Ontem, foi a vez de Marcelo Queiroga, atual ministro da Saúde — pela segunda vez, já que ele depôs no mês de maio — e aqui estão os principais pontos abordados:
1) Tratamento precoce
Como médico, disse entender que as discussões sobre cloroquina e ivermectina são laterais e em nada contribuem para pôr fim à pandemia.
Nas palavras do Ministro, o que vai pôr fim ao caráter pandêmico dessa doença é ampliação da campanha de vacinação.
2) Uso de máscaras
Muito questionado sobre a postura do presidente Jair Bolsonaro, sob argumento de que ele foi visto sem máscara e aglomerando durante a pandemia, Queiroga afirmou que é apenas ministro da Saúde e não um censor do presidente da República.
3) Indicação de Luana Araújo como secretária
Em relação à nomeação de Luana, o ministro afirmou que depois de indicar, desistiu de concluir o feito por entender que ela não contribuiria para a harmonização das questões acerca de tratamento inicial.
Ao depor na CPI, a Dra. Araújo chamou a discussão sobre o tratamento precoce de “esdrúxula” e “delirante”.
4) Terceira onda
Para Queiroga, ainda não está caracterizada uma terceira onda, como dizem alguns especialistas. Nas palavras dele, vivemos uma segunda onda com um platô elevado de casos.
5) Copa América
Por último e não menos importante, o Ministro respondeu que é a favor da realização dos jogos e que se trata de um evento de pequeno porte, afirmando que há segurança caso os protocolos sejam devidamente seguidos.