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MERCADO FINANCEIRO

XP Inc compra parte da Suno mirando em frente de conteúdo

No ano de 2016, um investidor do mercado financeiro, Tiago Reis, escrevia alguns textos e gerava conteúdos para a Infomoney, um braço de mídia da XP Inc. Durante esse período, teve a ideia de criar sua própria empresa no setor.

Ontem… Pouco menos de 5 anos depois, a Suno vendeu uma parte minoritária de seu negócio à XP, que pretende potencializar sua experiência com investidores.

Ao longo dos anos, a Suno se tornou uma das maiores autoridades independentes sobre finanças no mundo digital e, até o deal, era a única que não tinha se associado a um grupo financeiro.

A principal concorrente, Empiricus, fez um move similar com o rival da XP, o BTG Pactual, no ano passado. Nesse caso, a compra foi da empresa toda por +R$ 600 milhões de reais.

Por que importa? Mais que a negociação em si, o sinal que o mercado fornece com o movimento. A atenção das pessoas vale cada vez mais e, nesse caso, quanto mais informação sobre finanças, mais pessoas despertam o interesse em investir.

Por falar nisso… As ações da XP Inc caíram 2,97% no pregão de ontem. E mudando de assunto…

O Allugator, plataforma de aluguel de iPhones, acaba de receber um aporte de 42 milhões de reais, que será totalmente dedicado à compra de novos aparelhos. O cheque é do Sapiensbank.

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MERCADO FINANCEIRO

Primeiro pregão do ano começa em queda

Ontem, o Ibovespa fechou seu primeiro dia na ativa de 2022 com queda de 0,86%, aos 103.921 pontos, na contramão do exterior.

O que foi dessa vez? Alta da curva de juros e novas ameaças fiscais, mesmo com Brasília de recesso.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, contesta o teto de gastos, defendendo maiores gastos com a tragédia na Bahia e uma boa remuneração para o funcionalismo público. Para o mercado, essas falas foram vistas como um sinal de alta no risco Brasil.

Voltando para 2021; a balança comercial brasileira — exportações menos importações — foi positiva em US$ 61 bilhões em 2021, o que chamamos de superávit.

Esse número veio 21,1% melhor do que o de 2020 e, para 2022, o esperado pelo Ministério da Economia é um saldo positivo de US$ 79,4 bilhões. Muito para exportar pela frente…

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DESTAQUES

2022

It’s on! Goste você ou não, a primeira segunda-feira do ano está aqui e em homenagem a isso, resolvi fazer uma perspectiva do que está por vir nas próximas 51 segundas ao longo do ano. Hoje num formato diferente, porque ainda estou me adaptando a nova rotina.

1) Pandemia se torna endemia

Se ano ano passado vimos que a COVID-19 não quer ir embora, esse é o ano em que precisaremos aprender a conviver com ela de vez.

Além da Ômicron ser menos letal, as vacinas já estão amplamente disponíveis por aqui e há um terceiro elemento ainda mais chave: os tratamentos antivirais em comprimidos.

Nos testes clínicos, a pílula da Pfizer foi 89% eficaz na prevenção da hospitalização pela doença.

Se tudo der certo, esses três elementos combinados transformarão o coronavírus em uma endemia — quando a população convive normalmente com a doença. Ao menos depois dessa onda de casos esperada pós-revéillon.

2) Um ano ainda mais extremo

Se o último ano já estava com os extremos acalourados, acredite: vai piorar. De janeiro até outubro, é bem provável que você perca alguns amigos por questões políticas — não que eu esteja estimulando isso…

Com uma terceira via cada vez mais distante e um segundo turno ultra provável entre dois opostos, Bolsonaro e Lula, há quem diga que o ano de comemoração dos 200 anos da Independência do país vai trazer saudades da época de Dom Pedro.

3) Isso vai ficar ainda mais intenso

Metaverso, criptomoedas e viagens ao espaço. Tudo isso que você ouviu falar no ano passado, promete se tornar parte de sua vida em 2022. O principal motivo? A aposta de grandes marcas e personalidades importantes.

Crypto: PayPal e MasterCard foram as pioneiras nas transações e o uso de moedas virtuais no ano passado. O ano já começa com mais de 100 bilhões de dólares comprometidos em contratos vinculados a moedas virtuais.

Metaverso: Mais de 1 milhão de pessoas utilizaram o Oculus — óculos de realidade aumentada do Facebook — no dia do Natal, um recorde absoluto. O aplicativo foi o mais baixado na semana.

Pelo menos 20% dos funcionários de uma das maiores empresas do mundo — aproximadamente 10 mil pessoas — estão trabalhando para criar um mundo virtual. Microsoft, Ray-Ban, Adidas, Nike e outras grandes marcas já se renderam… Espere muitas outras nos próximos meses.

Espaço: (1) A SpaceX testará um foguete capaz de transportar até 100 toneladas de carga para o espaço. Isso mudará o jogo… (2) NASA, Índia, Japão, Rússia e Coréia do Sul estão trabalhando em missões para mandar o homem de novo à lua. (3) A China deve lançar sua primeira missão solar ainda esse mês. Será um ano divertido para os fãs do espaço.

4) O ano do Qatar

Nada como ano de Copa do Mundo. Expectativas já foram criadas para o Hexa e o Brasil entra em campo no mês de setembro.

Se você se perguntou porque a Copa não será em Julho como sempre, a resposta está no clima. É impossível jogar futebol no verão de um deserto.

Curiosidades: (1) Itália ou Cristiano Ronaldo ficarão de fora, já que as duas seleções caíram na mesma chave da repescagem das Eliminatórias e (2) o país sede vem enfrentando duras críticas relacionadas aos direitos humanos.

5) Sua pipoca vai ficar mais saborosa

Prepare os finais de semana — ou madrugadas, se você for como eu — pois o ano promete. Além da série do Menino Ney, a Netflix já confirmou o lançamento de novas temporadas de Stranger Things, Bridgerton, The Crown.

Já a HBO vai tentar abocanhar mais um pouco da atenção dos fãs de GOT com House of Dragons, um spin-off da série que tomava conta dos seus domingos, e a grande aposta do Amazon Prime Video será o Senhor dos Anéis. Haja pipoca!!

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MERCADO FINANCEIRO

FMI anuncia sua saída do Brasil

Na quarta-feira, Paulo Guedes criticou o FMI por suas estimativas sobre a economia brasileira. No ano passado, o fundo previu um tombo de quase 10% para o nosso PIB, que acabou recuando menos da metade: 4,1%.

Em resposta, ontem, o FMI anunciou que vai fechar seu escritório no Brasil, mas que espera manter relações com o governo brasileiro. Acabaram saindo mesmo.

Mudando de assunto…

Um índice de personalidade. Na direção contrária às Bolsas dos Estados Unidos, o Ibovespa fechou em alta ontem, subindo 0,83% e chegando aos 108.326 pontos.

Lá fora, os investidores reagiram às decisões dos bancos centrais, enquanto, aqui, as ações foram impulsionadas pelo preço das commodities.

Isso porque essa valorização fez papéis de empresas com grande relevância para o Ibovespa, como Vale e Petrobras, subirem. Foram as blue chips que puxaram.

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MERCADO FINANCEIRO

Medo da inflação chega nos EUA

Apesar de ter mantido a taxa de juros dos EUA entre zero e 0,25% ao ano, o Federal Reserve — o Banco Central de lá — anunciou que essa realidade vai mudar muito em breve.

O Fed disse que vai acelerar a redução do volume de compra de ativos em US$ 30 bilhões por mês e que enxerga três altas de juros para 2022.

O que isso significa… Quando a taxa de juros sobe, fica mais difícil conseguir crédito — o empréstimo, o financiamento, as taxas de cartão de crédito… tudo fica mais caro.

Com isso, desistimula-se a economia e o consumo. Com menos demanda, o que se espera é que a inflação retraia — e é justamente isso que os EUA querem combater, já que a inflação por lá está ultrapassando a meta estabelecida.

Por que isso importa?

A decisão de enfrentamento à inflação pelo Federal Reserve nos mostra que essa realidade é, de fato, algo mais global e longe de ser apenas brasileiro.

Repercutindo a decisão, que veio dentro do esperado — o mercado adora estar certo, mas é muito ansioso, o Ibovespa fechou em alta de 0,63%, aos 107.431 pontos.

Um destaque por aqui foi o IBC-Br, conhecido como “prévia do PIB”, que teve queda de 0,4% na comparação com setembro.

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INTERNACIONAL

Ômicron; o que você precisa saber

De ontem pra hoje, algumas notícias relevantes envolvendo a mais nova ameaça mundial viraram manchete.

O Diretor-Geral da OMS disse, ontem, que a Ômicron está se espalhando a uma taxa não vista em nenhuma variante anterior. Segundo ele, ainda que ela cause sintomas menos graves, muitos casos podem sobrecarregar os sistemas de saúde. Aquela velha história…

O diretor também afirmou que só as vacinas não serão suficientes para a proteção, recomendando máscaras e distanciamento social. No total, 77 nações já confirmaram casos da nova cepa — mas acredita-se que ela já está na maioria dos países, só não foi identificada ainda.

Nos EUA, a Ômicron já representa quase 3% dos casos da COVID. Parece pouco, mas o percentual era de 1% na semana anterior. Enquanto isso, em Londres, a recém-chegada já é responsável por 40% das infecções.

Como sabemos, muitos dos casos da COVID-19 são assintomáticos, o que dificulta a identificação dos infecções — poucas pessoas fazem testes sem sintomas ou sem ter tido contato com alguém infectado.

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MERCADO FINANCEIRO

Dos mesmos criadores de “Maria vai com as outras” vem aí…

Ibovespa vai com o exterior. Pelo segundo dia seguido, nosso principal índice acionário fechou em queda — dessa vez, de 0,58%, agora aos 106.759 pontos —, pressionado pelo mercado internacional.

O que foi dessa vez? Os dados dos EUA divulgados ontem apontaram piora na inflação do país, logo às vésperas da reunião do Banco Central americano.

Esse sentimento de “ansiedade” se somou ao aumento no número de casos relacionados à Ômicron. O famoso “resta esperar”…

A moeda americana, o dólar, enquanto isso, subiu 0,34%, a R$ 5,69.

Mudando de pato pra ganso…

A personalidade do ano sempre dando o que falar. Elon Musk disse, ontem, que a Tesla vai aceitar a criptomoeda Dogecoin — que era tida inicialmente como meme — como forma de pagamento. Resultado? A crypto do doguinho chegou a disparar 33%.

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MERCADO FINANCEIRO

Deu ruim no exterior e aqui também

Depois de ultrapassar os 109 mil pontos, o Ibovespa acabou cedendo à pressão do mercado externo e fechou em queda…

A desvalorização foi de 0,35%, levando o índice de volta aos 107.383 pontos.

Tudo estava indo bem, seguindo os ganhos da semana passada e a alta das commodities, até que o Brasil acompanhou os investidores internacionais.

Lá fora, o mercado ficou mais tímido na espera das decisões dos Bancos Centrais nos EUA e na Europa, que estão por vir. Além disso, pesou o fato de que o Reino Unido registrou a primeira morte por COVID-19 com a variante Ômicron.

💸 E o dólar? Ontem, a moeda americana subiu 1,07%, a R$ 5,67.

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INTERNACIONAL

Nosso Brasil desigual…

Ontem, foi lançado um novo estudo do World Inequality Lab — um dos órgãos mais importantes na área — que concluiu que o Brasil se mantém como um dos países com maior desigualdade social e de renda do mundo.

A realidade em quatro frases:

Os 10% mais ricos no Brasil ganham quase 59% da renda nacional total;
Os 50% mais pobres ganham 29 vezes menos do que os 10% mais ricos;
A metade mais pobre no Brasil possui menos de 1% da riqueza do país;
O 1% mais rico detém quase a metade da fortuna patrimonial brasileira.

Ainda sobre nossa situação, segundo a pesquisa, as diferenças salariais foram reduzidas desde 2000, mas a desigualdade patrimonial continuou aumentando.

Para nos situarmos: Dentre os membros do G20, somos o segundo com maiores desigualdades, perdendo apenas para a África do Sul.

O documento trouxe também o impacto da COVID-19, que aumentou a fatia dos bilionários, além de dados sobre as desigualdades ecológicas e de gênero.

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MERCADO FINANCEIRO

É tetraaa!!

Brincadeiras à parte, ontem o famigerado Ibovespa — índice que reúne as principais ações da Bolsa brasileira — subiu pelo quarto dia consecutivo.

Não é que se trate de um recorde nem nada, mas, depois de um período de forte queda, o sentimento é de alívio.

Em números, o índice subiu 0,65%, aos 107.557 pontos, acompanhando o humor do exterior. As preocupações com a Ômicron diminuíram e os investidores deram aquela suspirada.

Destaques do dia;

O PIB da Zona do Euro surpreendeu positivamente, bem como os dados de atividade industrial na Alemanha. O cenário parece ser de recuperação global.

Começou, ontem, a última reunião do Copom do ano, que, amanhã, deve anunciar um novo ajuste da Selic. O esperado é que ela vá para 9,25% ao ano.

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