
#VemAí. A inflação americana chegou ao menor patamar em três anos depois de ter subido 0,2% na comparação mês a mês.
- No acumulado dos últimos 12 meses, os EUA viram os preços subirem 2,5% — o que deixou o país mais perto da meta de encerrar o ano com 2% de inflação.
E o que isso muda? Por enquanto, nada. Mas os dados deixaram muita gente com a certeza de que, depois de quase 4 anos, um corte de juros está mais próximo do que nunca.
Isso porque a taxa é o principal mecanismo para segurar a inflação quando ela está crescendo acima do normal — já que, no fim da linha, as pessoas consomem menos quando os juros estão altos.
Lembre-se que juros são o “custo do dinheiro”. Se ele cai, fica mais barato pegar um empréstimo ou pagar parcelado, por exemplo. Na teoria, as pessoas passam a gastar mais e aquecer a economia.
E o que o BR tem com isso…
Se a maior potência do mundo está prestes a pagar menos nos investimentos de renda fixa, a tendência é que os investidores tirem o dinheiro de lá e coloquem em países emergentes com melhores taxas.
- Por aqui, a Selic está no patamar de 10,5% ao ano, e o mercado aposta que o Banco Central vai fazer alguns aumentos até dezembro — quando os juros do nosso país devem fechar em 11,25%.
Hora do fechamento: Alternando entre altas e quedas há cinco dias, o Ibovespa fechou subindo 0,27% aos 134.676. Já o dólar teve baixa de 0,11% e terminou o dia valendo R$ 5,64.