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O que é importante saber sobre esta semana ?

Antes de começar uma semana, é preciso saber o que ela reserva para você. A última semana de abril não vai ter uma agenda leve — principalmente no meio corporativo. Vamos lá…

IPCA-15: O dado mais aguardado da semana, a prévia da inflação, sairá na quarta-feira. A expectativa é por uma alta mensal de mais de 1,8%. Os preços seguem subindo.

Emprego: No dia seguinte, serão divulgados os dados do mercado de trabalho de março e, na sexta-feira, a taxa de desemprego para o mesmo período.

No exterior: A atenção continua no Federal Reserve — banco central americano — e em seu ciclo de aperto monetário, com elevação de juros e redução de estímulos.

No mercado corporativo: Aqui no Brasil, a temporada de balanços ganha fôlego. O destaque vai para o balanço da Vale, na quarta. Lá fora, a semana também será cheia — Amazon, Apple, Alphabet, Microsoft e Meta vão apresentar seus números.

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Como é ser um estagiário na Wall Street

Falou em estagiário, pensou em cafezinho, salários baixos e atividades mecânicas? Em Wall Street, não está sendo bem assim. Muito pelo contrário…

Na Bolsa de valores de Nova York, há estagiários ganhando mais de US$ 16.000 por mês. Num cálculo rápido, sim, quase R$ 1 milhão por ano.

Que loucura é essa? Enquanto o conflito da Ucrânia altera o humor dos investidores, há outra “guerra” acontecendo: a guerra de talentos.

Explicando o fenômeno…

Antigamente, o sonho do jovem era entrar em Wall Street. Agora, esse mercado compete com o setor de tecnologia, que paga bem e costuma ter um formato mais casual e flexível. O cenário já é chamado de “fuga de cérebros para o Vale do Silício”.

Como resultado, para compensar as dezenas de horas de trabalho por semana, o setor bancário decidiu tirar o escorpião do bolso e está pagando melhor seus estagiários.

Em números… Em 2022, os principais bancos de investimento aumentaram a remuneração dos estagiários em 37,2%. Deu saudades do estágio?

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Os investidores estão chegando bem-humorados na quinta-feira

Ontem, a bolsa brasileira interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas e fechou em alta nessa quarta-feira — a valorização foi de 0,55%, aos 116.783 pontos.

O Ibovespa repercutiu os dados positivos do varejo, mas também a valorização de estatais e a alta dos principais índices de Nova York.

Varejo: O IBGE divulgou os dados das vendas no varejo, com um avanço de 1,1% no volume no mês de fevereiro em relação à janeiro, bem acima do esperado.

Estatais: A Petrobras e a Eletrobrás foram destaques entre as altas do dia e, como ambas as empresas têm grande peso no índice, elas ajudaram a puxá-lo pra cima.

🇺🇸 Exterior: Em Wall Street, as bolsas também subiram com o início da temporada de resultados corporativos, que vieram com resultados positivos.

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“Precisamos conversar”

Se seu coração dispara quando recebe uma mensagem dessas, você entende o sentimento dos investidores a cada nova notícia sobre a inflação.

Mesmo dentro do consenso, o índice de preços ao consumidor dos EUA assustou por ter subido 8,5% em relação ao ano passado — no ritmo mais alto desde 1981.

Diz-se que a inflação nos EUA está chegando ao pico, e poderia ser amenizada tanto por causas orgânicas quanto por intervenções políticas, a famosa alta de juros.

De qualquer forma, o cenário fez os principais índices de Nova York caírem feito sua internet discada nos anos 2000, e o Brasil acompanhou.

Em números, a queda do Ibovespa foi de 0,69%, aos 116.146 pontos. O destaque negativo foi o Inter, que despencou 8,54% depois de mostrar desafios de monetização.

O dólar também teve o mesmo sentido do Ibovespa. A moeda recuou 0,29%, com a entrada de investidores estrangeiros no Brasil. 💸

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Dia de queda, maior procura por crédito e novidades na PETR4

Ontem foi dia de baixa — pelo terceiro pregão seguido. Nessa quarta-feira, o Ibovespa caiu 0,55%, aos 118.227 pontos.

Se o tourinho está sem saber com quem ficar bravo, aqui vai a resposta: com o Federal Reserve. O mercado internacional recuou com os temores sobre pressões inflacionárias, após a confirmação da expectativa de um Banco Central mais agressivo nos EUA.

Esses sinais prejudicaram as ações das empresas de consumo, tecnologia e varejo, que não tiveram sua quarta-feira cor de rosa no estilo Meninas Malvadas.

Mudando de assunto; o brasileiro está mesmo querendo pegar dinheiro emprestado. Em fevereiro desse ano, a busca por crédito saltou 21% em relação ao ano passado. O setor que mais procura financiamento é o de serviços, mas o varejo também tem seu impacto.

E a Petrobras? Novos nomes. Depois das desistências, o governo indicou José Mauro Coelho — que já foi secretário de Petróleo, Gás e Biocombustíveis — para ser o novo CEO da petroleira e Marcio Weber para presidir o conselho. Agora vai?

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Dia de baixa na Faria Lima

Nessa terça-feira, o Ibovespa, nosso principal índice, fechou na maior queda desde o início de março — uma desvalorização de 1,97%, aos 118.885 pontos.

Foram dois os principais motivos para o que aconteceu ontem, um vindo de fora e o outro do cenário nacional.

No exterior; uma das diretoras do Banco Central americano fez os investidores franzirem a testa ao se preocuparem com um aperto agressivo da política monetária nos EUA — a espera é por aumentos consecutivos nas taxas de juros.

Por aqui, o principal destaque foi um provável novo imposto sobre o setor financeiro — o CSLL —, que fez as ações de bancos caírem.

Para alguns analistas, no entanto, o pregão foi um respiro depois de tantas altas seguidas. Além disso, as incertezas no comando da Petrobras continuam no radar.

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Real e Ibovespa atingem segunda maior valorização do mundo neste ano

Dentre 120 países e 79 bolsas espalhadas pelo mundo, o real teve a segunda maior valorização em relação ao dólar no primeiro trimestre de 2022, enquanto o Ibovespa também teve o segundo melhor desempenho.

Em relação à moeda, o real só perdeu para para o kwanza, da Angola, e nosso principal índice ficou atrás apenas do equivalente à bolsa do Zimbábue.

Os motivos? O mercado brasileiro riu à toa com o forte fluxo de investimento estrangeiro, já que somos grandes produtores de commodities, além de termos os bancos — menos vulneráveis à inflação e aos juros — como outro setor de peso.

Por falar no Ibovespa e no dólar… Ontem, o índice teve queda de 0,24%, agora aos 121.280 pontos, enquanto o dólar caiu 1,29%, cotado a R$ 4,61.

A indecisão na Petrobras… A semana começou com a notícia de que Adriano Pires, indicado para presidir a Petrobras e substituir Silva e Luna, desistiu de assumir o cargo, deixando a sucessão como um caso indefinido e nada mais.

Questionado se poderia dar uma luz sobre a empresa, Paulo Guedes disse: “Estou sem a luz” — os acionistas da petroleira estão quase oferecendo uma lanterna. Brincadeiras à parte!

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Ibovespa atinge maior patamar em 7 meses

Foi de leve, mas a alta da Bolsa de ontem levou o Ibovespa para o maior patamar em 7 meses — o índice subiu 0,2%, aos 120,259 pontos.

Os motivos; apesar do exterior estar desconfiado de que o acordo para reduzir a presença militar dos russos na Ucrânia seja algo “pro Ocidente ver”, a alta das commodities — principalmente do petróleo e do minério de ferro — ajudou.

Mas quem liderou as maiores altas da quarta-feira não foi nem a Petrobras, nem a Vale. O Banco Pan teve a maior valorização, subindo 5,68%.

Por quê? Para os analistas, a alta aconteceu por causa do desconto que o ativo oferecia para o investidor — a ação estava barata, e o mercado foi em busca de pechinchas.

O dólar, enquanto isso, subiu 0,62%, agora cotado a R$ 4,797.

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Dia de Touro

Ontem, o Ibovespa se firmou no lado positivo e fechou o dia com alta de 0,73%, aos 116.154 pontos.

O principal motivo foi a valorização das commodities, que fez com que as ações das empresas ligadas a elas — que têm grande peso no Ibovespa — subissem.

Mas o destaque mesmo ficou com o dólar. A moeda americana caiu para menos de R$ 5 — mais precisamente, R$ 4,944 — no seu menor patamar desde junho do ano passado.

A principal razão disso foram os aportes de investidores internacionais, em busca de carry trade — quando pega-se dinheiro a uma taxa de juros em um país para aplicá-lo em outra moeda, onde as taxas de juros são maiores.

Explicando… Quando o fluxo de capital entrando no Brasil aumenta, a tendência é que o dólar caia. Com mais da moeda circulando aqui, seu valor — frente ao real — tende a cair.

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Finalmente um alívio

Nessa quarta-feira, depois das indicações de que os EUA estariam incentivando uma maior produção de petróleo de outras fontes senão a Rússia, a commodity chegou a cair 17%.

Explicando: O motivo para o petróleo disparar foi a diminuição da oferta com a suspensão das importações da Rússia. Com novas fontes, a oferta aumenta e o preço cai.

Quais seriam essas novas fontes? Os EUA estão abrindo negociações até mesmo com países sob governos polêmicos, como Venezuela e Irã.

Além disso, o Iraque disse que pode aumentar a produção se a Opep + pedir, decisão também apoiada pelos Emirados Árabes Unidos.

Como resultado dessa amenização, o medo da inflação disparar e provocar mais altas nos juros diminuiu. Assim, os mercados do mundo todo suspiraram de alívio.

Por aqui, o Ibovespa subiu 2,43%, aos 113.900 pontos, sendo Natura, CVC e Inter os maiores destaques. O dólar, enquanto isso, caiu 0,84%, a R$ 5,0106.

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