Não basta colocar seus dois pilotos no topo do Campeonato Mundial de 2025. A McLaren também lidera outra corrida: a dos patrocinadores.
Nos últimos 7 anos, a equipe saiu de 5 para 53 marcas ativas, triplicou sua receita comercial e virou referência no paddock quando o assunto é gerar valor e impacto de marca.
O que mudou? Tudo começou quando Zak Brown assumiu o comando em 2016.
Um executivo com mais experiência no marketing do que em automobilismo — e que trouxe um modelo que virou case no esporte: parar de pensar como uma equipe de corrida e começar a operar como uma empresa de mídia.
Zak virou o rosto da McLaren, e os pilotos — Lando Norris e Oscar Piastri — passaram a ser tratados como creators, não só como atletas.
A equipe resgatou elementos dos anos 80 e 90, criou uma identidade forte e adotou uma linguagem pensada para Gen Z — com conteúdo feito para o scroll do TikTok, do X e do Instagram.
O movimento foi além da F1. A McLaren hoje corre na IndyCar, Fórmula E e Extreme E, ampliando audiência e relevância com marcas de diferentes mercados.
Os resultados falam por si: A equipe fechou 2023 com faturamento de US$ 571 milhões, o maior da sua história. Desde 2016, o valor da marca mais que dobrou e hoje, é o 4° time da F1 em volume de contratos — atrás do BIG-3 Ferrari, Red Bull e Mercedes.
Se você já visitou a terra do Tio Sam, muito provavelmente já entrou em alguma das milhares de lojas da Walgreens espalhadas pelos Estados Unidos para comprar — praticamente — de tudo.
Aos que não conhecem, a Walgreens Boots Alliance era um império farmacêutico avaliado em mais de US$ 100 bilhõeshá pouco mais de uma década, uma potência do varejo de medicamentos nos EUA e Europa.
Mas os tempos mudaram... A empresa acaba de ser adquirida pela Sycamore Partners, um private equity, por apenas US$ 10 bilhões e sairá da Bolsa para lidar com sua dívida crescente.
Tudo pode ser resumido em dois erros de gestão e estratégia:
Enquanto concorrentes como a CVS investiram na verticalização do setor, adquirindo seguradoras e gerenciadoras de benefícios farmacêuticos, a Walgreens apostou na compra de clínicas de saúde;Enquanto os consumidores migravam para compras online, a Walgreens manteve seu foco em abertura de lojas físicas, sem uma estratégia robusta de e-commerce.
O baque foi inevitável. O fluxo de caixa despencou, a dívida se acumulou e as ações derreteram. Agora, a Sycamore Partners vai reestruturar a empresa, vendendo ativos e cortando custos — um triste destino para uma rede centenária que já foi sinônimo de sucesso no varejo farmacêutico.
O mais bizarro é que, há 6 anos, a Walgreens recusou uma oferta de compra com um valor 7x maior do praticado agora, sob a justificativa de que a empresa ainda tinha espaço para crescimento.
Mais uma da OpenAI. A empresa atingiu 400 milhões de usuários semanais em fevereiro, com crescimento de 33% desde dezembro. O aumento vem tanto de usuários individuais quanto de empresas, que já somam 2 milhões de assinantes pagos.
Alibaba dispara. A gigante chinesa teve alta de 8% nas ações após um trimestre forte, com lucro líquido de 48,9 bilhões de yuans (US$ 6,72 bilhões). A receita de nuvem avançou 13%, e produtos de IA cresceram três dígitos pelo sexto trimestre seguido.
Natura em movimento. A empresa está em discussões para vender operações da Avon fora da América Latina, após a recuperação judicial da Avon Products nos EUA. Natura assumiu as operações internacionais por US$ 125 milhões.
Microsoft decolando. A empresa lançou o Majorana 1, processador quântico com qubits topológicos, prometendo maior escalabilidade e confiabilidade na corrida pela tecnologia quântica.
Jogando em casa. A Apple decidiu apostar em uma estratégia inteligente para se manter no topo: evoluir o que já funciona. E o novo — ou não tão novo assim — lançamento é o exemplo perfeito disso.
O que muda? Os fones poderão incorporar recursos visuais e interação com o ambiente, ampliando sua utilidade além do áudio.
Em vez de criar um novo produto, como um “iCam” ou “iEye”, a Apple decidiu evoluir o que já é um sucesso, sem perder a essência que o fez um bom produto, mas tornando em algo novo.
Por que isso importa: O AirPods por si só já é uma máquina de fazer dinheiro. Além de ser o acessório mais vendido da Apple, ele gera US$ 20 bilhões por ano para a empresa da maçã — mais do que empresas como DropBox, SnapInc e Spotify.
Ou seja, qualquer inovação no produto pode impulsionar ainda mais sua participação no mercado.
A estratégia se alinha a outras inovações recentes da BIG TECH, como o Camera Control do iPhone 16, que oferece mais controle e informações ao usuário.
Zoom out: O setor de wearables — tecnologias vestíveis — deve atingir US$ 500 bilhões até 2029. A Apple domina esse segmento, com o AirPods e Apple Watch, juntos, representando boa parte do mercado.
🐣 Quem nasceu primeiro: a galinha ou a diversificação da JBS? Enquanto a resposta filosófica segue aberta, a gigante da proteína decidiu resolver a parte prática.
Com mais de 3 milhões de funcionários e capacidade para 17,5 milhões de aves , a empresa produz 4 bilhões de ovos por ano. Desde 2020, vem apostando nos ovos de galinha livres e exportados para mercados da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio.
A relevância da fusão: O movimento da JBS mostra que diversificação é a palavra do momento no setor de alimentos. Com a compra, a companhia expande sua atuação para além das carnes tradicionais e fortalece sua estratégia global com foco em proteínas alternativas, alinhada às tendências de consumo e sustentabilidade.
📊 Zoom out: Confirmando a aposta, segundo dados do IBGE, a produção nacional de ovos de galinha atingiu um recorde histórico em 2023, com mais de 59 bilhões de ovos produzidos, o equivalente a 5 bi de dúzias.
Pelo jeito, o produto favorito dos americanos é um só: o que estiverviralizando no TikTok. O e-commerce do app chinês já superou a Shein e a Sephora nos Estados Unidos.
Uma pesquisa mostrou que 45% dos usuários dos EUA já fizeram compras no TikTok Shop, e só na Black Friday, US$ 100 milhões foram gastos por lá.
A ideia da loja veio depois que a empresa percebeu que os americanos são influenciados a comprar produtos da For You Page (#fyp), o que facilitou o caminho — tanto para os comerciantes venderem, quanto para os usuários comprarem.
Why it matters: O crescimento do TikTok Shop mostra onde estão as novas tendências de consumo. Para você ter uma ideia, quase 90% da Gen Z admite ser influenciada pelas redes sociais nas suas escolhas de compra.
E não é só para os e-commerces que a rede social chinesa está dando dinheiro. Para se ter uma ideia, tem supermercado nos EUA criando prateleiras exclusivaspara produtos virais no TikTok. Acredite se quiser… E, se não acreditar, clique para ver.
Big problem ahead: Se o app está fazendo sucesso entre os shoppers, ele tem um grande desafio pela frente: caso não seja vendido para uma empresa americana até o fim do ano, o TikTok vai ser banido dos EUA.
“Copy nothing”. Olhando na transição para os modelos elétricos, a Jaguar anunciou seu rebranding postando um vídeo um tanto quanto inusitado para uma marca de carros.
Em vez de exaltar a força, o arranque, o motor… o vídeo do anúncio é mais próximo de um desfile de moda ou lançamento da nova linha de uma marca de roupas. Veja aqui.
A própria logo também ficou mais minimalista, com uma fonte mais “delicada”, tendo excluído, inclusive, o icônico desenho do jaguar. Sem falar no uso de cores muito vivas, distante do que era a marca.
Acontece que a marca já parece estar sofrendo com as críticas vindas principalmente de pessoas que seriam o seu público-alvo: homens, ricos, conservadores, que amam carros. De maneira geral, eles criticam a empresa de estar “virando woke”.
No X, o post tem mais de 60M de impressões. Enquanto isso, no Instagram, já são mais de 2M de views e mais comentários do que likes. Não precisa rodar muito para ver que 99% são críticas.
Agora, é bem possível que a marca britânica possa sofrer o que a Bud Light sofreu nos Estados Unidos ao literalmente perder o posto de mais vendida do país depois de se associar a uma influencer trans. Lembra?
Zoom out: A Jaguar vendeu 67 mil carros em 2023, metade do que vendeu nos 12 meses pré-pandemia. Amando ou odiando, fato é que o rebranding chamou atenção para uma marca que estava, ou pelo menos parecia, “esquecida”.
PS: Mas quem melhor se saiu nisso tudo foi a marca @nothing que aproveitou o slogan “Copy nothing.” da campanha e fez isso aqui no seu perfil.
Assim como em qualquer segmento, existem marcas como Nike, Adidas e até Red Bull que construíram seus impérios por meio do marketing esportivo.
No entanto, nos últimos tempos, uma empresa está, de forma discreta, entrando nas arenas, nos estádios e nos vestiários: LVMH, o maior conglomerado de luxo do mundo, com 75 grandes marcas — de Dior a Tiffany&Co.
Em 2020, a LVMH fechou uma parceria de vários anos com a NBA;
Em 2023, a Louis Vuitton foi uma das principais patrocinadoras da Copa do Mundo de Rugby, na França.
Todos esses movimentos da companhia francesa fazem parte de uma tendência que está transformando tanto a moda quanto os esportes. Contudo, para entender o presente, vamos voltar um pouco ao passado…
Senta que lá vem história 🛋 Em 1987, a Louis Vuitton decidiu se fundir com a Moët Hennessy, uma das principais fabricantes de champanhe e conhaque, criando a LVMH.
No entanto, com o passar do tempo, seus líderes, Henry Racamier e Alain Chevalier, passaram a ter visões diferentes em relação ao futuro do grupo e começaram a se desentender.
Durante essa intensa batalha corporativa, entra em cena Bernard Arnault, que, em um movimento ousado, começou a comprar participações de controle na LVMH — ele atualmente detém cerca de 48%.
Henry Racamier, Alain Chevalier e Bernard Arnault // Imagem: DNA
Sob sua liderança, ele transformou a empresa em uma potência global de luxo, adquirindo marcas de alto nível e permitindo que elas mantivessem sua independência criativa.
Sem contar que, à medida que foi crescendo, a LVMH passou a atrair mais talentos de ponta e abrir lojas maiores e mais chamativas em locais com muita visibilidade ao redor do globo.
O resultado: A receita da empresa passou de 10 bilhões de euros em 2001 para quase € 90 bi em 2023.
Imagem: Quatr
Apesar desse crescimento expressivo, passou-se a observar que muitos indivíduos com alto poder aquisitivo estavam comprando menos itens de luxo e, ao invés disso, gastando mais em experiências.
Logo, empresas como a LVMH passaram a ter um problema… Para crescer, elas precisavam de novos clientes.
Foi aí que Arnault percebeu que o futuro do luxo não se tratava apenas de atender aos ultra-ricos, mas sim de torná-lo aspiracional e “acessível” — e o esporte é a língua universal a todos os consumidores.
A importância das escolhas corretas Ao possuir marcas em seu portfólio que representam o top de suas respectivas categorias, não poderíamos esperar menos da LVMH nas suas escolhas esportivas, especialmente da Louis Vuitton.
Patrocinadora das estrelas do tênis, Naomi Osaka e Carlos Alcaraz, e do astro da NBA, LeBron James;
Campanha + entrevista exclusiva com 2 dos principais tenistas da história: Roger Federer e Rafael Nadal.
Ação publicitária viral colocando ninguém menos que Cristiano Ronaldo e Lionel Messi frente a frente.
Imagem: SPORTbible
No entanto, neste ano, o conglomerado de luxo voltou a chamar a atenção ao fechar um contrato estimado em 150 milhões de euros para patrocinar as Olimpíadas de Paris em troca de muita visibilidade.
🔥 Sua marca de cosméticos, a Sephora, patrocinou a tocha olímpica;
🧥 A Berluti desenhou os uniformes da cerimônia de abertura da França.
A marca de joias Chaumet foi além e, não só criou as medalhas olímpicas, como inseriu em todas um pedaço de ferro forjado da Torre Eiffel. Para fechar, os itens mais desejados pelos atletas ficavam em “caixas” e iam ao pódio em bandejas da Louis Vuitton.
Ou seja, cada momento de celebração durante os Jogos Olímpicos foi, de alguma forma, associado às marcas da LVMH.
Além disso, o conglomerado de luxo recentemente fechou uma parceria histórica de 10 anos com a Fórmula 1, enquanto a família Arnault planeja assumir o controle do Paris FC, time da 2ª divisão do futebol francês.
Na visão da LVMH, as marcas de luxo estarão mais focadas no estilo de vida do que em produtos de desempenho. Isso porque não foi apenas a indústria do luxo que mudou.
Atletas costumavam ser julgados e conhecidos apenas pelo desempenho durante as competições, mas, hoje, através das redes sociais, eles estão criando marcas pessoais e se engajando diretamente com milhões de fãs.
Muitos deles, inclusive, seguindo o exemplo dado por David Beckham no início do século, passaram a demonstrar interesse por moda.
Por conta disso, esses atletas são cada vez mais atraentes para as grandes marcas, porque além de símbolos de sucesso, determinação e status, são ícones culturais, influenciando o que vestimos, o que pensamos e até o que valorizamos.
Ao fazer o grande lançamento de mais um jogo da série premiada Call of Duty da maneira tradicional, a Microsoft decidiu dobrar a aposta naquilo que ela acredita ser o futuro da indústria : assinaturas.
Aqueles que pagam pela assinatura da empresa — o Xbox Game Pass — terão prioridade na aquisição do Black Ops 6 e ainda pagarão mais barato.
Pagando o plano, os usuários têm acesso a um portfólio de jogos com direito a complementos como mapas exclusivos e itens virtuais colecionáveis.
O novo Call of Duty ficou disponível “de graça” para os membros do clube — com valor de assinatura de US$ 20/mês . Já os que quiserem comprar o jogo individualmente vão ter que desembolsar US$ 70.
🎮 E o que isso quer dizer? Uma das maiores empresas do setor acaba de deixar claro que a “netflixação” é uma bola da vez e que o futuro da indústria pode estar no fortalecimento dos streamings de jogos.
Pense que em vez de ter uma receita mais pontual com base nos lançamentos dos jogos, as empresas de jogos podem optar por verbas vindas de forma recorrente com as assinaturas e vendas de artigos dentro do jogo.
Com o foco nessa outra linha de receita, a Microsoft mira levar o número de assinantes do Game Pass dos atuais 34 milhões para 110 milhões até 2030 — isso enquanto as vendas do Xbox estão em queda.
Zoom out: Já a indústria de games como um todo já movimenta mais de US$ 280 bilhões por ano, com previsão de passar dos US$ 545 bilhões no mundo todo até 2028
Não é segredo para ninguém que a China é um dos mercados mais importantes para grandes marcas americanas como Nike, Apple, McDonald’s e Starbucks. Os números não mente
O motivo: o país é o 2º maior mercado consumidor do mundo, com mais de 1 bilhão de compradores.
Contudo, nos últimos tempos, esse amor tem diminuído e essas grandes marcas americanas estão perdendo cada vez mais espaço para rivais locais.
No caso da Nike, à medida que a empresa transferia cada vez mais a sua produção para fora do país, suas vendas no país asiático assumiram uma nova importância.
Em 2014, foram US$ 2,6 bilhões, cerca de 10% da receita global da empresa;
Em 2019, o número saltou para US$ 6,2 bilhões — 17% da receita total.
Enquadrada de outra forma, a Nike registou um crescimento anual nas vendas na China de pelo menos 8,5% em 22 trimestres consecutivos entre 2014 e 2019. Nos 17 trimestres desde então, observou uma alta de pelo menos 8,5% apenas 5x.
Um dos principais motivos é que, atualmente, os jovens consumidores do país estão cada vez mais interessados em marcas que incorporam elementos da cultura e do estilo tradicional chinês, como é o caso da Anta.
A empresa passou a usar grandes e ousadas expressões que são motivo de orgulho no país como logotipos grandes e uma combinação de cores vermelho e amarelo.
Além disso, a Anta é a patrocinadora oficial do Comitê Olímpico Chinês desde 2009 e viu seu logotipo subir ao pódio 293 vezes desde então.
Imagem: Dao Insights
O resultado desses movimentos: A marca asiática passou de faturar pouco mais de US$ 1 bilhão em 2013 para superar os US$ 8,7 bi no ano passado.
Enquanto isso, do lado da Starbucks… ☕️ A gigante americana, que praticamente estabeleceu a cultura cafeeira no país, está vendo sua concorrência local crescer a ritmos impressionantes. Nessa corrida, uma empresa se destaca: a Luckin Coffee.
No final de 2023, a marca chinesa ultrapassou a Starbucks como a maior cadeia de café da China em vendas e unidades, muito por conta do seu modelo operacional, que exige uma equipe mínima para administrar suas filiais.
Além disso, a Luckin fixa o preço dos seus cafés com um desconto substancial, muitas vezes até 50% inferior ao da Starbucks.
Por um lado, os executivos da Starbucks insistem que não reduzirão os preços, o que, desde o ponto de vista de posicionamento de marca, é válido, pois a empresa se posiciona como uma marca premium
Por outro, a empresa precisa olhar para os números, uma vez que suas vendas na China caíram 8% durante o primeiro trimestre de 2024, enquanto as da Luckin aumentaram 41%.
Como consequência, a gigante global de café teve que reduzir a previsão para o resto do ano, fazendo com que o preço de suas ações despencassem em maio.
Dito isso, a Starbucks ainda planeja fazer da China o seu maior mercado, mas, ao que parece, isso não vai ser uma tarefa tão simples quanto parecia há alguns anos.
Isso porque, em 2023, a empresa americana abriu quase 900 novas lojas em toda a China, elevando o seu número total no país para quase 7.000.
No mesmo período, a Luckin abriu quase 10 mil unidades e agora tem quase 18.600.
Imagem: QSR Media
Tim Cook também não está nada feliz No primeiro trimestre de 2024, a Apple viu as vendas de smartphones caírem 19% no país, enquanto as de sua concorrente chinesa, a Huawei Technologies, subiram 70%.
Já no 2º tri, pela primeira vez na história, só marcas da China dominaram as cinco primeiras posições no ranking de smartphones mais vendidos no país.
A grande região da China — inclui Hong Kong e Taiwan — representou 19% de todas as vendas da empresa da maçã em 2023.
The Big Picture: Ao que parece, o objetivo do Presidente Xi Jinping é que, à medida que o poder de compra dos chineses volte a crescer, eles passem a gastar esse capital em marcas do país.
Por conta disso, o líder da China deve priorizar o apoio a essas empresas, dando-lhes uma vantagem no mercado à medida que competem com empresas estrangeiras por uma fatia do bolo econômico cada vez menor da China.