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Os grandes líderes do mercado estão entrando no “modo blogueira”

Imagem: Reprodução

Quanto menos produzido, melhor. CEOs e diretores das maiores empresas do mundo estão usando vídeos verticais gravados no modo selfie para falar sobre os seus resultados financeiros.

  • A ideia é tornar a comunicação mais acessível, humana e, principalmente, mostrando que esses grandes líderes são pessoas comuns com preocupações e desafios como qualquer um.

Em busca do engajamento; o presidente da Blackstone, uma das maiores gestoras do mundo, por exemplo, tem feito mini vlogs sobre o dia a dia no escritório. E ele está longe de ser o único a apostar no formato.

Esses vídeos têm gerado mais engajamento nas redes sociais, como LinkedIn, X e Instagram, do que as formas tradicionais de comunicação corporativa, que costumam ser cheias de termos complicados e difíceis de entender.

🤳 A estratégia por trás: No mundo da internet atual, os vídeos curtos são a principal tendência. A “tiktokização” está por todo lado e chegou até mesmo em plataformas que não são de redes sociais — como a Amazon.

Ao mesmo tempo, o público está confiando cada vez menos em veículos tradicionais da mídia e em políticos. Já a credibilidade de CEOs e líderes empresariais atingiu o nível recorde.

Olhando para o futuro: As pessoas que nasceram de 97 a 2010 vão representar quase 30% do mercado até ano que vem. Logo, grande parte do público-alvo das empresas está acostumada com vídeos curtos, rápidos e dinâmicos.

Muito provavelmente, se os grandes players do mercado corporativo não se humanizarem e se encaixarem nos hábitos da geração, eles podem “perder” a atenção desse público. Falando nisso, esse case é bem interessante.

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Pizza Hut está aceitando crédito, débito e TikTok

Em uma jogada inusitada de marketing, a Pizza Hut lançou um programa nos Emirados Árabes Unidos que troca likes por pizza grátis. Literalmente!

Como vai funcionar? Os clientes que postarem qualquer trend do TikTok com a My Box — um combo personalizável da rede —, marcarem e seguirem o @pizzahut e usarem a #YourTermsYourConditions vão receber uma refeição grátis.

  • Segundo o chefe de marketing da empresa no Oriente Médio e Paquistão, a promoção foi lançada porque o buzz da mídia social é “uma moeda no mundo de hoje”.

A estratégia por trás: Com a enxurrada de ads que existe no feed, cada dia mais, as pessoas ignoram conteúdos de publicidade. Em vez de gastar com marketing digital, a Pizza Hut está investindo no conteúdo orgânico.

Como se tornar viral é o sonho de qualquer empresa que investe em marketing, passar a bola para os próprios clientes tende a facilitar bastante o caminho. Isso tudo pagando “só” com pizzas.

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NASA pede ajuda da SpaceX para resgatar astronautas

Oito dias que viraram oito meses. Em uma versão cósmica de Esqueceram de Mim, dois astronautas da NASA estavam na Estação Espacial Internacional desde junho sem saber como voltariam para a Terra. Agora sabem: fevereiro de 2025, a bordo de uma cápsula da SpaceX.

Alô, esse é o número do Musk?” A NASA pediu uma ajuda para a empresa do Mr. Elon, já que a Boeing, que seria a outra opção, foi justamente a responsável pelos problemas na nave que impediram a volta dos astronautas.

Por que importa? Porque mostra que os tempos mudaram. A agência espacial americana não cuida mais de tudo sozinha. Agora, ela faz parcerias com o setor privado para a criação de naves e o envio de astronautas e equipamentos ao espaço.

Nessa nova “corrida espacial”, em vez de países, empresas estão disputando um lugar no mercado de US$ 485 bilhões da exploração espacial — que pode chegar ao US$ 1 tri na próxima década.

Acontece que nem todas conseguem lidar com a responsabilidade:

  • A SpaceX fechou um contrato de US$ 2,6 bi com a NASA e completou 42 missões à Estação Espacial Internacional;
  • Com contrato de US$ 4 bi, a Boeing adiou várias missões, cancelou investimentos e deixou os astronautas presos no seu 1º voo tripulado.

Looking forward: Nessa semana, a SpaceX deve operar a primeira caminhada espacial feita por pessoas comuns, e não astronautas profissionais da NASA. O objetivo é testar os trajes da empresa para uma futura missão a Marte.

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A grande preocupação das multinacionais tem nome: China

O alarme tocou do outro lado do mundo. De carros a vestuário e de cervejas a marcas de luxo, as principais multinacionais estão em alerta com a desaceleração da economia da China.

A segunda maior potência do mundo, está crescendo cada vez mais devagar e menos do que o esperado, fazendo com que o consumo também diminua.

O que está acontecendo? Depois da pandemia, muitas empresas estrangeiras esperavam que o governo chinês estimulasse a economia, mas isso não aconteceu.

Além disso, o mercado imobiliário na China está em crise desde 2021. Como grande parte dos chineses investem em imóveis — que agora estão perdendo valor —, as pessoas não têm dinheiro para gastar.

E quando gastam… Os consumidores no gigante asiático estão menos interessados em produtos de fora e comprando mais de marcas locais. Enquanto as marcas chinesas ganham espaço, as estrangeiras perdem.

Historicamente, multinacionais têm dificuldade de conquistar os chineses. Produtos semelhantes (ou falsificados) mais baratos, assim como a cultura e hábitos da população, complicam o caminho da expansão no país.

Isso acontece principalmente com empresas de tecnologia, de roupas, alimentação e carros. Apple, McDonald’s, AB InBev, Porsche, L’Oréal, LVMH são alguns exemplos de marcas que viram as vendas caírem na China durante este ano.

Bottom-line: Com o consumo diminuindo, os preços no mercado chinês caíram no ritmo mais rápido em 15 anos — com o 4º mês seguido de queda. Nesse cenário, o Partido Comunista cortou a taxa de juros do país para tentar estimular a economia.

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Brasil no TOP10 da produção de energia solar

O Brasil entrou pela 1ª vez na história no ranking entre os países que mais geram energia solar de todo o globo.

Pra ter uma ideia, já é a segunda maior fonte da matriz elétrica do país — com 11,2% da produção total —, perdendo apenas para as hidrelétricas 51,3%.
A fonte solar é renovável, ou seja, não emite dióxido de carbono ou outros gases do efeito estufa. Além disso, ajuda a diversificar as fontes de energia, aumentando a segurança de suprimento.

Foram mais de R$128 bi em investimentos e quase 784 mil empregos gerados desde 2012, pela energia solar. Isso sem falar nos 33 milhões de toneladas de gás carbônico evitadas.

E não para por ai: Com cerca de 30% dos investimentos em 2022, a potência de geração solar instalada no país cresce 1 GW por mês, em média. Nesse ritmo, em 2 anos o país dobrara sua produção.

Ontem mesmo o Brasil lançou seu 1º parque de geração de energia associada — solar e eólica —, que sozinho abastece 1,3 milhão de residências.

Zoom out: A fonte solar, que já foi 3x mais cara que as demais, hoje é uma das mais baratas do mundo. Seus maiores custos de produção são o da tecnologia e dos painéis. Com isso, sua tendência é diminuir ainda mais, já que o preço da tecnologia costuma reduzir à medida em que é utilizada em maior escala.

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Voltinha no mundo dos negócios

Voltou, mas não voltou. Depois de enquete de Musk, a conta de Trump foi reativada no Twitter, mas ele disse que não tem interesse em retornar ao app.

Meio bilhão. Cristiano Ronaldo se torna a primeira pessoa a alcançar 500 milhões de seguidores no Instagram.

Chamaram o homem de novo. Depois de ter se aposentado, Bob Iger volta como CEO da Disney Company no lugar de Bob Chapek.

Novo clico. Quando Musk assumiu o Twitter, a rede social tinha em torno de 7.500 colaboradores. Hoje, com cerca de 2.700 pessoas, a empresa parou com as demissões e vai voltar a contratar.

Pizzas EV: A Domino´s lançou mais de 800 veículos elétricos para a entrega de pizzas nos EUA.

Você já usa? Como alternativa do Twitter, muitos brasileiros estão indo para a rede social indiana Koo.

Bezos não para. A Amazon vai investir mais de US$ 4 bilhões no sul da Ásia até 2030, na tentativa de expandir seu serviço de nuvem.

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Os mais novos Bilionários de 2022

Anualmente, é divulgada a lista de bilionários ao redor do mundo. Em 2022, ela veio menor e mais pobre — há 87 bilionários a menos, acumulando juntos um montante R$ 1,84 trilhão menor que no ano anterior.

Ainda assim, 236 indivíduos passaram dos 10 dígitos de patrimônio no ano passado — enquanto 329 saíram da lista e agora têm que se contentar com o “mi”.

A China foi a maior geradora de bilionários do mundo, seguida dos EUA e da Índia. A lista também está bem masculina: apenas 14% são mulheres. Considerando as self-made, o percentual cai para menos de 5%.

O que esse povo faz da vida? Nenhum setor deu origem a tantos bilionários quanto o financeiro, mesmo com os mercados globais tropeçando. Ainda assim, a lista dos 10 mais ricos do mundo é composta por, majoritariamente, pessoas ligadas à tecnologia.

Muitos desses estão ligados às fintechs, como é o caso dos brasileiros novatos na lista — Pedro Franceschi e Henrique Dubugras, cofundadores da Brex, startup de cartões de crédito corporativo.

Para te inspirar: Se você acha que, porque não nasceu em berço de ouro, nunca conseguiria chegar lá, saiba que a maioria dos bilionários construiu sua fortuna em vez de herdá-la — mais precisamente, 71% da lista.

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“SulAmérica, você é minha”

Praticamente foi isso o que a Rede D’Or quis dizer! Hoje, a pauta é diferente de “ontem, os mercados foram afetados pelos temores acerca dos conflito…”, que deve voltar com tudo; a Rede D’Or anunciou, nessa quarta-feira, a compra da seguradora SulAmérica.

Vou falar brevemente sobre as duas partes deste casamento;

A Rede D’Or é a maior rede hospitalar do país, com unidades espalhadas por 11 estados brasileiros.

A SulAmérica, enquanto isso, é uma seguradora – que engloba serviços de saúde, odontologia, seguros de vida, previdência e investimentos – com mais de 7 milões de clientes.

O que a SulAmérica tinha para conquistar a Rede D’Or ? Sinergia, literalmente. A compra une dois players importantes do mercado de saúde do país, alinhando os ecossistemas que já se complementam – um dos motivos para se fazer um plano de saúde é ter acesso a um bom hospital, certo ?

Detalhes da operação: A SulAmérica será incorporada e, depois terá sua marca extinta – apesar de o time de gestão se manter. Agora, quem tinha ações da seguradora vai receber ações da Rede D’Or em substituição. É o match da saúde!

Ao que tudo indica, o mercado gostou da aquisição. A SULA11 fechou o dia com altade 25,11% e a RDOR3 subiu 8,82%.

PS: A Rede D’Or parece gostar tanto de ir as compras como a Becky Bloom. Desde outubro de 2020, seu IPO, foram 16 aquisições.

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Principais notícias do mundo dos negócios que talvez lhe interessem

O Spotify lançou — em parceria com a Netflix — um novo “Netflix Hub” para centralizar as trilhas sonoras dos principais conteúdos da companhia.

O head do Instagram, Adam Mosseri, testemunhará perante o Senado sobre o potencial impacto negativo da plataforma para crianças e adolescentes.

A Netflix anunciou planos de adquirir o Scanline VFX, estúdio de efeitos visuais por trás de projetos como “Stranger Things” e Game of Thrones.

A Blue Origin anunciou seu 3º voo tripulado, que contará com 6 pessoas, incluindo o ex-jogador de futebol americano Michael Strahan e a filha do primeiro americano a ir ao espaço.

Ainda falando de espaço, a Virgin Galactic anunciou o vencedor de seu primeiro sorteio de dois ingressos para o espaço.

Só se fala em metaverso! A Niantic, empresa de realidade aumentada criadora do jogo Pokémon GO, captou US$ 300 milhões, sendo avaliada em US$ 9 bilhões, e quer criar um “metaverso da vida real”.

A Samsung anunciou que escolheu Taylor, no Texas, para construir uma nova planta de fabricação de semicondutores. O investimento estimado será de US$ 17 bilhões.

A Nasa está lançando a missão DART, a bordo de um foguete Falcon 9 da SpaceX, cujo objetivo será colidir com um asteroide — que não é uma ameaça para a Terra — para realizar um teste de desvio de órbita.

A Z1, fintech que busca ser a conta digital dos adolescentes, captou R$ 55 milhões em rodada Series A liderada pela Kaszek.

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O fator pandemia nas empresas

Além de mudar nossas vidas pessoais, a pandemia fez uma reviravolta no mercado como um todo. Muitas companhias tiveram os melhores resultados de suas histórias, enquanto outras, tiveram seu fim decretado.

Veja como o valor de mercado de algumas empresas listadas em bolsas de valores performaram do início de 2020 até hoje:

65% do PIB global é composto por serviços — como restaurantes, viagens e comércio. Com a pandemia, muitos estabelecimentos foram obrigados a fechar, o que afetou diversos setores — muitos dos quais, até hoje, não conseguiram se recuperar.

Um exemplo? O turismo. Isso fica bem claro ao analisar os resultados da Azul e da CVC, empresas que tiveram suas operações praticamente interrompidas.

O boom dos produtos; esse foi um fator que muitos já esperavam e se concretizou. Bens de consumo (alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal) foram consumidos como nunca, mas algo muito interessante aconteceu… Aumento na venda de produtos de luxo.

Pare pra pensar… Pessoas que gastariam dinheiro com viagens e afins, por ficarem presas em casa, acabaram tendo que “procurar” outros lugares para gastarem seu dinheiro.

Analisando os números da Porsche, logo nos primeiros meses de COVID-19, no início de 2020, as ações da marca automotiva, que pertence ao Grupo Volkswagen, caíram pela metade.

Por não ser algo essencial, dadas as condições pandêmicas, o mercado inicialmente reagiu de forma muito negativa às restrições. No entanto, na prática, o efeito foi diferente do esperado: um aumento expressivo nas vendas.

Junte o fato de ser um bem escasso (oferta limitada) com a alta demanda, que os preços sobem. No caso da Porsche, carros seminovos da marca chegam a valer 30% a mais do que veículos zero — ou até mais, dependendo do modelo. Interessante, né?

Nem tudo são flores… Obviamente, não foi todo mundo que se deu bem. A varejista Restoque — proprietária de marcas de roupas como Le Lis Blanc, Dudalina e John John — viu suas ações despencarem.

Outra empresa que se deu muito mal foi a Saraiva, que não conseguiu migrar o consumo para o digital. Apenas 15% da receita que a rede de livrarias teve em 2021 veio de seu e-commerce — mesmo após tantos meses de pandemia.

A companhia não foi capaz de adaptar seu modelo de negócio à nova realidade do mercado, e vem acumulando prejuízos milionários e fechando diversas de suas lojas físicas.

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