O primeiro semestre deste ano foi surpreendente para as chamadas small caps, empresas com menor valor de mercado.
Nos primeiros 6 meses do ano, elas apresentaram uma alta de 26,5% no Ibovespa, muito superior ao próprio avanço da B3, que foi de 17,4%.

A disparidade mostra como empresas menores, mais sensíveis ao apetite por risco, estão voltando ao radar dos investidores.
O movimento é impulsionado pela expectativa de queda na Selic, com sinais mais claros de alívio inflacionário e uma postura mais firme do Banco Central.
Com mais leveza, essas ações reagem rapidamente a mudanças de cenário. Para quem tem estômago para volatilidade, o momento pode representar oportunidades. Mas, a recomendação é ir com calma: o cenário macro segue incerto e exige visão de longo prazo.
TECHs americanas reacendem o apetite por IPOs
Depois de anos de baixa, as aberturas de capital voltaram a movimentar Nova York — e já inspiram brasileiros
Somente no mês passado, 5 empresas de tecnologia abriram capital nos EUA, contra uma média mensal de dois IPOs neste ano. O caso mais notório é o da Circle, que multiplicou por 6 seu valor desde o IPO, alcançando US$ 45 bilhões.
A volta das TECHs anima banqueiros e empreendedores brasileiros, que voltaram a cogitar Wall Street — ainda sem euforia, mas com olhos atentos.