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TECNOLOGIA

Masayoshi Son; talvez seja interessante você guardar esse nome

Bilionário japonês, que é fundador e CEO do SoftBank, que detém parcelas relevantes em empresas que você conhece bem: Uber, ByteDance — do TikTok — Slack, WeWork e até o Banco Inter, aqui no Brasil.

Seu primeiro grande investimento aconteceu em 2000, quando depositou US$ 20 milhões para Jack Ma acelerar o Alibaba, que na época tinha só um ano de vida.

O retorno? Infinito ou próximo disso. A fatia comprada da empresa chinesa pelo SoftBank lá atrás é avaliada em mais de US$ 100 bilhões de dólares hoje, mas isso não é o mais importante.

O que você precisa saber? Na verdade, só precisa colocar atenção. Atenção em um termo citado por ele durante uma reunião com seus acionistas essa semana, porque é bem provável que você ouça falar bastante sobre isso nos próximos anos.

A Revolução da Informação: Segundo ele, na Revolução Industrial, a força de trabalho foi substituída por máquinas e, agora, com a Revolução da Informação, as máquinas serão substituídas pela Inteligência Artificial.

Son disse que ele quer ser como Rothschild foi no século XIX e financiar a nova revolução, já que provedores de capital são tão importantes quanto inventores, na concepção dele.

+200 empresas de TECH. É esse o volume de negociações já realizadas pelo Softbank, que, só nos útlimos 2 anos, investiu aproximadamente US$ 85 bilhões em startups.

Por que isso é relevante? Pelo simples fato de que muitas coisas no mundo acabam seguindo o caminho do dinheiro, coisa que não falta para o SoftBank… Logo, olhar as empresas investidas pelo grupo pode ser útil para “prever” o futuro.

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NACIONAL

COVID-19: Média de mortes estabiliza mas números de casos aumentam

Já faz tempo que não falo sobre as médias de COVID-19 aqui. Portanto, pra fechar a semana, vou dar um rápido briefing.

Mil oitocentos e setenta e três: É a média móvel de mortes no Brasil. Atualmente, estamos abaixo da marca de 2.000 pelo terceiro dia seguido, com tendência de estabilidade.

No entanto… O número de novos casos vem chamando a atenção. A média está em 77.050, o que representa um aumento de 17% em relação a 14 dias atrás e, portanto, tendência de alta.

Fonte: Our World in Data

Essa semana, pela primeira vez, passamos da marca de 100.000 diagnósticos em apenas um dia. O tipo de recorde que ninguém gosta de bater…

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INTERNACIONAL

Como se não bastasse a variante delta, agora tem a “delta plus”

Depois de dominar os noticiários com o aumento rápido de casos ao redor do mundo, a variante delta — originada na Índia — agora tem uma nova mutação.

É preocupante? O Ministério da Saúde da Índia, onde a mutação ‘plus’ já circula, divulgou um comunicado afirmando que um consórcio de 28 laboratórios informou três características preocupantes:

Maior transmissibilidade;

Ligação mais forte a receptores de células pulmonares;

Potencial redução na resposta de anticorpos monoclonais, que são administrados em alguns pacientes.

A relevância… A variante delta foi a maior responsável pela catástrofe indiana, logo, preocupa os países com a vacinação não tão acelerada. Joe Biden já disse, inclusive, que mais norte-americanos vão morrer quando a variante delta se espalhar mais. No entanto, alguns especialistas pedem calma.

O direcionamento, com mais ou menos mutações, continua o mesmo: seguir as restrições de onde você está e se vacinar assim que possível, já que vacinas como a Pfizer e a AstraZeneca já se mostraram eficazes contra as variantes.

Os países onde a mutação já foi identificada são: Reino Unido, EUA, Canadá, Índia, Japão, Nepal, Polônia, Portugal, Rússia, Suíça e Turquia

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NACIONAL

Covaxin: Quando a compra de vacinas vira um problema

Covaxin. Esse é o nome da vacina produzida na Índia e do interesse do governo federal brasileiro, que chegou a fechar um contrato e empenhar — termo formal para reservar — R$ 1,6 bilhões de reais para a compra de doses.

Aparentemente, não haveria nada de errado nisso; porém, durante a semana, foi feita uma denúncia que alega supostas irregularidades e superfaturamento no contrato firmado pelo governo. Vamos aos fatos…

Onde tudo começou? Luís Miranda é um deputado federal e tem um irmão, chamado Luis Ricardo, que é chefe de importação do Departamento de Logística do Ministério da Saúde.

Segundo o deputado, seu irmão teve conhecimento de uma série de problemas com o contrato firmado para a compra das doses e estava sendo pressionado para acelerar a assinatura que concedia a aprovação da licença de importação ao imunizante.

Ciente disso, o deputado disse que informou sobre essa e outras irregularidades a um assessor do governo e também alertou pessoalmente o Presidente, Jair Bolsonaro, no dia 20 de março.

É aqui que mora o problema… Caso as irregularidades no contrato assinado em fevereiro sejam efetivamente comprovadas, assim como a ciência do Presidente sobre os fatos e seu envolvimento, alguns crimes podem ser caracterizados.

O que é importante observar? O acordo de R$ 1,6 bilhão foi o único firmado com um intermediário — a Precisa Medicamentos, cujo sócio está envolvido em problemas — e tem o maior preço único por dose, se comparado às demais vacinas já compradas. É importante dizer que nenhum valor foi pago e que nenhuma dose foi entregue.

O que diz o governo? Ministro e porta-voz do governo, Onyx Lorenzoni, disse que não houve favorecimento de ninguém, nem superfaturamento nas doses e, muito menos, compra, já que nenhum centavo do dinheiro público saiu dos cofres. Além disso, Onyx afirmou que houve falsidade até na apresentação dos documentos e que a PF vai investigar o deputado e o irmão por calúnia.

Um prato cheio para a CPI; os próximos dias serão movimentados e a CPI também já está de olho no caso. Ontem, por exemplo, a comissão enviou convites para que os irmãos que fizeram as denúncias prestem depoimento amanhã.

O sócio da empresa intermediadora não compareceu à sua oitiva prevista para essa semana, sob argumento de que estava em quarentena obrigatória.

A Procuradoria da República no Distrito Federal também abriu uma investigação para apurar o caso e o Tribunal de Contas da União (TCU) já investiga esse mesmo contrato desde 31 de março. Vamos aguardar…

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INTERNACIONAL

Para milhões de pessoas, a pandemia adicionou dígitos na conta bancária

Apesar dos danos econômicos, mais de 5M de pessoas ao redor do mundo entraram para o clube do milhão em 2020 — um aumento de mais 10%.

Como? Um grande fator foi a alta no preço dos imóveis, além da recuperação do mercado financeiro — lembre-se que as bolsas renovaram máximas no período.

As taxas de juros mais baixas e os auxílios governamentais passaram o dinheiro público para a esfera privada. É claro que houve um custo, já que a dívida pública em relação ao PIB aumentou em 20 pontos percentuais, ou até mais, em muitos países.

Por outro lado; muitas pessoas pobres ficaram ainda mais pobres. As classes mais baixas, sem ativos financeiros, não vivenciaram o “boom” do mercado e sofreram a crise econômica, sobretudo se dependiam do setor de serviços.

Só na América Latina, por exemplo, um estudo revelou que, em 2020, o número de pessoas que vivem na pobreza aumentou em 22 milhões.

O Brasil não vivenciou o aumento de milionários. Tivemos uma queda de 34% no número de pessoas com mais de US$ 1 milhão e o índice de Gini — que mede o grau de concentração de renda — alcançou 89 no fim de 2020 (mais perto de 100, mais desigual).

Um destaque que não poderia ficar de fora. Os EUA anunciaram que irão enviar, hoje, 3 milhões de doses da vacina da Janssen — de dose única — diretamente para o Brasil, fora do Covax. Este é o maior número de vacinas doadas pelos EUA a qualquer país. A gente agradece, Biden!

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TECNOLOGIA

Segredo revelado, oficialmente…

Talvez um dos maiores mistérios da atualidade seja a lógica por trás dos algoritmos do Instagram. Ontem, pela primeira vez, o CEO da plataforma se manifestou publicamente, explicando quase tudo sobre o tema ou, ao menos, tudo que podemos saber até o momento.

Qual a relevância disso? Se você só consome conteúdo, é como ler a tabela nutricional de um alimento. Se você produz conteúdo ou usa profissionalmente, é como saber as regras do jogo que você está jogando.

Sobre o que ele falou?

Basicamente, ele esclareceu perguntas como (1) Qual o critério para o Instagram decidir o que aparece primeiro para você?; (2) Por que algumas postagens têm mais visualizações do que outras? (3) Como se dá a ordem dos posts?

Seus posts aparecem de acordo com uma previsão que a plataforma faz do que é mais provável que você tenha interesse de ver, baseando-se em 5 critérios principais, nessa ordem:

1) Tempo gasto vendo a postagem;
2) Clicar em curtir;
3) Comentar;
4) Salvar;
5) Ir até o perfil que postou.


De acordo com cada um desses elementos, o Instagram gera uma pontuação, criando um ranking com os posts que estão disponíveis e você ainda não viu.

A palavra chave é engajamento. Tudo que o Instagram quer — e isso ficou muito claro — é te mostrar com bastante precisão aquilo que você realmente quer ver, deixando de lado aquilo que ele já sabe, pelo seu score, que não chamará tanto a sua atenção — medida pelos critérios 1 a 5.

No ‘Explorar’, a lógica é diferente. Aqui, eles cruzam os conteúdos de quem curte os mesmos conteúdos que você.

Resumindo… Tudo isso acaba fazendo com que você passe mais tempo na ferramenta. Basta comparar quantas horas você gasta hoje e o que você gastava há dois anos. É bem provável que você tenha aumentado seu tempo.

O que poucos enxergam? Dar mais transparência ao funcionamento do algorítimo pode ser um diferencial competitivo frente ao rival TikTok, que é questionado pela integridade de suas recomendações. De bobo, só tem a gente mesmo…

Por último, o que faltou? A pergunta do milhão, que gera briga entre casais e curiosidade infinita… A lógica da ordem de quem viu seu story, especialmente a primeira pessoa. risos.

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TECNOLOGIA

Talkin’Shopping: WhatsApp Shops e o futuro do e-commerce pelo Facebook

A partir de agora, enquanto você conversa com alguém no WhatsApp, você poderá fazer compras. Até então, o aplicativo de bate-papo permitia que empresas colocassem seus catálogos expostos, mas sem opção de compra direta.

Agora, o Facebook anunciou que está liberando o Shops, que nada mais é que a mesma funcionalidade que já existe no Instagram, ou, simplesmente, a famosa sacolinha.

Qual a ideia? Criar mais ocasiões de compra para os mais de 1 bilhão de usuários do WhatsApp, dentro das plataformas do grupo, aumentando ainda mais a integração entre todos os aplicativos do Facebook Inc.

Zoom out: Com a mudança, Mark Zuckerberg confirma sua intenção de fortalecer a rede social como uma poderosa ferramenta de e-commerce e desfrutar da imensa base de clientes que descobrem produtos pelos aplicativos do Facebook, mas compram fora da plataforma.

Na mesma linha, tem mais uma novidade… Apesar de ainda não muito bem explicada durante o anúncio, Zuck disse que sua turma está prestes a lançar um recurso de pesquisa visual no Instagram, baseado em Inteligência Artificial.

Pequeno spoiler: O desejo de comprar algo, muitas vezes, vem visualmente — quando você vê algo e acha incrível. Com a nova tecnologia, será possível que os usuários pesquisem itens com base em imagens, ao invés de texto.

Resumindo… Num futuro próximo, basta tirar um print do tênis que viu o Justin Bieber usando em uma foto do Instagram e o app te mostrará o item e seus similares.

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INTERNACIONAL

UEFA proíbe iluminação nas cores do arco-íris em estádio da Eurocopa

Pois é. Ontem, a UEFA recusou o pedido do prefeito de Munique para iluminar a Allianz Arena com as cores do arco-íris na partida de hoje entre Alemanha e Hungria pela Eurocopa, em homenagem à comunidade LGBT.

O motivo do ‘não’: A entidade viu a ideia como resposta a uma nova lei da Hungria — aprovada na semana passada —, que proíbe a presença de gays em materiais educacionais escolares ou programas para menores de 18 anos, com o intuito de não promover a homossexualidade e a mudança de gênero.

Com isso, a UEFA reconheceu a relevância do combate à discriminação, mas afirmou que, considerando o contexto político do pedido, teria que negá-lo, já que seus estatutos preveem neutralidade política. Polêmico?

Quando o esporte vira política… Não demorou muito para autoridades de outros países da União Europeia se manifestarem contra a situação e contra a lei húngara. Do outro lado, o ministro das Relações Exteriores do país afirmou que a legislação não está direcionada contra nenhuma comunidade.

Nessa edição da Euro, a torcida da Hungria está sendo acusada de atos homofóbicos e racistas durante duas partidas diferentes da seleção do país.

Ainda sobre a luta LGBTQIA+. Você provavelmente sabe que estamos no mês do Orgulho LGBT e já deve ter visto que várias empresas mudaram as cores da sua logo por aí. Mas mudar o nome… só a Prident.

Prident? Bom, talvez você conheça como Trident. No entanto, durante este mês, a empresa decidiu mudar a sua marca nas redes sociais, unindo ao seu nome o termo “orgulho” em inglês. Pride + Trident = PRIDENT

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CPI DA COVID-19

Bem-vinda de volta à pauta, CPI

Ontem, quem depôs foi o deputado federal Osmar Terra. Sem mais delongas, quais os principais pontos do depoimento?

O político criticou o lockdown, dizendo que há estudos que provam sua ineficácia — contrariando outros, que indicam o oposto.

Sobre suas previsões — 800 mortes por COVID-19 —, ele assumiu que errou e disse que tinha se baseado em outras epidemias e informações de países onde as contaminações tinham diminuído.

Acerca da “imunidade de rebanho”, Osmar afirmou que mesmo ao defender a imunização por exposição ao vírus, não desmereceu as vacinas.O deputado negou a existência de um gabinete paralelo para aconselhar o presidente, mas pontuou que todos os presidentes se aconselham com alguém.

O deputado negou a existência de um gabinete paralelo para aconselhar o presidente, mas pontuou que todos os presidentes se aconselham com alguém.

Ao todo, Osmar Terra depôs por mais de 10 horas.

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INTERNACIONAL

Olimpíadas de Tóquio terá público

Yes, that’s it! Ontem, os organizadores dos Jogos de Tóquio anunciaram que a presença de fãs nos complexos do evento será permitida, com um limite de capacidade de 50% — até um máximo de 10.000 pessoas — para cada local.

A decisão vale somente para torcedores que moram no Japão e prevê as mesmas regras para ambientes externos e internos.

Mas tudo ainda pode mudar… A governadora de Tóquio disse que esses limites serão aplicados em princípio, mas que, se houver uma mudança dramática nas infecções, talvez seja necessário considerar a opção de não ter espectadores no evento.

Alguns especialistas médicos do país defendem que a maneira mais segura de realizar as Olimpíadas seria sem fãs, preocupados com o fato do país não estar tão avançado no processo de vacinação — apenas 7% da população recebeu duas doses.

Cancelar é a última opção… Faltam pouco mais de 30 dias, as delegações já estão desembarcando e são anos de preparação de todos os atletas e do país. Além disso, estão em jogo os bilhões de dólares em patrocínio, transmissão e vendas de ingressos.

Inclusive, cerca de 3,64 milhões de tickets já estavam vendidos aos locais, cerca de 900.000 a mais do que os assentos disponíveis, o que, provavelmente, vai se tornar uma loteria para ver quem pode participar.

Já pensando lá na frente, o Catar se pronunciou; no caso, sobre a Copa do Mundo de 2022. O país disse que proibirá torcedores não-vacinados nos estádios em 2022 e distribuirá 1 milhão de doses aos fãs.

Ainda não se sabem os detalhes acerca do controle nos locais dos jogos e é cedo para pensar sobre… Um passo de cada vez.

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