O Reino Unido, a Austrália e os Estados Unidos têm mais em comum do que apenas a língua oficial: querem parar a China.
- Foi firmado um pacto militar entre esses países — a maior parceria no setor de defesa em décadas — para conter a China na região do Indo-Pacífico.
De onde vem isso?
O Ocidente tem olhado desconfiado para o investimento chinês em infraestrutura nas ilhas do Pacífico, além das sanções comerciais contra algumas nações, como a Austrália.
O país também vem sendo acusado de aumentar as tensões em territórios disputados. Nos últimos anos, a China teve um dos maiores gastos militares da história.
Os objetivos: Segundo os líderes de governo dos três países, o intuito é promover a segurança e a prosperidade na região. Há quem diga que este seja o início da 1ª marinha global da história.
O acordo envolve a construção de submarinos de propulsão nuclear, inteligência artificial, tecnologia quântica e cibersegurança.
- A França ficou furiosa por ter sido excluída do grupo, já que, em 2016, assinou um contrato com a Austrália para construir submarinos não nucleares.
O país da Oceania abandonou o combinado, o que pode custar US$ 65,7 bilhões para os franceses. A UE, para não ficar pra trás, já lançou sua própria estratégia Indo-Pacífico para fortalecer sua presença militar e diplomática na região.