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O que é importante saber hoje no mundo dos negócios

O Nubank será o apoiador oficial da América do Sul na Copa do Mundo do Catar, em 2022. Com isso, o banco digital busca aumentar seu alcance global. Os valores do acordo não foram revelados.

A Contra, rede profissional para trabalhadores autônomos, está fazendo uma parceria com o TikTok para permitir que usuários exibam seus currículos e portfólios por meio do TikTok Jump.

A empresa alemã FlixBus iniciou suas atividades no Brasil para competir com a Buser oferecendo viagens de ônibus a preços menores do que os de serviços tradicionais.

A Provu, fintech de crediário digital e meios de pagamento, levantou R$ 1,4 bilhão em investimento junto ao Goldman Sachs.

O Pinterest anunciou sua própria incubadora interna para novos projetos, chamada TwoTwentyy. O objetivo é ajudar a empresa a aumentar sua inovação.

Uma semana após receber aporte de R$ 75 milhões, a StartSe comprou 40% da Snaq, empresa de Inteligência e Insights pertencente à Fisher Venture Builder.

Seundo Fábio Faria, ministro das comunicações, o Brasil fechou um acordo com a SpaceX para levar internet à Amazônia e escolas rurais através dos satélites Starlink.

O Grammarly, verificador ortográfico online, captou mais de US$ 200 milhões, sendo avaliado em US$ 13 bilhões. Os recursos serão usados para acelerar a inovação de produtos e crescer a equipe.

A Eve Air Mobility, empresa da criada pela Embraer para acelerar o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM), anunciou o desenvolvimento do primeiro eVTOL Eve-Senna, projeto de carro voador que homenageia Ayrton Senna.

O Chile quer exportar energia solar para a Ásia através de um cabo submarino de 15 mil km, de forma a aproveitar o potencial do Deserto do Atacama.

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O que é notícia hoje no mundo dos negócios

Expandindo a atuação. A Reserva, grife masculina da Arezzo, lançará sua primeira coleção de moda feminina em 2022, entrando no segmento que movimenta 70% do consumo de moda no Brasil.

Crescimento acelerado. O Inter atingiu a marca de 15 milhões de clientes, um crescimento de quase 100% nos últimos 12 meses.

Foi só o nome que mudou? A Meta está sendo acusada de ainda estar rastreando adolescentes para segmentação de anúncios em suas redes sociais — contradizendo o que a empresa disse há alguns meses.

Entrando nos audiolivros. O Spotify anunciou a aquisição da Findaway, empresa líder global na distribuição de audiolivros digitais, para acelerar sua entrada nesse mercado. Os termos do acordo não foram divulgados.

Já pensou se a moda pega? O governo português proibiu chefes de mandarem mensagens de texto e e-mails aos seus funcionários fora do horário de trabalho, como parte de uma lei apelidada de “direito ao descanso”.

Concorrência pro YouTube. O Patreon, site de financiamento coletivo que permite que criadores produzam conteúdos exclusivos para assinantes, está criando uma plataforma de vídeo para concorrer com o YouTube.

Aquisição do passarinho. O Twitter adquiriu o Threader, um aplicativo que permite compilar threads da rede social e compartilhar os favoritos, facilitando encontrá-los posteriormente.

Compromisso de investimento. A TOTVS criou um fundo de R$ 300 milhões para investir em Corporate Venture Capital (CVC), ou seja, startups que podem trazer retornos financeiros e vantagens competitivas, por exemplo.

Cartão de cripto. A Visa e a Crypto.com lançaram cartões que permitem converter criptomoedas em reais. O plano das empresas é oferecer serviço de criptomoedas para estabelecimentos comerciais.

Snapmusics. O Snapchat fechou um acordo com a Sony Music Entertainment para incluir suas músicas no app. A empresa também revelou que está criando “Sound Lenses”, novos filtros de música com realidade aumentada.

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A febre dos especialistas em finanças da internet

Se nos últimos meses você não ouviu alguém querendo te vender formas de ganhar dinheiro investindo ou de enriquecer sem tirar o cafézinho, você provavelmente não está habitando o mesmo planeta em que essa newsletter é escrita.

Brincadeiras à parte; milhares de jovens se tornaram influenciadores digitais e estão usando plataformas como TikTok e Instagram para ensinar finanças de forma mais fácil e atraente para o público mais novo, que é maioria nas redes sociais.

O fenômeno é tão grande que a Bloomberg denominou essa categoria de influenciadores como “Finfluencers”, e, num relatório recente, mostrou que alguns já estão ganhando mais que os próprios banqueiros de Wall Street. Algo em torno de 500 mil dólares por ano.

A tendência é mundial…

Durante a pandemia, parece que o interesse por finanças e investimentos disparou no mundo todo e que as pessoas colocaram mais atenção no mercado financeiro. Três dados recentes comprovam isso:

Os downloads de aplicativos de finanças aumentaram em 20%;

O tempo gasto em apps financeiros aumentou em 90% (em escala de horas);

Os aplicativos de negociação e investimento também viram o tempo de uso aumentar em 135%.

Olhando para o Brasil

Do início da COVID-19 pra cá, foram mais de 1 milhão de novos investidores na bolsa brasileira, que está quase atingindo a marca de 4 milhões no total.

A idade diminuiu… Até 2017, a bolsa de valores brasileira era dominada por pessoas entre 40 e 59 anos, mas, depois disso, a faixa dos 25 aos 39 anos passou a ser a média de idade predominante entre as pessoas físicas.

Oportunidade x Risco

POSITIVO: Se você é do setor de finanças, fazer parceria com esses influenciadores pode ser uma bela forma de acessar mais rápido o público jovem que, pela idade, terão um LTV — basicamente o tempo útil como cliente — mais alto.

NEGATIVO: Por outro lado, o algoritmo das plataformas prioriza o que engaja e não necessariamente o que é bom. Isso acaba abrindo espaço para picaretas e oportunistas, que prometem milagres ultra-atraentes para os investidores mirins.

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A nova geração de funcionários pós pandemia

Não há dúvidas de que a pandemia alterou a forma como vivemos. O que muitos não perceberam é que ela também alterou a forma como trabalhamos e o que buscamos nas empresas em que estamos.

Vamos lá… Durante o mês de agosto, mais de 7 mil funcionários de 7 países foram entrevistados com o objetivo de demonstrarem suas reais motivações nas companhias depois da pandemia.

O resultado? Um novo padrão nos funcionários do mundo todo, que pode ser traduzido como o drive por sentido e crenças comuns.

Vou explicar… A pandemia fez com que as pessoas repensassem suas vidas como um todo, e isso fez com que a empresa — um local que passamos tanto tempo — passe a ser algo maior que apenas “um salário” no fim do mês.

“Se não estou feliz e não acredito no negócio em que estou, vou sair”. Dentre os entrevistados, 1 a cada 5 já saiu ou planeja sair do emprego atual nos próximos meses.

O principal fator da mudança NÃO é o salário. Apenas 31% justificaram a troca por motivos de remuneração ou avanço de carreira. A verdade é que quase o dobro (59%) busca um lugar que se ajuste mais aos valores e crenças que possuem.

Assim como a Geração Z, que busca se conectar com as marcas que compram e se importam com causas mais sociais e coletivas, os “funcionários pandêmicos” também querem isso.

Explicando a imagem: ao que parece, 61% dos funcionários vão escolher ou evitar um determinado emprego baseado na similaridade de ideologias e crenças da companhia.

Diversidade, inclusão e sustentabilidade são pautas fundamentais não só no papel, mas em ação. As empresas que se posicionam sobre questões-chave têm quase 10x mais probabilidade de serem destinos atraentes.

O papel do CEO não é só dirigir, mas se posicionar. Quase 1/3 dos entrevistados deixou organizações que não conseguiram se posicionar sobre questões sociais ou políticas importantes.

Por último… 

O relatório mostrou que a empresa se tornou a instituição de maior confiança dos funcionários, mais até que o próprio governo e a mídia.

Zoom out: A responsabilidade das companhias aumenta, mas a mudança pode estimular um futuro de “tribos”, em que só se contrata e convive com aqueles que pensam de forma semelhante — para um extremo ou outro. Fica a reflexão…

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Amazon concede mais um benefício para seus funcionários

Faculdade na conta da Amazon. A partir de janeiro de 2022, a maior varejista do mundo vai pagar as mensalidades, taxas, livros e até transporte para seus funcionários que quiserem obter um diploma de graduação.

A oferta vale para a maioria dos 750 mil trabalhadores horistas — que têm um contrato com base em horas trabalhadas — nos Estados Unidos.

Além das faculdades, haverá programas de diploma do ensino médio e certificados de inglês como segunda língua.

Qual o motivo? Não é filantropia. O intuito da empresa é atrair e reter funcionários em um mercado de trabalho cada vez mais disputado. Só em julho, nos EUA, havia 879 mil empregos não preenchidos no setor de varejo.

Dois outros grandes concorrentes no segmento, por exemplo, também estão agindo nessa linha:

O Walmart passou a bancar a formação de seus funcionários em 10 parceiros acadêmicos e vai começar a cobrir os custos de seus livros.

O Target anunciou que vai pagar mensalidades e livros para seus +340 mil trabalhadores em 40 escolas parceiras.

Voltando à Amazon… Para receber o benefício, é preciso continuar trabalhando na empresa pelo período todo. Incentivo ao estudo + Retenção da força de trabalho.

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Se há quem pense que a TV morreu, a Amazon quer ir na contramão

 A maior empresa de varejo do mundo está se preparando para vender suas próprias televisões, com data para lançamento já em outubro deste ano. Aparentemente, as TVs da Amazon serão fabricadas por terceiros, terão Alexa já instalada e um tamanho de 55-75 polegadas, para que você possa colocar — ou comprar — na sua sala, quarto, cozinha ou onde quiser.

Qual a lógica? Superficialmente falando, a ideia é integrar cada vez mais as soluções da Amazon, como o Prime Video, Music e a Alexa. Algo como:

“Ao invés de disponibilizar os aplicativos para outros dispositivos reproduzirem, vamos criar nossos próprios itens – e ganhar ainda mais com isso”

Indo um pouco além do óbvio… Depois da mais recente compra do premiado estúdio de TV, o MGM Studios, com o crescimento das compras online, já podemos imaginar um novo segmento: TV Commerce.

Imagine acordar e assistir um programa ao vivo, produzido pela Amazon, e dizer: “Alexa, compre a poltrona do cenário e a camisa do apresentador”. Se for um assinante do Prime, é provável que isso seja entregue até às 17:00 na porta de casa!!

Por último… O dispositivo ainda terá um diferencial dos recursos intuitivos, como o Adaptive Volume, que permitirá que Alexa responda mais alto se detectar um ruído de fundo.

Enquanto isso, Sr. Jeff está investindo…

Ao que parece, Jeff Bezos, fundador e ex-CEO da empresa, está investindo em uma startup de biotecnologia chamada Alto Labs dedicada a descobrir como reverter o processo de envelhecimento em humanos. Tomara que seja mais um sucesso.

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Cannabis rende US$ 100M de investimento e Apple libera vendas nas lojas

100 milhões de dólares. Esse foi o valor recebido, ontem, por um e-commerce especializado em venda de cannabis — o Jane Tech —, em sua segunda rodada de investimentos. Ele funciona como um Shopify do setor.

Sim, tem gente que torceu o nariz lendo isso. Pode até ter sido o seu caso… De um jeito ou de outro, é importante saber que a venda lícita de cannabis vem crescendo bastante nos últimos anos e está forçando movimentações interessantes no mercado.

Exemplo: Até poucos meses atrás, qualquer tipo de aplicativo que comercializasse ou facilitasse o consumo de maconha era banido da App Store.

Na última atualização das políticas de privacidade da loja, o CEO Tim Cook resolveu liberar. Antes de julgar, entenda que talvez você faria o mesmo.

Por quê?

Nos Estados Unidos, mais de 30 dos cinquenta estados já permitem o uso recreativo ou já descriminalizaram o seu consumo. Nesse locais, 72% dos maiores de 21 anos dizem já ter consumido ou estarem abertos ao consumo.

Mas isso não é só… A previsão de vendas do setor é de 56 bilhões de dólares para o ano de 2026 e, como você pode imaginar — até pelo título da matéria — o comércio online da planta também cresceu durante a pandemia.

A COVID-19 dobrou as vendas online de maconha!

É sério… Antes da pandemia, apenas 17% das vendas legais de cannabis eram feitas online. Durante o auge do isolamento, esse percentual atingiu a marca de 52%.

Hoje, faltando quase quatro meses para o fim do ano, quase 40% de todas as vendas legais de cannabis estão acontecendo pela internet. Concordou com Tim Cook?

Brincadeiras à parte e retiradas as convicções pessoais, é um mercado tanto, que vem atraindo não só mais atenção e dinheiro, mas mudanças na forma como empresas tratam a situação, como foi o caso da Amazon.

Zoom out: Aos poucos, a forma como as pessoas percebem a substância começa a se modificar e o TAM (Total Adressable Market) só aumenta. Goste você ou não, mais cedo ou mais tarde, a “tendência” também chegará aqui.

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Airbnb abre suas portas para refugiados afegãos

Ontem, o CEO do Airbnb tuitou (@bchesky) dizendo que a plataforma vai abrigar, temporariamente, até 20.000 refugiados vindos do Afeganistão.

Mas, onde? O executivo conta com a parceria dos anfitriões do Airbnb, pedindo a eles que abram suas casas para que seja possível cumprir a meta.

Em 2020, a maioria dos refugiados afegãos foram para o Irã e o Paquistão, países vizinhos — e é lá que eles devem pedir asilo outra vez.

A ação faz parte do Airbnb.org, um programa sem fins lucrativos que já abrigou 75 mil pessoas desde 2012. Todos os custos ficarão por conta do app.

Uma análise rápida… Com a notícia, a empresa se torna uma das primeiras a ajudar ativamente o país, que segue um caos.

Pra se ter uma ideia, as nações têm corrido para tirar seus cidadãos e aliados de lá, e o Talibã já afirmou que o grupo não vai mais permitir que afegãos vão ao aeroporto para evacuação.

Voltando ao Airbnb… Num cenário trágico desses, a companhia se posiciona e se mostra como uma marca humana — e, de tabela, ainda aparece nos grande canais de mídia.

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O que está por trás da contratação de Lionel Messi

Alguns dias depois do Barcelona anunciar o fim da era Messi, a especulação chegou ao fim. Como muitos esperavam, o destino do craque foi a França.

Ontem, Messi viajou para a capital do país e já foi anunciado oficialmente pelo Paris Saint-Germain, para jogar ao lado de Mbappé, Neymar, Sérgio Ramos e cia.

No novo contrato, o jogador receberá a metade do que recebia na Espanha. Aproximadamente 35 milhões de euros por ano (cerca de 214 milhões de reais), além das bonificações extras possíveis.

Isso é o mesmo que dizer quase R$ 5 milhões a cada vez que pisar em campo, considerando apenas as duas temporadas previstas do campeonato francês.

É um investimento; tratando-se de um dos maiores jogadores do mundo, não é só o mercado da bola que se movimenta. A marca do time se fortalece e há muito dinheiro envolvido com a base de fãs.

No site da Centauro, por exemplo, desde o começo das especulações sobre a transferência, a média de buscas por ‘PSG’ e acessórios relacionados teve aumento de 93,55%.

Só ontem, com a oficialização, as buscas aumentaram mais 57%, em relação à segunda-feira.

Outra curiosidade; com a chegada do francês Mbappé e, principalmente, do “Adulto Ney”, a receita geral do PSG saltou de € 486,2 milhões, na temporada 2016/2017, para € 635,9 milhões dois anos depois.

Não é à toa que desde que comprou o clube, em 2011, o Qatar Sports Investments, ligado ao governo do Qatar, já investiu no PSG mais de US$ 1 bilhão para atrair novos jogadores.

Resta saber se, agora, além do sucesso nas planilhas e no FIFA, o retorno no campo vem com o título da Champions…

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A polêmica do sorvete em Israel

Talvez você não saiba, mas, recentemente, a Ben & Jerry’s anunciou que pararia de vender seus sorvetes nos territórios palestinos ocupados por Israel. O motivo justificado foi que o país era inconsistente com os valores da companhia.

Como assim? Recentemente, a marca sofreu grande pressão dos ativistas para se posicionar em nomes dos palestinos, depois dos conflitos na região.

Em resposta, os políticos israelenses acusaram a Ben & Jerry’s e a Unilever — sua controladora — a dar um passo anti-Israel. Inclusive, o novo primeiro-ministro do país ligou para o próprio CEO da Unilever, dizendo que a mudança teria sérias consequências.

E aí? A Unilever disse que a marca de sorvetes pode tomar decisões de acordo com sua “missão social”, mas, depois, seu CEO disse que o conglomerado continua comprometido com os negócios em Israel, tentando se desvincular da Ben & Jerry’s.

A relevância disso… Em meio a tantas aquisições, é interessante pensar como os posicionamentos de cada marca podem acabar impactando a holding como um todo.

Além do sorvete, mas ainda sobre posicionamento de negócios na região: Em 2018, o Airbnb disse que proibiria anúncios de propriedades israelenses na Cisjordânia, território que os palestinos afirmam que deveria fazer parte de seu estado.

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