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O que está acontecendo na Colômbia?

Reforma Tributária, manifestações, mortes. Desde que o governo colombiano propôs uma mudança na cobrança de impostos na semana passada, protestos tomaram conta do país, já tendo resultado em 19 mortes — 18 civis e um policial — e mais de 840 feridos.

Grande parte da população reprovou a reforma, principalmente por causa do aumento de um imposto sobre produtos e serviços, além da ampliação da base tributária. A oposição diz que o governo tenta prejudicar as classes média e baixa.

Segundo o governo, os R$ 33,2 bilhões a serem arrecadados melhorariam as finanças do Estado, dando garantia de continuidade aos programas sociais para os mais pobres.

Com as manifestações, o presidente Iván Duque ordenou a retirada da proposta e o ministro da Fazenda renunciou. Apesar disso, os protestos persistiram, pedindo por reformas na saúde.

A opinião internacional: a UE condenou as mortes e pediu calma aos manifestantes e às tropas policiais. A ONU também se posicionou, frisando que recebeu a informação de que foi a polícia que abriu fogo.

Por outro lado… O governo colombiano nega excesso de violência policial, acusando organizações criminosas pela confusão.

Dado extra: Em 2020, o PIB da Colômbia despencou 6,8% e, em março, o desemprego subiu para 16,8%, sendo que a pobreza já atinge quase metade da população.

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Futebol inglês inicia protesto contra o racismo das redes sociais

O futebol inglês promoveu uma ação de sexta até amanhã, silenciando-se das redes sociais em forma de protesto.

O “apagão” está sendo promovido para pressionar o Facebook, o Instagram e o Twitter a adotarem medidas mais rígidas contra o racismo e preconceito que muitos jogadores recebem nos comentários das publicações, em suas contas pessoais.

A ação está sendo encabeçada por vários clubes e organizações do futebol inglês, como a Premier League, além da própria FIFA. Para contextualizar, na última temporada, houve um aumento de 42% nas denúncias de discriminação no futebol profissional.

O que eles estão pedindo a Mark Zucerberg? Que suas plataformas, bem como o Twitter, acatem a responsabilidade de prevenir essas práticas, protegendo os alvos.

Mais especificamente, as ideias são:

Filtrar e bloquear comentários racistas antes de serem postados;

Limitar materiais abusivos com alto risco de grande circulação;

Estabelecer um processo de verificação de usuário mais efetivo;

Auxiliar melhor a identificação dos assediadores.

O príncipe William, dentre outras personalidades, também demonstrou apoio à iniciativa, junto com jornais como o The Guardian e o The Sun.

É válido mencionar que, se a medida surtir efeito, será uma grande conquista para todos, atletas ou não que sofrem esse tipo de ataque nas redes.

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