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O que esperar nos próximos dias

A semana vai começar com indicadores importantes, assim como dados corporativos.

Para começar, amanhã acontece a reunião do Copom, que se encerrará na quarta com mais um anúncio envolvendo a Selic. A expectativa é de um novo aumento, seguindo um tom de aperto monetário.

Ainda amanhã, devem ser divulgados as informações do Caged — Cadastro Geral de Empregados e Desempregados — de dezembro, em uma semana de atraso.

Na quarta-feira, o IBGE vai apresentar os dados da produção industrial de dezembro. Aqui, a previsão é de um crescimento mensal de 1,7%.

No lado corporativo, a virada do mês simboliza o início da temporada dos resultados do último trimestre de 2021. Santander e Cielo são algumas das empresas a divulgar seus números nessa semana.

Enquanto isso, nos EUA, o destaque é o payroll. Os dados sobre a criação de vagas em janeiro e a taxa de emprego têm sido aguardados ansiosamente pelo mercado.

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Regulamentação de criptos e desempenho da Bolsa

Os investidores de criptomoedas estão mais tensos do que você quando alguém te diz “precisamos conversar”. Existe uma grande expectativa em torno de uma proposta do Federal Reserve — o Banco Central americano — para regulação de criptomoedas.

Essa publicação deve ser colocada sobre a mesa no início do fevereiro, ou seja, já na semana que vem. Não saber o que vem por aí afeta qualquer um…

Um ponto interessante: Lembra do pacote de infraestrutura de Biden, que custaria cerca de US$ 1 trilhão? Pois é, desses, quase US$ 550 bilhões devem vir da taxação de criptoativos.

Apesar do medo, a regulação deve vir no sentido de uma regulamentação e não no sentido de impedir o avanço dessas tecnologias.

Tá, mas e a Bolsa?

Mesmo pressionado pelos juros, o Ibovespa fechou em alta pelo terceiro dia seguido — em números, o índice subiu 1,19%, aos 112.611 pontos.

As maiores altas, dessa vez, foram as ações da Magazine Luiza, Banco Inter e Via. O dólar, enquanto isso, caiu 0,32%, a R$ 5,423 na compra e R$ 5,424 na venda.

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A maior alta desde 2014

O preço do barril atingiu níveis não vistos desde 2014. Ontem, o barril do Brent, que serve de parâmetro para o mundo todo, atingiu a marca de U$ 90.

Não é de hoje que está subindo… Nos últimos meses, o preço do petróleo já estava aumentando, especialmente desde o retorno das atividades e com o fim dos lockdowns.

Nas últimas semanas, no entanto, o cenário ficou mais turbulento, sobretudo com as tensões entre Rússia e Ucrânia, já que os russos são players importantes no mercado petroleiro para toda Europa.

O receio é que um possível conflito afete a distribuição e que países imponham sanções ao país governado por Putin.

Considerando que o petróleo está relacionado à produção de uma série de coisas, o efeito dominó pode influenciar no seu dia a dia — a começar pelo combustível.

E o resto da economia?

Ibovespa: +0,98%, 111.289 pontos
S&P 500: -0,15%, 4.349
Dólar: +0,11%, R$ 5,44
Euro: -0,34%, R$ 6,12

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Desempenho da Bolsa e convite da OCDE

Ignorando as quedas bruscas das Bolsas de NY e se apoiando nos preços das commodities, o Ibovespa colocou a quinta marcha e subiu 2,1%, fechando aos 110.203 pontos — a maior pontuação em três meses.

O destaque do dia foi o petróleo, que subiu +2% com os riscos de que as tensões entre Ucrânia e Rússia prejudiquem a oferta global da matéria-prima.

O efeito na prática: As ações da Petrobras, que representam mais de 10% do peso do Ibovespa, terminaram o dia com alta de mais de 3%.

O Brasil foi oficialmente convidado para fazer parte da OCDE — Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico —, um desejo antigo do nosso país.

A relevância… Ter o carimbo da OCDE, ainda que a adesão efetiva ocorre em até 4 anos, pode facilitar acordos comerciais e a entrada de recursos de origem estrangeira.

A novidade veio depois que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que cumpriu os últimos dois requisitos que faltavam: a Lei Cambial e o comprometimento da Receita Federal em reduzir o IOF sobre as operações financeiras.

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E o Ibovespa caiu

Apagando parte da alta da última semana, o Ibovespa começou a semana com o pé esquerdo e fechou a segunda-feira com uma queda de 0,92%, aos 107.937 pontos.

O que aconteceu? O Brasil acompanhou a performance da maioria das bolsas internacionais, que registram fortes quedas durante a maior parte do dia.

O motivo… Os investidores do mundo todo estão de olho, principalmente no aumento da taxa de juros nos EUA e nas tensões na fronteira da Ucrânia.

Como sabemos, o investidor detesta insegurança, e um conflito como esse tem uma névoa de desconhecimento das dimensões que pode ter.

Pra quem veio só pelo dólar… ele subiu 0,9%,cotado a R$ 5,50. 💵

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Venham, dólares, venham!

Segundo estimativas das Nações Unidas, o fluxo de Investimento Estrangeiro Direto para o Brasil cresceu mais de 100% no ano passado.

O volume foi de US$ 28 bilhões em 2020 para US$ 58 bilhões em 2021, fazendo com que o Brasil subisse para a sétima posição global do parâmetro.

O que isso mostra? Que o país continua a atrair investimentos estrangeiros, apesar das turbulências e incertezas trazidas pela COVID-19 e outros fatores.

Outro número interessante… Os ganhos reinvestidos no Brasil atingiram US$ 24,5 bilhões comparado a US$ 5,5 bilhões em 2020. Ou seja, as companhias estrangeiras quiseram manter ou expandir suas atividades por aqui.

De olho em infraestrutura…

A Infraestrutura foi o setor que mais atraiu a confiança de investidores estrangeiros no ano passado, com um aumento de 53% do número de propostas de financiamentos.

Para 2022, a expectativa como um todo são os setores de Energias Renováveis, Serviços Públicos e novamente Infraestrutura. Pra ficar de olho…

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Dia de alta no Ibovespa

Ontem, os investidores se animaram, e o Ibovespa fechou em alta de 1,26%, aos 108.013 pontos.

O humor positivo nessa quarta-feira foi resultado, principalmente, da valorização das commodities, que fez com que empresas de grande peso no índice — com destaque para a Vale — emplacassem altas.
O petróleo renovou máximas e, inclusive, colocou um alerta em relação à pressão inflacionária e o risco de uma intervenção estatal na Petrobras.

E parece ter tido um fator extra…

No cenário eleitoral, o ex-presidente Lula disse que gostaria de contar com Alckmin em sua chapa. Para alguns analistas, a fala foi vista como uma guinada mais ao centro, que animou o mercado, com um mandato “não tão distante da responsabilidade fiscal”.

Para outros, no entanto, essa sinalização contribuiu com o apetite por ativos de risco, mas não foi tão intensa assim.

Como não pode faltar; a cotação do dólar: a moeda caiu surpreendentes 1,70%, a R$ 5,46.

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Ibovespa se mantém, apesar da pressão do exterior

Ontem, o Ibovespa foi duro na queda e resistiu à pressão do exterior, que despencou temendo a alta dos juros.

O principal índice da Bolsa brasileira subiu 0,28% ontem, aos 106.667 pontos, mesmo com os momentos de volatilidade durante o pregão.

O que sustentou a leve alta? O principal alicerce foram as ações ligadas às commodities, que se valorizaram com o aumento do preço do minério de ferro e do petróleo no mercado internacional.

Sobre o petróleo…

Ontem, os preços do petróleo tipo Brent, referência para a Petrobras, chegaram a ultrapassar suas máximas desde 2014. O mercado reagiu ao relatório da Opep de que a oferta pode ser prejudicada por conflitos políticos e pelo frio no hemisfério norte.

Com a oferta em risco, a clássica lei da economia agiu e os preços subiram.

E o dólar? A moeda americana fechou em alta de 0,61% nessa terça-feira, agora cotada a R$ 5,56, devido à maior aversão ao risco.

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Novidade na Espanha

O país acaba de anunciar uma regulamentação para controlar a publicidade das criptomoedas, tornando-se um pouco inovador nesse quesito e podendo se tornar um exemplo para o resto do mundo.

Acabou #publi de Bitcoin? Nope. Os influenciadores poderão continuar falando sobre criptomoedas em suas redes sociais, mas, agora, a CNMV — órgão regulador — vai acompanhar de perto para verificar o que está sendo oferecido.

Na prática: Campanhas com potencial de atingir mais de 100 mil pessoas deverão ser notificadas às autoridades com 10 dias antes de antecedência, para que haja uma análise sobre o conteúdo e a moeda.

Vamos esperar para ver qual vai ser a repercussão disso na Espanha, mas, se a regulação tivesse acontecido nos EUA, talvez a Kim Kardashian teria um escândalo a menos na mídia!!

Por falar em criptomoeda…

O dia não foi bom para o mercado… Uma das empresas mais famosas do ramo, a crypto.com, foi hackeada ontem, e alguns usuários simplesmente viram suas moedas desaparecerem das carteiras.

A empresa possui +10M de usuários, é patrocinadora do PSG, tem parte no estádio do Lakers e apresenta Matt Damon como garoto propaganda. Zebra…

Bolsa e dólar:

Indo contra a maré alta da semana passada, o Ibovespa fechou o dia com uma queda de 0,52% aos 106.373 pontos. O dólar, por sua vez, subiu mas não conseguiu se recuperar da baixa da semana passada. Alta de 0,24%, a R$ 5,526 na compra e R$ 5,527 na venda.

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PERSPECTIVAS; saiba o que acompanhar nesta semana.

Antes de fazer suas operações da semana, você precisa saber o que acompanhar nos próximos dias. Quem investe precisa estar bem-informado.

O que vem por aí?

A repercussão do PIB da China. Ontem, foi divulgado o crescimento da economia chinesa em 2021, de 8,1%, com uma queda no impulso no 4T.

Divulgação do IBC-Br de novembro. Esse é o principal destaque do Brasil, a “prévia do PIB”, e reflete indicadores como produção industrial, serviços e varejo;

IGP-10. A ser divulgado hoje pela FGV, esse dado diz respeito à inflação de janeiro;
Arrecadação federal de dezembro, na quinta-feira;

Além desses indicadores, alguns dados de inflação na Europa vão ajudar o mundo a entender melhor a inflação de forma global. Fora isso, há uma greve de servidores federais anunciada para amanhã.

Essa semana já começa como o segundo filho quando o primogênito é prodígio: sob pressão. Na última semana, o Ibovespa subiu 4,09%. Será que essa vai superar?

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