Até então, o prazo para encerrar o auxílio emergencial era o fim desse mês. Ontem, no entanto, o governo anunciou que vai prorrogá-lo por mais três meses, até outubro.
Os valores continuam os mesmos, variando de R$ 150 a R$ 375, dependendo da composição familiar. Hoje, o benefício atinge quase 40 milhões de brasileiros.
De onde viemos; o auxílio emergencial foi criado em abril de 2020, com cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil. Depois de 5 meses, foi estendido até o final do ano com mais 4 parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada. Em 2021, os valores foram de R$ 150 a R$ 375.
Os custos: Segundo Paulo Guedes, hoje, o custo mensal do programa é de R$ 9 bilhões. Só no ano passado, a União gastou R$ 294 bilhões com o auxílio.
Para onde vamos; a ideia é que a prorrogação proteja os vulneráveis, enquanto o país atinge a vacinação em massa. A meta é que, em três meses, se chegue ao controle da pandemia.
Bolsonaro também disse, no anúncio, que o governo está negociando atualizar o valor do Bolsa Família para o ano que vem.
Por que é relevante?
O auxílio tem várias faces. Além de seu importante fator social em um momento de vulnerabilidade e de injetar capital para que a economia se movimente, ele também interfere em todo o ecossistema de empregos. Sem falar, é claro, no impacto nos cofres públicos.