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Talkin’Shopping: WhatsApp Shops e o futuro do e-commerce pelo Facebook

A partir de agora, enquanto você conversa com alguém no WhatsApp, você poderá fazer compras. Até então, o aplicativo de bate-papo permitia que empresas colocassem seus catálogos expostos, mas sem opção de compra direta.

Agora, o Facebook anunciou que está liberando o Shops, que nada mais é que a mesma funcionalidade que já existe no Instagram, ou, simplesmente, a famosa sacolinha.

Qual a ideia? Criar mais ocasiões de compra para os mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp, dentro das plataformas do grupo, aumentando ainda mais a integração entre todos os aplicativos do Facebook Inc.

Zoom out: Com a mudança, Mark Zuckerberg confirma sua intenção de fortalecer a rede social como uma poderosa ferramenta de e-commerce e desfrutar da imensa base de clientes que descobrem produtos pelos aplicativos do Facebook, mas compram fora da plataforma.

Na mesma linha, tem mais uma novidade… Apesar de ainda não muito bem explicada durante o anúncio, Zuck disse que sua turma está prestes a lançar um recurso de pesquisa visual no Instagram, baseado em Inteligência Artificial.

Pequeno spoiler: O desejo de comprar algo, muitas vezes, vem visualmente — quando você vê algo e acha incrível. Com a nova tecnologia, será possível que os usuários pesquisem itens com base em imagens, ao invés de texto.

Resumindo… Num futuro próximo, basta tirar um print do tênis que viu o Justin Bieber usando em uma foto do Instagram e o app te mostrará o item e seus similares.

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Grande dia para a empresa de streaming

O renomado cineasta Steven Spielberg — autor de filmes como Tubarão, ET e Soldado Ryan — acaba de fechar um mega deal para fazer filmes para a Netflix.

Por que isso é relevante? Além de ser um marco na história da sua companhia do final de semana, é um grande jab na concorrência — cada vez mais acirrada — por talento e conteúdo.

O que chama atenção? O fato de Splielberg, que passou toda sua carreira em Hollywood, ter criticado duramente serviços de streaming como produtores de filmes alguns anos atrás. Na época, ele supostamente pressionou o Oscar para que retirasse os filmes da Netflix da premiação.

Esse ano, a empresa foi líder em indicações — contabilizando 35 — e levou sete estatuetas na cerimônia anual, tornando-se o posto de estúdio mais premiado de 2021. ¯\_(ツ)_/¯

Zoom out: A Netflix ainda é a plataforma mais popular na indústria, com mais de 200 milhões de assinantes e deu uma resposta rápida à recente aquisição dos estúdios MGM pela Amazon e ao crescimento assustador do Disney+ no setor

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Mudanças no setor das BIG TECHs

Unir democratas e republicanos não é tão simples, mas o poder das grandes empresas de tecnologia consegue. Um grupo bipartidário de legisladores da Câmara aprovou 5 projetos de lei antitruste para as BIG TECHs.

A ideia é frear o crescimento de algumas empresas do setor ou, em outras palavras, colocar alguns “radares” nessa rodovia a caminho do monopólio.

Não preciso nem dizer o tamanho e o poder que empresas como Amazon, Facebook, Google e Apple têm. Esses projetos de lei, no entanto, fariam com que vários modelos de negócio dessas companhias precisassem ser reestruturados.

“Mas, Niceana, tá muito complexo isso… Me dá um exemplo?” Dou, vamos lá! Algumas das possíveis mudanças para as BIG TECHs:

Elas não poderão criar jornadas que favoreçam seus próprios produtos em detrimento dos concorrentes. Apple Music x Spotify, que tem que pagar taxa na App Store;

Não se poderá mais promover produtos próprios nos resultados de pesquisa em prejuízo de um concorrente. Google, corre aqui!

As plataformas terão que facilitar a portabilidade de dados de um serviço para outro;

Por último, a ideia é dificultar a compra de concorrentes menores por parte das gigantes.

It’s a long road… Até que tudo isso seja concretizado, os projetos precisam passar 1) pelo Comitê Judiciário da Câmara, 2) pela Câmara, 3) voltar para o Senado e, por fim, 4) ser sancionado por Biden. De qualquer maneira, é um momento marcante do setor.

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Novo lançamento da Netflix

Por incrível que pareça, não é uma nova temporada. A líder do streaming anunciou ontem que vai lançar uma loja online, o Netflix.shop, para vender produtos baseados em seus programas, como “Lupin” e “Stranger Things”.

O serviço já está disponível nos EUA e vai chegar ao resto do mundo nos próximos meses.

O que está por trás da novidade? Diferenciação e retenção do cliente. Na guerra do streaming, ter produtos de seus filmes exclusivos aproxima o usuário e fornece aos fãs uma nova maneira de se conectar com suas histórias favoritas.

Tem mais; a loja pode ser uma nova fonte de receita para impressionar os analistas de Wall Street. Talvez fosse melhor que lançassem uma funcionalidade que vendesse as roupas do Thomas Shelby ou os vestidos de Elite. Brincadeira!! Vai que alguém do time é meu leitor!

O novo negócio foi criado em parceria com a Shopify, plataforma que é para o e-commerce o que a Netflix será para o final de semana de quem está solteiro. Uma bela solução! Ass: a tia solteirona!

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McDonald’s testa tecnologia com atendentes robôs no drive-thru

“Confirmando, sem picles?” O McDonald’s está testando a automatização em 10 drive-thrus de Chicago, através do reconhecimento de voz. Ao invés de um humano, você será atendido por um robô.

Segundo o CEO da rede, a tecnologia acerta os pedidos 85% das vezes. No entanto, os empregados (humanos) precisam intervir de alguma forma em 1/5 dos pedidos.

De volta a 2019; naquele ano, a gigante do fast-food comprou uma tecnologia de reconhecimento de voz através de Inteligência Artificial, a Apprente. Na época, o McDonald’s já tinha informado que planejava usá-la para pedidos nos drive-thrus.

Quando chega no Brasil? Calma lá. É improvável que o software seja implementado tão cedo, já que é bem diferente testar em 10 unidades em Chicago e operacionalizar em todos os 37 mil restaurantes ao redor do mundo.

Isso porque a tecnologia precisaria se adaptar a diversos fatores, como língua, sotaque, dialetos, diferenças no cardápio e, até mesmo, promoções.

E a concorrência? Não é a mesma coisa, mas na mesma linha de acelerar e otimizar os pedidos, o Burger King mudou alguns de seus drive-thrus. Nesse caso, a rede adicionou novas pistas e uma esteira que entrega os pedidos aos carros dos clientes.

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Streaming ultrapassa televisão, enquanto pirataria aumenta

Foi-se o tempo em que passávamos horas na frente de uma televisão, passando de canal a canal, buscando algo legal para assistir. Hoje, a dificuldade de escolha ainda existe, mas a dúvida reside em qual streaming utilizar; Netflix, Disney+ ou Amazon Prime.

Uma pesquisa recente mostrou que 66% dos brasileiros — que responderam a pesquisa — assinam algum desses serviços, enquanto apenas 40% afirmaram ter canais a cabo em suas residências.

Ainda segundo os dados, mais de um terço dos entrevistados (37%) cancelou o serviço de TV por assinatura nos últimos meses e já não conta com canais fechados em casa.

O fenômeno, que já é famoso nos Estados Unidos, é denominado como #CutTheCord e parece ter ganhado força por aqui durante a pandemia.

Se não bastasse isso; a pirataria também continua subindo no Brasil e um levantamento apontou que o número de usuários de TV pirata — sites ilegais, TV Boxes e aplicativos — já é quase o mesmo daqueles que assinam algum tipo de plano televisivo. São 33 milhões de usuários ilegais contra 45 milhões de assinantes legítimos.

Estima-se que 200 mil pessoas cancelaram pacotes de assinatura a cabo apenas no mês de abril deste ano. Os argumentos principais são os que você pode imaginar; altos preços, mau atendimento e programação precária.

De volta ao streaming…

Vamos falar de acesso. Há uma diferença grande entre assinar e ter acesso. No Brasil, 86% da população acessa pelo menos um serviço de streaming. Isso significa que, pagando ou não, a pessoa consegue assistir algum conteúdo disponível nas plataformas.

Em termos de quantidade: 30% tem acesso a dois streamings, 29% tem acesso a apenas um e o restante tem acesso a três (22%), quatro (9%) e cinco ou mais (9%). Considere que o preço médio de uma assinatura é de R$ 29,73.

E onde assistem?

Metade dos respondentes (51%) acessam os serviços de streaming por meio de televisões, incluindo Smart TVs, que correspondem cerca de 94% das telinhas vendidas no Brasil já são Smart.

Ainda assim, o número de pessoas que assistem pelo smartphone é significativo: 30% ou 1/3 de todos os respondentes. É estatística pra uma semana…

Zoom out: Mais importante que os números, é perceber as possíveis tendências do setor. Quais serviços podem complementar e/ou otimizar a retenção dos assinantes, o que pode ser útil para a experiência do consumidor… Vale pensar.

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A contagem dos ❤️ está disponível novamente! E você pode escolher se quer vê-los ou não

Se curtidas são relevantes para você, agora você pode tudo. O Facebook e o Instagram liberaram (para alguns, antes tarde do que nunca!) opções para ver, esconder ou mostrar os likes dos posts.

Por que eles tinham tirado mesmo? De volta a 2019… A ideia era tirar toda a pressão da plataforma em torno de curtidas, criando um ambiente mais “saudável”. O resultado, no final das contas, foi que o bem-estar dos usuários não mudou muita coisa. Agora, o controle está na suas mãos.

Quem menos gostava de não ter os números estampados no feed eram pequenas marcas e influenciadores, que frequentemente precisam apresentar métricas.

Como eu escolho?

Se você quiser ver ou não as curtidas das pessoas que segue, vá até configurações, privacidade e depois publicações. Está lá a opção.

Agora, se você não quer que ninguém veja se sua foto hitou ou flopou, é só clicar nos três pontinhos da publicação e escolher se quer ocultar as curtidas.

Um ponto que talvez nunca te veio à cabeça… As curtidas podem guiar tendências e servem de parâmetro para muitos trend hunters.

Cada vez mais, temos poder sobre nossa experiência no Instagram. Podemos escolher quem seguir ou não — por mais que pareça óbvio — restringir alguém, silenciar stories ou posts, gerenciar o tempo gasto e, agora, até escolher ver ou não as curtidas. Apesar de tudo isso, você controla seu Instagram ou ele te controla?

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Cingapura aprova bafômetro que detecta COVID-19

Furinho no dedo, cotonete no nariz? Que nada… Em Cingapura, a moda agora é soprar bafômetro. Brincadeiras à parte, a cidade-estado aprovou um equipamento que verifica a presença do novo coronavírus e dá o resultado em até 60 segundos.

Antes que perguntem; Não, não é igual ao bafômetro usado para detectar álcool no Brasil, baseado em reações químicas da substância com reagentes dentro da máquina. Mas, então, como funciona?

A pessoa sopra em um bocal descartável, que capta os compostos orgânicos voláteis no hálito da pessoa. Quando há uma doença, esses compostos sofrem alterações, e assim a COVID-19 é identificada.

Curiosidade: Esse tipo de tecnologia é capaz de detectar até mesmo câncer de pulmão.

Diferente do RT-PCR, o bafômetro não verifica o material genético do vírus, sendo menos preciso. No entanto, como o resultado sai em bem menos tempo, é uma inovação que pode impulsionar, e muito, o processo de testagem.

Esse sistema, da Breathonix, pode ser usado em áreas de grande tráfego, para testes em massa, como aeroportos, centros de transporte, além de eventos e competições esportivas. As Olimpíadas estão batendo na porta…

Um ponto interessante… O que analisa a amostra é um programa com aprendizado de máquina. Assim, quanto mais informações forem inseridas com o uso, mais preciso ele fica. De qualquer forma, no teste clínico piloto, a precisão foi de 90%.

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GOOGLE: nova funcionalidade da plataforma permitirá consultas e possíveis diagnósticos

Quem nunca procurou um sintoma no Google que atire a primeira pedra. A plataforma acaba de dar um passo grande para te atender melhor como “médico”. Mas, por enquanto, a única especialidade do “Google Doc” é a dermatologia. Como assim?

As pessoas poderão fazer o upload de até três fotos de um problema de pele e depois responder sobre alguns sintomas. A partir disso, o Google vai mostrar uma lista de possíveis condições, de acordo com a sua inteligência artificial.

O objetivo é lançar uma versão piloto ainda este ano e, segundo a empresa, as respostas do buscador para aquilo que você está buscando podem chegar a uma precisão de 84%. Weird ou confortante?

Contexto: Ferramentas como essa cresceram muito nas últimas décadas, mas o comportamento das pessoas depois de serem “examinadas” ainda é uma incógnita.

O dilema… Isso as torna mais ou menos propensas a ir ao médico? Vão se desesperar com a informação recebida ou se tranquilizar e se tratar por conta própria?

Por um lado, há quem tema que esses verificadores levem ao uso excessivo do sistema de saúde e enviem pessoas para tratamentos desnecessários.

Outros pensam que as consequências podem ser sérias se houver uma doença e a tecnologia informar que é algo de baixo risco ou sequer um problema.

Não há muitos dados sobre o fim da história ainda, mas esse tipo de tecnologia é apontado como um game changer para a medicina como um todo. Será que em alguns anos realmente vamos usar o Google para nossa primeira consulta?

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Spotify começa a vender ingressos para shows virtuais

Os shows presenciais parecem estar cada vez mais próximos, mas, para o Spotify, a aposta continua sendo o virtual. A plataforma anunciou, ontem, que vai começar a vender ingressos para shows de artistas como Leon Bridges e The Black Keys, por R$ 27.

Como vai funcionar? Os shows são pré-gravados, mas só podem ser assistidos em um determinado momento, no navegador web — pelo aplicativo, não dá. Para assistir, no entanto, é preciso ter uma conta no Spotify.

Voltando para o período pré-pandemia… Quando os shows aconteciam com calor humano, o Spotify permitia que os artistas listassem suas apresentações no aplicativo e conectassem com parceiros de venda de ingressos. Em 2017, a empresa gerou mais de US$ 40 milhões apenas oferecendo vantagens extras, como acesso antecipado.

Qual é a estratégia agora? Testar um novo fluxo de receita e manter os fãs envolvidos, em um momento em que a maioria já nem pensa mais em música ao vivo e a cores.

Enquanto isso, o Zoom já teme a volta da normalidade. Quando a maioria das equipes estiver de volta ao escritório, muito dificilmente você fará reuniões com o time através das telas. E aí, vai acabar o reinado do Zoom?

Pensando em manter seu sucesso após a pandemia, a empresa lançou seu serviço de eventos online, o Zoom Events, com foco em conferências, simpósios e cursos.

É claro que o networking presencial tem seu valor, mas a tecnologia permite que você continue participando de eventos que antes demandariam horas de voo e locomoção.

Onde isso se conecta à novidade do Spotify… Recursos de monetização e venda de ingressos também estarão disponíveis. Parece que o Zoom está pensando em migrar de um canal de videochamadas para um veículo de eventos online… Makes sense!

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