
Você saberia dizer com 100% de convicção qual imagem é do verdadeiro Tom Cruise? Talvez não — e isso é uma tendência cada vez mais forte no mundo.
Um teste realizado com 2 mil pessoas pela empresa de software iProov mostrou que apenas 0,1% consegue distinguir conteúdos reais dos chamados deepfakes.
Pensando nisso, a Dinamarca pretende mudar a lei nacional para que cada cidadão tenha controle sobre seu próprio rosto, voz e corpo.
O plano é usar regras de direitos autorais para combater deepfakes — vídeos, áudios e imagens criados por AI sem consentimento.
De pornografia não consensual a golpes financeiros, os deepfakes estão virando um problema grave ao redor do mundo.
Pela proposta, plataformas serão obrigadas a remover conteúdos falsificados, e os afetados vão poder pedir indenização. Quem postar, no entanto, não será punido — por enquanto.
A medida também protege artistas de terem suas performances clonadas por AI, abrindo um precedente inédito na Europa, justamente quando a Dinamarca assume a presidência do Conselho da UE.
Diferente de outros países que tratam o tema via código penal, o país europeu quer usar o direito autoral para garantir que cada pessoa tenha propriedade sobre sua própria identidade digital.
PS: Se você ficou curioso sobre o assunto, clique aqui e faça um teste rápido para avaliar suas habilidades de análise. Quanto à foto acima, a da esquerda é a original.



Na carta enviada à presidente do México, Trump culpou o país por “falhar em deter os cartéis”, dizendo que eles transformaram a América do Norte em “um playground do narcotráfico”;
Já no recado à presidente da Comissão Europeia, o argumento foi o desequilíbrio comercial. Segundo Trump, a UE é responsável por um dos maiores déficits comerciais dos EUA, com superávit de US$ 56 bilhões em 2024.


O presidente americano teria pressionado por uma solução rápida para o conflito;
Já Putin reafirmou os objetivos estratégicos da Rússia e defendeu uma nova rodada de negociações — apesar de descartar concessões.


