Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Desempenho do mercado pós feriado

Na volta do feriado, o Ibovespa fechou em queda de 1,82%, zerando os ganhos da última semana e voltando aos 104.403 pontos.

O que deixou os investidores mal-humorados nessa terça-feira foi o temor em relação à inflação e aos juros mais altos. Para os analistas, tudo indica que o aperto monetário vai continuar, e com ainda mais intensidade.

Se o dia foi negativo, quer dizer que não foi dia de touro. Ontem, no entanto, a Bolsa brasileira ganhou um touro dourado na frente do seu prédio, e é uma boa hora para explicar a relação do animal com a Bolsa.

No mercado financeiro, o touro é uma metáfora para dias de alta nas ações, porque ele ataca de baixo para cima, com seus chifres.

Já o urso simboliza dias de baixa, pois ataca com suas patas de cima para baixo.

PS: Duas das principais bolsas do mundo, Frankfurt e NYC, também possuem uma estátua similar. Que traga sorte!

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Dia discreto e calmo em Brasília

Com um dia mais tranquilo em Brasília— coisa rara ultimamente —, os investidores deixaram a PEC dos Precatórios de lado e focaram nos resultados das empresas do 3T do ano. E esse foi o resultado do dia;

Ibovespa: +1,54% | 107.594 pontos

S&P 500: +0,06% | 4.649 pontos

Dólar: -1,74% | R$ 5,40

Euro: -2,06% | R$ 6,18

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Poderia ter sido melhor

Ganhos moderados. Esse foi o resultado final do Ibovespa ontem, que chegou a alcançar os 107 mil pontos, mas caiu nas últimas horas por influência do exterior e fechou o dia com alta de 0,41%, aos 105.968 pontos.

O que provocou o bom humor?

O índice reagiu bem à aprovação da PEC dos precatórios, que deu um sinal de melhora na articulação do governo, além de que o fim dessa novela se aproxima.

O peso do mercado internacional, por sua vez, veio dos dois hemisférios:

Na China, voltaram à tona os rumores da falência da gigante chinesa Evergrande, com a notícia de que credores da empresa não foram pagos na data limite;

Enquanto isso, nos EUA, as Bolsas caíram por causa da inflação, como visto na seção de mundo.

E por falar em inflação…

IPCA. Outro destaque do dia foi a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor, indicador da inflação, que veio maior do que o esperado pelos investidores. Subiu tudo. Foi a maior alta brasileira mensal nos últimos 19 anos.

E o dólar? A moeda americana, enquanto isso, subiu ligeiros 0,10%, a R$ 5,50.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

2 em 1: Apple no mundo das criptos e desempenho do mercado

Ninguém quer ficar de fora. Ontem, o CEO da Apple, Tim Cook, confirmou que a empresa está investigando o mundo das criptomoedas, ainda que não haja planos imediatos envolvendo as moedas digitais.

O palpite é que o CEO esteja de olho no que as concorrentes da Apple Pay — como PayPal, Venmo e Cash — estão fazendo: aceitando criptomoedas como pagamento.

O momento é sedutor, afinal, a fala aconteceu no mesmo dia em que Bitcoin e Ether registraram novos recordes de preço.

Mudando de assunto… E a Bolsa? E os precatórios?

Ontem foi dia de votação sobre precatórios. O medo acerca dos riscos fiscais permaneceu antes dos parlamentares votarem, mas o Ibovespa fechou em alta de 0,72%, aos 105.535 pontos, devido aos resultados das empresas relativos ao terceiro trimestre.

Ontem, a Câmara debateu as propostas de mudanças do texto original da PEC. No final das contas, a Proposta foi aprovada no 2º turno, abrindo espaço para financiar o Auxílio Brasil. Agora, a PEC segue para o Senado, onde também será votada em dois turnos.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

É volatilidade que fala ?

Ontem, o Ibovepsa ficou o dia todo oscilando entre altas e baixas, até o último minuto do pregão. Se teve dúvida, é porque teve incerteza.

O que faria subir; ações de empresas de commoditites, como a Vale, subiram nessa segunda-feira, impulsionadas pela aprovação do pacote de infraestrutura de Biden. Além disso, o exterior estava bem-humorado, depois dos dados positivos de trabalho nos EUA.

O que faria descer; por outro lado, a questão dos precatórios pesou. A PEC dos Precatórios ainda é uma incerteza, principalmente depois da cobrança de Rosa Weber — do STF — por explicações sobre a participação remota de deputados na votação do texto.

Olhando para frente: Arthur Lira, presidente da Câmara, afirmou que a votação em segundo turno da PEC está mantida para hoje. Veremos…

E os números? No final do dia, o Ibovespa fechou no negativo, mas de leve. A queda do índice foi de 0,04%, aos 104.781 pontos. O dólar, por sua vez, subiu 0,33% a R$ 5,54

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Semana movimentada e com novidades na Bolsa

Os investidores terão algumas novidades para acompanhar durante os próximos dias, sendo a primeira os novos horários de negociação da B3.

A partir de hoje, por causa do fim do horário de verão nos EUA, o mercado continuará abrindo às 10, mas fechará as 18h, uma hora mais tarde.

No que os investidores devem ficar de olho esta semana? 

IPCA. O destaque na agenda brasileira fica para o índice que mede a inflação relativa ao mês de outubro, que será divulgado na quarta-feira. 

Varejo e serviços. Os dados desses setores serão divulgados, respectivamente, na quinta e sexta-feira. Ambos dão um panorama em relação à atividade econômica.

PEC dos Precatórios. Em Brasília, a PEC continua no radar. O mercado deve acompanhar de perto a nova votação do texto na Câmara, prevista para amanhã.

Bateria de resultados. Nos próximos dias, segue com força total a temporada de balanços do 3º trimestre. São esperados mais de 100 resultados nesta semana.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Dia estressante para o mercado

Eita. O Ibovespa fechou o penúltimo pregão da semana em queda de 2,09%, aos 103.412 pontos — o pior patamar de 2021 e o mais baixo em quase 12 meses —, por causa de incertezas sobre os precatórios.

Quais incertezas? Apesar da PEC ter sido aprovada na Câmara, a votação foi contestada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), dando um indício de que essa novela ainda pode render alguns capítulos.


A contestação: O partido questionou o STF sobre a constitucionalidade da decisão. Houve uma mudança no regimento da Câmara para que os parlamentares que estavam fora do país também pudessem votar remotamente.

“Mas, então, o mercado quer que a PEC seja aprovada?” Na verdade, o mercado se estressa quando não há clareza e definição, mesmo que, para muitos, esse não seja o melhor formato para que os gastos sejam viabilizados.

Tá, mas e o dólar? A moeda americana fechou em alta de 0,29% a R$5,60.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

A notícia é relevante e você vai entender mesmo se for muito leigo nas finanças

Ontem, o Federal Reserve, o Banco Central dos EUA, anunciou que vai começar a reduzir suas compras de ativos em US$ 15 bilhões/mês a partir do final de novembro.

Por que falar disso? Trata-se de um momento marcante na recuperação econômica, que pode influenciar em Bolsas do mundo todo.

Explicando; a COVID-19 chegou e a economia sentiu logo o baque. Para ajudá-la, o Federal precisou apoiar, colocando estímulos na economia. Esses estímulos vieram através de compras de título, em US$ 120 bilhões por mês.

Acredita-se que foi esse programa, além de outras medidas, que permitiram uma recuperação econômica mais rápida do que o esperado.

Agora, a economia está se recuperando, mas, ao mesmo tempo, a inflação tem se colocado como outra ameaça.

Com isso, o Fed decidiu que é hora de diminuir os estímulos e esperar até que os preços voltem ao normal, antes de aumentar a taxa de juros, como foi visto aqui no Brasil, no caso da Selic, apesar de ser algo que se mantém no radar.

A relevância: Assim como, no início da pandemia, o Fed assumiu a liderança no fornecimento de estímulos e foi seguido por muitos outros bancos centrais, o mesmo movimento deve acontecer dessa vez.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Início de mês e feriadão; desempenho do mercado

Alta. Se você emendou o feriado e ficou com os pés pra cima, o mercado financeiro não — e, inclusive, teve um bom desempenho.

O Ibovespa iniciou a semana com alta de 1,98%, agora aos 105.550 pontos.

Depois de um outubro desastroso, o que fez novembro começar com um ponta-pé positivo foi a forte alta da Petrobras, além das bolsas em NY, que também subiram.

Petrobras: As ações da petroleira se valorizaram em meio à fala de Bolsonaro de que soube, de forma não oficial, de um novo aumento de preços, que deve acontecer daqui a 20 dias. A Petrobras, por sua vez, devolveu que não antecipa decisões como essa.

Exterior: Apesar do dia ter sido misto, as bolsas americanas fecharam em alta na expectativa da reunião do Federal Reserve — o Banco Central dos EUA —, que acontece hoje, e do relatório de empregos relativo a outubro, a ser divulgado na sexta.

E o dólar? Também subiu. Mais precisamente, 0,43%, cotado a R$ 5,67.

Categorias
MERCADO FINANCEIRO

Os últimos dias em uma palavra: volatilidade

Você deve ter aprendido em química o conceito de volatilidade. Algo volátil muda constantemente e com facilidade. Esse tem sido o Ibovespa nos últimos pregões…

Ontem, depois de subir e cair algumas vezes, o principal índice do mercado brasileiro fechou em queda de 0,62%, aos 105.705 pontos — o menor patamar desde fevereiro.

A queda refletiu, sobretudo, a alta da Selic, que foi uma resposta aos riscos fiscais e ao aumento da inflação, grandes preocupações para os investidores.

A expectativa era de que o Ibovespa caísse ainda mais, mas resultados corporativos positivos do 2º trimestre amorteceram a queda.

Um dos exemplos é a Ambev, que teve a maior alta do dia depois de divulgar volume recorde de vendas.

Voltando para o panorama fiscal… A PEC dos Precatórios continua no radar e há quem acredite que os parlamentares podem votá-la na próxima quarta-feira.

E o dólar? A moeda americana fechou o dia em alta de 1,26%, a R$ 5,62.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora