Na sexta-feira, o POTUS — para quem não sabe, President of the United States — assinou uma ordem executiva, com 72 medidas, para promover uma concorrência mais justa.
Com foco em grandes empresas, Biden quer fazer com que a economia dos Estados Unidos seja mais competitiva e com uma concorrência ampla.
Capitalism without competition isn’t capitalism. Essa foi uma das frases do presidente. Como os documentos são muito abrangentes, vou destacar três pontos importantes aqui…
Fusões: Biden exige que as fusões no meio tecnológico sejam examinadas minuciosamente, principalmente pelas plataformas dominantes — Google, Microsoft, Facebook, Apple e cia;
Relações de trabalho: Empresas não mais poderão criar certas cláusulas ou empecilhos financeiros para que seus trabalhadores troquem de emprego. Há quase 50 milhões de americanos com cláusulas de “noncompete” atualmente.
Voos: O presidente pediu ao Departamento de Transporte que faça com que as cias aéreas reembolsem seus passageiros em caso de malas extraviadas/atrasadas ou quando um serviço divulgado não for oferecido — tipo o Wi-Fi à bordo que não funciona.
De modo geral, as medidas mostram ao que Biden está atento: Antitruste. A falta de competição entre as corporações aumenta os preços e diminui os salários, o que impacta diretamente na vida dos americanos.
Inclusive… Segundo a própria Casa Branca, o impacto disso ao lar médio do país é de US$ 5.000 por ano.