Ontem, o CEO do Airbnb tuitou (@bchesky) dizendo que a plataforma vai abrigar, temporariamente, até 20.000 refugiados vindos do Afeganistão.
Mas, onde? O executivo conta com a parceria dos anfitriões do Airbnb, pedindo a eles que abram suas casas para que seja possível cumprir a meta.
Em 2020, a maioria dos refugiados afegãos foram para o Irã e o Paquistão, países vizinhos — e é lá que eles devem pedir asilo outra vez.
A ação faz parte do Airbnb.org, um programa sem fins lucrativos que já abrigou 75 mil pessoas desde 2012. Todos os custos ficarão por conta do app.
Uma análise rápida… Com a notícia, a empresa se torna uma das primeiras a ajudar ativamente o país, que segue um caos.
Pra se ter uma ideia, as nações têm corrido para tirar seus cidadãos e aliados de lá, e o Talibã já afirmou que o grupo não vai mais permitir que afegãos vão ao aeroporto para evacuação.
Voltando ao Airbnb… Num cenário trágico desses, a companhia se posiciona e se mostra como uma marca humana — e, de tabela, ainda aparece nos grande canais de mídia.