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COVID-19

Primeira dose de uma, segunda da outra.

Essa é a discussão que está em pauta no mundo da ciência nas últimas semanas e vem ganhando mais força no Brasil. Ontem, o governo de São Paulo admitiu, pela primeira vez, que o ideal seria aplicar uma vacina diferente da Coronavac para a terceira dose contra a COVID-19.

Contexto… O Ministério da Saúde defendeu que a dose de reforço deverá ser feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer. João Doria, no entanto, diz que a vacina de reforço deve ser a “que tiver disponível no posto de saúde no momento”.

De onde vem isso? Diferentes estudos estão apontando que, em geral, a aplicação de vacinas diferentes pode aumentar a resposta imunológica da doença. O principal deles, inclusive, descobriu uma melhor combinação.

ComboVac // AstraPfizer 

Segundo as pesquisas, os melhores resultados da mistura foram provenientes de uma primeira dose da Astrazeneca, seguida da Pfizer.

  • Mais de 600 pacientes que participaram do teste tiveram maior produção de anticorpos do que aqueles que receberam duas doses iguais.

São Paulo anunciou o calendário das doses de reforço e um público estimado de 7,2 milhões de pessoas — idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos com +18 — já estará apto para a 3ª dose. Salvador, Curitiba e Rio de Janeiro já começaram.

Por falar nisso… Ontem, Dr. Anthony Fauci, principal especialista em doenças infecciosas dos EUA, disse que é “muito provável” que os americanos precisem da terceira dose para serem considerados totalmente vacinados. 

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Por Niceana Maria

Jornalista; Licenciada em Letras Português/Inglês

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