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NACIONAL

Destaques no Brasil

Hoje mais direto e objetivo porque se dinheiro não aguenta desaforo, feriado não suporta enrolação. Vamos lá!

1) Bolsonaro sanciona ajuda de R$ 5 bilhões à pequenas empresas

A lei gira em torno do programa Pronampe, que visa o crescimento econômico através da democratização do crédito, uma das maiores queixas dos pequenos empresários. Do total, 20% devem ser destinados ao setor de eventos, e o valor pode subir para R$ 25 bilhões com o apoio de bancos públicos e privados.

2) Médica Luana Araújo fala à CPI

A infectologista chegou a ser anunciada para integrar o governo, mas teve sua nomeação cancelada. Ela argumentou pela ineficácia do tratamento precoce contra a COVID-19 e elogiou o preparo técnico do atual ministro, Marcelo Queiroga.

Luana disse que recebeu ameaças ao ser anunciada como integrante do corpo do Ministério da Saúde e afirmou que não tem informações sobre um gabinete paralelo.

3) Secretário da Saúde do Amazonas é preso em Manaus

Marcellus Campelo foi preso pela PF em uma operação contra nomes do governo amazonense por desvios na Saúde, envolvendo desde hospitais de campanha a contratos de lavanderia hospitalar. Ainda em Manaus, a PF foi recebida a tiros pelo filho de um empresário também investigado.

4) Brasil registra maior número diário de casos de COVID desde março

Foram 95.601 novas infecções e 2.507 mortes confirmadas nas últimas 24 horas. A atual média móvel de óbitos está em 1.868 e a de casos em 63.178 — ao comparar com duas semanas atrás, a queda foi de 5% e 4%, respectivamente, o que indica estabilidade. Sobre a vacinação, mais de 22% da população já recebeu, pelo menos, uma dose.

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TECNOLOGIA

Streaming ultrapassa televisão, enquanto pirataria aumenta

Foi-se o tempo em que passávamos horas na frente de uma televisão, passando de canal a canal, buscando algo legal para assistir. Hoje, a dificuldade de escolha ainda existe, mas a dúvida reside em qual streaming utilizar; Netflix, Disney+ ou Amazon Prime.

Uma pesquisa recente mostrou que 66% dos brasileiros — que responderam a pesquisa — assinam algum desses serviços, enquanto apenas 40% afirmaram ter canais a cabo em suas residências.

Ainda segundo os dados, mais de um terço dos entrevistados (37%) cancelou o serviço de TV por assinatura nos últimos meses e já não conta com canais fechados em casa.

O fenômeno, que já é famoso nos Estados Unidos, é denominado como #CutTheCord e parece ter ganhado força por aqui durante a pandemia.

Se não bastasse isso; a pirataria também continua subindo no Brasil e um levantamento apontou que o número de usuários de TV pirata — sites ilegais, TV Boxes e aplicativos — já é quase o mesmo daqueles que assinam algum tipo de plano televisivo. São 33 milhões de usuários ilegais contra 45 milhões de assinantes legítimos.

Estima-se que 200 mil pessoas cancelaram pacotes de assinatura a cabo apenas no mês de abril deste ano. Os argumentos principais são os que você pode imaginar; altos preços, mau atendimento e programação precária.

De volta ao streaming…

Vamos falar de acesso. Há uma diferença grande entre assinar e ter acesso. No Brasil, 86% da população acessa pelo menos um serviço de streaming. Isso significa que, pagando ou não, a pessoa consegue assistir algum conteúdo disponível nas plataformas.

Em termos de quantidade: 30% tem acesso a dois streamings, 29% tem acesso a apenas um e o restante tem acesso a três (22%), quatro (9%) e cinco ou mais (9%). Considere que o preço médio de uma assinatura é de R$ 29,73.

E onde assistem?

Metade dos respondentes (51%) acessam os serviços de streaming por meio de televisões, incluindo Smart TVs, que correspondem cerca de 94% das telinhas vendidas no Brasil já são Smart.

Ainda assim, o número de pessoas que assistem pelo smartphone é significativo: 30% ou 1/3 de todos os respondentes. É estatística pra uma semana…

Zoom out: Mais importante que os números, é perceber as possíveis tendências do setor. Quais serviços podem complementar e/ou otimizar a retenção dos assinantes, o que pode ser útil para a experiência do consumidor… Vale pensar.

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INTERNACIONAL

OMS aprova CoronaVac para uso emergencial

Se antes as pessoas viajavam a trabalho ou em busca de lazer, atualmente, há um motivo a mais pra arrumar as malas. O turismo de vacina, que já expliquei por aqui, está sendo cada vez mais adotado pelos países ao redor do mundo.

O motivo é fácil de entender: atrair visitantes para acelerar o setor de turismo, que foi muito afetado pela pandemia, o que, consequentemente, fomenta a economia — principalmente das regiões que dependem muito dessa indústria.

Com isso, o fluxo de pessoas para os países que adotaram essa medida se destaca, como é o caso de Emirados Árabes, Rússia e, principalmente, Estados Unidos.

Para se ter uma ideia; só em março desse ano, 87% das viagens saindo da América Latina tiveram os EUA como principal destino, em comparação a 77% em 2019 — um aumento intimamente relacionado ao número significativo de pessoas que viajam para se imunizar.

Já que falamos em viagem, ontem foi um grande dia…

A OMS aprovou a CoronaVac para uso emergencial, o que aumenta as chances de sua aceitação por países que, até então, não reconheciam o imunizante como válido. Isso abre margem para que brasileiros vacinados possam viajar para o exterior.

Como assim? Estados Unidos e vários países da Europa já estão recebendo turistas de algumas regiões, desde que vacinados com lotes aprovados de AstraZeneca, Pfizer, Moderna e outras vacinas consideradas mais “seguras” por eles. Até então, a CoronaVac não consta na lista.

Brasileiros prejudicados… Como a CoronaVac representa a maioria das doses aplicadas aqui, muitos países não estão aceitando boa parte dos passaportes brasileiros na entrada.

Um outro aspecto… Ao aprovar o uso emergencial, a OMS permite a inclusão da CoronaVac no plano de fornecimento de vacinas para países pobres, o Covax Facillity. Grande passo.

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NACIONAL

Combo: CPI DA COVID-19 e Copa América

De volta à CPI… Ontem foi a vez da médica Nise Yamaguchi, que apesar de não ter nenhum cargo no governo, se diz uma colaboradora pontual. O que ela disse?

Nise negou a existência de um gabinete paralelo para aconselhar Bolsonaro sobre o combate à pandemia;

Afirmou que conversou sobre cloroquina com o Ministério da Saúde, mas não sugeriu a alteração na bula do medicamento — contrariando Mandetta e o diretor-geral da Anvisa.

Disse que se reuniu pouco com o presidente e que nunca falou com ele sobre vacinas ou imunidade de rebanho;

As críticas… O senador e médico Otto Alencar fez uma série de questionamentos sobre infectologia à Nise, chegando a afirmar que ela não sabe absolutamente nada do assunto. Já o presidente da CPI, Omar Aziz, disse que os ouvintes não deveriam acreditar nela.

Por outro lado: Há quem diga que a médica foi desrespeitada e interrompida diversas vezes durante seu pronunciamento, tendo sido impedida de explicar detalhadamente as ações e os tratamentos contra a COVID-19. Nise relatou que se sentiu agredida e em um tribunal de exceção.

Mudando de assunto

E a Copa América? Parece que vai acontecer. O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, anunciou ontem que MT, RJ, DF e GO sediarão o campeonato, sem público.

Segundo o ministro, o país que sedia a Libertadores, a Sul-Americana e outras competições não poderia virar as costas para um campeonato tradicional como esse.

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COVID-19

Estudo sobre a vacinação em massa mostra resultados positivos

Alguém aí queria morar em Serrana? O Instituto Butantan realizou um estudo na cidade do interior de São Paulo, para analisar a efetividade da CoronaVac, bem como os efeitos de uma vacinação em massa, mesmo que em uma cidade pequena.

Pelo visto, foi sucesso. Ontem, os resultados foram mostrados e, com quase 96% da população adulta totalmente vacinada, o número de mortes por COVID-19 reduziu em 95%, enquanto o número de casos sintomáticos caiu 80%. Já a quantidade de hospitalizações teve uma queda de 86%.

Um ponto interessante; entre os cerca de 45 mil habitantes da cidade, 38% são menores de idade. Isso significa que eles não puderam tomar a vacina, mas, mesmo assim, houve diminuição no número de casos nessa faixa etária, o que, segundo o estudo, reforça a vacinação como uma medida de saúde pública, e não somente individual.

Então, com o andamento da vacinação, a possibilidade de um retorno às aulas aumenta mesmo que crianças e adolescentes não estejam vacinados, por conta dessa “imunização indireta”.

Além disso, o estudo mostrou a efetividade da CoronaVac contra a variante brasileira P.1, que surgiu em Manaus e que é a mais predominante na região onde Serrana está inserida. Boas notícias!

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INTERNACIONAL

China libera terceiro filho

Você já deve conhecer a política de natalidade da China. No entanto, ontem, o polêmico governo decidiu dar uma flexibilizada. Como assim? O Partido Comunista da China anunciou que vai permitir que os casais do país tenham três filhos em vez de dois.

Desde 1980, o partido impôs limites de natalidade para conter o crescimento populacional. Em 2015, passou a ser permitido dois filhos ao invés de um só.

O que está por trás da decisão? O rápido envelhecimento da população chinesa. Para o governo, o número de pessoas em idade produtiva está caindo rápido demais, ameaçando as ambições do país.

Há 10 anos, a proporção de pessoas em idade ativa, de 15 a 59 anos, era de 70,1%. No ano passado, foi de 63,3%. O grupo com 65 anos ou mais cresceu de 8,9% para 13,5%. Nasceram 12 milhões de bebês no ano passado, quase 1/5 a menos que em 2019. A taxa de fecundidade está em 1,3, bem abaixo dos 2,1 para manter a população.

Por que entender esses números é tão relevante? Quando a população envelhece, a pressão aumenta sobre as pensões e o sistema de saúde. Somado a isso, se a taxa de natalidade cai, haverá menos trabalhadores para sustentar os futuros aposentados.

Falando em aposentados… Os líderes também concordaram sobre a necessidade de aumentar a idade para se aposentar, visando manter mais pessoas na força de trabalho.

Vai surtir efeito? Se os resultados forem os mesmos da diminuição das restrições em 2015, não. Desde lá, o número total de nascimentos caiu, afinal, há outros motivos para não se ter mais filhos… Os altos custos de criação, a falta de tempo com o excesso de trabalho e a necessidade de cuidar dos pais idosos.

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NACIONAL

A Copa América no Brasil

Ontem, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou em seu Twitter que o Brasil será a nova sede da Copa América, com início previsto para o dia 13 deste mês.

Do nada? Não. A competição aconteceria, inicialmente, na Colômbia e na Argentina. Na semana passada, com o agravamento dos conflitos no cenário político colombiano, ficou definido que o evento aconteceria somente na terra dos hermanos.

No entanto, o governo argentino afirmou que seria difícil realizar a Copa no país por conta dos números da pandemia nesse domingo e, rapidamente, a Conmebol suspendeu o campeonato.

Na busca por um novo local, o Brasil surgiu como a opção mais viável, principalmente pela ampla e nova estrutura de estádios que tem. Aparentemente, o Governo Federal deu o sinal positivo à Conmebol.

Aparentemente pois o Ministro da Casa Civil afirmou que nada está confirmado. Luiz Eduardo Ramos disse que, caso a competição se realize, duas coisas serão essenciais: (1) os estádios não receberão público e (2) todas as delegações devem estar vacinadas.

E a repercussão foi negativa, em sua maioria. Tanto nas redes sociais — trending topic no Twitter — quanto de alguns governadores que, inclusive, já negaram a realização do torneio em seus respectivos estados, como é o caso de PE, RN, MG e RS.

O PT entrou como uma ação no STF pedindo a suspensão da competição e o PSB promete fazer o mesmo. Ambos temem uma 3ª onda com a vinda do torneio.

Zoom out: Apesar da repercussão, competições esportivas não estão paradas no país. Estaduais estavam sendo realizados, o Brasileirão começou e a Libertadores segue normal na América Latina. João Dória, por exemplo, não se opôs à realização da Copa, mas disse que São Paulo já está com seus estádios ocupados com outras competições.

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MERCADO FINANCEIRO

Governo Federal estuda programa de geração de empregos aos mais jovens

Vem coisa nova. Na sexta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Governo Federal está prestes a criar um novo programa com o objetivo de capacitar jovens para o mercado de trabalho formal.

Por meio de parcerias com empresas interessadas, companhias vão ter um incentivo estatal para capacitar jovens até que possam se tornar funcionários efetivos. Uma espécie de “on-the-job-training”.

A ideia é fornecer ao jovem interessado R$ 600,00 por mês durante o treinamento. Assim, o governo pagaria R$ 300,00 e as empresas os outros R$ 300,00.

A dor que o programa resolve: No segundo trimestre de 2020, a taxa de desemprego no país entre jovens (18 a 24 anos) era de 29.7%, enquanto a taxa para adultos no geral gira em tono de 13%.

Qual a expectativa? O ministério espera que sejam criadas duas milhões de vagas com a iniciativa, e Guedes disse estar em negociação com algumas empresas grandes.

O cenário esperado é que todo mundo saia ganhando. O governo promove a economia, a empresa ganha um treineiro interessado e o jovem se qualifica para o que poderá se tornar seu emprego efetivo.

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INTERNACIONAL

Oposição se une para retirar atual primeiro ministro

Centro, direita e esquerda juntos? Em Israel, isso está prestes a acontecer. Para tirar o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, no poder desde 2009, um pacto inusitado parece virar realidade.

O líder do partido de direita, Naftali Bennett, anunciou que pretende se juntar ao centrista e líder da oposição, Yair Lapid, incluindo também a esquerda.

Para se ter uma ideia do contexto, só nos últimos dois anos, nem mesmo quatro eleições conseguiram alterar o cenário político.

Como assim? No sistema poítico do país, os eleitores votam em partidos e os mais votados têm mais cadeiras no parlamento. O primeiro, por sua vez, ganha o direito de tentar formar a maioria para assumir o governo.

Nas últimas eleições, o partido de Netanyahu venceu, mas ele não conseguiu chegar ao número necessário de parlamentares, muito por conta dos escândalos de corrupção que vem sendo acusado.

Com isso, o presidente israelense deu a Yair Lapid o direito de formar, até essa quarta-feira, um governo de unidade nacional que reúna direita, centro e esquerda. Se isso não acontecer, provavelmente novas eleições serão convocadas.

E é aí que está a relevância. Com a entrada do partido de direita na coalizão, as chances desse “governo de mudança” ser formado aumentam bastante. Caso ele seja mesmo instituído, o acordo é que os dois líderes alternem o poder. Resta ver como as ideias contrárias iriam conviver…

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NACIONAL

Emergência Hídrica: Governo alerta situação de emergência em 5 estados

Pela primeira vez, na última semana, o Governo emitiu um alerta de emergência hídrica em 5 estados do país, de junho a setembro.

O anúncio veio depois que estudos alertaram que a região da Bacia do Paraná — que abrange MG, GO, MS, SP e PR— entrará em seu período com menor volume de chuvas, depois de meses já bastante secos.

A relevância; lembre-se que grande parte da nossa energia vem das hidrelétricas. Portanto, a falta de chuva impacta diretamente o abastecimento energético brasileiro, instaurando o medo de um racionamento de energia.

“Como isso impacta na minha vida?”

Primeiro, o efeito imediato na sua conta de luz. Com o baixo nível dos reservatórios, a Aneel decidiu que, em junho, será cobrada a bandeira vermelha na conta de energia, o patamar mais caro do sistema.

Segundo, se o risco hídrico não for controlado e um racionamento de energia realmente acontecer, você não vai poder ligar a luz quando quiser por um tempo.

Aproveitando o momento, especialistas ressaltam como nossa matriz é refém do clima e precisa ser diversificada a fim de garantir a segurança energética.

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