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MERCADO FINANCEIRO

O clima continuou de apreensão, mas o dia foi de alta

O Ministro da Cidadania, ontem, comunicou informações sobre o Auxílio Brasil — o novo Bolsa Família.

O que você precisa saber:

O benefício não será de menos de R$ 400;
O pagamento vai começar já no próximo mês, em novembro;
A origem do dinheiro não foi explicada, mas…
Ainda ontem, Paulo Guedes, ministro da Economia, afirmou que o governo avalia como o valor vai ser pago, com duas opções: i) uma “licença” para um gasto de cerca de R$ 30 bilhões ou ii) uma mudança na regra constitucional.

Com isso, o Ibovespa — que fechou com leve alta de 0.10%, aos 110.786 pontos — passou por um “stress futuro”. O índice com vencimento para dezembro fechou em queda de 1,8%, sinalizando que hoje o dia pode ser conturbado… Aguardar.

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MERCADO FINANCEIRO

Os investidores não gostaram, e Brasília voltou atrás

Ontem, a Bolsa brasileira repercutiu, ao longo do dia, as informações de que o Auxílio Brasil — substituto do Bolsa Família — seria de R$ 400 por mês.

Por que não gostaram? Para pagar esse valor, o governo estaria disposto a estourar o teto público de gastos, o que complicaria a situação fiscal do país.

Por isso, o índice operou em queda ao longo do dia, ao contrário do exterior. Menos de 30 minutos antes do anúncio oficial sobre o Auxílio, no entanto…

O Ministério da Cidadania cancelou a comunicação, o que fez o Ibovespa subir um pouco, mas fechou o dia com queda de 3.28%, aos 110.673 pontos.

Para os analistas, esse cancelamento só adiou as incertezas. E não foi o único, pois a votação da PEC dos precatórios, também prevista para ontem, foi agendada para hoje.

Enquanto o Ibovespa caiu… o dólar disparou. A moeda fechou em sua maior cotação desde abril — cotada a R$ 5,59.

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MERCADO FINANCEIRO

Tem aquela paixão platônica e tem também aquela quedinha!

Ontem, foi assim. O Ibovespa fechou o dia em uma quedinha de 0,19%, aos 114.428 pontos.

O principal motivo para a (quase) estabilidade foi o equilíbrio entre o PIB mais fraco que o esperado na China e os balanços positivos nos EUA.

Para os analistas, o Ibovespa está mesmo no meio de um cabo de guerra. Resultados positivos de um lado e negativos do outro têm causado essa volatilidade. O dólar, por outro lado, teve personalidade forte e subiu 1,21%, cotado a R$ 5,52.

Os destaques corporativos:

GetNet: A empresa inaugurou na Bolsa ontem e disparou entre 63,5% (units) e 142,73% (ativos ordinários). Ainda que a companhia seja mais ágil que a Cielo, está ligada ao Santander — nem tão banco, nem tão tech.

Lojas Americanas: As ações das varejistas dispararam quase 28% ontem, em razão do comunicado de uma reorganização societária — para fundir as operações com a Americanas —, que deve levar as ações para o exterior.

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INTERNACIONAL

A solução da Argentina para a inflação

Nos primeiros nove meses do ano, os preços aumentaram em 37% na Argentina. Em meio à inflação galopante e à chegada das eleições legislativas no próximo mês, o governo argentino chegou a um acordo com o setor privado.

Do que se trata? Durante 90 dias, os preços de mais de 1.200 produtos domésticos serão congelados.

A ideia é que esses itens — alimentos, materiais de limpeza e artigos de higiene pessoal — sirvam de âncora para estabilizar a inflação, garantindo que as pessoas não deixem de consumir no último trimestre do ano. Sem a medida, acredita-se que o salário seria corroído pelo preço dos alimentos.

Por outro lado… Congelar preços pode ser perigoso, uma vez que limita uma lei básica da economia: oferta e demanda. Além disso, não se corta o mal pela raiz, já que não combate as causas da inflação, apenas a consequência.

O cenário econômico argentino; hoje, a pobreza atinge 40% da população do país, o que fez os hermanos irem às ruas para pedir por mais assistência aos pobres durante a crise.

Em novembro, haverá eleições legislativas, e as pesquisas mostram que o atual governo deve perder cadeiras no Congresso.

O congelamento pode, então, ser uma boa política para reconquistar eleitores — algo também promovido com o aumento recente de 16% no salário mínimo. Veremos os próximos capítulos…

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MERCADO FINANCEIRO

Tinha tudo para ser um dia de alta, mas…

O Ibovespa acabou fechando em queda de 0,24% nessa quinta-feira, aos 113.185 pontos. Um ponto curioso é que o Brasil tem ido na contramão do exterior nos últimos dias. Queda aqui, alta lá. Queda lá, alta aqui.

Por que estamos sendo “do contra”? Ao que parece, há duas possíveis explicações:

Com notícias positivas no exterior — os balanços do trimestre —, a tendência é que os investidores façam suas compras lá, tirando o foco daqui.


A segunda é o vencimento de opções — contratos onde se negocia o direito de comprar ou vender ações por um preço fixado — amanhã. Nos dias anteriores, é comum haver mais volatilidade.


Depois da montanha-russa de ontem, espera-se que a próxima semana seja mais calma. O dólar, que vocês sempre gostam de saber, subiu 0,13%, a R$ 5,51.

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MERCADO FINANCEIRO

Investidores voltaram animados do feriado

A (segunda) segunda-feira da semana começou com o pé direito. Diferente do exterior, o Ibovespa fechou com alta de 1,14% ontem, aos 113.455 pontos.

Os motivos para o bom humor: os investidores repercutiram o último dado de inflação dos Estados Unidos e a ata do Fomc.

“Ok, mas o que eles disseram?” Basicamente, que o processo de retirada de estímulos à economia dos Estados Unidos pode começar nos próximos meses. Isso significa que a roda econômica deve começar a girar “sozinha”, pensando em combater a inflação.

Por falar na terra do tio Sam… O dólar teve um dia de altos e baixos. A moeda chegou a ser negociada no maior patamar em seis meses, mas caiu com a intervenção do Banco Central no mercado de câmbio e fechou com queda de 0,51%, a R$ 5,508.

Os destaques da Bolsa;

Os investidores aproveitaram as quedas recentes das empresas ligadas à tecnologia e ao varejo para irem às compras, fazendo-as subirem nessa quarta-feira — caso de Banco Pan e Inter.

Enquanto isso, Vale e PetroRio registraram queda após uma forte valorização e a baixa do minério, respectivamente.

Last but not least… Ainda no cenário econômico, a pandemia fez o número de ações trabalhistas no Brasil disparar. Só no primeiro semestre, foram contabilizadas mais de 800 mil reclamações.

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MERCADO FINANCEIRO

A Coinbase vai lançar um marketplace de NFTs

Eles estão de volta às manchetes. Os NFTs, tokens não-fungíveis, são criptoativos colecionáveis exclusivos. Basicamente, você pode comprar qualquer coisa que esteja na internet — até um tweet ou um meme.

A Coinbase, plataforma onde se vende e compra moedas digitais, como o Bitcoin, agora, lançará o Coinbase NFT.

Como vai funcionar? Os usuários poderão comprar e vender NFTs na plataforma, que já é conhecida entre os investidores do meio.

Será um desafio vencer a concorrência… Além da Binance e da FTX, que já têm seus marketplaces no mesmo modelo, a OpenSea toma 97% desse mercado. Para se ter uma ideia, foram US$ 2,8 bilhões transacionados só em setembro.

Tha takeaway: Muitos veem os NFTs como uma bolha altamente suscetível a golpes, mas há quem enxergue grande potencial. O próprio Zuckerberg, inclusive, já disse que os tokens podem ser importantes no metaverso que ele pretende construir.

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Bitcoin dispara mas presidente do JP alerta; “não vale a pena”

Dia parado na B3. Ontem, o Ibovespa acompanhou o exterior e fechou a segunda-feira em queda de 0,58%, aos 112.180 pontos.

O motivo do tom pessimista? Os principais drivers (negativos) do pregão foram as preocupações com preços de energia, petróleo e inflação.

Bitcoin & Dólar

O dólar subiu 0,39%, cotado agora a R$ 5,53. As cotações da moeda americana estão elevadas e especialistas dizem que está cada vez mais claro como essas variações tem tido cunho político — operações são feitas para aliviar o câmbio e a inflação.

O Bitcoin, por sua vez, voltou a se destacar nos noticiários ao superar os US$ 57 mil pela primeira vez desde maio. As apostas são de que a moeda atingirá novas máximas.

Na contramão… Jamie Dimon, presidente do JP Morgan — maior banco dos EUA —, afirmou que bitcoin “não vale a pena” e que o governo vai regulamentar invevitavelmente.

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MERCADO FINANCEIRO

AGENDA: O que você precisa acompanhar essa semana

O essencial. Em vez de se desesperar com mil notícias e indicadores, listamos os principais pontos para ficar ligado durante os próximos dias. Atenção, investidores:

  • Volume de serviços: O IBGE divulgará o dado relativo aos serviços na quinta-feira, depois dos números fracos da indústria e do varejo;
  • IBC-Br: Na sexta-feira, o Banco Central vai divulgar o que chamamos de prévia mensal para o PIB;
  • IGP-10: O dado, que mede a evolução de preços, importante para a inflação, também sairá na sexta-feira.

De modo geral, a atenção aos indicadores tem se dado para entender o andamento da economia depois da retomada e da normalização gradativa das atividades.

No lado político, o feriado de amanhã deve desacelerar as atividades em Brasília, mas as discussões sobre os precatórios seguem em foco. No exterior, os dados de inflação de setembro dos EUA e da China serão divulgados na quarta.

Boa semana aos traders! Amanhã já tem folga…

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MERCADO FINANCEIRO

Americanos entram em acordo e teto da dívida será estendido

“We have a deal”. Depois de uma semana de grande tensão para a economia americana, os principais democratas e republicanos do Senado chegaram a um acordo para permitir o aumento do limite da dívida americana temporariamente.

Explicando de forma ilustrativa: É como se o limite do cartão de crédito dos Estados Unidos acabasse de ser aumentado em US$ 480 bilhões, o que vai permitir o pagamento de contas americanas federais até o dia 3 de dezembro.

Mas do que se trata efetivamente? De um teto imposto pelo Congresso sobre o valor da dívida que o governo federal dos Estados Unidos pode ter em aberto.

  • Democratas (partido de Biden) defendem a necessidade por causa do momento pandêmico e extraordinário;
  • Republicanos (oposição) temem que a medida só piore a situação que já não é das melhores — atualmente a dívida é de US$ 28,4 trilhões.

Basicamente, com o acordo de ontem, os Estados Unidos poderão pegar mais dinheiro emprestado, vendendo papéis com vencimento futuro para interessados.

E o mercado, como fechou?

  • Ibovespa | 110.585 pontos (+0,02%)
  • S&P 500 | 4.399 pontos (+0,83%)
  • Dólar | R$ 5,51 (+0,57%)
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