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Petrobrás perde mais de R$ 34 bilhões em valor de mercado

As ações da petroleira brasileira caíram mais de 7,65% ontem, fazendo com que ela perdesse quase R$ 35 bilhões em valor de mercado.

O que aconteceu? Com a possibilidade do Ocidente banir as importações de petróleo da Rússia, os preços da commodity estão chegando às máximas em mais de 10 anos.

Mas a questão virou interna… Com a perspectiva de aumento de preços — que impacta desde a gasolina do seu carro até o custo para os alimentos chegarem ao supermercado —, foi noticiado que o governo avalia um congelamento de preços.

A notícia veio depois que Bolsonaro criticou a política de preços da Petrobras, dizendo que ela não pode continuar.

Com isso, para evitar o repasse para a bomba, o governo estuda anunciar um novo programa de subsídio aos combustíveis, que seria bancado com os dividendos pagos à União — para se ter uma ideia, são R$ 38 bilhões em dividendos referentes a 2021.

Essa ação foi vista como uma intervenção na empresa, desagradando o mercado. Em paralelo, a equipe de Paulo Guedes defende a aprovação de um projeto de lei para mudar a tributação dos combustíveis. Vamos ver no que vai dar…

A Bolsa 📉

Como resultado do medo de que o aumento do petróleo gere uma escalada da inflação global, o Ibovespa começou a semana com queda de 2,52% — a maior em três meses — aos 111.593 pontos. O dólar, enquanto isso, subiu meros 0,03%, cotado a R$ 5,079.

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AGENDA: O que acompanhar nesta semana

Não há nada pior do que ser pego de surpresa. Algumas notícias do mercado são imprevisíveis, mas saber as perspectivas da semana pode te poupar alguns sustos.

No cenário macro, o destaque continua sendo — adivinhe — a invasão russa e seus efeitos sobre os preços das matérias-primas e empresas relacionadas às commodities.

Mas nem tudo está girando em torno da guerra… Enquanto a tensão continua, os indicadores vão pipocar por aqui nos próximos dias.

Os mais importantes:

Produção Industrial: Na quarta, o IBGE vai divulgar a produção industrial de janeiro. Espera-se uma retração de 6,1% em relação ao mesmo mês de 2021.

Varejo: No dia seguinte, é a vez das vendas do varejo do primeiro mês do ano. Os analistas projetam uma queda de 2,9% na comparação anual.

IPCA: Por fim, a semana termina com o principal índice de inflação brasileiro de fevereiro. O avanço esperado em relação ao mês anterior é de 0,96%.

Além disso, nessa semana, a divulgação de balanços corporativos vai retomar com força total. Na política, dois projetos de lei que buscam diminuir o preço dos combustíveis devem ser votados na quarta-feira, pelo Senado.

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Como o mercado reagiu ao início do conflito

O impacto foi sentido, mas, mais tarde, amenizado. Com a tensão no leste europeu, as Bolsas internacionais começaram o dia derretendo, e o preço do petróleo passou de US$ 100 pela primeira vez desde 2014.

Para entender, o cenário traz uma grande insegurança — e se tem algo que os investidores não gostam é de não saber o que vem por aí.

Em relação ao petróleo, a Rússia é o segundo maior exportador do mundo e, com laços cortados, a oferta diminui. Resultado? Preços sobem.

No entanto, durante a tarde, a recuperação foi surpreendente — daquelas reviravoltas dignas de filmes de suspense.

O que aconteceu?

Basicamente, as sanções anunciadas por Biden à Rússia aliviaram o mercado, assim como as restrições sobre exportações.

Em números: O Ibovespa, que chegou a cair mais de 2% no pior momento do dia, acabou fechando com queda de 0,37%, aos 111.591 pontos. Nos EUA, índices importantes, como a Nasdaq e o S&P, até mesmo fecharam o dia no positivo.

A aversão ao risco ao redor do mundo não falou, ela gritou. Com isso, o dólar acabou dando uma pausa nas quedas, subindo 2,02%, a R$ 5,105.

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Prometeram sanções, entregaram sanções

. Há meses, quando as tropas russas se aproximavam da fronteira com a Ucrânia, os líderes mundiais avisaram que, caso a Rússia invadisse o país, imporiam sanções. E começaram…

Tanto Joe Biden quanto Boris Johnson, e a União Europeia como um todo, anunciaram punições econômicas à Rússia ontem, atingindo bancos, empresas e até indivíduos.

De modo geral, todas as sanções visam dificultar a atuação internacional de instituições financeiras do país, como a busca de recursos no Ocidente e a proibição da compra de títulos do mercado ocidental.

Como o mercado reagiu?

Na contramão do que você talvez esperasse, o Ibovespa se valorizou. Ao que parece, os investidores acharam o pacote de sanções dos EUA à Rússia até mesmo “morno”.

📊 Ibovespa: 112.892 pontos | + 1,04%

🇺🇸 S&P 500: 4.304,76 pontos | – 1,01%

Bitcoin: R$ 193.496,15 | + 1,12%

💵 Dólar: R$ 5,05 | – 1,16%

💶 Euro: R$ 5,73 | -0,92%

De modo geral, as reações de ontem foram bem recebidas pelo mercado internacional, que também já vinha precificando a tensão há algum tempo.

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Geopolítica que fala, né?

Após o discurso de ontem de Vladmir Putin, o Ibovespa caiu 1,02%, aos 111.725 pontos, com um volume financeiro negociado durante o dia de R$ 18,3 bilhões.

As atualizações sobre o conflito mais comentado do ano também afetaram o indicador, que não gosta nada das incertezas que chegam junto com essa “quase guerra”.

O que mais é importante saber?

As Petroleiras estão em alta: Acompanhando o movimento positivo do preço do barril de petróleo, as ações da 3R Petroleum apresentaram alta de 3,87%, seguidas pela Petrorio, que subiu 3,65%. As ações da Petrobras também fecharam entre as maiores altas do dia.

Quem está por baixo: A Qualicorp e Positivo recuaram, respectivamente, 8,64% e 7,11%, seguidas pela Americanas, que caíram 6,61% após suspender as operações de seus sites devido à identificação de uma falha de segurança.

Já o dólar, não deixou que a fala de Putin interrompesse sua queda… A moeda americana fechou a R$ 5,1070, apresentando uma baixa de 0,64%.

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O foguete deu ré

A Stone — empresa que ficou conhecida pelas maquininhas, mas abalou todo o setor de pagamentos brasileiros — viu suas ações caírem 88% desde seu pico no ano passado, apagando R$ 132 bilhões em valor de mercado.

O que aconteceu? Um conjunto de fatores, na verdade…

Ao longo dos últimos anos, a Stone decidiu focar no crédito, fazendo empréstimos para pequenos e médios negócios.
Com a pandemia, muitos clientes foram afetados e, para piorar, as taxas de juros e a inflação subiram — o baque foi grande.
O resultado disso? A inadimplência explodiu, e a originação do crédito teve que ser interrompida.
O cenário é um alerta para as fintechs que buscam superar os grandes bancos em um mercado dominado por eles há décadas. Na concorrência, a PagSeguro e a GetNet também viram suas ações caírem no último ano — 75% e 69%, respectivamente.

Zoom Out: Parece que vender produtos mais rentáveis — como crédito — não é tão simples como conquistar milhões de usuários com uma conta digital gratuita.

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Sentidos opostos

Na contramão dos mercados internacionais, com várias bolsas fechando em queda por causa do aumento da tensão na fronteira ucraniana, o Ibovespa se sustentou e teve sua 5ª alta consecutiva.

O índice acabou fechando o dia com alta de 0,29%, aos 113.899 pontos, apesar de ter oscilado entre altos e baixos durante o pregão.

O que deixou o Ibovespa tão confiante? Na verdade, o que tem ajudado o índice tem sido a grande demanda estrangeira por ações brasileiras, que têm atraído investidores em meio às mudanças do cenário internacional.

Os destaques: As grandes altas vieram do Banco Inter, da Petz e da Hypera, e as maiores baixas ficaram com Petrobras, Via e Marfrig.

Vale também dar atenção ao petróleo, que atingiu máximas de 7 anos, com os temores de que as sanções à Rússia prejudiquem as exportações da commodity.

E o dólar? A moeda ignorou a tensão externa por mais um dia e caiu 0,46%, a R$ 5,2185.

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O que acompanhar nesta semana

Nada melhor do que começar a segunda-feira com um “norte” daquilo que é preciso estar atento nos próximos dias — economicamente falando. A semana será agitada…

Na quarta-feira, o Banco Central dos EUA vai divulgar a ata da última reunião do FOMC, podendo indicar os próximos passos do ciclo de alta de juros que está por vir.

Ainda no exterior, a semana será movimentada pelos próximos capítulos do embate entre Rússia e Ucrânia. O petróleo que o diga…

Por aqui, um dos grandes destaques envolve a privatização da Eletrobras. O TCU vai se reunir para tratar do tema, e a segunda parte da desestatização da companhia deve ser concluída até o início de março.

Pra fechar, esta semana será repleta de balanços corporativos. Banco do Brasil, Itaúsa, Weg, Cosan e Taesa são algumas das empresas que divulgarão seus números.

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Impulso de segunda-feira

A KPMG — uma das maiores empresas de prestação de serviços profissionais do mundo, com receita anual de US$ 32 bilhões — anunciou, ontem, que vai comprar Bitcoin e Ethereum como estratégia de tesouraria.

Na visão de um porta-voz da empresa, a adoção de criptoativos vai continuar crescendo e vai se tornar parte do “básico” de um mix de ativos.

Mesmo sem ter especificado quantidades, esse foi o primeiro investimento do tipo da KPMG, o que fez o mercado se entusiasmar com a “chancela”.

Reagindo ao anúncio, o Bitcoin ultrapassou a barreira dos US$ 44 mil, com ganhos de mais de 16% em uma semana.

E a Bolsa?

Depois de um dia de altos e baixos, o Ibovespa acabou cedendo à pressão do exterior e caiu 0,22%, fechando aos 111.996 pontos.

No radar do pregão, estiveram o cenário fiscal e as notícias sobre a PEC dos combustíveis, que agora têm assinaturas suficientes para tramitar.

O dólar, enquanto isso, está na sua menor cotação desde setembro: R$ 5,254.

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Dobradinha de queda

Ontem, pelo segundo dia seguido, o Ibovespa se desvalorizou. Mais precisamente, 0,18%, aos 111.695 pontos.

Os motivos; segundo analistas, o cenário internacional está pouco favorável, com a alta de juros e as tensões geopolíticas — alô, Rússia e Ucrânia.

Ao longo do dia, quem começou a cair forte foi a Petrobras, depois que Lula afirmou que interviria nos preços da companhia, mas a alta do petróleo amorteceu a queda.

Para saber: Nos últimos dias, o volume negociado na Bolsa brasileira diminuiu, porque os mercados na China estão fechados devido ao ano novo lunar.

Se achar alguém pior que você te conforta… O índice brasileiro perdeu menos que a Bolsa americana, que foi fortemente impactada pelas ações da Meta — dona do Facebook — que teve sua pior sessão da história.

E o dólar? A moeda teve mais um dia de alta, subindo 0,36%, a R$ 5,295.

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