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Fundador do Talibã faz um triste e polêmico anúncio

“Punições rígidas, como amputações de mãos e execuções, voltarão ao Afeganistão” — foi o que disse Nooruddin Turabi, um dos fundadores do Talibã, em uma entrevista.

Segundo ele, embora os juízes julguem os casos, as leis no país serão baseadas no Alcorão, ou seja, no que o Talibã interpreta do livro. Turabi ainda disse que cortar as mãos é necessário para a segurança.

Depois de semanas em que o Talibã tenta mostrar uma imagem diferente, a fala deixa claro que o grupo continua na mesma linha.

A aplicação de táticas de governo severas já havia sido sinalizada quando o grupo anunciou que o comando seria feito por funcionários da velha guarda, formando um gabinete exclusivamente masculino.

Enquanto isso, os refugiados afegãos…

Quando a tomada de poder começou, o Airbnb prometeu acomodar 20 mil refugiados em seu braço de caridade. Agora, a empresa anunciou que esse número será dobrado.

Na prática, se a demanda e a oferta estiverem alinhadas, haverá recursos para fornecer moradia para 40 mil refugiados afegãos.

Segundo a empresa, 5 mil anfitriões ofereceram estadias gratuitas ou com desconto para refugiados afegãos até agora — além das estadias financiadas pelo Airbnb

Além do Airbnb, Verizon, Walmart e Texas Medical Technology também se ofereceram para ajudar as mais de 100.000 pessoas que fugiram do país.

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Briga com o colonizador

Na semana passada, o Reino Unido anunciou que viajantes totalmente vacinados de 17 países não vão precisar mais de quarentena ao entrar na Inglaterra. Só que… a Índia ficou de fora.

A maior parte das doses administradas entre os indianos é da AstraZeneca, aprovada no Reino Unido, mas fabricada no país por um instituto local.

Inclusive, a Índia já forneceu 5 milhões de doses ao Reino Unido. Com isso, o país chamou as regras britânicas de discriminatórias, já avisando que vai revidar.

Por que é relevante? Alguns legisladores afirmam que a exclusão de viajantes com uma vacina aprovada é ofensiva. Outros disseram até que “cheira a racismo”.

A Índia se preocupa porque muitos de seus cidadãos costumam viajar para o Reino Unido para trabalhar, estudar ou visitar a família, já que são ex-colônia britânica.

A explicação do Reino Unido: Foram levantadas dúvidas em relação ao processo de certificação de vacina indiano, não o reconhecendo por causa de preocupações com sua segurança. Basicamente, falta confiança no aplicativo do país.

Para ficar atento… A questão não parece ser mais somente garantir a vacinação com as doses necessárias, mas também envolve confiança nos países de origem.

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Principais falas e controvérsias no discurso de abertura do Bolsonaro na ONU

Já era de se esperar. Todos estariam de olho no discurso de abertura do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Houveram críticas; muitas falas do presidente geraram uma repercussão negativa, porém, houve também quem interpretou o discurso de forma positiva

Bolsonaro foi o primeiro chefe de estado a discursar e diante das delegações do mundo todo, defendeu o uso de medicamentos sem eficácia para a Covid-19, mostrando-se ainda favorável ao ‘tratamento precoce’ e contra medidas sanitárias mundialmente reconhecidas, como o lockdown.

O que foi dito pelo chefe de estado brasileiro:

“Estamos há 2 anos e 8 meses sem qualquer caso concreto de corrupção.” negando o fato de que a CPI da COVID-19, que teve a entrega de seu relatório adiada para outubro, pretende enquadrar o presidente Jair Bolsonaro em crime de corrupção em relação à vacina indiana Covaxin.

“Nossas estatais davam prejuízos de bilhões de dólares, hoje são lucrativas.” O presidente Jair Bolsonaro deu a entender que as empresas estatais federais passaram a dar lucros a partir de seu governo iniciado em 2019, o que não se sustenta, pois segundo dados do Ministério da Economia, no ano de 2016 durante os mandatos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB) as empresas registraram lucro de 4,4 bilhões. Desde então, segundo levantamento da agência Aos Fatos, o resultado positivo aumentou: R$ 24,9 bilhões em 2017, R$ 71,3 bilhões em 2018 e, em 2019, no primeiro ano de Bolsonaro no governo, de R$ 109,1 bilhões. Já no ano passado, a soma dos lucros das empresas caiu para R$ 60,7 bilhões.

“Somente no bioma amazônico, 84% da floresta está intacta, abrigando a maior biodiversidade do planeta. Lembro que a região amazônica equivale à área de toda a Europa Ocidental. Na Amazônia, tivemos uma redução de 32% do desmatamento no mês de agosto, comparado a agosto do ano anterior” essa fala de Bolsonaro diverge com os dados oficiais divulgados na segunda-feira 20 pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) revelam que o mês de agosto deste ano teve o pior nível de desmatamento dos últimos 10 anos de monitoramento: 1606km² foram desmatados, segundo o levantamento; o número representa, segundo o Imazon, um aumento de 7% de desmatamento em relação ao mesmo mês de 2020.

“Antecipamos, de 2060 para 2050, o objetivo de alcançar a neutralidade climática. Os recursos humanos e financeiros, destinados ao fortalecimento dos órgãos ambientais, foram dobrados, com vistas a zerar o desmatamento ilegal.” Levantamentos oficiais mostram que no governo de Bolsonaro, sob a gestão do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, no intervalo de apenas um ano, foram aprovadas 721 medidas que impactaram diretamente a situação ambiental brasileira. Redução de fiscais do Ibama e retirada de atribuições do Inpe também marcaram a atual gestão. As políticas ambientais de Bolsonaro são alvos de três inquéritos na Polícia Federal.

 “14% do território nacional, ou seja, mais de 110 milhões de hectares, uma área equivalente a Alemanha e França juntas, é destinada às reservas indígenas.”
A extensão do território nacional ocupada por terras indígenas é de 12,7%, não 14%; de acordo com o levantamento da agência Aos Fatos.

“No Brasil, para atender aqueles mais humildes, obrigados a ficar em casa por decisão de governadores e prefeitos e que perderam sua renda, concedemos um auxílio emergencial de US$ 800 para 68 milhões de pessoas em 2020.”
Bolsonaro distorce o valor do auxílio dando a entender que 68 milhões de brasileiros receberam o equivalente a 800 dólares em 2020. O que não é real, pois o auxílio emergencial foi de 600 reais, podendo a chegar a 1200 reais por família, de qualquer forma bem distante do que foi discursado pelo presidente.

Bolsonaro também disse que o Brasil foi pego de surpresa nesta pandemia, o que não se sustenta, pois o Brasil teve ao menos um mês para se antever ao que poderia ocorrer em caso de entrada do vírus no País. Isso porque, os primeiros casos em solo nacional só foram registrados semanas depois do vírus circular na Europa e mais de um mês depois das primeiras mortes na China.

Bolsonaro falou sobre e defendeu o “tratamento precoce” contra a COVID-19, que já foi comprovado cientificamente não haver eficácia nenhuma.

Bolsonaro disse ser a favor da vacinação, mas contra as medidas que obriguem os brasileiros a se vacinarem e citou o “passaporte de vacinação” medida adotada em estabelecimentos que permite a entrada apenas de quem já foi vacinado. Em NY essa medida está em vigor e por isso o presidente e sua comitiva não puderam entrar em nenhum restaurante na cidade.

Ainda em NY… O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que fez gestos obscenos contra opositores do governo, foi diagnosticado com COVID-19 e permanecerá em quarentena na cidade.

Ricardo Lewandowski, ministro do STF, decidiu no fim do dia que estados e municípios é que devem decidir sobre a vacinação de adolescentes maiores de 12 anos contra a COVID-19. A decisão vai de encontro à recomendação de suspensão da aplicação para essa faixa etária feita pelo ministério da Saúde.

Por último e não menos importante… A taxa de transmissão da COVID-19 no Brasil subiu a 1,03 nesta semana e esse é o maior patamar nos últimos 90 dias. Na semana passada, chegou a 0,81 — menor índice desde novembro de 2020.

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EUA reabre fronteiras para visitantes estrangeiros

A semana começou com um anúncio importante vindo da terra do Tio Sam. Ontem, a Casa Branca declarou que estrangeiros completamente vacinados de 33 países — incluindo o BR — terão permissão total para entrar nos Estados Unidos.

Desde janeiro de 2020, quando a primeira restrição de entrada no país foi imposta por Trump contra a China, a maior economia do mundo estava basicamente fechada para turistas.

A partir de novembro, brasileiros e vários outros estrangeiros com passaporte de vacina em dia + teste negativo em 72h antes da viagem que quiserem arrumar as malas para visitar o país poderão embarcar sem qualquer restrição:

O turismo e a Europa agradecem; hotéis, companhias aéreas, restaurantes e todo o entorno do setor de turismo e entretenimento agradecem. Para a Europa, que abriu sua fronteira aos americanos em junho, no entanto, a decisão foi atrasada.

Estimativas apontavam que, se as restrições aos estrangeiros vigorassem até o final do ano, o prejuízo à economia americana seria de mais de US$ 325 bilhões.

A rota transatlântica (Europa-EUA) era a mais lucrativa do mercado aéreo antes da pandemia — são mais de 14M de visitantes por ano. Mais de 70% da população europeia está completamente vacinada e poderá transformar seus euros em dólares.

E para brasileiros como fica? Digamos que também somos bons visitantes, mas com uma moeda mais fraca. No ano de 2019, antes de tudo isso começar, mais de 2,1 milhões de brasileiros visitaram os EUA, sendo que 86,8% fizeram o trajeto a lazer.

Naquele ano, o dólar começou a R$ 3,71 e fechou a R$ 4,04. Ontem, a moeda fechou cotada em R$ 5,32 (comercial) e R$ 5,52 (turismo).

Nosso cenário de vacinação: O Brasil possui hoje, 80 milhões de pessoas completamente imunizadas ou, o mesmo que dizer, 50% da população adulta. Viajar ficou bem mais caro, mas, para muitos, se tornou um desejo ainda maior depois da quarentena.

Zoom Out: O que ainda não está claro é se a dose de reforço, para aqueles que ela já é recomendada nos Estados Unidos, se tornará exigência para a entrada nos próximos meses.

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Entenda a confusão ligada às doses de reforço da vacina

Nos últimos meses, a discussão acerca da terceira dose dos imunizantes contra a COVID-19 tem movimentado as autoridades. Israel foi o primeiro país a adotar a medida e foi seguido por diversas nações, incluindo o Brasil.

“Mas deveríamos mesmo tomar?” Essa foi a pergunta que um comitê de consultores da FDA — a Anvisa americana — tentou responder na última sexta-feira, e o resultado não foi tão conclusivo quanto Biden e outros governantes queriam.

  1. Os especialistas recomendaram o uso emergencial de uma dose de reforço da vacina da Pfizer para pessoas com 65 anos ou mais;
  2. Deram sinal verde também para aquelas pessoas com comorbidades e com alto risco de desenvolver COVID-19 grave — diabetes, hipertensão etc.

O que há de novidade então? Por 16 votos a 2, o comitê foi contra doses de reforço da Pfizer para o público em geral, ao contrário do que o presidente americano, por exemplo, esperava.

  • Biden planejava começar seu programa de reforço em massa em todos os adultos no dia 20 deste mês. Ao que parece, vai ter que aguardar…

Disclaimer

Essa votação foi meramente consultiva e realizada por agentes externos ao órgão, ou seja, não representa a decisão da FDA em si. Pela tradição, no entanto, a recomendação do comitê é exatamente o que a agência costuma seguir em suas orientações.

O que dizem as fabricantes? Tanto a Moderna quanto a Pfizer divulgaram dados na semana passada que mostram que a eficácia de suas vacinas diminui com o tempo. 

Resumindo… A discussão está longe de terminar, mas já terá impactos não só nas políticas de vacinação de reforço americana, como do mundo todo, que estará de olho nos próximos passos do governo Biden.

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Acordo histórico entre Reino Unido, Austrália e EUA

O Reino Unido, a Austrália e os Estados Unidos têm mais em comum do que apenas a língua oficial: querem parar a China.

  • Foi firmado um pacto militar entre esses países — a maior parceria no setor de defesa em décadas — para conter a China na região do Indo-Pacífico.

De onde vem isso?

O Ocidente tem olhado desconfiado para o investimento chinês em infraestrutura nas ilhas do Pacífico, além das sanções comerciais contra algumas nações, como a Austrália.

O país também vem sendo acusado de aumentar as tensões em territórios disputados. Nos últimos anos, a China teve um dos maiores gastos militares da história.

Os objetivos: Segundo os líderes de governo dos três países, o intuito é promover a segurança e a prosperidade na região. Há quem diga que este seja o início da 1ª marinha global da história.

O acordo envolve a construção de submarinos de propulsão nuclear, inteligência artificial, tecnologia quântica e cibersegurança.

  • A França ficou furiosa por ter sido excluída do grupo, já que, em 2016, assinou um contrato com a Austrália para construir submarinos não nucleares. 

O país da Oceania abandonou o combinado, o que pode custar US$ 65,7 bilhões para os franceses. A UE, para não ficar pra trás, já lançou sua própria estratégia Indo-Pacífico para fortalecer sua presença militar e diplomática na região.

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A doação e a desigualdade das vacinas

Ontem, a União Europeia anunciou a doação de mais 200 milhões de vacinas contra COVID-19, somadas às 250 milhões já doadas.

Segundo a presidente da Comissão Europeia, a Europa fez mais do que qualquer outra região nesse sentido — metade das 1,4 bilhão de doses produzidas no bloco foram exportadas.

  • Apesar da ação, a Presidente da Comissão Europeia admitiu que há uma grande disparidade na vacinação pelo mundo.

E isso é fato. Os países de baixa renda receberam menos de 1% das doses globais. A África, por exemplo, só imunizou cerca de 3,5% de sua população. O diretor da OMS resumiu: os países africanos foram abandonados pelo resto do mundo. 

As autoridades africanas, então, pediram aos fabricantes que facilitem a venda de imunizantes para a região — segundo elas, as farmacêuticas nunca deram aos países do continente o acesso apropriado às vacinas. 

E por falar em vacinas…

Biden se reuniu com CEOs de empresas como Microsoft e Disney para discutir a exigência da vacinação, ou de testes regulares, para empresas com + 100 funcionários.

  • A medida foi aderida de prontidão por várias companhias, enquanto alguns republicanos ameaçaram processar o governo por causa da decisão.

Inclusive; nessa semana, o Arizona abriu um processo contra o mandato. A forma como a medida se comportará no tribunal, no entanto, aonda é uma incógnita.

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Um (quase) impeachment diferente

Se as montadoras fazem “recalls” de seus carros por um problema de fabricação, ontem, a Califórnia perguntou a sua população se queria fazer isso com seu governador.

Como assim? Californianos foram às urnas para decidir se o democrata Gavin Newsom continuaria sendo governador do estado, processo chamado de “recall”.

Muitos moradores do estado — o mais populoso dos EUA — não gostaram da forma como o governador lidou com os sem-teto e os imigrantes.

Outro motivo foi o fato de que a Califórnia foi o primeiro estado a fazer lockdown por causa da COVID-19 e o último a reabrir, desagradando os californianos contrários à medida.

No final das contas, a população optou por manter o governador em seu cargo. De uma forma ou outra, processo curioso.

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O “passe verde” italiano funciona ou não?

Ninguém esperava, mas a Itália teve uma ótima temporada de turismo este ano. Apesar da COVID-19 e do susto da Delta, o turismo doméstico do país atingiu seu pico no verão europeu. O principal motivo? O “Passe Verde”.

Desde 6 de agosto, a Itália adotou um certificado de COVID-19, obrigatório para todos os maiores de 12 anos, incluindo turistas internacionais.

Para tê-lo, é preciso se enquadrar em uma dessas três situações:

  1. Ter se vacinado — com algum dos imunizantes aceitos;
  2. Ter se recuperado da doença;
  3. Ter apresentado um teste negativo em menos de 48h.

Na prática, quem não apresentar o certificado não pode nem embarcar em um avião para a Costa Amalfitana, muito menos curtir uma baladinha na Sardenha.

Em números: Em julho e agosto, mais de 23 milhões de italianos reservaram quartos de hotel em seu país. Em todo ano de 2019, para se ter uma ideia, foram 18 milhões.

Quais foram as tendências de destino? As praias foram as mais procuradas, muito provavelmente por causa das temperaturas acima de 40ºC. Enquanto isso, sem turistas gringos, cidades como Florença e Roma ainda estão longe da normalidade.

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Começou um dos julgamentos mais esperados da década

Elizabeth Holmes, CEO e fundadora de uma das empresas de saúde “mais promissoras” do mundo, está sendo julgada por fraude, três anos após o escândalo envolvendo a Theranos.

Explicando melhor… A empresa chegou a ser considerada a “Apple da saúde” e prometia entregar exames de sangue altamente completos, precisos e baratos, sem a necessidade de seringas e com um device extremamente tecnológico e inovador.

Ao invés dos tradicionais tubos de sangue, com um simples furo na ponta do dedo, a promessa — e alguns relatórios — mostrava que os resultados eram superiores aos de testes normais.

Qual a relevância disso? Durante 15 anos, a empresa chegou a receber mais de US$ 700 milhões em investimento — incluindo aportes do Walmart e do bilionário Rupert Murdoch.

Para se ter uma ideia, a Theranos chegou a ser avaliada em mais de 10 bilhões de dólares, e a fundadora foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Mas o que houve, afinal?

Conforme os resultados — dos testes e financeiros — não eram condizentes com as promessas, clientes e investidores começaram a se virar contra Elizabeth Holmes e sua conduta como CEO. The higher you climb, the harder you fall.

O resultado? Uma possível pena de 20 anos com as acusações de uma fraude multimilionária, que serão julgadas nas próximas 13 semanas nos Estados Unidos, por um júri popular, e tiveram o primeiro dia de oitivas ontem.

A acusação afirma que Elizabeth mentiu para seus funcionários, investidores, clientes e colocou milhares de vidas em risco com sua ideia. A defesa, por sua vez, diz que falhar é bem diferente de fraudar e que Holmes fez tudo que podia pelo seu negócio, mas que simplesmente não deu certo.

Extra: A coisa se tornou tão conhecida a ponto de virar trama de livro, podcasts e um filme na HBO.

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