No mínimo, estranho. Por mais bizarro que isso possa parecer, os Estados Unidos estão investigando uma síndrome peculiar que possivelmente está atacando alguns embaixadores e membros do governo de forma misteriosa.
Como assim? A chamada Síndrome de Havana parece ter atingido dois funcionários da Casa Branca recentemente. Ambos são oficiais do Conselho de Segurança Nacional e foram acometidos por sintomas que incluem a perda de audição e danos cerebrais.
Muito embora não exista uma resposta definitiva para a causa disso, o país voltou a investigar mais a fundo o que houve com os dois oficiais e mais de 130 agentes que também foram atingidos pela doença.
Um pouco de história…
A suposta doença foi chamada de “Havan Syndrome”, pois foi originalmente identificada em 2016, em embaixadores americanos que viviam na capital de Cuba, Havana.
A suspeita é que tenha sido causada por “ataques sônicos” e ondas dirigidas. O governo americano investiga os casos, desde então, e um estudo encontrou “anormalidades cerebrais” nos diplomatas que adoeceram.
Médicos disseram que imagens cerebrais de 21 funcionários norte-americanos afetados mostraram mudanças estruturais no cérebro que não haviam sido associadas a qualquer distúrbio conhecido. Cuba, no entanto, rejeitou o relatório.
Parece exagero? Pior é que sim. Porém, se serve de base, na época, o Canadá também cortou o pessoal da embaixada em Cuba depois que pelo menos 14 de seus cidadãos relataram sintomas semelhantes.
De onde vem essa informação? Você pode escolher. CNN, USA Today e CNBC. Todos relataram o que você acabou de ler. Há até uma página específica sobre isso na Wikipédia.