
O filme F1, estrelado por Brad Pitt, não acelerou só nas bilheterias — ele também impulsionou o mercado financeiro.
Com orçamento de US$ 200 milhões, o filme arrecadou quase o dobro nas bilheterias desde a estreia. Mas um detalhe chamou atenção:
Mais de US$ 40 milhões em patrocínios foram vendidos para a equipe fictícia do longo, a APXGP — incluindo nomes como Mercedes, Heineken, EA Sports, T-Mobile e Expensify.
Ao contrário do que se esperaria de uma ação publicitária de Hollywood, os ganhos não ficaram só no branding.
7 empresas de capital aberto que apareceram no filme viram suas ações subirem, em média, 2,46% logo nos dias após a estreia. Uma semana depois, a valorização média já era de 3,35%;A Expensify, por exemplo, atingiu seu maior pico de buscas no Google Trends desde agosto de 2022.
No total, o salto representou US$ 7,8 bilhões em capitalização de mercado. Nada mal para quem apostou em alguns segundos de exposição no capacete do Brad Pitt.
Zoom out: O Bank of America elevou a projeção de preço das ações da empresa, citando o filme como catalisador para crescimento em mercados estratégicos como França e Alemanha, onde F1 foi um sucesso de bilheteria.