Bilionário japonês, que é fundador e CEO do SoftBank, que detém parcelas relevantes em empresas que você conhece bem: Uber, ByteDance — do TikTok — Slack, WeWork e até o Banco Inter, aqui no Brasil.
Seu primeiro grande investimento aconteceu em 2000, quando depositou US$ 20 milhões para Jack Ma acelerar o Alibaba, que na época tinha só um ano de vida.
O retorno? Infinito ou próximo disso. A fatia comprada da empresa chinesa pelo SoftBank lá atrás é avaliada em mais de US$ 100 bilhões de dólares hoje, mas isso não é o mais importante.
O que você precisa saber? Na verdade, só precisa colocar atenção. Atenção em um termo citado por ele durante uma reunião com seus acionistas essa semana, porque é bem provável que você ouça falar bastante sobre isso nos próximos anos.
A Revolução da Informação: Segundo ele, na Revolução Industrial, a força de trabalho foi substituída por máquinas e, agora, com a Revolução da Informação, as máquinas serão substituídas pela Inteligência Artificial.
Son disse que ele quer ser como Rothschild foi no século XIX e financiar a nova revolução, já que provedores de capital são tão importantes quanto inventores, na concepção dele.
+200 empresas de TECH. É esse o volume de negociações já realizadas pelo Softbank, que, só nos útlimos 2 anos, investiu aproximadamente US$ 85 bilhões em startups.
Por que isso é relevante? Pelo simples fato de que muitas coisas no mundo acabam seguindo o caminho do dinheiro, coisa que não falta para o SoftBank… Logo, olhar as empresas investidas pelo grupo pode ser útil para “prever” o futuro.