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SAÚDE E BEM ESTAR

Se você não usa óculos, sua hora provavelmente vai chegar

Depois de um ano de home office e EAD — tudo por trás das telas —, a miopia tem se tornado uma preocupação crescente, especialmente entre as crianças.

Um estudo publicado neste ano, com base em quase 195 mil exames de visão, relatou que a miopia em crianças de 6 a 13 anos aumentou em até três vezes em 2020 em relação a 2015-2019.

No período entre 2015 e 2019, apenas 5,7% das crianças tinham miopia e, em 2020, esse número saltou para 21,5%. 👓

Os autores da pesquisa concluíram o estudo como uma evidência do agravamento dos problemas de visão por causa do isolamento, apesar de não fornecer o tempo de uso de cada criança nos eletrônicos.

Além do excesso de telas, durante a pandemia, tivemos menos exposição à luz natural, algo muito importante no desenvolvimento ocular infantil.

Zoom Out: A OMS já estima que a miopia vai afetar 52% da população mundial até 2050, e o mercado global de óculos deve decolar. Estima-se que o setor, hoje avaliado em US$ 147 bilhões em 2020, cresça a uma taxa anual de 8,5% nos próximos anos.

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Campanha de vacinação: Do BBB para a Pfizer

Com a vacinação andando, surgiram ações interessantes para incentivar a imunização. Nos EUA, Budweiser, Uber e Shake Shack foram algumas das companhias que entraram com tudo nessa ideia. Por aqui, chegou a vez do maior ícone do BBB.

Não… Não é nem a Juliette, nem a Manu, nem o Prior. Estou falando de Tiago Leifert.

A Pfizer lançou sua primeira campanha para reforçar a importância da vacinação com o apresentador do reality show mais famoso do país, que doou integralmente o cachê para o voluntariado do Hospital Albert Einsten.

A campanha, de veiculação nacional, se chama “Vacina: Tomar para Retornar” e pretende incentivar as pessoas a irem se vacinar para, como consequência, agilizar a retomada da rotina, do trabalho e da normalidade como um todo.

Quais serão os veículos? Televisão, rádio, sites de notícias e entretenimento, outdoors e, claro, as páginas de Tiago Leifert e da Pfizer nas redes sociais.

Além da vacinação, a iniciativa reitera a importância de, mesmo depois de receber as doses, continuar com a higiene das mãos, o uso de máscaras e o distanciamento, pelo menos enquanto a maioria da população não está vacinada. #VemVacina.

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Trabalhe enquanto eles dormem: o que não te contaram

Atenção, workaholics. Em um estudo recente, a OMS e a OIT descobriram que longas jornadas de trabalho causaram, só em 2016, mais de 745.000 mortes por doenças cardíacas e derrames.

Como eles sabem que a causa foi o trabalho em excesso? Todas as 745 mil vítimas trabalhavam mais de 55 horas por semana nos anos anteriores. Inclusive, a situação é ainda mais grave nos homens, que representam 72% dos óbitos analisados.

Trabalhar por tantas horas está associado a um risco 35% maior de derrame e 17% mais chances de morrer por problemas cardíacos.

Para colocar atenção… Os efeitos da pandemia ainda não foram sentidos por completo, mas pense por você… Está trabalhando mais ou menos desde que foi pra casa?

O que o estudo aponta como solução?

Basicamente, que empresas, funcionários e governos estabeleçam limites que protejam a saúde dos trabalhadores. A maioria dos exemplos vistos envolve a redução da jornada para 4 dias — ou 32 horas — por semana:

A Microsoft fez isso, ainda em 2019, no Japão. Como resultado, a produtividade entre os empregados cresceu 40% e os custos com eletricidade caíram 23%.

A Unilever aderiu a mesma ideia na Nova Zelândia, com 81 funcionários da sua subsidiária.

Aqui no Brasil, foi a Zee.Dog, que anunciou o teste em fevereiro de 2020, retomado nesse ano.

Em termos governamentais, a Espanha vai investir 50 milhões de euros em um teste nacional para uma jornada de 4 dias por semana, por três anos, custeando a diferença na remuneração dos funcionários de mais de 100 empresas.

Na Nova Zelândia, a premiê recomendou o mesmo para aumentar o turismo local e reduzir o estresse. Tendência? Vale tentar?

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Diminui número de bebês em São Paulo

São Paulo é só um dos 26 estados do Brasil, mas é capaz de nos dar insights interessantes. Um estudo mostrou queda no número de nascimentos no estado em 2020, uma diminuição de 31 mil, ou 5,3%. Na comparação da última década, a taxa de fecundidade caiu de 1,7 filho por mulher para 1,6.

Por que isso é relevante? Pois reflete na estrutura etária da população, principalmente a mais jovem. Como a queda não foi apenas no ano pandêmico, mas ao longo de 10 anos, ela pode resultar até mesmo em mudanças no planejamento econômico.

Um exemplo… Aumento do foco na população mais velha, já que quando a taxa de fecundidade diminui, a tendência é de envelhecimento da população, como já estudado em vários países europeus. Outro ponto interessante é que a proporção de mães com menos de 20 anos caiu de 15% para 9,7% em 10 anos, ou seja, a gravidez na adolescência diminuiu.

Uma coincidência: Norte americanos também estão tendo menos filhos. Por lá, os os nascimentos também diminuíram em todas as faixas etárias no ano de 2020. Aliás, é sexto ano consecutivo em que o número de nascimentos diminui. O ano passado teve a menor quantidade de nascimentos desde 1979.

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