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MERCADO FINANCEIRO

Medo da inflação chega nos EUA

Apesar de ter mantido a taxa de juros dos EUA entre zero e 0,25% ao ano, o Federal Reserve — o Banco Central de lá — anunciou que essa realidade vai mudar muito em breve.

O Fed disse que vai acelerar a redução do volume de compra de ativos em US$ 30 bilhões por mês e que enxerga três altas de juros para 2022.

O que isso significa… Quando a taxa de juros sobe, fica mais difícil conseguir crédito — o empréstimo, o financiamento, as taxas de cartão de crédito… tudo fica mais caro.

Com isso, desistimula-se a economia e o consumo. Com menos demanda, o que se espera é que a inflação retraia — e é justamente isso que os EUA querem combater, já que a inflação por lá está ultrapassando a meta estabelecida.

Por que isso importa?

A decisão de enfrentamento à inflação pelo Federal Reserve nos mostra que essa realidade é, de fato, algo mais global e longe de ser apenas brasileiro.

Repercutindo a decisão, que veio dentro do esperado — o mercado adora estar certo, mas é muito ansioso, o Ibovespa fechou em alta de 0,63%, aos 107.431 pontos.

Um destaque por aqui foi o IBC-Br, conhecido como “prévia do PIB”, que teve queda de 0,4% na comparação com setembro.

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Por Niceana Maria

Jornalista; Licenciada em Letras Português/Inglês

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