenta ainda mais a oferta de produtos da Amazon, que muitos brasileiros só usam para comprar livros.

Qual o diferencial? Quando você pensa em compras internacionais, é quase lógico concluir que o frete será caro e que vai demorar pra chegar. Não com Jeff Bezos…

A companhia disse que o prazo de entrega será 40% menor que outras formas de envio e que os cliente Prime continuarão com o frete gratuito para os produtos com o selo Prime, independente de onde eles vierem.

Mais facilidades… Nada de depender de PayPal ou cartão de crédito internacional. O usuário pode pagar por boleto e parcelar em até 10 vezes, como faz por aqui.

Tente adivinhar como foram selecionados os primeiros produtos para o público brasileiro. Isso mesmo, com base nos hábitos de compra dos consumidores do país.

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A Blue Origin vai pro espaço

Depois de muitos testes, a empresa de Jeff Bezos anunciou que vai, finalmente, sair da atmosfera em 20 de julho desse ano. Mas nosso careca favorito não ia fazer isso sem quebrar alguma marca — e chamar ainda mais atenção.

Quando você era pequeno, sonhava em ser astronauta e ir pro espaço? Talvez… Mas aí a vida foi passando, e a ideia de ser astronauta saiu de mente. Pois, agora, você tem a oportunidade de realizar aquele desejo. E não, você não precisa ser um astronauta.

Isso porque a viagem da Blue Origin vai ser a primeira viagem pro espaço comercial da história: Um dos assentos vai ser de quem pagar mais no leilão online, que será feito no site da empresa. Pois é… Você até pode realizar aquele seu sonho, só tem esse pequeno detalhe ($)!

Jeff Bezos anunciou que o valor arrecadado será doado para a fundação da empresa, a Club for the Future, que incentiva gerações futuras a seguirem carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Não vai durar tanto tempo assim… Com uma cápsula na parte superior, com janelas grandes e assentos reclinados, o foguete foi pensado para levar turistas ao espaço. No entanto, a experiência, pelo menos dessa vez, será curta. Serão apenas 10 minutos fora da atmosfera. Depois disso, a cápsula retornará à Terra.

O mercado de viagens espaciais de turismo: A Blue Origin dará um grande passo nessa corrida, mas, junto dela, vêm a SpaceX, de Elon Musk, que tem uma viagem marcada pra setembro, e a Virgin Galactic, que já vendeu uma viagem futura a 600 clientes, que pagaram por ela US$ 250 mil, ainda sem data.

O ponto interessante é o potencial desse setor, que se mostra promissor para o futuro, visto que há dois bilionários investindo e voltando seus esforços para ele.

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Twitter por assinatura, será que vem aí?

O Twitter anunciou, ontem, a aquisição de uma plataforma que bloqueia os anúncios do seu navegador, chamada Scroll. O motivo? Seu futuro modelo de assinatura.

Como assim? A rede social tem grande parte de sua receita advinda de anúncios e posts patrocinados em sua plataforma, que diga-se de passagem, parecem existir mais banners de anúncios do que tweets no feed, e quer diversificar a fonte geradora de dinheiro.

As recentes aquisições da plataforma indicam que um plano de assinaturas no app do passarinho azul está próxima, e há quem diga, inclusive, que a saturação de anúncios é proposital.

Até ontem, muitos poderiam considerar isso uma teoria da conspiração, mas, agora, com a aquisição da Scroll, a ideia parece cada vez mais real.

A tecnologia adquirida permite que sites e aplicativos possam deixar de mostrar anúncios para determinados usuários, ou melhor, para aqueles que se dispõe a pagar uma assinatura mensal de 5 dólares.

Olhando o todo… Com mais de 330 milhões de usuários mensais ativos, esse novo driver de receita pode ser game changer para o Twitter e talvez para outras redes sociais e serviços gratuitos.

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O céu é o limite?!

Hoje vamos falar sobre o desempenho das maiores empresas do planeta: as big techs. Geralmente, elas mostram bons resultados, mas, nesse 1T, os números foram difíceis de acreditar e mudam a nossa noção de grandeza…

Não foi preciso procurar muito para encontrar recordes nos relatórios. As vendas da Apple cresceram 54% em comparação ao 1T de 2020, chegando a US$ 90 bilhões, enquanto as da Amazon saltaram 44%, chegando à marca de US$ 108 bi.

As outras gigantes também não foram nada mal… A receita da Alphabet, controladora do Google, alcançou US$ 55 bilhões. Já as da Microsoft US$ 42 bilhões e Facebook US$ 26 bilhões.

Um ponto positivo de cada uma delas…
Apple: Só com venda de iPhone, foram mais de US$ 47 bi, com o preço médio chegando a US$ 847.

Microsoft: O Teams, plataforma que integra todas as ferramentas da empresa, passou de 145 milhões de usuários diários, mais de 7 vezes o número de 18 meses atrás.

Amazon: O número de funcionários da empresa chegou a 950 mil, cerca de duas vezes a quantidade no mesmo período de 2020.

Google: A receita do YouTube cresceu 49% em relação ao ano passado.

Facebook: Os aplicativos do Zuck foram usados por mais de 3,4 bilhões de pessoas, pelo menos uma vez no mês de abril.

Mas o número mais chocante é esse aqui: Essas cinco empresas somadas dobraram sua representação em relação a 5 anos atrás e, agora, compõem cerca de 25% do total do S&P 500 — o índice americano que contém as empresas mais relevantes do mercado. Já a soma do valor de mercado das cinco juntas ultrapassa a marca de US$ 8 trilhões.

Elas já eram gigantes antes da pandemia, mas fica evidente a influência desse período — marcado pelo home office e pelos finais de semana em casa — no crescimento ainda maior das big techs.

É só comparar… É muito provável que você tenha passado a usar ainda mais o celular, dependa de plataformas online para trabalhar ou estudar, tenha começado a fazer mais compras pela internet e gaste ainda mais tempo em aplicativos e redes sociais. Estou errada?

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