Deu o que falar… COVID, política, jogadores, técnico e até denúncia de assédio. Mas o martelo foi batido. Ontem, o STF formou maioria contra as ações que pediam a suspensão da Copa América no Brasil.
A relatora dos dois casos, a ministra Cármen Lúcia, criticou a realização do evento, mas votou contra o pedido por enxergar que essa decisão não cabe ao Supremo, ressaltando que juiz não atua como quer, mas segundo o que o direito determina.
Ainda havia um terceiro processo em votação. Esse tinha como relator o ministro Roberto Lewandowski, que votou contra a ação, mas obrigando o governo a apresentar um plano que apresente as estratégias que serão tomadas para garantir segurança durante o evento. No entanto, somente cinco ministros seguiram Lewandowski, contra outros seis que negaram a ação de maneira direta.
Resumindo: O STF não suspendeu a Copa América, que começa nesse domingo, com Brasil x Venezuela e vai até dia 10 de julho.
Vai ter Copa, mas vai ter vaga de ads vazia. Três patrocinadores oficiais do evento, Mastercard, Ambev e Diageo, anunciaram que não vão expor suas marcas durante a Copa América em respeito à situação sanitária que o país enfrenta.
As companhias cumprirão os contratos, mantendo os pagamento, mas vão retirar suas marcas de todos os banners e locais de exposição durante o evento.
O motivo é simples… Não correr o risco de manchar a imagem das empresas ao participar comercialmente de uma competição que já gerou mais polêmica que aquele vestido que era azul e dourado, risos. Há quem diga que é apenas jogada de marketing. Essa conclusão, como sempre, deixo pra você.