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Só uma quedinha…

Ontem, o Ibovespa fechou o dia com uma “quedinha” de 0,15%, aos 105.529 pontos, interrompendo uma sequência de alta.

O tom morno se deu entre perdas e ganhos, equilibrando entre o desempenho negativo dos EUA e um dado animador aqui do Brasil.

Qual dado? O volume de serviços cresceu 2,4% em novembro de 2021 em relação a outubro, bem acima do esperado. Uma notícia boa, que animou os investidores.

O dólar, no entanto, não interrompeu sua sequência de queda. A moeda recuou 0,10%, agora negociada a R$ 5,529 na compra e a R$ 5,530 na venda.

Mudando de assunto…

O crédito imobiliário. A Caixa Econômica Federal bateu recorde no financiamento imobiliário e projeta um crescimento de 10% nessa linha no ano de 2022.

O presidente da Caixa disse, ontem, que os juros para tomada desse tipo de crédito não vão aumentar, mesmo com a notícia de que a inflação veio acima do esperado.

Por que é relevante? O crédito imobiliário incentiva a população a comprar imóveis, fomentando o setor da construção civil, por exemplo, considerado um termômetro da economia. Veremos como será o ano de 2022 para o segmento.

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Thank you! Pra gastar um pouquinho do inglês

Ontem, pelo segundo dia seguido, o Ibovespa subiu. Mais precisamente, 1,84%, agora aos 105.685 pontos.

O motivo? Apesar da inflação dos EUA ter subido 7% em 2021, a maior alta desde 1982, ela veio praticamente em linha com o esperado.

Anote… A notícia pode ser ruim, mas, se não pega o mercado de surpresa, ele não se desespera — provavelmente, ele já sofreu por antecipação.

Com mais apetite por ativos de risco, o dólar acabou caindo. A moeda fechou o dia em queda de 0,81%, agora cotada a R$ 5,53.

Quais ações se destacaram ontem?

Quem ganhou destaque nessa quarta-feira foram os papéis de varejistas e shopping centers. Iguatemi, Magalu, Multiplan… Os acionistas de todas essas empresas riram de orelha a orelha!!

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Terça-feira de Touro

Ontem, o Ibovespa subiu 1,8%, aos 103.778 pontos, dando, na terça-feira, a alegria que o mercado não teve na segunda.

Parte do motivo foram as ações de commodities – como Vale e Petrobrás —, que subiram no pregão e têm bastante peso no índice.

Os preços do petróleo foram beneficiados com a perspectiva de que a variante Ômicron, ainda que em avanço, não deve impactar a demanda pela matéria-prima.

Mas, além disso, os investidores daqui estavam de olho nos EUA, e o Federal Reserve, o Banco Central americano, sinalizou um tom um pouco mais brando.

Jerome Powell, o presidente do banco, disse que os EUA estão em uma era de juros muito baixo e devem permanecer assim — mesmo com as perspectivas de alta.

E o dólar? A moeda americana caiu mais de 1%. Para ser mais precisa, a desvalorização foi de 1,67%, com uma cotação atual de R$ 5,579 na compra.

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Caiu, mas não foi tanto

Ontem, depois de chegar à mínima da sessão, aos 101.037 pontos, o Ibovespa recuperou o fôlego e fechou um pouco melhor, aos 101.945 pontos.

A queda dessa segunda-feira foi de 0,75% e se deu, principalmente, porque o índice acompanhou o exterior.

E o que houve por lá? Ainda a mesma coisa… Os gringos continuam repercutindo a provável alta de juros nos EUA.

Alta de juros americanos. Maior rentabilidade dos títulos do Tesouro americano. Menor vontade dos investidores por ativos de risco.

A lógica em uma frase… “Por que eu investiria em um país emergente, com incertezas políticas, se os títulos da maior economia do mundo estão pagando bem?”

Destaques corporativos

Positivo: As maiores altas do Ibovespa, ontem, foram os ativos da Usiminas, Fleury e CSN.

Negativo: Enquanto isso, os piores fechamentos vieram do Banco Inter, da Magazine Luiza e da Méliuz.

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A primeira alta do ano

Depois de três pregões negativos, o Ibovespa descolou do exterior ontem e fechou em alta. O índice subiu 0,55%, aos 101.561 pontos.

Quais foram os drivers do dia? Basicamente, nada expressivo. Os investidores deram um tom de recuperação depois de três dias no vermelho, como uma correção.

Mas não pense que foi fácil… No decorrer do dia, o Ibovespa acabou cedendo à pressão negativa do exterior com a perspectiva da alta de juros nos EUA.

Até as ações ligadas às commodites — que seguraram o Ibovespa durante o dia — chegaram a perder força no fim do pregão, com exceção para a Vale.

E o dólar? A moeda global caiu 0,56%, cotada a aproximadamente R$ 5,68.

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Foi no embalo da descida…

Nessa quarta-feira, o Ibovespa fechou o dia em queda de 2,4%, aos 101.005 pontos. Vamos entender o que deixou os investidores tão mal-humorados…

Ontem, o Federal Reserve — o Banco Central dos EUA — publicou a ata da última reunião do Fomc, assumindo que a inflação deixou de ser transitória. Os investidores estão atentos para uma provável alta de juros nos EUA, que quer dizer muita coisa…

Como assim? O Banco Central de um país emergente falar em inflação permanente pode não ser nada demais, mas, quando os EUA fazem isso, é porque a coisa está séria.

A retirada de estímulos pelo Fed tem grande peso nas economias emergentes — alô alô, Brasil —, porque diminui o fluxo de capital para elas, que precisam fazer de tudo para se provar como atrativo para os investidores.

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XP Inc compra parte da Suno mirando em frente de conteúdo

No ano de 2016, um investidor do mercado financeiro, Tiago Reis, escrevia alguns textos e gerava conteúdos para a Infomoney, um braço de mídia da XP Inc. Durante esse período, teve a ideia de criar sua própria empresa no setor.

Ontem… Pouco menos de 5 anos depois, a Suno vendeu uma parte minoritária de seu negócio à XP, que pretende potencializar sua experiência com investidores.

Ao longo dos anos, a Suno se tornou uma das maiores autoridades independentes sobre finanças no mundo digital e, até o deal, era a única que não tinha se associado a um grupo financeiro.

A principal concorrente, Empiricus, fez um move similar com o rival da XP, o BTG Pactual, no ano passado. Nesse caso, a compra foi da empresa toda por +R$ 600 milhões de reais.

Por que importa? Mais que a negociação em si, o sinal que o mercado fornece com o movimento. A atenção das pessoas vale cada vez mais e, nesse caso, quanto mais informação sobre finanças, mais pessoas despertam o interesse em investir.

Por falar nisso… As ações da XP Inc caíram 2,97% no pregão de ontem. E mudando de assunto…

O Allugator, plataforma de aluguel de iPhones, acaba de receber um aporte de 42 milhões de reais, que será totalmente dedicado à compra de novos aparelhos. O cheque é do Sapiensbank.

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Primeiro pregão do ano começa em queda

Ontem, o Ibovespa fechou seu primeiro dia na ativa de 2022 com queda de 0,86%, aos 103.921 pontos, na contramão do exterior.

O que foi dessa vez? Alta da curva de juros e novas ameaças fiscais, mesmo com Brasília de recesso.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, contesta o teto de gastos, defendendo maiores gastos com a tragédia na Bahia e uma boa remuneração para o funcionalismo público. Para o mercado, essas falas foram vistas como um sinal de alta no risco Brasil.

Voltando para 2021; a balança comercial brasileira — exportações menos importações — foi positiva em US$ 61 bilhões em 2021, o que chamamos de superávit.

Esse número veio 21,1% melhor do que o de 2020 e, para 2022, o esperado pelo Ministério da Economia é um saldo positivo de US$ 79,4 bilhões. Muito para exportar pela frente…

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FMI anuncia sua saída do Brasil

Na quarta-feira, Paulo Guedes criticou o FMI por suas estimativas sobre a economia brasileira. No ano passado, o fundo previu um tombo de quase 10% para o nosso PIB, que acabou recuando menos da metade: 4,1%.

Em resposta, ontem, o FMI anunciou que vai fechar seu escritório no Brasil, mas que espera manter relações com o governo brasileiro. Acabaram saindo mesmo.

Mudando de assunto…

Um índice de personalidade. Na direção contrária às Bolsas dos Estados Unidos, o Ibovespa fechou em alta ontem, subindo 0,83% e chegando aos 108.326 pontos.

Lá fora, os investidores reagiram às decisões dos bancos centrais, enquanto, aqui, as ações foram impulsionadas pelo preço das commodities.

Isso porque essa valorização fez papéis de empresas com grande relevância para o Ibovespa, como Vale e Petrobras, subirem. Foram as blue chips que puxaram.

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Medo da inflação chega nos EUA

Apesar de ter mantido a taxa de juros dos EUA entre zero e 0,25% ao ano, o Federal Reserve — o Banco Central de lá — anunciou que essa realidade vai mudar muito em breve.

O Fed disse que vai acelerar a redução do volume de compra de ativos em US$ 30 bilhões por mês e que enxerga três altas de juros para 2022.

O que isso significa… Quando a taxa de juros sobe, fica mais difícil conseguir crédito — o empréstimo, o financiamento, as taxas de cartão de crédito… tudo fica mais caro.

Com isso, desistimula-se a economia e o consumo. Com menos demanda, o que se espera é que a inflação retraia — e é justamente isso que os EUA querem combater, já que a inflação por lá está ultrapassando a meta estabelecida.

Por que isso importa?

A decisão de enfrentamento à inflação pelo Federal Reserve nos mostra que essa realidade é, de fato, algo mais global e longe de ser apenas brasileiro.

Repercutindo a decisão, que veio dentro do esperado — o mercado adora estar certo, mas é muito ansioso, o Ibovespa fechou em alta de 0,63%, aos 107.431 pontos.

Um destaque por aqui foi o IBC-Br, conhecido como “prévia do PIB”, que teve queda de 0,4% na comparação com setembro.

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