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Instagram terá novo método para aumentar engajamento

Ao som de músicas virais. Se algum artista quer bombar um novo lançamento, boa parte dos esforços deveriam estar em fazer com que sua música se torne um hit no TikTok.

Música -> dancinha -> vídeo viral -> engajamento -> receita de anúncios -> dinheiro.

Pensando nisso, o Instagram decidiu também entrar no jogo, com uma nova possibilidade de pesquisa. Agora, além de pesquisar por usuários, lugares ou hashtags, será possível buscar por áudios.

Ao pesquisar por uma música, por exemplo, aparecerão vários vídeos do Reels ao som daquela melodia. A partir daí, você vai começar a assistir aos vídeos, não vai conseguir mais parar e por aí vai…

Para resumir: A ideia central da novidade é impulsionar os vídeos que fazem tanto sucesso no TikTok, fazendo com que a ferramenta também seja mais utilizada. Será que Zuckerberg vai conseguir desbancar o TikTok como já fez com outros apps?

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Coworkings em lojas… Estranho né!?

Talvez, mas a maior rede de escritórios compartilhados do mundo acaba de anunciar uma parceria inusitada, que nem os mais criativos poderiam pensar.

A WeWork se juntou ao dono da Saks Fifth Avenue, uma loja de departamento de luxo, para criar estações de trabalho dentro do mesmo espaço em que se vendem roupas e outros acessórios.

Qual a lógica por trás disso? Ganhar seu dinheiro e gastá-lo sem precisar sair do lugar. Brincadeiras à parte, a ideia da WeWork é se tornar mais leve e escalável, já que passa a aproveitar espaços vazios no varejo, que se torna cada vez mais digital.

Além disso, a empresa faz uma mudança significativa em seu modelo de negócios tradicional, já que não mais vai precisar alugar o imóvel em si, como fez por muito tempo e nem sempre obteve lucros com isso.TECNOLOGIA e – IMOBILIÁRIO

O novo modelo de negociação com as lojas permite que a WeWork apenas faça a operação — como controle, organização e limpeza — em troca do espaço. Assim como o Uber, que não compra carros, e o Airbnb, que não aluga casas.

Para se ter uma ideia da mudança, pense que só em valor de aluguéis de contratos do modelo anterior, a empresa tem mais de US$ 10 bilhões a serem pagos nos próximos anos.

Zoom out: Ao que parece, cada vez mais, os complexos ganharão força no mundo pós-pandemia, considerando que as pessoas querem mais praticidade e otimização do tempo, ou seja, fazer tudo em um só lugar. Acostume-se com o tal do one-stop shop.

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A segurança dos pequenos virou um dilema tecnológico

Os novos recursos de segurança da Apple para menores de idade, inclusive, estão causando um fervor.

Explicando:

Uma triste e relevante porcentagem de usuários trafica material de abuso sexual infantil, que é, em outras palavras, pornografia infantil. Com isso, a gigante da tecnologia decidiu impedir a disseminação desses conteúdos.

Como? A Apple fará uma varredura nos iPhones para fotos ilícitas, com base no seguinte:

A companhia tem um banco de dados de material de abuso sexual infantil dado pelo Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas;
Ela vai, então, compará-lo com as fotos criptografadas enviadas ao iCloud; caso um limite mínimo de possíveis fotos seja correspondido, a conta será sinalizada e eles analisarão as fotos (afinal, pode ser um pai que enviou muitas fotos do primeiro banho do seu filho no grupo da família).

O problema é sério e carece de solução. Então, por que é controverso? Há pontuações de que, com esse sistema, a Apple poderia facilmente escanear qualquer conteúdo para algo que eles ou algum governo, por exemplo, desejem controlar.

A empresa, então, divulgou um FAQ de 6 páginas, dizendo que recusaria demandas para rastrear imagens que não fossem de abuso sexual infantil.

Ainda envolvendo crianças e tecnologia… O Google anunciou que não vai permitir mais segmentação de anúncios para crianças com base em sua idade, sexo ou interesses. O Facebook foi na mesma linha, mas só para interesses e atividades.

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Por onde você fez sua última compra online?

É provável que tenha sido pelo celular. Aos que adoram a palavra e-commerce, talvez seja hora de fazer um upgrade na letra inicial da palavra e avançar algumas casas no alfabeto.

Conheça o M-commerce. O fenômeno mobile commerce — ou consumo por dispositivos móveis, vulgo seu aparelho celular — ganhou muita força no último ano, e dados do comércio estadunidense podem mostrar uma tendência importante.

As vendas no m-comm cresceram 41,4% em 2020 e crescerão mais 15,2% em 2021, chegando a US$ 359,32 bilhões nos Estados Unidos. A quantidade de transações anuais em dispositivos móveis deve quase dobrar até 2025.

A estimativa é que essa forma de consumo tenha uma participação de 10,4% nas vendas anuais no varejo norte-americano até 2025 — US$ 728 bilhões.

O que vai impulsionar? Redes sociais se tornando cada vez mais carrinhos de compras — vide WhatsApp Shopping — lives com compras ao vivo e até o 5G. Só no Brasil, são mais de 235,45 milhões de linhas de celulares em operação.

Takeaway: Mais que vender online, é preciso estar pronto para vender pelo celular e existe uma diferença grande entre essas duas coisas. É só pensar naquele site bonito que fica horrível quando você acessa pelo mobile.

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Novo normal; 7,4% dos trabalhadores do Google querem continuar em casa

Não julgo, inclusive quero também! Conforme os estadunidenses começam a se movimentar mais, tem quem queira continuar em casa, e um relatório do Google mostra bem essa tendência.

A empresa do Vale do Silício divulgou que mais de 10 mil colaboradores solicitaram mudanças em seus contratos de trabalho para (1) trabalhar remotamente de forma permanente, ou (2) alterar o local da sede em que desejam trabalhar.

Cerca de 55% dos pedidos tinham como objetivo a transferência de escritório, enquanto o restante buscava permissão para continuar de home office.

Como o Google reagiu? Aparentemente bem. De todos os pedidos, a empresa acatou a maioria deles — cerca de 85%. Mesmo assim, isso é pouco expressivo perto dos 135 mil colaboradores no total.

Zoom out: Por mais que em casa os googlers possam trabalhar de meia e sem banho, apenas 7,4% deles optaram por esse caminho formalmente até agora. Vai ver é por isso que eles querem construir esse novo campus no Vale do Silício nos próximos anos.

Extra: Por falar em googlers, dezenas deles foram demitidos nos últimos anos por uso indevido dos dados da empresa

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Let’s talk business; Instagram

Se competir com o TikTok para atrair os jovens está complicado, o jeito é correr atrás das empresas. Ao menos, é assim que os executivos do Instagram estão pensando.

A plataforma anunciou, ontem, mais uma funcionalidade para atrair e engajar cada vez mais empresas e empreendedores na rede social, para ajudar naquele momento em que você está sem ideias do que postar.

Como assim? Com a nova ferramenta, chamada Instagram Hub, a ideia é que todo usuário de uma conta comercial possa ver o que perfis similares estão publicando e anunciando no Instagram.

Basicamente, o social media da Pringles poderá abrir uma aba e ver o que a Elma Chips, Doritos e a Lays estão publicando em suas contas, para ter ideias e se inspirar. Quase um Pinterest…

Zoom out: Com a funcionalidade, além dos feeds comerciais ficarem mais parecidos do que já são — risos de como isso é ultrapassado —, mais publicações e patrocinados serão feitas na rede. More posts, more money.

É o novo cartão de visitas! Muito mais que uma rede social, o Instagram parece estar entendendo cada vez mais seu potencial de vitrine e descoberta de novos negócios, e talvez esse seja seu último suspiro contra o TikTok.

Pare pra pensar e talvez você também perceba que ultimamente você tem procurado mais as empresas no Instagram do que no Google. Followers > Website bonito.

Food for thoughts: Pode ser que o futuro do Instagram seja mais próximo de se tornar um lugar em que as pessoas vão para descobrir produtos, serviços e empresas — algo como a maior vitrine do mundo — do que o lugar de fotos legais.

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Simples assim; Amazon está pagando US$ 10,00 por seus dados biométricos

Além de vender tudo, a maior loja do mundo quer também comprar dados biométricos de seus clientes. A Amazon está pagando dez dólares pela coleta da palma da mão de seus usuários.

A ideia é simples: Registre a palma de sua mão em alguma das lojas físicas da Amazon, conecte sua “digital palm” na sua conta e ganhe um cupom promocional para comprar qualquer produto com eles.

Um estímulo relativamente baixo, mas suficiente para que muitas pessoas “vendam” seus corpos, ou, pelo menos, informações permanentes sobre eles.

O que há por trás disso? Menos contato e mais consumo. No ano passado, a Amazon lançou seus scanners biométricos em várias lojas, já prevendo um mundo pós-pandemia.

Nos EUA, a modalidade de pagamento contactless — sem dinheiro ou cartão — cresceu 29% no ano passado. No BR, de R$ 7,2 bilhões transacionados pela tecnologia NFC em 2019, saltamos para R$ 41 bi no ano da pandemia.

No que vale colocar atenção…

Privacidade. Os dados biométricos são uma das únicas maneiras pelas quais empresas e governos podem rastrear uma pessoa eternamente. Você pode mudar seu nome, seu rosto, mas não a palma da sua mão.

Com crescimento de crimes cibernéticos e frequentes ataques hackers a grandes empresas, o prejuízo pode ser maior que o retorno pela concessão da sua mão.

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Empresas poderão ser multadas a partir de hoje de acordo com LGPD

Na verdade, desde ontem, mas como o primeiro dia do mês caiu em um domingo, nada aconteceu por enquanto. O fato é que, a partir de agora, as sanções previstas na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) podem efetivamente ser aplicadas.

Contexto e relevância… Nos últimos anos, a coleta de dados por parte de empresas cresceu absurdamente e, certamente, você tem infos disponíveis no banco de dados de diversas empresas.

A LGPD é um grande marco na relação e no tratamento das informações por parte das empresas e tem como objetivo principal a proteção da privacidade das pessoas.

Desde a nomeação de uma pessoa encarregada pelos dados — ou Data Protection Office (DPO) — até a disponibilização de relatórios e atendimento específico para contato para esclarecimentos, as empresas passam a ter uma série de requisitos a serem cumpridos diante da lei.

Qual o tamanho das multas? É aqui que mora a confusão. Apesar do prazo para aplicação ter se iniciado ontem, ainda não há um documento que estabeleça como as multas serão calculadas.

Isso indica que, inicialmente, as penalidades terão um caráter mais educativo, sendo que o órgão competente para fiscalizar e multar afirmou que as empresas começarão sendo somente advertidas, e que as punições vão evoluindo aos poucos. O que se sabe é que o teto é de R$ 50 milhões.

Zoom out: Independente do porte, as empresas — e não só as de tecnologia — devem começar a se movimentar mais ainda nos próximos meses. Uma oportunidade e tanto para os advogados de plantão.

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Não é um bom momento para se trabalhar no marketing da Netflix Brasil.

Principalmente, no time de Social Media que, durante o final de semana, teve que ler inúmeras críticas nas última fotos publicadas.

Por quê? Alta nos preços. Depois do anúncio de que a assinatura do streaming iria aumentar, os fãs não perdoaram e encheram os últimos posts de comentários sobre a medida, reclamando sobre a alteração nos valores.

O aumento médio do valor das assinaturas foi de 20%. O plano mais básico, por exemplo, que custava R$ 21,90 foi para R$ 25,90 e o mais caro, de R$ 45,90 foi para R$ 55,90. Todos os novos valores já estão disponíveis no site da empresa.

O que isso significa? Janela de oportunidade para os concorrentes, até porque, agora, a diferença entre os preços é a maior já vista, desde que todos entraram no mercado. Para ter um comparativo, o Prime Video custa R$ 9,90 por mês e o HBO Max R$ 19,90.

Até mesmo o Globoplay, concorrente nacional, quer aproveitar a oportunidade. Um dia depois do anúncio da Netflix, a rede disse que não irá subir os valores da assinatura até 2023. Veja a alfinetada.

Zoom out: Com cada vez mais opções no mercado, especialmente de ofertas conjuntas — assine X e ganhe o streaming Z —, o aumento de preços pode ser um motivo imediato a mais para que outros usuários testem novos serviços.

Na América do Norte, a Netflix viu 430 mil assinantes deixarem o serviço nos últimos três meses, enquanto a HBO ganhou 2,8M de novos usuários. Vejamos o que vai acontecer por aqui…

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O quão grande pode ser o mercado de turismo espacial?

Ontem, Jeff Bezos, seu irmão, uma senhora de 82 anos e um jovem de 18 — a primeira pessoa que realmente pagou para sair da Terra — completaram mais uma ida humana ao espaço.

O feito acontece poucos dias depois de Richard Branson ter feito quase o mesmo com a Virgin Galactic. Quase, já que Bezos foi um pouco mais longe que Branson, e há uma discussão a respeito disso.

Anyway, de volta à pergunta inicial; se partirmos do pressuposto de que o primeiro assento da história foi efetivamente vendido por US$ 28 milhões de dólares, podemos dizer que é um mercado pra lá de inflado.

Só nesse primeiro leilão da Blue Origin, para que se chegasse ao valor da venda, foram registrados mais de 7.600 lances. É claro que os próximos voos não ficarão tão marcados na história e nem terão Bezos como tripulante, mas é uma demanda considerável. Estimativas mostram que o mercado de turismo espacial pode valer US$ 8 bilhões dentro dos próximos 10 anos.

O que Bezos pensa? Bem… Ele acredita em seu negócio. Na coletiva de imprensa de ontem, além de enfatizar bastante o fato do garoto de 18 anos ter sido o primeiro pagante a ir pro espaço, Bezos disse que há outros dois voos já marcados até o fim do ano, em razão da alta procura.

Segundo ele, as vagas nos voos futuros da empresa já estão se aproximando de US$ 100 milhões. Só o futuro dirá se isso realmente procede.

Questionado como diminuir o preço das viagens comerciais ao espaço, o ex-CEO da Amazon disse que é um processo longo, mas que seguirá o caminho das viagens de avião.

Richard Branson, seu concorrente, já acionou a Under Armour para fazer trajes sob medida para seus futuros clientes-astronautas.

Zoom out: Ainda é muito cedo para fazer previsões e desenhar cenários, mas o fato é que nunca se falou tanto nessa indústria como agora, o que, naturalmente, favorece as empresas do setor. Sim, é uma boa hora pra começar uma startup na área!

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