Alguns dias depois do Barcelona anunciar o fim da era Messi, a especulação chegou ao fim. Como muitos esperavam, o destino do craque foi a França.
Ontem, Messi viajou para a capital do país e já foi anunciado oficialmente pelo Paris Saint-Germain, para jogar ao lado de Mbappé, Neymar, Sérgio Ramos e cia.
No novo contrato, o jogador receberá a metade do que recebia na Espanha. Aproximadamente 35 milhões de euros por ano (cerca de 214 milhões de reais), além das bonificações extras possíveis.
Isso é o mesmo que dizer quase R$ 5 milhões a cada vez que pisar em campo, considerando apenas as duas temporadas previstas do campeonato francês.
É um investimento; tratando-se de um dos maiores jogadores do mundo, não é só o mercado da bola que se movimenta. A marca do time se fortalece e há muito dinheiro envolvido com a base de fãs.
No site da Centauro, por exemplo, desde o começo das especulações sobre a transferência, a média de buscas por ‘PSG’ e acessórios relacionados teve aumento de 93,55%.
Só ontem, com a oficialização, as buscas aumentaram mais 57%, em relação à segunda-feira.
Outra curiosidade; com a chegada do francês Mbappé e, principalmente, do “Adulto Ney”, a receita geral do PSG saltou de € 486,2 milhões, na temporada 2016/2017, para € 635,9 milhões dois anos depois.
Não é à toa que desde que comprou o clube, em 2011, o Qatar Sports Investments, ligado ao governo do Qatar, já investiu no PSG mais de US$ 1 bilhão para atrair novos jogadores.
Resta saber se, agora, além do sucesso nas planilhas e no FIFA, o retorno no campo vem com o título da Champions…