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Bitcoin dispara mas presidente do JP alerta; “não vale a pena”

Dia parado na B3. Ontem, o Ibovespa acompanhou o exterior e fechou a segunda-feira em queda de 0,58%, aos 112.180 pontos.

O motivo do tom pessimista? Os principais drivers (negativos) do pregão foram as preocupações com preços de energia, petróleo e inflação.

Bitcoin & Dólar

O dólar subiu 0,39%, cotado agora a R$ 5,53. As cotações da moeda americana estão elevadas e especialistas dizem que está cada vez mais claro como essas variações tem tido cunho político — operações são feitas para aliviar o câmbio e a inflação.

O Bitcoin, por sua vez, voltou a se destacar nos noticiários ao superar os US$ 57 mil pela primeira vez desde maio. As apostas são de que a moeda atingirá novas máximas.

Na contramão… Jamie Dimon, presidente do JP Morgan — maior banco dos EUA —, afirmou que bitcoin “não vale a pena” e que o governo vai regulamentar invevitavelmente.

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AGENDA: O que você precisa acompanhar essa semana

O essencial. Em vez de se desesperar com mil notícias e indicadores, listamos os principais pontos para ficar ligado durante os próximos dias. Atenção, investidores:

  • Volume de serviços: O IBGE divulgará o dado relativo aos serviços na quinta-feira, depois dos números fracos da indústria e do varejo;
  • IBC-Br: Na sexta-feira, o Banco Central vai divulgar o que chamamos de prévia mensal para o PIB;
  • IGP-10: O dado, que mede a evolução de preços, importante para a inflação, também sairá na sexta-feira.

De modo geral, a atenção aos indicadores tem se dado para entender o andamento da economia depois da retomada e da normalização gradativa das atividades.

No lado político, o feriado de amanhã deve desacelerar as atividades em Brasília, mas as discussões sobre os precatórios seguem em foco. No exterior, os dados de inflação de setembro dos EUA e da China serão divulgados na quarta.

Boa semana aos traders! Amanhã já tem folga…

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Americanos entram em acordo e teto da dívida será estendido

“We have a deal”. Depois de uma semana de grande tensão para a economia americana, os principais democratas e republicanos do Senado chegaram a um acordo para permitir o aumento do limite da dívida americana temporariamente.

Explicando de forma ilustrativa: É como se o limite do cartão de crédito dos Estados Unidos acabasse de ser aumentado em US$ 480 bilhões, o que vai permitir o pagamento de contas americanas federais até o dia 3 de dezembro.

Mas do que se trata efetivamente? De um teto imposto pelo Congresso sobre o valor da dívida que o governo federal dos Estados Unidos pode ter em aberto.

  • Democratas (partido de Biden) defendem a necessidade por causa do momento pandêmico e extraordinário;
  • Republicanos (oposição) temem que a medida só piore a situação que já não é das melhores — atualmente a dívida é de US$ 28,4 trilhões.

Basicamente, com o acordo de ontem, os Estados Unidos poderão pegar mais dinheiro emprestado, vendendo papéis com vencimento futuro para interessados.

E o mercado, como fechou?

  • Ibovespa | 110.585 pontos (+0,02%)
  • S&P 500 | 4.399 pontos (+0,83%)
  • Dólar | R$ 5,51 (+0,57%)
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Quarta-feira de virada nos 45′ do segundo tempo

Com emoção! Depois de passar o dia todo no negativo, o Ibovespa mudou de humor no fim da tarde, fechando a quarta-feira em leve alta — 0,09%, aos 110.560 pontos.

O motivo? Nos EUA, os republicanos demonstraram estar dispostos a concordar com os democratas em suspender temporariamente o teto da dívida pública do país.

A relevância desse acordo é que, segundo o Tesouro americano, caso ele não acontecesse, haveria risco de calote.

Além disso, os analistas passaram a acreditar em uma postura mais branda do Banco Central em relação aos juros, pensando em interromper o ciclo de aperto monetário.

A ironia do dia:

Ontem, as ações que mais se destacaram foram as do varejo, apesar da divulgação de que as vendas no segmento por aqui caíram 3,1% em agosto na comparação com julho — como a expectativa era de + 0,7%, foi bem ruim.

O dólar chegou a ser cotado a R$ 5,53, mas acabou em R$5,48, quase no zero a zero

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Espero que sua terça-feira não tenha sido como a da Ibovespa

Meia-boca. Ontem, o principal índice de ações do Brasil até se entusiasmou e chegou a subir mais de 1%, mas, no final do dia, perdeu força, subindo meros 0,06%, aos 110.397 pontos. Vou por partes…

  • Por quê? A Bolsa tinha sofrido uma queda na véspera, e os investidores aproveitaram o momento para comprar as ações mais descontadas. 

Depois, mais tarde, o Ibovespa virou para queda… Acredita-se em uma soma de fatores: a reação à reforma tributária, os juros altos e as incertezas fiscais.

Outros highlights…

Produção industrial: O dado veio abaixo do esperado, com queda de 0,7% em agosto frente a julho, sendo a terceira baixa seguida. 

Fantasia Holdings e Sinic Holdings: Ambas as empresas chinesas não pagaram dívidas milionárias, se juntando à Evergrande ao correr risco de falência.

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Enquanto as redes sociais pararam, a Bolsa teve um dia tumultuado

Queda. O Ibovespa começou a semana caindo 2,2%, aos 110.393 pontos, em um dia marcado pelos temores em relação à inflação e à estagnação da economia.

Nos Estados Unidos, as perspectivas de alta da inflação foram repercutidas na Bolsa, que também sofreu com as empresas de tecnologia.

Além da instabilidade do Facebook, as ações de tech caíram por causa das projeções de alta nos juros, uma vez que essas são as empresas que mais tomam crédito para investir em expansão. Na prática, deve ficar mais caro bancar o growth…

As ações de tecnologia negociadas aqui no Brasil acompanharam esse raciocínio, como Méliuz, Mosaico e Inter.

E o dólar? A moeda americana, enquanto isso, disparou 1,44%, cotada a R$ 5,44.

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Notícias relevantes no mercado financeiro esta semana

Antes de fazer suas operações no mercado financeiro, é preciso estar atento ao que acontecerá nos próximos dias — depois de uma semana de notícias preocupantes em relação à inflação global e à crise energética.

O que você precisa acompanhar:

IPCA. Será divulgado, na sexta-feira, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo — que mede a inflação — de setembro, que deve superar os 10% em 12 meses;
Os números de agosto para a produção industrial e vendas no varejo por aqui;
No cenário político, as discussões sobre os precatórios continuam no radar;
Nos EUA, a espera é pela divulgação dos dados de emprego de setembro.
Será que a semana será mais leve ou agitada como a anterior?

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O segundo pior mês da pandemia

Março de 2020 marcou história — vários circuit breakers e investidores desesperados. Desde então, o mês de setembro de 2021 teve a pior queda.

No acumulado dos últimos 30 dias, o Ibovespa caiu 6,57%, em um cenário marcado por tensão política e notícias ruins da China.

Ontem, especificamente, o índice se manteve quase estável, com queda de 0,11%, aos 110.979 pontos.

Depois de um mês difícil, a pergunta é: o ambiente negativo vai persistir?

Os economistas veem os dados das contas públicas divulgados nesta semana como positivos, mas as crises chinesas e a possibilidade de novos atritos políticos por aqui deixam os analistas atentos. Falando de Bolsa, resta esperar.

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Investidores saem às compras

Explicando a dinâmica no mercado… Se, num dia, os investidores se desesperam e vendem suas ações, elas caem. Daí, no dia seguinte, elas ficam mais atrativas. Outros investidores compram e… adivinhe? Elas sobem.

Foi isso o que aconteceu nos últimos dias. Ontem, o Ibovespa subiu 0,89%, aos 111.106 pontos, recuperando parte das perdas da véspera.

Os dados fortes da economia brasileira foram motivo de animação:

As contas públicas tiveram superávit de R$ 16,7 bilhões em agosto, o melhor resultado para o mês em 20 anos;

Foram criadas mais de 372 mil vagas de empregos formais em agosto, quase 100 mil a mais que o esperado.

No cenário político: Paulo Guedes disse que a aprovação da PEC dos precatórios e da reforma do Imposto de Renda vão permitir a criação do Auxílio Brasil.

E o dólar? A moeda americana, enquanto isso, subiu 0,11%, cotada a R$ 5,43.

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Diesel dispara e bolsa despenca

Abastecer virou sinônimo de pesadelo. A Petrobras anunciou um reajuste de 8,89% no preço do diesel às refinarias, depois de quase 3 meses com estabilidade.

O valor médio passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, um reajuste de R$ 0,25. Mas o preço final nos postos depende da cadeia de distribuição.

A companhia explicou que a medida vem para acompanhar a flutuação do combustível no mercado internacional, mantendo sua política de preços.

E mesmo que você não dirija a diesel, a mudança tem impacto direto na sua vida. É só pensar que grande parte dos produtos que você consome — desde o seu almoço, até a sua comprinha na internet — dependem de locomoção a diesel.

Aos caminhoneiros então, nem se fala… O grupo é afetado diretamente e, inclusive, cogita realizar uma paralisação por conta do aumento.

Brasília também está de olho: O presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que o Congresso vai discutir um projeto sobre um valor fixo para o ICMS dos combustíveis como forma de buscar uma redução nos preços.

Não bastasse o diesel, o exterior também pesou. As preocupações energéticas na indústria chinesa, o ambiente ruim na Europa e as expectativas pelo fim dos estímulos do banco central americano também afetaram a Bolsa. Isso sem falar nos ruídos políticos vindos de Brasília.

Com isso, o Ibovespa teve queda de 3,05%, a 110.123 pontos — menor nível desde fevereiro. Já o dólar subiu 0,85%, cotado a R$ 5,42.

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