Só a nata! A reunião dos líderes dos 7 países “mais ricos do mundo” aconteceu neste final de semana e alguns pontos foram abordados. Vejamos:
COVID-19: O grupo prometeu doar mais de 1 bilhão de doses de vacina contra o coronavírus para as nações mais pobres, solicitou um inquérito sobre as origens da doença e confirmou apoio aos Jogos de Tóquio.
China: O G7 concordou em trabalhar contra as práticas anti-mercado do país asiático, e ainda apelou pelo respeito aos direitos humanos em Xinjiang e Hong Kong.
Impostos para empresas: Foi endossada a criação de um imposto mínimo global, de pelo menos 15%, para as empresas multinacionais. O objetivo é impedir que as companhias evitem impostos em paraísos fiscais, algo que explicamos aqui.
Os líderes também se comprometeram com metas envolvendo o meio ambiente, como a redução dos subsídios aos combustíveis fósseis, e trataram sobre assuntos ligados aos direitos humanos, como a situação na Bielorrúsia e na Etiópia.
Teve alfinetada! A China, que não faz parte da panelinha, correu para dizer que já se foi o tempo em que quem ditava as decisões globais era um pequeno grupo de países.
Uma nova era começa;
Depois de 12 anos, Benjamin Netanyahu está fora. O Parlamento de Israel aprovou, ontem, seu novo governo, que foi resultado de uma coalizão extremamente diversa.
Para formar uma liderança que tirasse Netanyahu do poder, partidos de direita, esquerda, centrista e islâmicos se uniram. O novo primeiro ministro é Naftali Bennett, que é ex-assessor de Netanyahu. Plot twist?