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Fazendo aniversário!!

Hoje, o Pix, que revolucionou a forma como nós brasileiros nos relacionamos com o dinheiro, completa 1 ano desde seu lançamento integral.

Ao longo de 365 dias, a quantidade de usuários cresceu 639%, já tendo ultrapassado a marca de 100 milhões.

O Pix nasceu como uma alternativa — gratuita — às TEDs/DOCs, mas, hoje, já rivaliza com cartões de débito e dinheiro em espécie pelo título do principal meio de pagamento do país.

E, de fato, o Pix está tirando o dinheiro da mão das pessoas nas ruas, já que fez com que R$ 40 bilhões em espécie deixassem de circular no Brasil.

Nesse 1 ano, porém, algumas mudanças em favor da segurança foram necessárias — como os limites noturnos para enfrentar o aumento de sequestros relâmpagos.
O que vem por aí?

No final deste mês, o Pix terá dois novos produtos, o Pix Saque e o Pix Troco.

Pix Saque: Você poderá enviar um Pix para um agente de saque — que pode ser uma padaria ou um supermercado, por exemplo — a partir de um QR Code, e a loja vai te repassar um valor em dinheiro. Basicamente, tudo poderá ser um caixa eletrônico.

Pix Troco: Nesse caso, você faz uma compra, paga com Pix, mas num valor superior, e o estabelecimento devolve em dinheiro o valor excedido.

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Polêmica: “Me mostre como e eu faço um cheque imediatamente”

Foi basicamente isso que Elon Musk respondeu depois que um diretor das Organizações Unidas disse que 2% de sua fortuna poderiam acabar com a fome mundial.

Segundo o diretor do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, David Beasley, uma pequena parte do patrimônio de ultra-ricos, mais precisamente US$ 6 bilhões — quase R$ 34 bilhões — poderiam ajudar 42 milhões de pessoas a não morrerem de fome.

David citou nominalmente Jeff Bezos e Musk durante seu discurso à CNN e pediu ajuda dos empresários para resolver o problema. O bilionário, com patrimônio avaliado em mais de US$ 300 bilhões, não se eximiu da responsabilidade e respondeu que venderia ações de sua empresa Tesla imediatamente para resolver o problema, com duas condições:

A explicação exata de como o valor de 6 bilhões de dólares resolveria o problema;
Os gastos devem ser publicamente acessíveis e auditáveis por qualquer um, para que todos vejam como o dinheiro é utilizado.
Depois da resposta de Musk, o diretor do programa das Nações Unidas o convidou para uma conversa, citando que a missão não era tão complexa quanto o foguete Falcon Heavy construído pela Tesla.

Por que é relevante? Para muitos, bastaria a boa vontade dos bilionários para que a humanidade fosse salva. Após a resposta de Musk, é a aplicação do dinheiro que está em jogo — algo que não parece ter sido pensado ainda.

Curiosidade: No ano passado, o programa mundial da ONU (WFP) contra a fome levantou aproximadamente US$ 8,4 bilhões, segundo fontes oficiais, que seria o suficiente para solucionar o problema da fome mundial segundo o diretor. Como sabemos, a fome continua existindo.

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Posicionamento do Banco Central sobre pedido de limitar PIX a R$ 500 por mês

Se não foi o seu caso, é provável que você tenha ouvido alguém comentar. Golpes no PIX estão cada vez mais comuns no Brasil e, com isso, uma série de questionamentos vêm sendo feitos sobre a segurança da ferramenta.

Que tipo de questionamento? O Procon-SP, essa semana, pediu que o Banco Central limite a R$ 500 por mês o valor das transações com o meio de pagamento. Houve ainda um pedido mais agressivo… Na semana passada, um deputado estadual de SP apresentou um projeto de lei para proibir temporariamente o uso em todo o estado. Sim, isso realmente aconteceu…

O Banco Central, por sua vez, se posicionou contrariamente aos pedidos e afirmou que a medida seria um completo retrocesso. Mês passado, medidas de segurança já foram impostas pelo BC para minorar possíveis riscos.

  • Daqui pra frente, todas as instituições devem impor um de limite diário de R$1.000,00 para transferências no período noturno, ou seja, de 20h às 06h.

O impacto do PIX

+100 milhões de cidadãos e mais da metade das empresas do Brasil utilizam o sistema de pagamentos inaugurado no ano passado. O PIX já ultrapassa o uso de cartão de crédito, sendo a 2ª maior forma utilizada para pagar no país.

Zoom out: As transações com suspeita de fraude no PIX representam apenas 0,0011% da quantidade total e são provenientes da conduta humana, o que é bem diferentes de falhas no sistema.

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Ah se meus olhos tirassem fotos!

Já disse ou ouviu essa frase? Independente da resposta, Tio Zuck quer que isso se torne realidade antes do que todos imaginavam. Ontem, a empresa anunciou uma das collabs mais célebres que o mundo já viu: Facebook + Ray-Ban.

Do que se trata? Por mais que eu escreva ou descreva, o vídeo — nesse caso — será melhor. Se preferir ler e imaginar, pense em um óculos de sol que pode tirar fotos, atender ligações e tocar músicas. Se mudou de ideia, clique para ver.

Não é um produto, é uma nova era 

Muito mais que um óculos, talvez estejamos diante de uma transformação abrupta na forma em que as pessoas compartilham suas vidas digitalmente e se relacionam.

  • Não se trata mais de pegar o telefone para capturar um momento, mas sim de duas lentes que abrem espaço para inúmeras possibilidades — de realidade aumentada até comércio eletrônico. #BlackMirrorFeelings.

É um novo caminho para o mundo virtual compartilhado (metaverso) desejado por Zuckerberg e fruto das 10 mil pessoas que têm trabalhado na unidade de negócios do Facebook, que pretende lançar o “novo iPhone” — ou o produto que muda tudo.

Importante lembrar… O Google tentou algo similar — e bem mais feio — em 2014, por US$ 1.500, mas falhou. O Snapchat também… Zuckerberg apostou em um design mais bonito, com mais modelos e bem mais barato. 20 modelos e US$ 299 cada.

Com carga total, os óculos podem ser usados por 6 horas e, em termos de espaço, tirar até 500 fotos ou gravar 35 vídeos de 30 segundos.

Duas coisas pra estar atento: (1) Privacidade e (2) Pessoas na rua usando Ray-Ban e olhando em sua direção.

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A carteira digital do Facebook

O Facebook já movimenta muito dinheiro e, agora, Mark Zuckerberg quer ter sua própria “carteira” também. 

  • Só para se ter uma ideia, no último ano, a empresa processou cerca de US$ 100 bilhões em pagamentos, vindos de compras nos apps, anúncios e mensagens. 

O que Zuck quer agora? Basicamente, a ideia é que o Novi seja um sistema de pagamentos digitais, com base em blockchain, para facilitar as transações online. 

  • Em outras palavras, várias carteiras digitais em todo o mundo poderão negociar usando a mesma moeda, chamada Diem.

A relevância: Com a inovação em pagamentos, todo o ecossistema do Facebook passaria para outro nível, já que a empresa controlaria mais uma parcela do processo.

Esse é o produto mais ambicioso de Zuck em anos e já está pronto para ser lançado. Só falta uma coisa…

A aprovação das autoridades. O Facebook precisa convencer os reguladores de que é uma boa ideia. A preocupação, até agora, era de que a novidade abalasse o sistema financeiro global ao colocar o Diem contra outras moedas — como o próprio dólar.

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Governo chinês define limite ao uso de videogames

Limite de videogame. Quando você era criança, provavelmente sua mãe te impunha — ou, pelo menos, tentava — um horário limite com os controles na mão.

Pois é… Agora, as crianças e adolescentes chinesas vão ter que seguir um horário definido pelo governo do país. Como assim?

A China proibiu os videogames online de segunda a quinta para menores, sendo permitido jogar apenas de 20h às 21h, nas sextas, sábados, domingos e feriados.

A justificativa dada pelo governo foi evitar o vício e resguardar a saúde física e mental das crianças. Para ter certeza de que nenhum gamer vai burlar as regras, todos os videogames online precisam ser conectados a um sistema operado pelo país.

Qual é a relevância? Além de um governo controlando ainda mais o que sua população faz, isso acaba limitando também uma indústria bilionária.

Só para se ter uma ideia, há mais de 110 milhões de menores que jogam videogame na China hoje.

Dessa vez, a intervenção segue um artigo da mídia estatal, que chamou os videogames de “ópio para a mente” e fez as ações de companhias de jogos perderem quase US$ 100 bilhões em valor desde então.

Bottom line: As gigantes de games no país, como Tencent e NetEase, estão cada vez mais encurraladas com as novas regulações do Partido Comunista Chinês.

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Decisão importante para os aplicativos de transporte

Uma decisão do tribunal da Califórnia quer transformar os motoristas em funcionários, sob o argumento de que a famosa Proposta 22 é inconstitucional. Calma, vou explicar…

Um referendo na Califórnia decidiu, em novembro do ano passado, que motoristas não deveriam ser tratados como empregados, mas sim trabalhadores independentes — bem como ocorre no Brasil.

Na época, a decisão foi extremamente comemorada pelos aplicativos que possuem em seu modelo de negócio trabalhadores autônomos — ou seja, quase todos os unicórnios de tecnologia do setor de serviço.

Uber, Lyft, DoorDash, Instacart e Postmates “investiram” mais de US$ 200 milhões para incentivar a aprovação dessa proposta.

Tudo estava indo bem até que…

Na sexta-feira, um tribunal decidiu que a tal Proposta 22 era inconstitucional por limitar o poder do Legislativo e privar os motoristas de estarem sujeitos à proteção legal.

Mas afinal, por que isso importa? Muitas dessas empresas já disseram que, caso os prestadores de serviço tenham que ser tratados como empregados, não haverá condições de continuar operando, já que isso aumentaria em mais de 20% os custos do business.

Uma aliança que representa as empresas disse que planeja apelar da decisão, e os investidores do setor parecem não ter acreditado que a medida vai vencer o lobby de Uber, Lyft e cia. As ações de ambas, inclusive, fecharem em alta ontem.

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Noronha quase virou uma imensa área VIP

Essa não é a primeira vez, e nem será a última, que ouvimos falar em pulseiras eletrônicas como formas de pagamento — convenhamos, elas são uma mão na roda.

Acontece que, dessa vez, foi um pouco diferente…

A organização Sou Noronha se uniu à empresa de tecnologia Meep no projeto “Um novo jeito de viver em Noronha”. Na iniciativa, as pulseiras eletrônicas coloridas, além de realizarem pagamentos, dividiam as pessoas na ilha da seguinte forma:

Azul = Visitantes que quisessem guardar a pulseira como souvenir e receber mimos em restaurantes selecionados;

Preta = Turistas dispostos a recarregar pelo menos R$10.000, recebendo descontos e acessos diferenciados;

Roxa = A mais exclusiva, apenas para artistas, celebridades e influencers;

Verde = De temática ecológica, retornável e de valor simbólico;

Cinza = Comerciantes.

Como você já deve imaginar, a divisão gerou polêmica por setorizar as pessoas na ilha de acordo com o poder aquisitivo ou classe.

De um lado… Os idealizadores insistem que o objetivo era dar praticidade e segurança aos pagamentos na ilha.

Do outro… Internautas se manifestaram dizendo ver discriminação por trás da ideia e que o serviço traria segregação.

Depois da avalanche de críticas, o governo local e a empresa voltaram atrás. Agora, haverá apenas a distinção entre consumidores e comerciantes — só duas cores.

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Cavalo galopa, unicórnio também

Apenas 5 meses depois de levantar US$ 90 milhões, a brasileira Nuvemshop anunciou um novo aporte de US$ 500 milhões.

Com isso, a startup é, agora, avaliada em US$ 3,1 bilhões, o que dá a ela o selo de unicórnio e de ser a 5ª startup mais valiosa da América Latina.

Mas, o que a Nuvemshop faz? Não, não é uma plataforma que guarda arquivos na nuvem. A empresa, vista como o Shopify latino, é uma plataforma para pequenos e médios varejistas que desejam construir seu próprio e-commerce.

Hoje, já são mais de 90 mil clientes que veem como uma alternativa para não ficar eternamente vinculado ao Mercado Livre, por exemplo.

Dessa forma, os negócios se conectam diretamente com os consumidores, podendo transmitir suas marcas, imagens e vozes sem intermediadores.

O momento: Com o êxodo físico para o online de 2020, praticamente todos os indicadores da empresa triplicaram no ano passado. Hoje, a Nuvemshop monetiza com uma mensalidade e uma taxa por venda. Será que é tudo isso?

A empresa vai direcionar o investimento para a melhoria do produto, além do projeto de expansão internacional, pensando nos 650 milhões de consumidores latino-americanos.

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Jeff Bezos vs. Elon Musk; do tribunal judicial para a Lua

Se você achava que já tinha visto de tudo, aqui vai algo a mais… Uma briga judicial pelo espaço, envolvendo dois dos homens mais ricos do mundo.

O motivo? Quem vai pra lua primeiro. A Blue Origin, empresa espacial de Jeff Bezos, está processando a NASA por causa de supostas falhas no programa multibilionário de aterrisagem lunar promovido pela agência.

Calma, explicando melhor; inicialmente, a ideia da NASA era que pelo menos duas companhias competissem entre si para desenvolver a espaçonave que levará os astronautas à Lua pela primeira vez desde a missão Apollo, em 1972, mas…

Devido ao budget limitado, a NASA anunciou que não conseguiria levar duas empresas e concederia um contrato exclusivo à SpaceX, por US$ 2,9 bilhões.

A Blue Origin, então, recorreu ao Tribunal Federal, alegando irregularidades no contrato e dizendo que a empresa de Elon Musk foi privilegiada na negociação.

Musk não perdeu tempo e decidiu alfinetar Bezos no Twitter, dizendo que, se o lobby e os advogados pudessem colocá-lo em órbita, Bezos estaria em Plutão.

Takeaway: o mercado espacial não só continua agitado, como já é objeto de conflitos entre os bilionários mais poderosos daqui. Ao que tudo indica, o plano da NASA de levar os astronautas à Lua até 2024 deve atrasar…

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